Notas iniciais
Hehehe as meninas já estão achando o Gabriel safado com 13 anos é que vcs não viram ele com 18 3:) esse vai ser pior que o pai kkkkkkk.

5 anos depois ...

–Gabriel ... Gabriel acorda-disse minha mãe.

–Hum-disse sonolento.

–Levanta preguiçoso hoje começa as aulas-disse e eu bufei.

–Mãe eu te amo sabia?-perguntei e ela riu.

–Eu te amo querido, mais vai ter que ir do mesmo jeito-disse e eu gemi, eu amava minha cama, eu gostava da cama do clube também mais eu amava ficar em casa- suas malas estão todas lá em baixo só falta o senhor-disse batendo na minha bunda e eu ri, escovei meu dentes e arrumei meu cabelo, deixei tudo do jeito que eu gostava, peguei e coloquei tudo na coisinha de guardar essas coisa, fui descendo as escadas e parei na porta da cozinha.

–Pai to entrando espero que você e a mãe não estejam se engolindo-disse e ouvi a risada do meu pai.

–Entra logo garoto-disse ele e eu entrei na cozinha ele estava todo de branco tomando café.

–Hey cade a mamãe acabou com ela ontem a noite?-perguntei rindo e ele me olhou por cima da caneca.

–Você não me engana hoje-disse ele sorrindo.

–Quer apostar?-perguntei rindo.

–Minha vida sexual não te interessa palhaço-disse ele.

–Olha que a mamãe é uma coroa gostosa em-disse rindo da cara que ele fez, mesmo eu sendo filho dela ele odiava quando eu fazia isso.

–Tá pedindo em-disse ele.

–Ai se a mamãe não fosse minha mãe em-disse rindo e ele pegou e começou a me enforcar e eu ri- Mãe olha o pai aqui de novo-gritei e minha mãe apareceu na porta.

–Nicholas

larga o Gabriel agora-disse ela e ele largou.

–Ta doendo mãe-disse abraçando ela e ela riu.

–Não sei qual dos dois é mais sem vergonha-disse e eu ri.

–Eu te amo mãe-disse dando um monte de beijo nela e ela riu.

–Sai larga ela ja te entendeu-disse meu pai empurrando eu.

–Também te amo pai-disse beijando ele.

–Se vc não parar vou dar um beijo de língua em vc-disse ele rindo e eu ri.

–Bom dia pessoal-disse a Agatha entrando na cozinha.

–Minha-Grite correndo e abraçando ela , desde pequeno eu sempre cuidei dela, era muito raro a gente brigar.

–Ai Gah-disse ela rindo e eu ri e beijei a bochecha dela, ela era linda igual minha mãe porém era a única de nos de tinha herdado os olhos da minha vó azuis profundos.

–Não faz isso com a minha princesa-disse meu pai e eu revirei os olhos.

–Sorte ela não ter crescido nojenta, por que certas pessoas mima ela até demais-disse e meu pai riu.

–Eita ciúmes-disse ele e mostrei língua.

–Para que ciúmes se eu tenho minha mamai-disse e ela riu

–Anw que saudade da minha bolinha taglera-disse ela me imitando quando eu era pequeno e eu sorri.

–Eu tenho saudades de ficar no seu colo o dia inteiro-disse abraçando ela, eu queria ser criança para sempre só para poder ficar com ela o tempo todo.

–Ta chega de viadagem preparados para o primeiro dia de aula?-perguntou me pai.

–Aham-disse sem dar importância.

–Eu to muito empolgada-disse minha irmã.

–Só você pelo jeito-disse minha mãe me olhando-Como vai a Keila?-perguntou

–Ah bem-disse sem dar importância, a Keila é minha namorada faz uns 2 meses, na verdade nem sei por que eu namoro ela, nosso negocio é mais corpo a corpo do que emocional. Nunca senti nada por uma menina a não ser atração, meu emocional era uma bosta parecia que eu nunca ia amar alguém do jeito que meus pais se amam.

–Ela é bonita-disse meu pai.

–Ela é uma vaca isso sim-disse a Agatha e minha mãe a olhou feio.

–Olha como fala ela é sua cunhada-disse ela.

–Não do um mês para ela ser chutada-disse ela rindo e eu ri.

