The Dance Of My Life

99 4º Temporada Capitulo 1


Notas iniciais
e.e Oia eu de novo kkkkkkk. Supresaaaa vai ter um continuação com os filhos deles ol ol ol, sim meu povo eu ia continuar eu tava fazendo aquele drama todo por que estava me despedindo do meu loiro delicia Nih

13 anos depois

Acordei com o sol batendo na janela do quarto, sentei na cama e bocejei, vi minha mãe sorrindo e arrumando minhas roupas.

–Tava na hora já mocinho-disse ela sorrindo e vindo beijar minha testa e eu sorri, minha mãe desde pequeno tratou a mim e minha irmã assim com muito carinho, ela era linda, tinha 29 anos , eu acho que era por isso que meu pai era doido por ela além de linda era atenciosa e muito amorosa sem contar que era engraçada.

–Bom dia mãe-disse sorrindo.

–Vamos levanta essa bunda magrela da cama e se arruma, vamos receber visita hoje-disse e eu levantei e beijei a bochecha dela, mesmo com 13 anos eu já era quase maior que ela.

–Quem vai vim?-perguntei entrando no banheiro.

–A Suelem e o Guilherme, faz tempo que a gente não se vê eles estão de passagem, vão voltar para a Alemanha, então resolveram passar aqui antes-disse e eu comecei a escovar os dentes.

–Que legal ,faz tempo que eu não vejo eles-disse

–Sim a Eliza deve estar linda-disse ela.

–Quem é essa?-perguntei

–A Filha deles, nasceu um pouco depois que a Agatha-disse.

–Ah-disse sem da muita importância, desci logo depois e meu pai e a Agatha estavam na mesa.

–Ai pai isso é muito chato-disse ela

–Eu sei na sua idade eu odiava matemática também-disse ele.

–Mamãe disse que você nem estudava pai-disse chegando rindo.

–Tava bom até a peste chegar-disse ele e eu ri- Capotou foi?-perguntou ele

–Fiquei acordado até mais tarde revisando Biomedicina-disse para ele, assim com meu pai eu queria ser medico, porém depois de alguns anos, vi o Trabalho da minha mãe e resolvi ser enfermeiro igual ela, e então comecei a estudar desde então, ela sempre me dava uma força.

–O matéria chata-disse ele.

–Nem me fala-disse me sentando- qual é tudo tem matemática?-perguntei

–Meu filho até quando tu caga tem matemática-disse ele e eu e a minha irmã rimos-Estou orgulhoso de você, sinal que vai ser diferente de mim, com 13 anos eu nem pensava em estudar na escola direito-disse ele e eu sorri.

–E espero que a Dona Agatha não puxe ao pai-disse minha mãe entrando.

–Ai mãe eu amo o papai mais ele era muito preguiçoso-disse ela rindo.

–O que você andou contando para essas crianças dona Camila?-perguntou meu pai e nos rimos.

–Que você ficava mandando bilhetinho durante a prova, que tinha cola de matemática no tênis-disse ela.

–Ah-disse ela rindo- oh época boa-disse e nos rimos e minha mãe deu um beijo na bochecha dele.

–Nunca muda-disse ela sorrindo e como sempre ele sorriu todo bobo para ela, meu pai e ela tinham uma relação incrível, nunca vi nenhum casal assim, tão unidos depois de tantos anos de casados-Gabriel não se esqueça de arrumar aquele lixão que você chama de quarto-disse a minha mãe e eu ri.

–Mãe sabia que eu te amo muito?-disse me levantando e beijando a bochecha dela, ela olhou para mim e sorriu.

–A mesma chantagem emocional só que agora está falando certo-disse o meu pai.

–Eu te amo pai –disse e ele sorriu.

–Não, eu não vou arrumar o seu quarto se vira-disse ele e e uri.

