The Diary Of A Lost Girl
36 Bludger motherfucker & How?
Notas iniciais
Cap: Bludger motherfucker
Ally:
Eles não param. Todo mundo já tá me irritando ao estremo com essa coisa de Sonserina x Grifinória. Primeiro, por que é grifinória. Segundo, o apanhador deles é meu namorado. Estou começando a ficar maluca com isso, eles não param de me enxer o saco. Mas tá.
Fred:
Já começaram. Estamos perto do jogo contra sonserina, e eles não param com isso. Estou ficando irritado com essa coisa. Eu não vou facilitar para Ally, mas eles não entendem. Como se fosse preciso facilitar, não é. Mas ok.
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Ally:
- Não vou nem falar nada, Williams. Já sabe. — Dizia Robert, o irmão de Alinne. Me irritei.
- Claro, não vou nem ligar para o pomo. Vou deixar a grifinória ganhar e vou distribuir docinhos e barrinhas, e vou virar uma Nerd e vou parar de aprontar com todo mundo. — Eu falei, sárcastica.
- Cale a boca, Williams. — Olhei para ele com aquele olhar, de tipo "Você. Vai. Morrer." — Harvelle, ignore que é sua irmã defendendo aqueles aros. Coloque aquela Goles lá dentro, e pare de me ignorar!
- Vai se fuder, Robert, ninguém aqui vai lutar como você quer. E vamos. — Ela prendeu os cabelos, e subiu em sua vassoura. Boa mesmo, Luna, manda o Robert tomar no cú.
Estava tudo lotado, muito lotado. Deram as "instruções de jogo". A goles foi lançada, a "guerra" entre grifinória e sonserina acaba de ser começada.
Todo mundo voava de um lado pro outro atrás daquela goles.
Vi Julieta, com aquela cara de tipo: NENHUMA. BOLA. VAI. PASSAR. AQUI. Mesmo eu sabendo que ela não tinha tanta confiança em si mesma. E também vi Luna, avançando com a Goles para Julieta. Desviei o olhar de jogo e passei a procurar o pomo.
Olhei para todos os lados a procura do pomo. Minhas lentes mais aguçadas que nunca, não o viram. Acho que é por que mesmo querendo, eu não conseguia não prestar atenção no jogo.
- Harvard defende mais uma goles... D'Vitto está com a goles... Howgner dá um giro...
Há, seu puxa saco da grifinória. Quem deu um giro primeiro foi eu! Eu vi o pomo, mas ele sumiu, de novo.
Gi Williams avança com a goles, Harvard se prepara e... 10 pontos para Sonserina!
Boa Gina! Pomo filho da puta, cade tu? Continuei olhando envolta do campo, agora sobrevoando-o.
Luna Harvelle está com a goles. Um balaço quase atinge Gi Williams, que desvia. Harvard se prepara para defender a goles da irmã e... 10 pontos para sonserina!
Já estavamos em vantagem por 10 pontos, mas se Fred pegasse aquele pomo estariamos perdidos. Balaço desgraçado, quase atingiu minha irmã! Filho da puta!
Ed Rookwood rebate um balaço em direção a Hillebrand, que desvia, e avança com a goles, e... 10 pontos para grifinória!
Cade a vantagem agora? AH, MEU DEUS! O Pomo... Ai não... Do lado da Julieta. Bem, lá perto dos aros da grifinória. Ok, era hora da Williams Granger dar um jeito nisso. Sabendo que Fred iria me seguir, ao ver que eu tinha visto o pomo, eu teria uma vantagem apenas: A minha vassoura. Mas a vassoura de Fred era uma Firebolt, então era dificil ganhá-la, sendo a minha um pouco mais rápida que a dele. 1, 2, 3 e...
Ally Williams está voando o mais rápido possivel atrás do pomo, sendo seguida por Howgner, seu namorado. A disputa é grande... Harvard defende uma goles de Harvelle.
Sim, eu voava o mais rápido possivel, precisava pegar aquele pomo. A grifinória estava em vantagem por 20 pontos agora... Era agora ou nunca.
D'Vitto avança com a goles e... 10 pontos para grifinória! Annie Harvelle rebate um balaço em direção a Gi Williams, que desvia. Annie Harvelle dá um sorriso, e volta a rebater balaços. Ally Williams e Fred Howgner continuam atrás do pomo.
Eu voava atrás daquele pomo... E olha, ele estava saindo de perto dos aros, estava voando pra cima. Tive que virar bruscamente, batendo meu pé em um aro. A dor não veio na hora, eu só voei para cima, e... Tudo girou, e eu só consegui pegar o pomo antes de cair de quase vinte metros de altura.
Balaço. Filho. Da. Puta.
Cap: How?
Abri os olhos, meio cansados e sonolentos. A luz fraca do sol, incomodou um pouco, é. Mas quando abri meus olhos, eles faíscaram. A primeira pessoa que vi, foi Fred. Depois, Gina. E por últim...
- Ally? Ally? Desculpa Ally! Eu não quis te acertar de verdade! Ally? — Dizia Annie, meio com medo. Eu ainda estava meio tonta. Não lembrava do que tinha acontecido direito, mas...
