The Diary Of A Lost Girl

38 Sorry for everything, Allynne.


Notas iniciais
Ju diz: Okay pessoal , espero que gostem *-* . Tipo , se tiverem criticas ou comentarios , seria otimo . Queria agradecer a Luna por nao me matar por causa dos capitulos -q . Agradecer a minha professora por faltar , me deixar com aula vagas e eu poder escrever o capitulo -n. E tb quero agradecer ao Harry por não fazer porra nenhuma , mais eu so queria agradecer porque sou retardada. ;*

Lunny andava inquieta pelo quarto. Pensava no que podia fazer para parar Adam. “Conheço meu filho, ele nunca vai parar até conseguir o que quer”, pensava ela aflita.

O pior de tudo é que ela não se importava em morrer, temia pela vida das filhas. “Se houvesse um meio de pará-lo”

O tempo passava rápido na casa dos Harvelle. Quando Lunny percebeu, já havia anoitecido. Suas filhas logo chegariam e ela conversaria calmamente com elas, não demonstrando o seu pânico.

Ela sentia falta de sua casa, de seus móveis, de tudo. Claro, a casa dos Harvelle era confortável, mas nada se comprava a casa dela. Pensava no que tinha acontecido lá, se Adam a tinha destruído.

Lunny estava distraída com seus pensamentos quando ouviu passos no andar de baixo. Concluiu que era as suas filhas tinham chegado mais cedo e foi correndo saudá-las. Quando lá chegou, não era Ally nem nenhuma das suas filhas que estava lá, mas sim um homem. Adam.

- O que você faz aqui? – Perguntou Lunny aturdida.

- Vim visitar a minha mãe.

- Adam... Se você quiser, eu faço tudo que quiser, mas, por favor, fique longe das meninas.

Ele deu um sorriso, que para Lunny se mostrou sinistro.

- Se você vier comigo, eu posso tentar não fazer nada a elas. – Ele deu ênfase a palavra tentar.

- Prometa.

- Venha mamãe, eu não irei te fazer mal.

Lunny não reconhecia seu filho, ela estava muito tensa, aturdida. Não mediu as suas conseqüências. Correu até o segundo andar. Ela sabia que não tinha chances, se trancou no quarto e escreveu uma breve carta:

“Querida Allynne, Adam me seqüestrou. Não vá atrás dele, eu sei me cuidar sozinha. Cuide da sua segurança e das suas irmãs. Por favor, querida, e a única coisa que eu lhe peço.

Com amor, Lunny.”

Ela colocou a carta na gaveta do criado-mudo. Sabia que Ally era esperta o bastante para achar.

Virou-se e se preparou para o pior.

Allynne narra: Por causa do Adam, todos tinham que ir para a casa dos Harvelle. Não que eu não gostasse, mas eu sentia falta da minha casa.

Quando eu cheguei, esperava uma recepção calorosa de minha mãe, porém, a casa estava vazia e sem vida.

- Sua mãe não estava aqui? – Perguntou Julieta confusa, como o resto das meninas.

- Eu já ia perguntar isso. – Luna disse.

- Eu... Não... sei. – Falei tensa demais. Pensei o pior, já que Adam estava à solta. Saí correndo e fui até o segundo andar. Gina foi atrás de mim.

- Ally... O que você festa fazendo?

- Procurando nossa mãe.

- O que?

- Nossa mãe!

- Ela deve ter saído calma Ally...

Eu me estressei com a calma de Gina.

-Você realmente acha que a mamãe ia sair por aí, com Adam solto? – Gina ficou tensa.

- Realmente você está certa, mas...

- Nada de mais! Ajude-me a encontrar um quarto que foi habitado por alguém.

Gina e eu reviramos todos os quartos, até que fomos até no que estava no fim do corredor. Era simples, tinha uma cama, um pequeno armário, um baú e um criado-mudo. Tinha uma pilha de roupas jogadas na cama, parecia ter sido usado há pouco tempo.

Aproximei-me da cama, e vi as roupas que lá estavam. Uma blusa verde, que mamãe adorava, estava no meio da pilha bagunçada.

- Mamãe esteve aqui. – Disse sombriamente.

- Deve ter uma pista do que aconteceu com ela. – Gina disse com tristeza.

Procuramos qualquer coisa que nos dessa uma pista de onde Lunny estava. Mexemos em tudo, até que uma sensação me levou até o criado mudo. Abri a gaveta, e vi uma folha de papel extremamente amassada.

Eu a peguei com as mãos tremendo, abri, e vi a letra da minha mãe lá. Gina me olhava nervosa.

- Leia.

-Eu não consigo...

- Leia – Disse Gina com voz firme.

Olhei o texto e o li lentamente. Quando terminei, Gina disse:

- Você vai fazer o que a mamãe pediu pra fazer?

- Desde quando eu faço alguma coisa que ela pede? Adam está por aí, e eu vou encontrá-lo.

Luna narra: Eu estava com saudades de Ronald. Agora não havia a esconder. Julieta nunca soube guardar segredo. Contou tudo as meninas e logo todas estavam em cima de mim.

Todos estavam no jardim, aproveitando o sol forte.

Ally, Gina, Míope, Liz, Emma... Estavam tensas conversando. O desaparecimento de Lunny deixou-as muito tristes, mas não era por menos.

Julieta e Harry (que tinha vindo até aqui por causa dela) estavam fazendo um “piquenique” embaixo da árvore. Eles riam muito, geralmente era assim que ficavam (antes de brigar, como os fois filhos da puta sempre faziam).

Olhando eles imaginava Ronald e eu assim. Eu realmente gostava dele. Só não sabia dos seus sentimentos por mim. Aquele filho da puta nunca demonstrou nada, não que eu tivesse percebido.

Mas, no que eu estava pensando. Eu sou Luna Harvelle. Não tenho que ter medo de tudo o que pode acontecer. Não mesmo, por que todos os infelizes que me magoassem, sabiam que estariam mortos.

Caralho, vai se fuder. Quando eu voltasse a Hogwarts, eu falaria dos meus sentimentos para ele, porra. Sim, eu estava decidida.

Notas finais
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