–Você fica na mordomia por que é a mãe que limpa o quarto de vocês-disse para ele

–Vai pensando que é assim, eu tenho dia para arrumar também-disse ele

–Por que eu sou a que menos bagunça-disse ela dando café para ele- e o senhor deixou a toalha na cama-disse batendo nele e ele riu.

–Esqueci amor-disse ele

–Você vai ver quando eu esquecer uma faca na sua barriga-disse ela.

–Ai-disse a Agatha e nos rimos.

–Seja igual sua mãe-disse meu pai- assim os homens ficarão com medo de você e nem tentaram nada-disse e ela revirou os olhos.

–Pai eu tenho 12 anos-disse ela- nem penso nisso ainda-disse e eu sorri, ela era tão inocente, era linda com o cabelão até a cintura, os olhos azuis e a maça do rosto bem desenha, ela não tinha noção da própria beleza.

–E continue assim, não quero ver macho nenhum se aproveitar da sua inocência-disse beijando o rosto dela e ela sorriu me abraçando. Meus pais olharam sorrindo era muito difícil a gente brigar, na verdade a gente nunca chegou a brigar, sempre era aquele negócio de avisar, eu amava muito ela, e queria o bem dela.

–Com dois grandões do meu lado capaz que algum louco vai aparecer-disse ela e nos rimos.

–Tem sempre um pedindo a morte-disse meu pai e nos rimos.

–Pai quando vamos para o Club que o senhor falou-disse a Agatha.

–Bem o Gabriel vai com 17 anos e você também quando chegar nessa idade eu coloco ele e depois você, lá eu aprendi mais que na escola, e sem contar que vai ter clube de dança e etc-disse ele.

–Eu adorava lá-disse a minha mãe sorrindo- tanto por ser onde eu conheci o Nih-disse ela sorrindo e ele sorriu- tanto por ter um ensino muito legal, eu gostaria de colocar vocês lá-disse e sorri.

–Não sei se levo muito jeito para dança-disse e eu pai riu.

–Se acha que eu dançava? Eu era mais duro do que pau de tarado-disse meu pai e nos rimos.

–Nicholas olha o palavreado na mesa-disse minha mãe batendo nele ele riu.

–Em fim, lá eu aprendi a ter espirito de equipe, fiz muitos amigos, encontrei o amor da minha vida-disse ele sorrindo para minha mãe que sorriu toda melosa- isso ia ajudar muito você com as profissões futuras-disse ele

–Com certeza filho, você quer ser Enfermeiro tem que aprender a se comunicar mais-disse e eu revirei os olhos.

–Segunda a senhora eu sou um tagarela-disse e ela riu.

–Desde pequeno você é, mais precisa se comunicar com o sexo Feminino amor-disse e meu pai olhou.

–Ih não vai me dizer que tem alergia a pepekas-disse meu pai e a Agatha riu cuspindo o leite.

–Pai-disse ela rindo e ele riu.

–Desculpa princesa-disse ele rindo.

–A questão é que meninas são chatas-disse e minha irmã me olhou- menos você mana você é legal, joga vídeo-game comigo-disse e ela sorriu.

–Bom mesmo-disse e eu sorri, logo tive que subir e arrumar aquela merda de quarto que nunca conseguia parar limpo, minha irmã veio para ajudar e eu sorri, ela sempre foi muito solidaria, igualzinha a minha mãe, fui tomar um banho e logo voltei a jogar vídeo-game sozinho.

–Gabriel desce aqui a visita chegou-disse minha mãe lá de baixo.

–Já vou-gritei e vesti uma blusa, minha mãe sempre fala “quando tiver visita se de o luxo de colocar um shorts e uma blusa pelo amor de deus”, desci e vi o Guilherme e a Suelem um pouco mais velho, ele tinha deixado a barba crescer, e a Suelem tinha cortado o cabelo Chanel estava muito linda, mais foi ai que meu coração paralisou de uma forma que nunca tinha paralisado antes. Uma menina de cabelos imensos que iam até um pouco depois da bunda, era loiros escuros igual do Guilherme, ela tinha olhos verdes esmeraldas a coisa mais linda que eu já tinha visto, os lábios eram de um formato lindo, senti um cutucão e desviei o olhar.

