The End Is Coming
10 Capítulo 10 - Morte Instantânea
Notas iniciais
Espero que gostem!
POV – Mary
Eu não sabia que horas eram, nem que dia, estava quase desmaiando de preocupação. Onde estava Ethan? Ele havia morrido? Ou apenas estava se divertindo com a loira peituda?
Eu realmente não sabia. Só de pensar naquela loira idiota, eu já queria vomitar.
Esbarrei em um grandão sem querer.
- Ei, olha pra onde anda! – Disse o homem, ele segurava a mão de uma criança, que aparentava uns 12 anos.
Eu não respondi, segui andando.
Eu parei de andar, minhas pernas não funcionavam mais. Eu apenas caí no chão.
[...]
–Narrador
Mary desmaiou. Ela não sentiu nada após isso.
Ela acordou algumas horas depois, no colo de alguém.
- E-Ethan? – Murmurou ela.
- Você acordou! – Disse o homem, a encarando com um sorriso aberto. – Você estava desmaiada.
O homem parecia ter uns 25 anos, e tinha cabelos escuros e olhos azuis, mais fortes que os de Ethan.
Ele parou no chão e a colocou delicadamente na grama macia.
- Quem é você? – Ela se levantou para se sentar direito.
- Eu sou o Noah, Noah Clark. E você?
- Mary, Mary Belmont. – Mary sorriu para Noah.
- Quem seria Ethan? – Noah perguntou, se ajeitando na grama.
- Ah, um amigo. – Ela continuava brava com o que Ethan havia dito.
Noah fez que sim com a cabeça. Uma menina de uns sete anos se aproximou.
- Ei lindinha. – Disse Noah, abraçando a menininha.
- Sua filha? – Mary parecia confusa. Mas lançou um sorriso para a criança.
- Minha sobrinha, na verdade. Meu filho e minha esposa morreram por essas drogas. – Noah parecia triste.
- Sinto muito. – Mary abaixou a cabeça.
Noah assentiu com o braço.
[...]
Gaspar parecia preocupado com Harry. Ele não entendia tudo que estava acontecendo, fazendo-o perder a cabeça.
- by safesaver\">Pai, o que está acontecendo? – Harry disse, com a cabeça baixa.
- Eu não sei filho, não faço ideia.
Juliana avistou Gaspar. Ele parecia tonto.
- Oi, você está bem? – Ela disse simpática.
- Ahn... Bem... Sim, sim. Tá tudo bem...
- Algum problema? – Ela parecia preocupada.
- Na verdade, sim. Eu não sei o que acontece, e não sei por que acontece.
- Até onde sei, foi um vírus que escapou de algum laboratório, e infectou muita gente.
Juliana piscou para Harry e saiu sorrateiramente.
Gaspar gostou de Júh, mas será que foi de outro jeito?
[...]
POV — Harry
Eu estava preocupado, quase louco, percebi que meu pai estava fora do normal também. Havia mais de vinte mil pessoas aqui. Todos se espremiam.
Uma mulher conversou com meu pai, ela parece ser gente boa.
De longe, vi uma menina loira, parecia ter minha idade. Ela chorava e estava sentada no chão.
Me aproximei dela.
- Oi!
- Oi. – Ela disse meio fria.
- Tá tudo bem? – Falei calmamente.
- Te conheço?
- Sou o Harry, prazer. – Estendi a mão, oferecendo levantá-la.
- Jeniffer. – Disse ela, segurando minha mão.
Eu achei ela linda, acho que gostei dela.
POV – Jeniffer
Puts, eu nem sabia quem era esse garoto, Henry? Harry? Não sei.
Ele queria me ajudar, mas tudo que eu não queria agora era ajuda. Queria ficar sozinha.
Mas, acho que vou dar uma chance para ele.
- Você tem família?
- Só meu pai. – Ele sorriu, e retirou uma mecha de cabelo dos olhos. – E você?
- Tenho minha irmã também. – Continuei fria.
- Minha mãe morreu no meu parto. – Ele disse, abaixando a cabeça.
- Minha mãe morreu nessa droga. – Lágrimas escorreram de meus olhos.
- Eu sinto muito...
- Quer saber? Por que você não sai daqui? Me deixa em paz moleque. – Falei de jeito grosso.
Ele saiu de cabeça baixa, e parecia triste.
- Você não precisava ser tão malvada com o coitado. – Alice tocou meu ombro.
- Você não manda em mim – Saí pisando duro.
POV – Misake
Eu não ligava para isso tudo, apenas estava irritada com todos esbarrando em mim.
Era uma idiotice um Centro de Refugiados, já me derrubaram umas dez vezes.
Eu fiquei de saco cheio, achei que teria área VIP, mas, era isso mesmo.
Se eu soubesse, teria ficado em casa.
Uma garota esbarrou em mim.
- Olha, se você encostar seu corpo nojento em mim novamente, vai ter que voltar ao dentista! – Gritei.
A garota se virou, jogando seus cabelos ao ar.
- Falou comigo, fedelha? – Ela torceu a boca.
- A única nojenta que eu vejo aqui é você!
- Agora que eu te estrago! – Ela me socou no rosto.
- Filha de uma...
Nós brigamos. Tabefes aqui, socos ali.
Um guarda teve que separar agente. E um cara pálido segurou a menina.
- Me solta, idiota. – Falei me debatendo.
- Se eu não me chamo Melanie, eu não vou deixar essa maluca sair sem um olho! – Disse a menina, que parecia chamar Melanie, se debatendo.
- E se eu não me chamo Soap, não vou te soltar – Falou o cara segurando Melanie.
Eu saí daquele lugar, a Melanie fez o ar ficar nojento.
–Narrador
Todos estavam nervosos. Havia mais de dez mil pessoas lá. Todos loucos com os acontecimentos.
Logo, apenas uma coisa é escutada.
Uma bomba! Abaixem-se!
De repente, todos apagaram. A explosão foi muito forte. Afetou todos. Todos os policiais estavam mortos.
Apenas algumas pessoas levantaram.
Muito poucas.
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