–Você é uma figura sabia-disse alisando o cabelo dela e ela riu

–Não sente falta do clube?-perguntou meu mãe.

–Ah sinto mais eu prefiro aqui em casa-disse a olhando- tem a senhora-disse e ela sorriu e beijou minha bochecha.

–Lindo-disse ela

–Eu não prefiro você aqui não, nunca deixa nada no lugar-disse meu pai e eu ri.

–Te amo também coroa-disse o abraçando e ele sorriu e beijou o topo da minha cabeça.

–Vamos para vou levar vocês-disse meu pai e saímos, meu coração bateu mais rápido, a típica Taquicardia que me dava quando algo bom estava para acontecer.

Narração da Elizabeth

–Acorda dona Elize-disse a sonia e eu abri os olhos.

–Quantas vezes eu mandei para de me chamar de dona?-perguntei e ela sorriu.

–Desculpa é costume-disse ela e eu sorri, ela tinha praticamente minha idade, porém era filha da nossa emprega e meu pai disse que seria bom ela interagir com todos aqui em casa, não queria que ela ficasse excluída, desde pequena a gente ficou junta, ela morava na Alemanha e veio com a mãe para o Brasil faz um mês, eu não queria me mudar para cá eu tinha toda uma vida já lá na Alemanha, porém meu pai faloque era bom eu voltar para o pais onde eu tinha nascido, eu era a típica Brasileira naturalizada Alemã, apesar de saber falar fluentemente português, eu amava mais o Alemão, não que eu odiasse aqui, meu deus eles tem a melhor carne que eu já provei na minha vida, porém eu era muito branca, não por meus pais serem brancos, mais por que eu era branca mesmo, meus cabelos tinham ficado um louro escuro, e meus olhos tinham uma mania muito idiota de um ficar azul e o outro verde quando eu tinha acessos de fúria, segundo o Medico da família isso era normal já que os genes dos meus pais eram forte e causavam isso, graças a deus era raro eu ter acesso de fúria então minha aberração interior raramente aparecia, quando vim para o Brasil tive que começar a usar óculos escuro pela manhã por causa do sol forte que atrapalhavam minha visão, usava protetor solar por causa da pele clara e não acostumada com o calor, ou seja, eu me ferrava aqui o tempo todo, e agora eu teria que ir para um clube onde meus pais estudaram, eu não curti muito a ideia porém eles falaram que seria melhor para mim, me levantei e me troquei, coloquei roupas escuras que sempre me davam mais conforto, desci e meus pais estavam já na mesa sorrindo e conversando, era a típica cena, eles eram um casal não muito tradicional, mais era um casal que se amava era o que importava.

–Bom dia pai-disse beijando a bochecha dele.

–Oi princesa-disse ele sorrindo.

– bom dia mãe-disse enchendo ela de beijos ela sorriu.

–Bom dia gatinha-disse ela e eu sorri .

–Preparada para o primeiro dia na academia?-perguntou meu pai.

–To meia nervosa, espero fazer amigos-disse sorrindo e ele sorriu.

–Linda desse jeito vai fazer mais é amigos homem -disse piscando e eu ri.

–Ai pelo amor de deus Suelem não fala umas merda dessa-disse meu pai.

–Ah Guilherme a Elizabeth é linda, olha os olhos dessa garota o bocão, essa dai vai ser igual a mãe- disse ela sorrindo.

–Rodada?-perguntou meu pai e eu ri eles eram umas figuras.

–Tua mãe aquela vaca que é rodada-disse e ele riu, minha mãe não tinha uma simpatia se quer pela minha vó acho que era por que a minha mãe não era uma típica mãe.

–Filha não ta muito calor para estar com roupas escuras?-perguntou meu pai.

–Minha pele pai-disse e ele sorriu.

–Desculpa princesa sempre me esqueço disso-disse ele e eu puxei as mangas para cobrir um pouco mais minha pele-Acho melhor voltamos para a Alemanha, nossa menina tem a pele muito delicada para o Brasil-disse meu pai para minha mãe.

–Para com isso pai, eu nasci aqui e outra é questão de costume logo minha pele se adapta aqui-disse sorrindo, claro que se eu tivesse oportunidade eu fugiria rapidamente para a Alemanha porém eu sabia que eles gostavam daqui e não queria decepciona-los além do mais quando eu terminar meus estudo eu posso voltar sozinha e fazer faculdade por lá.