- Tudo... Tudo bem, Annie... — Eu tentei me sentar, quando percebi meu pé. — O que ouve com meu pé?
- Bem, você bateu-o no aro, e com força. Quebrou... — Falou Gina. — E pra piorar você caiu de quase vinte metros de alturas. É quase um milagre que você ainda esteja viva, Ally.
- Eu sou imortal, e você também. — Brinquei. — Fred... — Acho que ele entendeu na hora o que eu queria, e me abraçou. Eu precisava daquilo, tipo, de alguém que cuidasse de mim quando eu estava doente, machucada e tal. Antes era minha mãe, ou Gina. Agora era Fred.
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Quando sai da ala hospitalar, fui direto pro salão principal, já que eu sabia que todos estariam lá, tomando café da manhã. Eu queria saber como é que eu ia achar Fred, pois é. Mas mesmo assim, sentia que tinha algo estranho.
...
As vezes é melhor não querer saber o que há de errado. Eu sentei-me a mesa da sonserina, e logo as corujas vieram trazendo cartas, embrulhos. A mesa da sonserina foi a que mais recebeu corujas. Primeiro, pelo fato de que quase todo mundo lá, lia profeta diário. E segundo, nossos pais adoravam mandar presentes.
Peguei um embrulho verde, e li "Para você, Allynne. De: Adam". Adam...? Adam me mandando presentes? Eu... Eu não iria abrir aquilo agora, não mesmo. Tinha uma carta da minha mãe, e um embrulho junto da carta. Abriria tudo depois. E também, o profeta diário, que eu peguei, e comecei a ler tudo.
Adam Williams está sendo procurado pelos guardas de Azkaban. Eu li. Ele tinha feito mais alg... Alguma coisa? Sabe-se que ele tentou matar sua mãe, Lunny Lovegood Williams. O QUE? O QUE ELE FEZ? Mas a mesma conseguiu fugir, e ele destruiu parte da casa dos Williams. Ele... Ele... Eu vou... Eu vou... Nada... Eu vou... Ler a carta da minha mãe. Peguei-a, e alguns dos alunos me olharam. Eu nunca lia cartas na frente das pessoas. Antes de abri-la, Gina se sentou ao meu lado, assustada.
- Ally... Você.. Você viu? — Ela perguntou, apontando pro profeta. — Ei, eu também recebi uma carta dela. Mas leia a sua antes. — Ela disse, parecia realmente assustada.
- Querida Allynnne. — Comecei a ler. - Espero que você esteja bem. Espero mesmo, que está carta não seja interceptada. Por que eu preciso comunicar você, e suas irmãs, de onde estou. Eu me escondi, já que seu irmão está atrás de mim. Mas ele está atrás de vocês também. E ele quer se vingar de você, Ally. Ele quer se vingar das veses que você bateu nele, que você deu um jeito de prende-lo no porão. - Hesitei. Fechei os olhos, e continuei. — Eu peço que tome cuidado, e que vá diretamente para a casa dos Harvelle quando sair dai. Eu estou aqui, com eles. Bem, ou melhor dizendo, com o tutor de Annie, Luna, Anna e Julieta. Bem, eu não estou aqui sozinha, sua tia também está aqui. - A tia também? Mas... Por que? — Lembra-se quando ela negou ajuda de Adam? Exatamente por isso. Esperando que você esteja bem, sua mãe, Lunny. - Terminei de ler. Olhei para Gina, ela me olhava com a mesma cara de assustada, só que agora, com preocupação. Quando me liguei, que havia um embrulho de Adam ao meu lado.
Gina o viu.
- O que é isso, Ally? — Ela apontou para o embrulho. — É de... De Adam? — Sua face se tornou em uma especie de susto e raiva. Igualmente a minha.
- Não sei. Sei que acho que devo levar a professora. — Eu falei, e peguei o embrulho de nossa mãe. — Venha, vamos abrir isso. — Eu falei, puxando ela para o Salão Comunal da Sonserina.
...
Bem, como eu esperava, o salão comunal estava vazio. Eu sentei-me em uma poltrona, e Gina sentou em outra. Eu peguei o embrulho de minha mãe e abri. Entregue para Liz. E vislumbrei a espada de prata que tremeluzia ali. Era muito parecida com a que eu e Gina tinhamos ganhado. Era expetacularmente parecida. A mesma lámina, eu digo, e também com marcas de ouro, desenhadas durante a lámina. Uma diferença, eram os desenhos. A minha, tinha um desenho verde, que era mais ou menos, chamas verdes. O de Gina, tinha uma serpente, que ocupava a lámina toda. Mas a de Liz, tinha algumas voltas confusas, misturas de ouro, vermelho e verde. É claro, o verde prevalecia na lámina, como as outras espadas que tinhamos ganho. Mas a de Liz me chamou atenção, com o desenho. Voltas, e mais voltas. Escondendo apenas uma coisa: Aquilo era..? Uma pedra? Não, era mais uma especie de pedra que guarda substancias, minha mãe sempre fazia aquilo. Bem, embrulhei novamente, e deixei sobre a cama de Liz.
Agora eu tinha que me preocupar é com a festa do meu aniversário.
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