Notas iniciais
OIOIOI! Resolvi por todas as selecionadas do Troy logo de uma vez aqui - pois não eram muitas, só recebi quatro -, mas mesmo assim passam de 3 - e por isso o encontro pequeno -. Posto o capítulo do Louis hoje ou amanhã! Até as notas finais o PS: Não sei se o link de todas vão abrir :/

Troy

Tudo estava quase um desastre aquela manhã. Pra começar, eu estava de ressaca da noite anterior e não lembrava a porra da ficha de nenhuma garota. Enquanto o chatinho conversava com uma gostosa no canto de encontros dele, eu jogava a cabeça pra trás a todo o instante quando pegava no sono.

– Ou! — chamou Bianca sussurrando.

Ri pela primeira vez ao dia. Como as criadas dela a deixavam sair daquele jeito? Ela estava tão fofa que nem parecia a bianca que conheço... Irmãs grávidas, evite.

– Oque foi, cassete? — pergunto estressado.

– Olha aqui viado, estou tentando te ajudar! Levanta a bunda dessa cadeira e vai chamar uma garota pra conversar. — disse elevando um pouco a voz.

Rolei os olhos e sussurrei um pouco mais calmo.

– Eu não lembro das fichas, não sei quem são minhas selecionadas.

– Faça a coisa mais lógica!. — ordenou logo gritando. — ATENÇÃO! QUEM É SELECIONADA DESSA ANTA QUE CHAMO DE IRMÃO LEVANTA A MÃO.

Escondi meu rosto com a cara e rezei pela alma de Bianca que ia pelo inferno hoje. Claro, sendo morta por nossa mãe. Logo dez garotas levantaram o braço e fiquei em dúvida de qual escolher. Fui até uma que tinha um ar mais... Experiente em coisas. Se é que me intendem.

– Senhorita, Summers? — perguntei lendo o broche da selecionada que se encontrava meio torto.

– Sim. Mas meu primeiro nome é Tessa, alteza. — ela disse calmamente.

– Hum... E existe apelido pra Tessa? — perguntei já me sentando no banco da sala de encontros.

– Uhum! — disse franzindo a boca. — Me chamam de Tessie, mas gosto de Tessie.

– Bem, quando se é o herdeiro da França se é abusado, Tessa. Por isso a partir de agora de chamarei de Tessie. — falo com irônico desdém.

Ela me olha com cara de quem pensa: "Nossa! É esse estrupício que vai governar a França?" olho pra ela e um instantâneo sorriso se forma por meus lábios.

– Não sei como dizem isso qui em Illéa, mas... Eu tava zoando.– digo devagar.

Ela começa a sorrir novamente e a conversa flui um pouco mais naturalmente.

– Posso te fazer uma pergunta, Tessie? — digo do nada.

– Acho que sim. — responde pensativa.

– Quais são seus sonhos?

– Sonhos? — ela estranha a pergunta.

– Sim, Tessie. Sonhos é quando... — tento dizer.

– Eu sei oque são sonhos! — ela exclama. Levanto as mãos para cima e ela me responde. — Acho que meu sonho é conseguir ajudar minha família e conhecer o palácio real.

Sorrimos juntos e eu digo me levantando.

– Bem, esse aqui é cafona perto do da França. — me gabo. — Acho que vou te deixar ficar por um tempo! Não se pode acabar com um sonho de conhecer o palácio real, Tessie.

Ela gargalha e me da um beijo na bochecha antes de ir até a mesa terminar seu café.

– É Troy. Acho que não! — responde antes de se sentar.

(...)

– Como foi? — sussurra Bianca ao me sentar.

– Melhor que nada. — respondo mentindo.

Vocês não acham que contaria coisas pessoais pra Bianca, acham? Bianca pede se pode escolher a próxima selecionada e se levanta escolhendo antes de dizer alguma coisa.

– Quem aqui se chama Carrie White? — ela pergunta um pouco mais baixo que de costume.

Uma garota levanta o braço e vou até uma loira, e pego sua mão.

– Olá, alteza. — ela diz no momento que abro a boca.

Deixo o ar escapar e sussurro.

– Troy, não tenho apelido desculpe.

Ela ri baixinho e nos sentamos.

– Então... — começo.

– Então... — ela revida.

Rio forçadamente pelo clima tenso e ela estreita os olhos.

– Relâmpagos. — solta do nada.

– Oque tem relâmpagos? — pergunto olhando pro teto inutilmente.

– Eu tenho medo de relâmpagos, achei que seria bom soltar isso do nada para quebrar o gelo. — explica dando de ombros.

– É, foi uma boa ideia. Mas e aí, por que se inscreveu na seleção?

– Minha família pediu. E achei interessante a ideia de ir para um lugar longe de casa.

– Então não gosta de casa? — pergunto começando a me interessar.

– Não é isso. É só que as vezes eu só queria viver uma aventura, e sair do tédio...- sorrio.

– Intendo perfeitamente, Car. — disse a apelidando.

– Car? — estranha.

– Sim, seu apelido! — digo naturalmente.

– Me lembra carro.

Dou uma gargalhada e ela sorri.

– Sabe de uma coisa, Car? Essa seleção pode até ser bem divertida...

(...)

– Luca. — sussurro no ouvido de meu irmão.

– Sì, Troy. — ele diz em italiano.

Oque esperava? O garoto só tem 6 anos, não dá pra já ser bilíngue.

– Vuoi scegliere il prossimo selezionata per il fratello? — pergunto (n/a: Quer escolher a próxima selecionada para o irmão?).

– Va bene, mi tiene. — o pego no colo e ele chama. — Myra Ramos

Olho para a escolhida de Luca. Uma ruiva bem atraente, isso vai ser divertido.

– Myra. — pulo formalidade.