–Para-disse a Agatha

–O que?-perguntei

–Ta encarando a menina como se nunca tivesse visto, deixou ela sem graça-disse e eu olhei de novo ela sorri de um jeito contido e para baixo.

–Ela é bonita queria o que?-perguntei e ela riu.

–Meu deus esse é o Gabriel, santo deus quantos anos que ele tem 18?-perguntou a Suelem me abraçando e eu quase fiquei sem ar.

–Oi tia Suelem-disse sufocado e todos rirão.

–Oh meu deus cade aquele menino tagarela que eu tanto amava-disse ela enchendo meu rosto de beijos, eu gostava dele, mais preferia que fosse a filha fazendo isso.

–Caraca moleque como tu cresceu-disse o Guilherme bagunçando meu cabelo e eu sorri-Ta a cara do seu pai quando tinha essa idade-disse e eu sorri.

–Valeu tio-disse sorrindo e olhei para filha dele, meu deus o que ela tinha que eu não parava de olha-la?.

–Essa é a Agatha, meu deus como dizia o Gah quando era pequeno ela é uma gata mesmo-disse a Suelem para a Agatha e ela sorriu.

–Caraca Guilherme tu ta lascado com a sal filha-disse e ela sorriu de canto, até agora eu não tinha ouvido a voz dela, e parecia que era tudo o que eu precisava ouvir.

–Eu sei, por isso que vou colocar ela em um convento-disse o Guilherme e ela revirou os olhos.

–Pode parando pai-disse ela com uma voz aveludada e calma com um leve sotaque alemão, aquilo me arrepiou inteiro.

–Ela é linda mesmo, não merece ser freira-disse minha mãe.

–Assim como sua filha-disse ele

–Já me colocaram no meio?-disse a Agatha e todos rirão.

–Gabriel ainda continua ciumento?-perguntou a Suelem.

–Ao extremo, essa garota só fica bonita quando cresce-disse para ela e ela sorriu.

–Ain ele continua fofo-disse ela apertando minha bochecha e eu ri.

–Tudo ainda continua fofo para ela-disse o Guilherme e nos rimos, eles entraram em uma conversa paralela, e então voltei minha atenção para a Elizabeth, ela parecia ser calma, mais algo me dizia que ela era pura emoção, ela olhou para mim e sorriu de canto e voltou a olhar para frente, ela gostou de ver que estava sendo admirada, eu sorri e olhei para frente.

–Parece que alguém gostou do que viu-disse meu pai baixo.

–Ta falando do que?-perguntei

–Ta eu sou o único aqui que reparou que você está comendo a Elizabeth com os olhos, na verdade eu fico tranquilo em saber que você gosta de pepekas-disse ele e eu ri balançando a cabeça.

–Você não presta sabia?-disse para ele e ele sorriu.

–Assim como você taradão-disse e nos dois rimos.

–Por que vocês dois não apresentam a casa para a Elizabeth?-perguntou minha mãe.

–Tudo bem-disse a Agatha.

–Vai que é tu taradão-disse meu pai e eu bati de leve nele rindo, a Agatha já puxou assunto com a menina antes mesmo de eu chegar perto, nunca vi.

–Você gostou do Brasil?-perguntou a Agatha e ela sorriu.

–Aqui é muito quente-disse ela com aquele mesmo leve sotaque- eu desde pequena fui acostumada com o Frio da Alemanha mais aqui é bom, tem aquele negocio de vem do boi que é uma delicia-disse ela e eu sorri.

–Churrasco-disse e ela sorriu.

–Isso mesmo, eu voltaria para o Brasil só para comer Churrasco-disse ela rindo e nos rimos.

