The Captain and The Petal.
14 Thirteenth Chapter. - It's the mead's fault.
Notas iniciais

A culpa é do hidromel.
Os raios da manhã adentravam sem permissão a sua janela, fazendo-a gemer por conta da dor de cabeça infernal que havia atacado-a. Maldita hora em que ela fora aceitar um gole da bebida de Thor! Ela não sabia o que aquilo fazia, mas não podia ser nada de bom, para doer como uma vadia assim.
Suspirando fortemente, ela aconchegou sua cabeça no travesseiro macio – que não era tão macio assim –, e que estranhamente tinha um gostinho salgado quando ela colocou a língua para fora, mas isso não a impediu de se aconchegar como um gato manhoso, arrastando sua mão através do colchão até que ela pudesse capturar um punhado do lençol.
Que estranho.
Ela franziu o cenho.
O lençol era duro, ou era impressão dela? Ela ainda estava bêbada, era isso.
Apenas para checar outra vez, Lynna apertou o lençol, então ouviu algo que ela não esperava, um gemido.
Curiosa, ela continuou a apertar, quase pulando no lugar ao sentir algo molhado e bastante quente em sua mão.
Puta que pariu! Ela ficou trêbada e dormiu com alguém?!
Lentamente, a ruiva levantou o verdadeiro lençol, vendo o que ela segurava.
O falo era de alguém caucasiano, e uma vez que ela jamais havia visto um tão de perto, ele era considerado grande – grande não, enorme! (apesar de ela não ter tido muitos parâmetros para isso) [ver Bucky pelado durante suas missões não podia ser considerado um parâmetro] –, estava duro como pedra em sua mão, com a glande furiosamente vermelha e um líquido viscoso escapulindo de sua fenda.
Lynna ficou rosa.
Então, levantou a cabeça para ver quem havia sido a pessoa, gritando a plenos pulmões quando viu Steven Grant Fodendo Rogers, a porra do Capitão América deitado parecendo a porra de uma pintura com os lábios entreabertos e o cabelo em todas as direções possíveis.
Ele se acordou assustado, gritando também.
Lynna pulou para fora da cama, inconscientemente levando o único lençol consigo, cobrindo sua modéstia, enquanto hiperventilava, passando os olhos pela cama para ver o loiro completamente nu em toda a sua glória, tentando tampar as Joias da América, como se ela já não tivesse visto tudo o que tinha para se ver.
— Mas que merda é essa?! — ela praticamente gritou, sua cabeça explodindo e o meio de suas pernas ardendo vergonhosamente.
— Eu... eu... — Steve tentou falar, mas ele estava tão sem palavras quanto ela.
Seu rosto pegava fogo, e ela não saberia distinguir o que era sua pele e o que era seu cabelo.
Ela voltou o seu olhar para o quarto, percebendo que não era o seu. Ele possuía vários desenhos espalhados pelas paredes, coisas que sua mente nervosa não era capaz de identificar agora, então, ela voltou seu olhar para a cama outra vez, quase desmaiando ao ver a mancha de sangue na roupa de cama clara, o que era mais ou menos uma coisa esperada quando se é virgem e faz sexo pela primeira vez, o que estava mais do que explícito que era o que havia acontecido, não precisava nem mesmo somar dois mais dois.
Ela não aguentaria ficar mais nenhum minuto ali, então correu para a porta, antes que a situação se tornasse ainda mais vergonhosa.
Lynna encostou-se à sua própria porta, lutando contra as lágrimas.
Merda!
Fora a sua primeira vez, com o cara que ela gostava e ela sequer lembrava o que havia acontecido!
— Parabéns, Lyanna! Você se superou na capacidade de foder com tudo. — ela disse para si mesma, como um rosnado.
Andando lentamente até o banheiro, ela finalmente se desenrolou do lençol, jogando-o dentro do cesto de roupa, quase gritando ao ver os hematomas roxos em sua pele pálida. A maioria deles possuía um formato sugestivo de dedos e de mordidas, especialmente na área de suas mamas, com uma mordida específica ao redor de seu mamilo esquerdo, que fez com que suas bochechas pinicassem e esquentassem.