–Tem certeza?-perguntou minha mãe.

–Ai povo vamos para com essa ... como se diz no Brasil? Zoeiha-disse com sotaque e eles dois rirão.

–Você é uma graça-disse meu pai apertando minha bochecha e eu sorri, logo depois os dois me levaram para o tal clube, eles disseram que eu ia ter um quarto só para mim e aulas particulares e a dança, eu gostava muito de dançar, minha mãe quando não estava dando aula de Ballet ficava comigo me ensinando uns passo, chegamos e eu vi que o clube estava lotado de pessoas ali, era mesmo como se fosse uma escola, porém muito chique e parecendo um hotel, sorri e coloquei meus óculos escuros e desci do carro- tem certeza que não quer que a gente vá junto?-perguntou meu pai.

–Pai eu sempre desde criança me cuidem sozinha não vai ser agora que vou mudar não é?-perguntei sorrindo.

–Eu tenho orgulho de você bonequinha-disse ele e eu dei um beijo na bochecha dele e depois na da minha mãe.

–Como dizem os Brasileiros vamos que vamos pessoal-disse e os dois rirão.

–É vamo que vamo-disse meu pai e eu fiz cara feia, não estava errado- isso se chama gíria filha-disse ele

–Ah bem Vamo que vamo-disse forçada e ele riu e balançou a cabeça.

–Quase uma brasileira-disse e eu ri.

–Depois eu ligo avisando o que Rholou-disse outra vez com o sotaque, eu juro que estava fazendo esforço para sair parecido mais saia uma merda. Eles rirão e eu sai, fui entrando no meio daquele pessoal agitado, geralmente na Alemanha a gente era mais organizado, até que alguém bateu com tudo no meu braço e minha mala caiu-Ai-disse olhando para cima e o menino passou por mim e nem me ajudou- a educação mandou lembranças-gritei e ele nem olhou para trás.

–Toma-disse uma menina com cabelos pretos e olhos extremamente azuis e eu sorri.

–Alguém educado-disse pegando- muito obrigada-disse e ela sorriu

–Não é daqui é?-perguntou

–Não da Alemanha-disse sorrindo.

–Percebi, pele clara olhos claros loira e ainda com sotaque puxado-disse e eu sorri.

–Na verdade eu sou brasileira mais fui criada na Alemanha e então meus pais resolveram voltar-disse e ela sorriu.

–Nossa que falta de educação minha, sou Agatha-disse ela estendendo a mão.

–Sou Elizabeth-disse sorrindo

–Nossa que nome lindo-disse ela e eu sorri.

–É o seu primeiro dia?-perguntei

–Sim infelizmente, vim com meu irmão mas ele estava com a namorada dele disse que ia me virando-disse e eu sorri e fomos entrando.

–Deve ser legal ter irmãos-disse para ela

–Não tem?-perguntou

–Não minha mãe disse que quase morreu no meu parto e se meu pais quisesse mais filhos teria que adotar-disse e ela riu.

–Foi um trauma então-disse e nos duas rimos.

–Ei alguém pode me ajudar eu to meia perdia-disse uma menina no meio do tumulto e eu ri, ela parecia ser aquelas típica meninas barraqueiras.

–Oi-disse a olhando.

–Ai graças a deus alguém educado nessa bagaça-disse e eu olhei confusa.

–O que ser bagaça?-perguntei e ela me olhou.

–Tu é um E.T?-perguntou e a Agatha riu.

–Ela não é brasileira-disse e ela me olhou de cima a baixo rindo.

–Explicado a branqueza disso tudo-disse e eu ri o modo que ela falava era divertido- sou Thalia-disse me abraçando e beijando minhas bochechas e eu olhei meio constrangida.

–Só para avisar que alemães não gostam de ter muito contato-disse a Agatha rindo e eu a olhei, como ela sabia disso?- ta eu sou meia nerd ok?-disse e eu sorri.

–Fico feliz que alguém saiba dos meus costumes-disse sorrindo.

–Ah pode parando com a bagaça louca ai de alemã agora tu é brasileira e vai entrar na nossa onda, como é deu nome Anastácia, Natasha? É nomes alemães né-perguntou e eu ri.