–Não pretende ficar?-perguntei

–Infelizmente eu não posso, meus estudos começam semana que vem, e bem meus pais só vieram a negócios e eu tive que vir junto para não ficar sozinha-disse ela sorrindo de canto.

–É uma pena-disse a olhando.

–É mesmo-disse ela sorrindo

–Para de flertar com a menina-disse a Agatha baixo.

–Some eu quero ficar sozinha com ela-disse e ela abriu a boca.

–Oh meu deus, eu vou contar para o pai depois-disse ela e tirei 10 reais do bolso.

–Bico calado e some-disse entre os dentes e ela sorriu.

–Ah caramba eu tenho que ir na casa de uma amiga agora, se importa se o Gabriel te acompanhar?-perguntou ela.

–Ah claro que não-disse ela sorriu e eu sorri, minha maninha era linda, ela saiu vazada, ok agora era minha vez.

–Quer ver meu quarto?-perguntei e ela me olhou rindo- ou isso soou estranho-disse e ela sorriu.

–É um pouco, só não fale isso perto do meu pai ou ele te mata-disse e eu sorri, abri a porta do meu quarto que graças a deus estava arrumado, ela entrou e sorriu-Você tem vários vídeo-games-disse ela

–Gosta?-perguntei surpreso

–Aham eu e meu pai passamos o dia jogando quando não temos nada para fazer, minha mãe fica louca, eu sou mais menino do que menina-disse ela sorrindo e eu sorri.

–Isso é bom não gosto de meninas que são muito frescurentas-disse e ela sorriu.

–Eu também não-disse ela se virando e vendo tudo e eu me aproveitei e aproximei.

–Nunca namorou?-perguntei e ela se virou e deu um pulinho com a proximidade.

–Não-disse ela me olhando- meu pai falou que sou muito nova para essas coisas-disse e arrisquei dando mais um passo.

–Quantos anos você tem?-perguntei e ela respirou fundo.

–12-disse ela e eu acaricie o rosto dela e ela gemeu baixo.

–Nem parece-disse e ela me olhou.

–Nem parece que você tem 13 também-disse ela e eu fui me aproximando e ela mordeu os lábios- eu nunca beijei-disparou ela rápido.

–Eu te ensino-disse sorrindo e ela olhou para os meus lábios o que causou uma formicação em mim, que só se aquietou quando meus lábios tocaram os dela, meu deus que maciez, ela segurou minha cintura e eu o pescoço dela e as costas, movimentei meus lábios e ela me acompanhou,ótimo ela aprendia rápido, minha mão implorava para tocar o corpo dela, e percebi que o corpo dela implorava para ser tocado, mais não fiz, seria muita falta de consideração da minha parte, paramos para respirar e ela sorriu.

–Isso é mais bom do que eu imaginei-disse ela e eu sorri.

–Com certeza-disse e chupei o labio inferior dela, e ela sorriu.

–Acho melhor fechar a porta-disse e eu ergui a sobrancelha rindo e ela riu ficando vermelha- alguém pode nos ver seu besta-disse ela de um jeito fofo e eu ri, e fui fechar a porta, quando eu me virei ela ainda observava o quarto eu sorri e a abracei por trás, ela deu um sorri tímido ainda se acostumando com a situação, mais não me impediu, tirei os cabelos do pescoço dela e alisei com a ponta do nariz sentindo todo o cheiro natural dela, vi a pele dela se arrepiar e sorri, logo em seguida enchi de beijos o mesmo canto e ela fechou os olhos.

–Gosta?-perguntei no ouvido dela e ela abriu um pouco os lábios.

–Sim-sussurrou ela.

–Você é muito linda-disse e ela corou de leve e sorriu.