Ela se olhou no espelho, identificando mais destas manchas e marcas de dedos... ela queria poder se lembrar de tudo, mas o álcool a cegara.
Se não fosse pelo álcool, esta noite teria sido evitada?
Será que ele só dormiu com ela porque estava bêbado?
É claro que sim, por que ele iria me querer?
Seus olhos arderam e ela soube que era hora de se banhar e retirar os vestígios possíveis da noite passada do corpo, então estaria pronta para descer e tomar café, uma vez que seu quarto estava especialmente desprovido de comida.
Lynna vestiu uma calça de moletom cinza e uma blusa de gola alta que escondiam todas as suas machas, aproveitando que o clima sempre era sempre propenso na Torre, o que não levantaria suspeitas.
Ela espiou para ver se estava tudo limpo para a sua saída, correndo até o elevador o mais rápido que ela conseguiu, apertando o número do andar da cozinha como se isso fosse salvar a sua vida.
Pelo menos os deuses estavam olhando por ela, pois apenas Natasha estava tomando café da manhã. Os outros deveriam estar “curtindo” a ressaca.
— Oi. — ela disse sorridente, mas seu sorriso morreu quando ela viu a sua expressão assustada. — Lynna, o que houve?
— EueStevedormimosjuntos. — ela disse tudo de uma vez, quase se esquecendo de sua língua materna no processo.
Natasha arqueou a sobrancelha.
— Respira e fala! — ordenou.
Lynna revirou os olhos, caindo no banco à sua frente.
— Eu e Cap dormimos juntos. — ela disse pausadamente.
Nat arregalou os olhos.
— Como assim, dona Lyanna? — questionou-a energicamente.
— Você sabe... — ela uniu as costas da mão direita na palma da mão esquerda, batendo uma na outra, fazendo som obsceno de dois corpos se batendo.
Natasha escorregou da bancada, fazendo um som dramaticamente alto quando ela caiu.
— Você está bem, Nat? — ela perguntou preocupada, correndo até a amiga.
— Espera eu me concentrar, mulher! — ela praticamente gritou. — Você fodeu o...
— Natalia! — Lynna gritou, tampando a boca da Viúva, arrastando-a para longe da cozinha, onde alguém podia obviamente chegar a qualquer momento. — Anuncia para a Torre toda, que eles ainda não sabem! — rosnou sarcasticamente.
Ela parecia em estado de choque.
— Vocês dois... eu não estou conseguindo acreditar que vocês dois foderam! — ela disse perplexa. — E como foi?
Lynna suspirou alto, sentando-se na escada.
— Esse é o problema! Eu não sei. — ela murmurou tristemente. — Eu não me lembro de nada, Nat! Foi a minha primeira vez, e eu não me lembro de nada!
*
Aproximadamente doze horas atrás...
— Pare de alisar esse vestido, agora! — Natasha rugiu irritada. — Você está magnífica, se melhorar estraga, então, por favor, não machuque a minha obra prima!
Lynna resmungou irritada, bufando para a Viúva negra, enquanto lutava para aumentar o tamanho do vestido bodycon que ela havia feito-a vestir especialmente para aquela ocasião.
Lentamente, ela removeu os grampos que prendiam seus longos cabelos nos bobs gigantes, fazendo-os cair em suas costas como uma cortina macia. O ultimo retoque fora o batom vermelho, então ela estava pronta.
Lynna esperava fortemente que ela não chamasse muita atenção para si do que gostaria, uma vez que ela usava vermelho em todos os seus poros, graças a dona Natasha, que a fizera parecer mais provocante do que ela queria.
Qual era o problema de ela querer vestir um vestido florido e usar sandálias confortáveis?
A Viúva disse que a recepção pedia mais do que ela simplesmente possuía, então resmungando, a ruiva caminhou para o corredor, tentando estabilizar-se perfeitamente nos saltos pretos que a faziam aparentar ter pernas mais longas do que ela já tinha.
Esbarrou em alguém saindo do quarto da frente.