– Troy. — ela também.

– Então Myra, oque está achando do palácio real. — pergunto um pouco desinteressado.

– Ah sei lá, sabe. Maravilhoso, mas tudo que queria era estar andando de cavalo ou tocando piano agora. — responde sincera.

– Ai! — ponho a mão no coração como se ela tivesse me ofendido. A danada ri. — Sua sorte é que a rainha America é uma ex cinco e providenciarei para que seu quarto seja o mais próximo da sala de música. E que eu amo cavalos e estou te convidando para uma cavalgada, garota da verdade.

Ela faz um som de desdém, como se tudo que disse que farei por ela fosse rotina.

– Pode ser que eu aceite. Sabe, é que eu sou difícil de agradar. — ela diz ironicamente.

– Nossa, se ess for rainha já vi que vou ter que redecorar a porra toda na França. — murmurei alto o bastante para arrancar gargalhadas de Myra.

(...)

– Senhorita Viviane Carter. — anunciou meu pai me surpreendendo.

Respirei fundo, cansado de tanto andar e fui até a selecionada escolhida por meu pai.

– Senhorita Viviane. — estendi o braço.

– Vossa alteza. — ela aceitou.

– Então, Viviane. Oque te fez se inscrever na seleção. — disse me sentando e agradecendo a Deus por só podermos entrevistar cinco por dia (n/a: É, no dia que fiz o do Aspen ele só tinha três selecionadas. Agora vocês encaram a surpresa no final...).

– Bem, amo histórias de príncipes e princesas e sempre quis ver como era a seleção. — ela diz sorrindo.

– Hum... — é oque consigo dizer. — Obrigada, eu acho.

– Você está no tédio, não está? — ela pergunta.

Dou um sorrisinho envergonhado e digo.

– Sim, estou!

Gargalhamos juntos e por nenhuma razão dirijo meus olhos até minha mãe. Por algum motivo me deparo com ela batendo os dedos no relógio de pulso.

– Olha, foi realmente um prazer, mas... Acho que vamos ter que acabar essa conversa.

Ela também olha para minha mãe e a rainha disfarça.

– Okay, intendido. Espero te ver de novo. — ela aperta minha mão.

– Igualmente.

(...)

Anna May Tryn? — pergunto para a selecionada em minha frente.

– Sim? — ela diz com uma voz sedutora.

Sorrio malicioso e ela cora. Esqueço que ainda estou nessa droga de seleção e flerte tá difícil...

– Posso te fazer um pedido louco. — peço.

– Fale, alteza.

Sorrio de lado e peço.

– Me conte uma história triste. — peço testando oque essas garotas trazem.

– Meu pai morreu tive câncer por toda minha infância. — ela solta enquanto engasgo com o vento.

– S-sério? — pergunto aos gaguejos.

– Sim, fui diagnosticada aos 11. — ela responde com uma cara normal.

– Nossa, então você merece respeito!

Ela sorri de lado e diz.

– Não é lá esse bicho de sete cabeças que todos pensam, sabe? — ela pergunta olhando em meus olhos. — É horrível? Sim. Uma doença sem cura e mortal? Com certeza. Chances de ter um resto de vida normal após um talvez controle sobre a doença? Também. E foram com essas palavras que hoje estou aqui...

Ainda chocado pergunto

– Qual foi seu tipo de câncer?

Ela vira o rosto.

– Você vai achar clichê, mas... De pulmão.

Me perguntei se iria por inferno se risse disso, mas ela estava rindo. Então eu ri.

(...)

(POV ESPECIAL)

Aspen

Depois de falar com três selecionadas, fui até uma das selecionadas mais bonitas que já tinha visto até agora.

Charlotte Caroline Horn? — perguntei.

Ela parou de cantarolar e quase pulou da cadeira ao me ver. Ri baixinho e ela balançou a cabeça se xingando.

– Oque cantarolava? — perguntei sorrindo.

– Você não vai conhecer! — ela disse rindo.

– Fala! — pedi.

– Don't Let Me Go.

Arregalei os olhos e quase gritei.

– Deus! Eu cantei esta música na renovação de votos dos meu pais.

Ela sorriu.

– É uma linda música, alteza. — ela mordeu os lábios antes de me dizer. — Deve ter arrebentado!

Explodimos em gargalhadas e o raio de música me perseguiu pelo resto do dia.

(...)

Fui até outra... UOU! Era disso que estava falando! Fui até uma selecionada que me encantou pelo resto da noite.

– Maryse Becker Sommer. — disse pela terceira vez no "encontro". — Esse nome não me é estranho!

É claro que era, eu só queria puxar assunto.

– Não costuma ser um nome muito popular, alteza. — ela diz pensativa.

– Ah por favor! Aspen. — pedi.

– Okay, Aspen. Era para você me perguntar as coisas mas, oque te chama a atenção em uma garota?

Faço caras estranhas de duvida enquanto ela ri de mim.

– Acho que seria os olhos, Maryse. — digo pensativo.

– Preferência?

– Sim. — admito. — Castanhos escuros.

Ela cora — oque foi estranho — e então voltamos a conversar.

(...)

– Aspen. — chama minha mãe. — E aí, como elas são.

Sorrio tímido.

– Ainda falta muitas mãe. — conto. — Mas acho que mais perfeitas impossível...

Notas finais
Desculpas as donas da Louise Katherine Stone e da Helena Fontaine, porém o capítulo demorou pakas e se eu botasse mais selecionadas nele eu não acabava hoje! Bem, as selecionadas do Louis vem quando der, estou participando do desafio da copa e quero muito terminar de escrever a oneshot. Espero que tenham gostado! Bjins na bunda. PS: Recomendações? Quem recomendar vai ganhar uma surpresa da titia!