–Você também-disse ela sorrindo- tem olhos lindos-disse e eu sorri, fui para cama e sentei ela no meu colo, a gente passou a maior parte do tempo conversando, ela era tão fácil de conversa que eu ficava besta, o sotaque dela era incrivelmente lindo, ela me atraia cada vez mais, uma hora ou outra no meio da conversa eu roubava um beijo e só parava quando via que ia me empolgar, ela ria cada vez que era interrompida pelo meu beijo, meu deus como era doce a risada dela.

–Elize, daqui a 10 minutos vamos ir querida-disse a Suelem e ela me olhou.

–Acho que tenho que ir-disse ela me olhando, e aquilo me deixou com o coração partido, não queria que ela fosse, queria ela sempre do meu lado.

–Eu... eu não quero que você vá-admitir e ela mordeu os lábios e me beijou de forma doce e delicada.

–Eu também não-disse ela

–Não quero que se esqueça de mim-disse e ela sorriu.

–Não vou me esquece, o primeiro beijo a gente não esquece-disse e eu sorri.

–Quero deixar algo que se lembre para sempre-disse e ela me olhou confusa- quero te tocar-disse e ela mordeu os lábios.

–Não entendi-disse ela.

–Posso te mostrar-disse e ela assentiu, e então a beijei com vontade, beijei com vontade, fogo, tudo que sentia naquele momento, ela gemeu na minha boca e eu sorri, comecei entrar com a mão de baixo da blusa dela e ela mordeu meu labio inferior, quando estava chegando no seio, ela já estava meio ofegante, e com certeza tinha intendido o que eu queria falar, levantei um pouco o sutiã para que meu polegar pudesse introduzir ali, e quando consegui senti a textura da pele macia do seio dela, quase cheguei ao auge, era toda macia e delicada.

–Ah-gemeu ela baixo quando meu polegar tocou e começou a rodear o mamilo dela- Gah-gemeu ela fechando os olhos.

–Me beije-disse e ela me beijou com força, ela pegou minha outra mão e colocou no outro seio e eu sorri o apalpando, o momento não era tão sexual quanto parecia, eram apenas duas pessoas que se gostavam se conhecendo, eram dois jovens tendo suas primeiras experiência, eu nunca tinha beijado um garota, eu nunca tinha tocado uma garota, nunca senti vontade de fazer isso com alguém, apenas com ela.

–Ah-gemeu ela- Gah eu gosto quando faz isso-disse ela fechando os olhos e mordendo os lábios- eu... quero sentir isso todas as vezes que te ver-disse ela me olhando.

–Eu me apaixonei por você-disse a olhando e ela sorriu e me beijou com força

–Eu também-disse entre meus lábios, e voltamos a nos beijar com força, quando eu estava tirando a blusa dela a mãe dela grita de novo.

–Vamos Elize-disse ela e ela gemeu.

–Agora eu tenho que ir mesmo-disse ela e eu tirei minhas mãos dos seus seios, e pareceu que ela já sentia falta, nos arrumamos e levantamos, fomos de mão dada até o começo da escada e depois separamos, ela desceu e se despediu dos meus pais e eu fiz o mesmo, eu ainda olhava querendo a tocar e beijar, e ela me olhava do mesmo jeito e aquilo esmagava meu coração.

–Bem até um dia foi ótimo rever vocês-disse o Guilherme.

–Volta sempre que puder, por favor-disse minha mãe e eles foram saindo, meu coração se esmagou, eu vi ela pela ultima vez, com lagrimas nos olhos, e então quando eu percebi estava assim também.

–Eu te amo-falei mexendo os lábios e as lagrimas que ela seguravam rolaram pelo rosto.

–Eu te amo-disse ela também e eu sorri, e então ela foi embora, levando meu coração com ela, mau ela sabia, mais bastou um dia para conseguir meu coração, bastou um dia para eu nunca tirar ela da minha cabeça, bastou um dia para que eu percebe que nunca mais amaria alguém que não fosse ela.

Notas finais
Quem quiser ver os personagens tem no Face da comu https://www.facebook.com/media/set/?set=a.240693316123561.1073741837.132166053642955&type=3