Steve segurou-a antes que ela pudesse cair com a força do impacto, olhando-a profundamente com seus olhos cristalinos.
— Oi. — ela murmurou envergonhada, sorrindo.
— Oi. — ele respondeu no mesmo tom. — Você está linda.
Ela sentiu suas bochechas pinicarem.
— Obrigada. — murmurou. — Você também.
Eles sorriram envergonhados, caminhando lado a lado até o elevador, então ela momentaneamente esqueceu-se que Natasha havia lhe dito que desceria com ela também.
Quando as portas se abriram, seus olhos se arregalaram.
O salão estava cheio. E era para ser uma festa apenas para amigos!
— Capicolé! Lady Tóxica! — Tony apareceu do nada. — Vocês não morrem mais!
Ela franziu o cenho.
— Pensei que você tivesse dito que a festa seria apenas para amigos. — ela acusou estreitando os olhos.
O moreno ergueu o copo de uísque para ela, com a sobrancelha arqueada e aquele sorriso filho da mãe.
— Eu não tenho culpa se eu sou uma pessoa influente e tenho muitos amigos. — disse.
Lynna revirou os olhos, mas apesar de tudo, sorriu.
— Divirtam-se crianças. — ele disse para os dois, indo até um grupo de pessoas. — Mas não façam crianças.
A ruiva arregalou os olhos, escapulindo dali antes de encarar o loiro, indo procurar alguém com quem ela pudesse se relacionar, ignorando o fato de que Steve se foi para o lado de Sharon, fazendo-a revirar os olhos, sentando-se no bar.
— Deseja algo, senhora? — o jovem barman assustou-a.
— Oh, sim. — ela disse sorrindo. — Me dê alguma bebida forte, por favor.
Parecia um pouco estúpido começar com algo forte, mas ela precisava ignorar verdadeiramente a ceninha do casal de Barbies e para ignorá-los, ela precisava de bebida.
Ele preparou rapidamente um drink, entregando-a.
Lynna não perguntou o que continha ali, apenas tomou tudo em goles precisos, sentindo a mistura de alcoóis descerem rasgando pela sua garganta. Ela fez uma careta, mas conseguiu manter tudo dentro de si.
— Ei! — Nat se aproximou. — Parece que para quem não queria vir, você já começou com o pé direito.
Ela encarou a amiga com os olhos semicerrados.
— Eu acho que não. — murmurou. — Isso ainda é fraco.
Nat franziu o cenho.
— O que tem no drink? — questionou.
Lynna deu de ombros.
— Eu realmente não sei. Talvez não importa.
— Importa se você for alérgica e cair espumando no chão. — Nat arqueou a sobrancelha, encostando-se no balcão.
— Eu não posso ser envenenada, Natasha. — piscou. — Uma pessoa que tem um veneno jamais descoberto pelas “pessoas certas” não pode cair com qualquer tipo de chumbinho que se encontra por aí. Eu tentei.
A outra ruiva encarou-a por um momento.
— Hm. — ela não iria comentar sobre aquilo numa festa, mas com certeza iria confrontá-la depois (se é que ela vai se lembrar). — Não parece mesmo estar fazendo alguma diferença. — bufou sarcasticamente. — Você ainda continua chata, como sempre.
— Idiota. — Lynna resmungou.
— Sempre. — então a Viúva a deixou para beber seu segundo drink. — Beba com moderação. — sorriu misteriosamente, então sumiu no meio do povo.
Após o terceiro gole, Lynna começou a acreditar que possuía algum tipo de resistência ao álcool, pois não era possível que ela não ficasse sequer “leve” com a quantidade de bebida que estava ingerindo.
Conforme a noite se desenrolava, ela tomou mais drinks, conseguindo que seu corpo relaxasse mais, mas não o quanto ela gostaria. Ela apenas tinha vontade de ir ao banheiro e nada a livrava de suas inibições, até que Thor se aproximou dela.
— Lady Lynna! — disse espalhafatosamente. — Está se divertindo?
Ela franziu o cenho.
— Um pouco. — ela disse alto por conta da música.
— Lady Natasha disse-me que a senhora precisa de algo mais forte. — ele disse perto de seu ouvido. — Aceita minha bebida?
