The Big Four in Hogwarts
5 Hogwarts express
Notas iniciais
Boa leitura!
-Rapunzel-
Quando penso em magia, geralmente são nos livros em que leio ou nos filmes que assisto mais nunca no real, e olha só o que era irreal virou real. Isso é perfeito!
Depois de ter contado a minha mãe sobre a carta e tudo mais, ela começou a gritar de alegria, mas como é super protetora, a felicidade da independência da filha durou pouco e se tornou seria. Um pouco de regras aqui e um pouco lá. Nada de andar com encrenqueiros. E muito mais disso. Se não estivesse completamente feliz naquele dia teria enfiado meu rosto no travesseiro e começado a gritar.
Fui com minha mãe comprar as coisas para a escola de magia. Que orgulho falar isso!Meu Deus tinha tantas coisas para pegar que perdi as contas. Tinha as varinhas, que por mim foi uma das coisas mais legais, a que me escolheu era feita de salgueiro e pelo de unicórnio, era perfeita pro tamanho da minha mão e flexível, uma coisa boa para mim por que sempre tenho que ter alguma coisa pra fazer e ficar brincando sem quebra-la é ótimo. O que mais gostei foi na hora de escolher um animal, tinha chegado à loja, só olhando aquelas fofuras, se pudesse levaria todos. Mas tinha um bichinho diferente de todos, ele era mais sensível, inocente, pequeno, pelo que dava para ver ou pelo menos o que eu acho. Era um camaleão!
Era uma loja até arrumada, comparando outras que tinha entrado. Chegando lá ignorei minha mãe falando para não tocar nos animais e fui já acariciando vários. Havia chegado uma pessoa do meu lado e me falado, enquanto olhava os animais também:
-Pelo que vi leva jeito com animais, mais acho que o lugar certo para você olhar é bem ali-Ele apontou para uma pequena multidão de pequenos camaleões de varias e varias cores. Este homem deveria ser o dono, pois os animais ficavam colocando suas cabeças para frente, para serem acariciados.
Andei até o local dos pequenos animaizinhos e fiquei os observando e colocando meu dedo no vidro e eles só seguindo. Mas vi um que se destacava nos milhares, ele estava de cabeça para baixo numa mini arvore me olhando com cara de surpreso. Suspirei tão alto que o dono já veio com uma jaulinha em minha direção, me entregando e falando que o que eu havia gostado era a melhor escolha. Puis novamente meu dedo no vidro dessa vez apontando somente para aquela coisinha maravilhosa. Então o mesmo veio em minha direção e posando, com os olhos castanhos arregalados e um sorriso enorme no rosto, ele era o único camaleão verde, fez uma cara de esperança, então não deu nem dois segundos e eu o escolhi.
Após a enorme compra, eu e minha mãe fomos até a estação com um monte de malas, no mínimo umas dez. Três para o meu cabelo, duas de maquiagem, e as outras cinco de roupas. O lugar em que tínhamos que ir era a plataforma 9 ¾.
Era um lugar meio sujo e velho, mais cheio de gente, procurei em todo lugar, parede por parede, trem por trem, mas nenhum era o trem que eu queria ou a plataforma.
-Filha corre naquela direção de olhos fechados. — Minha mãe me disse-E por nenhum momento olhe para frente.
-Porque mãe? –Eu já ia ir olhar mais minha mãe foi mais rápida, me colocou no carrinho e me empurrou na direção de uma parede! – Tá louca mãe! Aaaaaaahhh!
Tentei parar, mas as malas estavam sobre meus braços e a única coisa que pensei foi porque ela fez isso? Ela tinha me empurrado na direção de uma parede! Gritei e até chegou a sair uma lagrima dos meus olhos. Oras se ponha na minha situação, imagina! Fechei meus olhos só esperando a espatifada que ia acontecer. Mais já estava demorando, então abri meus olhos e por motivos desconhecidos da minha mãe eu estava dentro de um carrinho indo em direção a uma nova parede que pelos meus pensamentos essa não me levaria a outro lugar.
