Notas iniciais
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Eu sou Allynne Williams.

E eu nunca desisto.

Eu não sei onde começar, mas creio que devo começar pela minha casa.

E meus amigos disseram que vão me seguir.

E eu tenho medo, por eles, diário.

Que até deram um jeito de fazer uma lista, pra organizar tudo.

Liz insiste que quer ir, que pode ajudar... Eu vou deixar, por que estamos de férias, mas... Eu tenho um ano pela frente, vai ter N.I.E.M.'s, e depois disso... Eu... Eu vou passar a procurar ela de verdade. Eu já vou começar agora, vou adiantar tudo. Eu sei que posso. O fato é que estou com medo, por que sei que Adam está por ai, me procurando. Não só a mim, é obvio. Mas eu tenho medo por minhas irmãs. Pela minha familia. Por Fred.
Sim, por Fred. Por que de qualquer forma, Adam já sabe que eu gosto dele.
E se ele decidir que deve destruir primeiro quem me protegeria, quem eu amo?
E se ele achar que se me deixar fraca, será mais fácil me matar?
Eu não vou obedecer minha mãe, eu não posso.
Eu quero matar meu irmão, mas não da mesma forma que ele quer me matar.
Eu aprendi, que é preciso ter sangue-frio,
Para ser realmente sangue-puro.

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Delcroxs narra:
Tinhamos ido a casa de Ally. A maioria das coisas da mãe deça, estavam quebradas. A cozinha, estava revirada. Tinham copos quebrados, facas, colheres, garfos espalhados pelo chão. O lustre estava pendurado, uma metade prestes a cair. Eu ouvia gotas cairem, e percebi que eram da fonte, que em vez de cair água a beça, como normalmente, pingava. Era uma noite escura. Todos nós tentamos ligar as luzes, mas não estava dando certo.
- Usem Lumus. — Disse Alinne. — Acho mais prudente, já que não tem luz. — E assim, todos nós, ao mesmo tempo, pegamos nossa varinha.
- Lumus. — Eu disse. — Acho que devemos nos... Separar... Não acham? — Sugeri, olhando todos. Ally estava com os olhos inchados de tanto chorar, assim como Gina. As duas abracavam seus namorados. Ally abraçava Fred, e Gina abraçava Draco.
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Eu subi as escadas, ia procurar nos quartos.
E não, nós não estavamos procurando Lunny naquela casa, por que já deve-se saber, ela não estaria ali. Procuravamos pistas. Aquela parte da casa estava muito mais escura que todas as outras. Ergui a varinha, e a luz inundou o corredor. Nem tanto, mas eu pude ver por onde andava. Comecei a tatear a maçaneta das portas, já que se eu mudasse a varinha de posição, não enxergaria nada que poderia estar passando ali.
Abri a porta do primeiro quarto do corredor.

E um cheiro de perfume predominava ali.
- Lumus máxima! — Eu disse, e udo ficou mais claro. Eu consegui ver, vários vidros de perfume, coisas de maquiagem... Aquele era o quarto de Lunny, e estava tudo revirado. Parecia que alguém tinha batido no espelho, e se machucado, por que ele estava quebrado. Aquele cheiro estava me encomodando, até que percebi um caderno aberto, em cima da cama, com uma especie de bilhete escrito. Me aproximei da cama. Ia pegar o bilhete, mas...
Ouvi um grito, e eu conhecia aquele grito.
Allynne.
E sai correndo.

Notas finais
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