Lynna franziu ainda mais o cenho.
Ela sabia que uma pessoa em sã consciência não deveria aceitar a bebida de alguém, mas era apenas Thor, e ele era um companheiro de time. Ele era a pessoa que ela jamais esperava envenená-la – por mais que ela fosse imune, o veneno ainda a danificava para ter seu caminho fora de suas veias.
— Uh, obrigada, Thor. — sorriu-lhe.
A ruiva capturou o cálice das mãos enormes do loiro, tomando o liquido de coloração estranha, que desceu como lava em sua garganta, contudo, segundos depois, ela estava solta como desejava estar.
Assim que uma batida legal começou a soar, ela tomou outro grande gole daquela bebida maravilhosa, indo até a pista de dança, remexendo-se conforme a batida.
Ela sequer sabia qual era a música, ela só sabia que precisava dançar.
Então, seus olhos se grudaram com os do Cap, que tomava um conteúdo parecido com o que ela havia tomado. Eles se encaravam intensamente, o calor começava a se instalar em seu corpo, então Lynna começou a dançar encarando Steve como se ele fosse um pedaço de carne à exposição, surpreendendo-se por ele não estar ao lado da loira dos infa, o que já era uma coisa boa.
Ela mordeu o lábio inferior, descendo lentamente segundo a batida, piscando para provocá-lo. Por que ela estava fazendo isso? Nem mesmo ela sabia, mas queria, o que era confuso.
Para a sua surpresa, o loiro se levantou, vestido com todas aquelas roupas que o faziam parecer com um deus da mitologia grega, caminhando até onde ela estava, apertando-a pecaminosamente entre seus braços fortes, contra seu torso estruturado.
— Não me provoque, princesse. — ele disse em seu ouvido, fazendo suas pernas tremerem.
— Não há ninguém aqui provocando, krasivyy*. — ela sussurrou, mordendo sua orelha.
Lentamente, com a batida da musica, eles foram se dispersando da pista, para o mais distante possível das pessoas, então seus lábios foram fortemente atacados pelos do loiro, fazendo-a soltar um gemido de satisfação, por sentir o gosto da bebida maravilhosa em seu paladar.
Tinha gosto de chás cítricos em uma manhã gelada do inverno russo.
Ela estava começando a implorar por ar, quando Steve escorregou sua boca da sua mandíbula até a clavícula, onde mordidas e sugadas foram implantadas, fazendo-a suspirar audivelmente, agarrando as omoplatas do supersoldado, arranhando suas costas com as unhas esmaltadas de vermelho veneno.
— Eu esperei a noite inteira para isso. — ela segredou entre um suspiro. — Finalmente você se livrou daquela loira irritante, eu achei que teria que te arrancar de lá.
Ele riu, grudando suas testas, seus olhos inundados de um sentimento que ela desconhecia.
— Ah, princesse... se você soubesse que não há mais ninguém em meu coração além de você... — ele sussurrou. — Isso me assusta às vezes, mas você me prendeu completamente, Lynna.
Ela sorriu emocionada, tocando gentilmente seu rosto.
— Você também me prendeu. — sussurrou. — Mais do que é saudável.
Seus lábios foram reivindicados outra vez, então, ela se impulsionou para prender suas pernas ao redor da cintura estreita do loiro, que cambaleou para trás, apertando-a contra si, caminhando na direção de uma escada de incêndio, enquanto ela atacava seu pescoço com mordidinhas e beijos molhados, manchando a pele alva com seu batom vermelho-sangue.
Para firmá-la, as mãos de Steve desceram até sua bunda, apertando-a.
— Você não sabe como me senti vendo-a tão provocante, com aquela fantasia minúscula. — ele gemeu, apertando-a ao ponto de ela sentir sua dureza diretamente em seu núcleo. — Deus! Eu só queria jogá-la em meus ombros e levá-la para aquele maldito quarto.
Ela gemeu com sua confissão, moendo seus quadris para atacar sua ereção através do tecido levemente rígido da calça, fazendo ambos gemerem estranguladamente.