Olhei para trás, antes de ser motivo de riso de milhares pessoas e lá estava minha mãe correndo atrás de mim feito uma louca. Tentei me ajeitar rapidamente em uma posição mais confortável para a hora do impacto. Virei para frente e bum! O carrinho bateu na parede e me levou para trás.
Senti meu corpo endurecer inteiramente até os cabelos. Estava alguns centímetros do teto da estação, rodopiei algumas vezes sem vontade própria e ia atingir uma menina de cabelos ruivos bem na cabeça, mais graças a deus ela tinha reflexos rápidos e se agachou a tempo de se prevenir de ganhar uma bela dor de cabeça. Aterrissei no chão de joelhos e soltei um gemido.
Estava machucada do joelho pra baixo. Fui me arrastando até outra parede e a menina dos cabelos ruivos veio correndo até mim.
-Você devia tomar mais cuidado na hora de fazer corrida de carrinho!-Ela disse ofegante, pois o caminho que tinha me arrastado rapidamente era meio longe.
-Me desculpa, mas... — Parei de falar e botei minha mão em meus joelhos, deixando outro gemido escapar.
-Ah! Você esta bem?-Ela disse com uma voz mais doce do que sua frase passada.
Eu ia falar, mas minha mãe chegou e cuidadosamente e rapidamente passou um remédio em minha perna, nem dando tempo para que eu reclamar-se.
-Viu, porque eu falei que tem regras em todo lugar, filha!-minha mãe disse para não parecer culpada.
-Mas, mãe foi você que me colocou no carrinho e me empurrou!-disse para explicar a verdade.
-Ok!Bom conhecer vocês mais eu tenho que ir para a escola então... Até mais!-Disse a ruiva, se levantando e dando tchau.
Estava de vestido então sem falar nada para minha mãe fui correndo até o banheiro feminino e coloquei minha legging de sorvete e uma blusa branca. Voltei a onde minha mãe estava, olhei para o relógio e uma voz avisou:
-O trem para hogwarts esta partindo.
Dei uns pulinhos de alegria e abracei minha mãe forte, ela sussurrou em meu ouvido “Se cuida”. Dei um beijo na bochecha dela e corri até o trem.
Não acredito que estou indo para uma escola de magia, pensei alto enquanto ia entrando na porta. Parei em um corredor com vários alunos e um tapete vermelho, se não tivesse um monte de gente estaria imitando aquelas atrizes famosas ou modelos, que sempre estão no tapete vermelho. Esse lugar é enorme, tanto que minha cabine é a de numero quatrocentos. Caminhei, depois corri um pouco, me desviando de pernas e pés, atravessei mais duas portas e bem no meio do caminho para atravessar a terceira porta olhei para algo bem vermelho, talvez um cabelo ruivo. Então bem em cima da porta o numero da minha cabine.
Entrei e me deparei com a menina ruiva que avia se desviado de mim. Seus calos vermelhos cacheados e os olhos azuis, eu já tinha visto ela em alguma revista.
-Dunbroch!-Disse alegremente. -Quer dizer!Você é filha do prefeito da cidade Dunbroch e da estilista mais famosa do país?
A menina levantou o pescoço que estava abaixado, tirando os fones de ouvido e gritando “eu”.
Arregalei meus olhos e fiquei com cara de surpresa, não esperava que ela fizesse isso. Ela olhou ao redor e só após a sua frente a onde eu estava. A mesma abriu um sorriso e falou:
-Ah! Sim eu sou filha deles, aliais, não é você a menina voadora?-ela disse abrindo cada vez mais o sorriso.
-Ah! Sou eu sim. –Eu disse um pouco vermelha.
-Você ta melhor? Foi um belo de um tombo!-ela disse dando uma pequena risadinha.
-É foi mesmo um tombo de cinema!-Disse rindo um pouco-Eu to melhor sim obrigada por perguntar, você foi á única!