–Sim são mais eu nasci no Brasil meu nome é Elizabeth-disse

–E o meu Agatha-disse e ela sorriu.

–Vamos ser um trio parada dura nesse bang, vamos a-r-r-a-s-a-r-disse e nos rimos, a gente foi entrando e eu olhei tudo em volta parecia tudo incrível e lindo, eu tinha visto coisas bem mais lindas, mais talvez por ser simples me atraiu tanto, olhei em volta sorrindo e vi que tinha uma pracinha artificial linda e uma área verde que provavelmente seria onde eu passaria a maior parte do tempo. Fomos entrando e paramos para olhar tudo em volta, meu celular bipou e eu olhei “Sobreviveu?” era meu pai e eu ri “Sim, sim fiz duas colegas já ;)”.

–Minha nossa senhora aqui só tem gatinho-disse a Thalia e eu ri respondendo ainda meu pai.

–Tenho que concordar tem meninos lindos aqui-disse a Agatha.

–Nossa que garoto lindo-disse a Thalia e eu ri.

–Ual para vc todo mundo é lindo-disse.

–Não mais esse supera-disse e a Agatha riu .

–É o meu irmão Gabriel-disse ela- tem namorada-disse ela e a Thalia bufou.

–Ah-disse eu ri.

–Oi linda já se enturmou?-perguntou uma voz grossa.

–Oi gah-disse a Agatha- essas são as minhas amigas Thalia e Elizabeth-disse e eu ergui a cabeça e dei de cara com um menino lindo , cabelo loiro até a nuca os labios eram rosados os olhos castanhos claros mais lindos que eu ja vi. ele me olhou e então ficamos nos encarando por um longo tempo.

–Oi-disse e ele saiu da transe

–Oi-disse ele me olhando de cima a baixo e senti meu rosto corar.

–Gabriel anda logo-gritou uma menina do outro lado do patio.

–Eu tenho que ir-disse ele me olhando ainda- Até mais Elizabeth-disse ele saindo.

–Ual ele esqueceu que tem irmã e só se despediu de você, se ele não tivesse namorada acho que ia te engolir aqui mesmo-disse a Agatha e eu ri.

–Nada a ver-disse e vi ele de mãos dadas com a outra menina e então olhou para mim e eu voltei a olhar para as meninas- desculpa mais ele deve ser um idiota-disse e a Agatha riu.

–Ah maioria das vezes ele é mais eu gosto dele-disse ela e eu sorri-Acho que alguém gostou o que viu-disse ela sorrindo.

–An?-perguntei

–Tem um menino lindo te secando-disse e eu virei e vi um menino um pouco mais alto do que eu, olhos claros e uma tatuagem imensa cobria o braços, ele tinha o cabelo loiro claro ele realmente era lindo, ele olhou para mim e sorriu de lado e eu voltei a olhar para frente sem graça.

–Os meninos do Brasil são diretos-disse rindo.

–O se são-disse a Thalia rindo e eu ri, a gente foi subindo e deram para a gente chaves para o quarto meu quarto ficava com a varanda de frente para o Patio, eu entrei e sorri era linda e imenso, o meu era o único diferente de todos tinha mais classe, eu olhei meio confusa e a moça que nos guiava me falo que a uns 15 anos atrás esse quarto teve que ser restaurado por que um casal se empolgou demais e eu ri muito, não imaginava que uma relação sexual podia fazer isso, Logo depois eu desci para o pátio pois seria servido o almoço, a Agatha e a Thalia já me encontraram e disse que almoçariam com a turma do irmão dele, o que me deixou meio inquieta pois aquele menino mexia comigo, logo fomos para fila e eu fui me servindo de varias comidas estranhas mais a Thalia disse para mim comer que eu ia gostar logo fomos para a mesa e o Gabriel estava rindo e quando olhou que eu estava vindo parou de rir e ficou me olhando, ótimo eu sou um dementador e sugo a felicidade dele.

–Oi-disse a Agatha sentando na mesma fileira que o irmão dela e eu me sentei na fileira oposta a da frente.

–Olá cunhadinha-disse a menina que estava colada com o Gabriel- quem são suas amigas?-perguntou e eu percebi que a Agatha forçada uma personalidade ao lado dela.