— E por que não faz isso agora? — questionou, lambendo uma linha reta em seu pomo de adão, para depois morder o queixo do supersoldado, que soltou um som quase que animalesco vindo de seu peito, mandando eletricidade diretamente para o meio de suas pernas, já encharcado. — Vai me manter esperando?
Com isso, ela fora depositada no chão, apenas para depois ter seu corpo colocado sob o ombro direito do loiro, que marchava até o quarto, enquanto ela apreciava a vista de seus globos musculosos se contraindo e descontraindo, fazendo-a apalpá-los sem piedade.
Ele soltou uma risada estrondosa.
— Sempre desconfiei que você gostava da minha bunda. — provocou-a.
Ela sorriu maliciosamente, apesar de não poder ser vista.
— Como eu podia odiá-la? É incrível. — disse dando tapinhas nos globos que se contraiam e descontraiam, até que ela foi colocada contra a porta.
— Você é incrível, Lynna. — esta confissão a fez envergonhada. — É isso o que quer? Passar à noite comigo?
Ela suspirou maravilhada, acariciando o belo rosto do seu Cap.
— Eu quero. — murmurou passando seus polegares pelas suas maçãs do rosto proeminentes. — Mas eu nunca fiz isso. Eu nunca estive com alguém desse jeito.
Seus olhos se tornaram suaves, então Steve beijou-a na testa.
— Eu também não. — murmurou de volta. — Mas podemos descobrir isso juntos.
Ela puxou seu rosto para si, colando seus lábios, então desceu as mãos até seus ombros, e eles trocaram um beijo apaixonado, que foi se tornando cada vez mais intenso, então ela agarrou-o pela gola da camisa, puxando-a com força, fazendo-a se rasgar em dois, pendendo apenas por causa das mangas roladas para cima.
Sem perder tempo, Lynna empurrou-o até a cama, mordendo e sugando suas carnes do peito, caindo em cima de seu corpo esculpido, salpicando beijos por todos os lugares.
— Eu amo-o Steve. — ela declarou — Seja meu.
Ele segurou suas mãos para si.
— Eu já sou seu, meu amor. — murmurou de volta.
Com um sorriso emocionado, a ruiva colocou as mãos grandes do supersoldado em cima de seu colo, forçando levemente seus dedos a roçarem seus seios cobertos apenas pelo vestido, uma vez que o sutiã marcaria demais os traços no tecido.
De uma vez só a peça se dividiu em dois, fazendo suas mamas saltarem e esbarrarem uma na outra com um barulho vergonhosamente alto.
Os olhos do seu loiro brilharam em excitação.
Ele estendeu sua mão até seu rosto.
— Você parece uma pintura. — murmurou maravilhado. — Uma pintura que eu adoraria admirar. Todos os dias da minha vida.
Sua pele se avermelhou com o comentário.
— Você acha?
— Eu tenho certeza!
Lentamente, ele salpicou sua pele com beijos, até chegar ao seu colo, começando a mordiscar o seio direito, enquanto segurava suavemente o esquerdo, antes de colocar um mamilo endurecido na boca quente, fazendo-a arquear as costas, agarrando seu cabelo parcialmente desalinhado e puxando-o com um pouco de força, arrancando um gemido forte do supersoldado.
Uma trilha de beijos molhados foi deixada até o outro mamilo quando ele o mordeu, trazendo ainda mais eletricidade até seu núcleo necessitado.
Para aliviar a tensão ali, Lynna começou a movimentar seus quadris, arrancando um gemido gutural de Steve, que a colocou deitada contra os travesseiros macios.
— Por que tão impaciente?
Ela arqueou a sobrancelha, movimentando os quadris em busca de atrito, soltando um grito quando seu feixe de nervos finalmente recebeu a atenção que ela queria, fazendo-a desmanchar-se sem sequer ter sido tocada por mais que trinta segundos.
— Steve! — ela gemeu necessitada. — Faça amor comigo.
Ele beijou-a.