-Aff! Não foi nada!-ela sorriu-Quer dizer não o seu tombo!Não foi nada ter preocupado entendeu?!-Ri um pouco e concordei com a cabeça.
O trem começou a apitar e nós duas fomos nos despedir da família quer dizer só a ruiva, que tinha mãe, pai e três irmãos que estavam aprontando na hora da despedida. Dei tchau para minha mãe e sem querer saiu uma lagrima mais nada de mais. Sorri e voltei a sentar na frente da ruiva que já estava sentada no meio do banco do lado oposto ao meu. Ficou silencio por um bom tempo, então decidi quebra-lo.
-Então, qual é seu nome?-disse com um pouco de vergonha.
-Se escreve Mérida, mais prefiro que me chame de Merida sem acento. -Ela sorriu então eu retribui.
-O meu é Rapunzel, mais se quiser inventar um apelido para não ficar falando esse nome grande, fique a vontade- Disse animada para receber um apelido.
-Hum!Vou te chamar de Punzie, porque é fofo.
-Adorei!-disse com o sorriso do gato da Alice.
Deitei no banco que acho que é mais para sofá, e a porta abriu, olhei para Merida que deu um sorriso, olhando para o garoto que estava na porta e depois disfarçando, olhando novamente para o chão.
Então virei meu olhar para a porta era um garoto magro, de altura media, cabelos castanhos e olhos cor de esmeralda, cheio de sarda. Dei um sorriso mais acho que o garoto nem sabe que tem gente nessa cabine, acho que ele nem sabe que ta dentro de um trem. Junto dele tinha uma espécie de coruja que pelo visto, parece com dragão se isso não for um dragão. Eu estava de perna de índio, então o trem deu uma freada e dei uma cambalhota caindo no chão da mesma posição que estava no sofá. Aquilo tinha feito um barulho que a Merida que estava em transe com sei lá, suas musicas, parou e me olhou e o menino fez o mesmo.
Ele não sabia se olhava para Mérida ou para mim, então decidiu olhar em minha direção, ele tombou a cabeça para o lado e levantou uma das sobrancelhas. Dei um sorriso forçado mais o garoto, sentou no sofá da direita a onde eu estava mais não no meu lugar que era no meio, ele sentou no canto perto da porta e abriu um livro sobre dragões, talvez ele também achasse que aquela coruja não fosse uma coruja e sim um dragão.
Ficamos novamente em silencio, já estava escurecendo e eu só pensando se este menino não vai falar nada.
-Oi- era o menino, ele havia falado, ele não é mudo. Mais concerteza tímido.
-Ai!Ufa!Pensei que ia ter que quebrar o silêncio de novo!-disse animada.
-Me desculpa não ter falado oi antes é que eu to meio confuso sobre essa coruja, sabia que ela não te dente. – Ele disse com um sorriso tímido.
-Ela é um bebê dragão?- disse mudando um pouco do assunto.
-Acho que quase isso- ele disse.
Eu sabia que não era só eu que achava que aquilo não é bem uma coruja, mais pelo menos é fofo.
-Ah! E sobre você não te dito oi antes, não foi nada não, a gente nem liga, e eu também achei que essa coruja é meio dragão! Bom meu nome é Rapunzel, mais se quiser me chamar de punzie fique livre e a vontade. –disse um pouco rápido.
-ah, tudo bem- ele disse já perdendo um pouco da timidez, mais dessa vez a atenção foi para a ruiva.
Acho que ele queria saber quem é a Merida, então para chamar a atenção dela chutei seu joelho com a ponta de minha sapatilha brilhante. Ela mordeu o lábio para não gritar porque acho que sabe que tem outra pessoa aqui, a mesma segurou o joelho e olhou para mim com cara de “porque você fez isso?”, arregalei meus olhos e apontei com eles para o meu lado direito a onde estava o garoto. Fiz sinal com as mãos para ela falar o nome.