–Essas são a Thalia-disse e a Thalia acenou animadamente- e a Elizabeth-disse e eu sorri.

–Olá-disse

–Nossa moça tem alguma coisa errada com seu sotaque-disse um menino do meu lado e ele sorriu- sou Tales novato também-disse ele beijando minha bochecha e mais uma fez eu fiz cara feia, qual é o problema desse pessoal eles gostam de se beijar e abraçar demais para o meu gosto.

–Ela é alemã não gosta que beije ela-disse Agatha rindo e ele me olhou confusa.

–Isso explica a língua presa-disse ele

–Não tenho língua presa-disse

–Parece-disse ele e eu ri.

–Fui acostumada a falar Alemão desde pequena e por isso sai forte minha fala-disse o olhando.

–Legal-disse ele.

–Por que veio para o Brasil?-perguntou a Keila

–Meus pais bem eles gostam daqui então tive que vim junto-disse olhando para comida e cutucando.

–Não gosta?-perguntou o Gabriel e eu o olhei.

–Na verdade nunca comi-disse e olhei para aquele negocio marrom- o que ser isso?-perguntei e eles rirão.

–Feijão come é bom-disse a Agatha- mais mistura com o arroz-disse ela

–Oh meu deus não vou morrer?-perguntei e eles rirão mais.

–Por que você morreria?-perguntou o Tales.

–No meu país disseram que pessoas no Brasil morrem por que comem feijão com arroz-disse e ele sorriu.

–Come eu como desde pequeno e nunca morri-disse e olhei aquilo e misture e coloquei na boca, deus que gosto incrível.

–Oh pelos deuses isso é bom-disse de boca cheia e eles rirão.

–to vendo que alguém vai virar o centro das atrações aqui-disse a Keila com divertimento- isso é bom a gente está precisando de uma palhacinha-disse e ela riu da própria piada, eu olhei sem entender o por que ela disse aquilo mais resolvi não falar no meus pais bastava um olhar para responder qualquer coisa e então eu a encarei e ela parou de rir.

–Desagradável-disse a Thalia e todos ficaram em silencio.

–Bem... tem namorado?-perguntou o Tales fugindo do clima desagradável.

–Ah não-disse sorrindo- meu pai nunca deixou eu namorar-disse para ele.

–Hum filinha de papai?-perguntou e eu sorri.

–Não na onde a gente morava tinha época para isso e quando tinha eu não podia atender telefone sair de casa e etc-disse comendo.

–Meu deus por que?-perguntou a Agatha.

–Pelo simples fato que era o Zeit der Jungfrauen-disse e eles me olharam confuso.

–Que merda você falou?-perguntou a Keila, ok ela tava me dando nos nervos.

–An como posso explicar, como se chama uma menina que nunca teve relações sexuais?-perguntei e todos rirão e eu não via a graça.

–Se chamar ser inexistente-disse o Tales rindo.

–Como assim?-perguntei

–É muito raro ter meninas virgens na nossa idade-disse ele

–Ah é virgem-disse e ele sorriu.

–Ta o que isso tem a ver com aquela coisa doida que você falou?-perguntou.

–Zeit der Jungfrauen seria o que vocês atendem por virgem, ou tempo das virgens-disse e todos pararam de comer.

–O que você está falando lá tem tempo para isso?-perguntou o Gabriel

–Ah sim tem... quando chega nessa época todos os homens saem pela rua se ele ver uma mulher e gostar ele pede ela em casamento e ela não pode recusar, no caso eles procuram as virgens-disse e todos ficara me silencio.

–Ual-disse o Tales- e como eles sabem que ela é virgem?-perguntou

–Ah na cidade que eu morava se você se casasse e seu marido descobrisse que você não é virgem você nunca mais casa depois entçao geralmente as virgens são as solteiras-disse comendo.

–Por isso que teu pai te trancava? Por que você era virgem?-perguntou ele.

–Sou-disse corrigindo.

–Você é virgem?-perguntou o Gabriel horrorizado.

–Ah ... sim oh meu deus aqui isso é ruim?-perguntei e as meninas rirão.

–Não querida isso é bom-disse a Agatha.