— Eu estou fazendo, princesse. — murmurou, deslizando a calcinha vermelho-sangue para fora de seu corpo, exibindo seus pelos alaranjados, fazendo-a corar dos pés à cabeça. — Vermelho é definitivamente sua cor. — beijou-lhe as têmporas, descendo até sua boca, então seu pescoço, então seus seios pesados, até chegar à barriga, marcando-a com mordidas. — Você é linda.
Ela ia dizer alguma coisa, mas perdeu a fala quando sentiu a língua áspera do supersoldado em contado com seu núcleo. Todos os pensamentos coerentes disseram foda-se!
— Trakhni menya, kapitan!* — ela gritou, arrancando um rosnado dos lábios do loiro, causando vibrações deliciosas em sua carne gotejante. — Sdelay menya spermoy!*
Ele podia não entender, mas a precisão de seus golpes a levou exatamente aonde ela queria.
Seu segundo orgasmo foi ainda mais intenso que o primeiro, fazendo com que pontos brancos explodissem por baixo de suas pálpebras, relaxando seus músculos, enquanto ela ainda tremelicava espasmodicamente.
O loiro saiu do meio de suas pernas, com o queixo pingando com seus sucos e tudo o que ela conseguia pensar era como ele parecia fodidamente bonito assim.
Ele esfregou líquido para fora, sugando-o em seus dedos, fazendo-a gemer.
— Você está pronta? — questionou-a. Lynna assentiu, não confiando em suas palavras. — Eu vou fazer isso ser bom para você, eu prometo.
Ela tocou seu rosto.
— Eu o quero. Não tenha medo.
Lentamente, Steve livrou-se das calças e alinhou-se em sua entrada, fazendo-a prender a respiração em antecipação.
No começo, ela sentiu um pouco de incômodo por estar sendo invadida pelo o órgão robusto do supersoldado, então, lentamente, fora se acostumando, até que soltou um silvo baixo, cravando as unhas nos bíceps do loiro quando sua barreira fora rompida.
Seus olhares se prenderam um no outro.
Castanho no azul, e parecia a mistura mais bonita que ela já havia visto.
Lentamente, eles começaram a se movimentar, causando o atrito necessário.
Lynna sentia suas paredes internas esmagarem o cumprimento de Steve, causando uma sensação gostosa em seu baixo ventre, criando uma tensão entre os dois, fazendo-a arranhar suas costas com força, sentindo o líquido viscoso escapulir entre seus dedos.
Isso fez com que seus movimentos se tornassem ainda mais intensos. O único barulho ouvido no quarto alem dos gemidos altos era o de tapas molhados, de seus corpos enroscados um no outro, num ato que beirava a perfeição artística.
As mãos da ruiva escapuliram para a bunda do loiro apertando-a, trazendo-o ainda mais contra si, sentindo as covinhas que ele tinha, acariciando a pele macia.
Ele levantou sua perna direita para que pudesse ir mais fundo, colocando-a ao redor de seu ombro sem dificuldades, arrancando um gemido alto e pragas em russo dela, deixando tudo ainda mais tenso e quente, quente como se eles estivessem nadando em um vulcão.
Quando a bobina em seu estômago se explodiu, Lynna soltou um grito estridente, derretendo-se em uma poça desossada ao redor do supersoldado, que teve seu ápice com um grunhido alto e desconcertado, chamando o seu nome, caindo em cima dela, mas não depositando seu peso totalmente.
Suas respirações estavam aceleradas, como se eles tivessem corrido uma maratona.
— Eu te amo. — o loiro segredou. — Sei que ainda é cedo, mas sinto como se tivesse te esperando minha vida inteira. Minha parceira ideal.
Ela acariciou seus cabelos dourados, coçando preguiçosamente seu couro cabeludo.
— Eu também me sinto assim. Eu também te amo.
Ele beijou o meio de seu peito, seus lábios, e rolou para o lado, puxando-a consigo.
— Durma, princesse, eu estarei aqui para protegê-la de todo o mal. — ele murmurou, mas ela não saberia dizer se estava sonhando ou não. — Ninguém mais vai te ferir enquanto eu viver. Eu prometo.
Então, Lynna fechou os olhos, adormecendo.
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