-Ah, tá! Agora entendi!-ela sussurrou pra mim.
Merida suspirou fundo, se espreguiçou, depois voltando ao normal e esticando as mãos para cumprimentar o garoto, dando um belo sorriso, o garoto retribuiu o sorriso dando um ainda mais bonito, quando eles tocaram um na mão do outro, eu não sei o que aconteceu mais os dois separaram as mãos rapidamente, o menino colocou a mão atrás do pescoço e Merida segurou o celular com a mão em que aconteceu sei lá o que. Deve ter sido choque acontece muito comigo e só as pessoas encostarem-se a mim que eu levo choque, geralmente quando estou energizada, talvez seja porque a Merida tava com a mão em um aparelho eletrônico e ele encostado-se a uma porta de metal, ah eu não entendo nada de ciências e coisa assim. Mais voltando pro mundo!
-Hum! Oi eu sou Merida. -ela disse sorrindo, para ser simpática.
-Bom, oi! Eu me chamo Soluço. –ele disse desanimado quando pronunciou o nome.
Vi Mérida sugando os lábios pra dentro da boca para não cair na gargalhada. Então antes dela fazer o Soluço mais tímido ainda falei:
-Nome criativo!-Disse lentamente concordando com a cabeça.
-Não é o melhor!-ele disse.
E mais uma vez começou o tedioso silencio, já falei que eu gosto de falar. Acho que nem precisa.
Já era bem tarde mais ainda se ouvia as conversas dos outros alunos, Merida tinha dormido e o soluço também, eu estava quase dormindo quando alguém puxa a porta e se agacha para se esconder, fazendo Mérida despertar brava e soluço ascendendo á luz da cabine. Com o garoto ainda agachado, passam uns meninos fortes correndo procurando alguém, talvez esse menino escondido na minha cabine pudesse ter aprontado, provavelmente. Ele se levantou era alto, magro, meio forte, cabelos castanhos, olhos azuis perfeitos, ah que bonito!Espera?O que? Af, nada demais achar um garoto bonito, além de que o Soluço também não era feio, mais esse aí sabe fazer charme. Assim que ele levantou, bagunçou os cabelos e deu um sorriso meio torto e o olhar sedutor.
-Oie!-ele disse-Foi mal acordar vocês mais é que eu to meio que fugindo de uns caras e minha cabine é aqui então... Posso?
-Foi mal, Foi mal acordar vocês!!!-disse a Mérida explodindo-Sabe o que é ser acordada, é muito chato!
-Calma Mérida!-disse tentando acalmar a fera- Pode ficar é sua cabine! Seja bem-vindo.
-Valeu!-Ele sorriu-Meu nome é Jack.
-O meu é Rapunzel, e esses são Mérida e soluço- disse apontando pra eles.
Vi ele tentando não rir igual Mérida fez, mais escapou um pouco, sorte dele é que soluço estava dormindo acordado.
Senti um frio na barriga o trem havia parado e uma mulher abriu nossa porta dizendo:
-Estão prontos para estudar magia!
-Sim- dissemos.
-Ok! Só faltam vocês entrarem nós barcos e ai iram chegar lá. Eu vou guiar vocês!
-Legal! Uma guia. –disse Jack para soluço que nem ouviu porque ainda estava dormindo.
Eu e Mérida rimos um pouco do soluço. A moça mandou nós entrar- mos em uns barcos, eu e Mérida conseguimos ficar juntas, Jack pegou um barco em que ele poderia segurar uma das lanternas e o soluço bom, ele entrou em qualquer um.
Era um silencio lá, por que todos esperavam o castelo aparecer então no barco do soluço uma garota pulou, pois viu o castelo e acabou derrubando o soluço na água, onde o mesmo acordou na hora voltando encharcado para o barco e quando olhou para trás lá estava HOGWARTS!
ACHO QUE AQUI COMEÇA REALMENTE MINHA VIDA MAGICA!
Notas finais
Ok!Ate a proxima!
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