–Bota bom nunca um homem te tocou?-perguntou o Tales

–Ah tocar sim, no caso de beijar tinha uma baladinha que eu ia de vez em quando porém a gente só podia se beijar-disse os olhando.

–Meu deus-disse o Gabriel- nunca teve vontade te ter relações?-perguntou

–Ah ... eu nunca me apaixonei-disse sorrindo, na verdade eu tinha sido tocada por um menino quando era menor, eu ainda me lembrava dele, o que era estranho ele lembrava muito o Gabriel só que na versão mais velha, e tinha ficado louca por ele, porém perdemos o contato e aquilo ficou no passado- eu acho que isso a gente só se faz quando sente amor... não é assim que falam fazer amor?-perguntei e ele sorriu, de um jeito que me aprecia tão familiar, era um sorriso carinhoso.

–Qualé todo mundo vai ficar interessado no cabaço dela?-perguntou a Keila

–O que é isso?-perguntei

–Hímen-disse o Tales

–Ah que nojo-disse e ele riu.

–Você é uma figura-disse ele e eu sorri.

–Hey pessoal-disse aquele menino que estava me olhando na entrada- quais são as novas?-perguntou

–Estamos falando do cabaço da novata-disse a Keila e eu fiz cara feia, ela não precisava fazer isso.

–Keila isso foi desnecessário-disse o Gabriel

–O que? Estamos falando mesmo-disse ela se fazendo de inocente.

–Cabaço de novata que assunto legal para se falar no almoço-disse ele- de que cabaço estamos falando?-perguntou ele

–Da Elizabeth-disse ela sorrindo e eu mordi o lábio.

–Garanto que não sou a única virgem na face da terra-disse segurando garfo.

–Oh meu deus você é Virgem?-perguntou o menino.

–Ah meu deus o que tem de interessante nisso?-perguntou a Keila, ok minha paciência estava se esgotando.

–Fala assim por que já é descabaçada-disse ele e todos rirão.

–Tenha um pouco mais de respeito-disse o Gabriel o olhando.

–Não seja irônico, ela que está deixando a menina sem graça-disse ele.

–Isso é verdade-disse a Agatha- ela tem sido desagradável com ela desde que a coitada falou oi-disse e eu larguei o garfo no prato e eu os olhei, se tinha uma coisa que eu odiava era ser vista com ao coitada, a inocente e a fraca, eu nunca jamais ser passada para trás por causa de uma mimadinha protegida pelo namorado.

–Bem eu perdi o apetite, vou arrumar minhas coisas-disse saindo .

–Nossa gente que gênio-ouvi a Keila dizer.

–Sua namorada é uma sem noção-disse a Agatha e depois disso eu não ouvi nada por que já estava virando para sair do refeitório, subi as escadas e alguém segurou meu cotovelo.

–Hey... eu nem me apresentei-disse o menino e eu sorri.

–Me desculpa eu sai daquele jeito e deixei as pessoas que não merecia no... vácuo certo?-perguntei e ele ru.

–Sim é vácuo mesmo, tudo bem você foi até elegante me sai se eu fosse menina teria voado em cima dela-disse e eu ri- Prazer Nathan-disse ele

–Elizabeth-disse e ele sorriu.

–O nome é lindo igual a dona-disse e sorri e meu rosto corou.

–Elizabeth-disse outra voz e eu olhei era o Gabriel, meu coração gelou.

–Oi-disse para ele

–Tenho que ir depois conversamos com calma-disse o Nathan sorrindo e saiu olhando feio para o Gabriel, assim que o Nathan saiu ele me olhou.

–Queria... pedir desculpas pela minha namorada, ela geralmente não é tão desagradável assim-disse ele

–Ah tudo bem-disse para ele.

–Não sinta vergonha em ser virgem, eu ... achei legal-disse ele sorrindo de canto e eu sorri.

–Acho que só você-disse para ele

–Não, sei que os meninos gostaram de saber que ninguém te tocou, parece estranho mais menina intocada atrai homem-disse ele me olhando, e eu corei- Toma cuidado esse meninos vão ficar me cima de você agora-disse ele

–Como sabe?-perguntei

–Por que eu ficaria-disse ele e sorriu saindo me deixando completamente sem graça, aquilo foi um flerte? Oh meu deus ele ainda vai acabar com meus hormônios.