The Big Four in Hogwarts
6 As casas
Notas iniciais
–Merida-
Após arrumar as malas, dormi e no outro dia fui ao beco diagonal com meus pais. Tinha varias coisas chata pra comprar como os livros mais também tinham as coisas legais como a varinha, que por incrível que pareça é ela que nos escolhe. A que me escolheu foi a Cornus com pelo de fênix. Depois das compras eu, meus pais e meus irmãos fomos para a plataforma 9 ¾. Lá meu pai pediu para que eu atravesse uma parede. Fiquei confusa se era qualquer uma ou se tinha a parede especifica, fui com o carrinho na minha frente, se ocorresse um impacto.
Se isso era sorte, eu não sei mais acho que tinha passado pela parede certa. Era um lugar duas vezes maior que o que eu estava antes, teto alto, cheio de placas. Vi uma em que estava escrito “Hogwarts” ela estava em frente a um trem que por minha intuição acho que é o que leva os alunos até a escola de magia. Eu já ia ir me despedir de meus pais que estavam tentando tirar meus irmãos da bancada. Mais aconteceu que uma menina loira dos cabelos grande, ia me atingir bem na cabeça se não tivesse abaixado. Depois me despedi de meus pais e fui até minha cabine, e lá aconteceu varias coisas...
Descemos dos barcos, Jack parecia ser o mais animado, Soluço atento pra ver se não se encharcava de novo e a Punzie de olhos arregalados, não sei mais do jeito que os olhos dela já são grandes é provável que até pule para fora.
–Bom novatos- disse a guia- Essa é a maior escola de magia de todas, então se vocês se perderem, não precisam ficar com vergonha de perguntar aos outros.
–Mais e se os outros estiverem perdidos também?- disse uma menina baixinha, acho que foi ela que derrubou o soluço.
–De preferência pergunte a os que já estudam aqui ou os que já sabem a escola de cor. -A guia respondeu.
Ela nos mandou ficar ali no corredor em frente a uma porta enorme, com maçanetas de prata. Ultrapassei algumas pessoas chegando bem perto da porta, olhei dentro de um buraquinho que tinha nela e pude ver um monte de alunos.
–Tem algo interresante?- Era a Rapunzel.
–Olha, tem um velho barbudo, uns rapazes, umas meninas e... -Eu ia continuar, mas fui interrompida pela guia.
–Vocês têm problemas com obedecer às regras?! –Ela disse com a voz grossa.
–Foi mal!
–Não tem problemas só estou brincando!-a guia disse com um sorriso.
Já havia meia hora que estávamos em pé, ainda sem entrar naquele salão. Então ouvi um som de aplausos e a porta se abriu. Plá, plá, plá pra cá e mais uma multidão para lá.
–Sejam bem vindos.
– É o velho barbudo!- Rapunzel sussurrou pra mim enquanto caminhávamos ate uma mesa bem no meio do salão.
–É sim! –Sussurrei de volta e ela deu um pulinho.
Enquanto caminhávamos era assobios, gritinhos das meninas que já estudavam lá, umas piscadas, mais eu não sabia direito pra quem é por que, só conheço três dos cem alunos novos.
Sentamos na mesa, eu estava entre a punzie e o soluço, Jack estava do lado do soluço.
–Será que é agora?-Soluço falou.
–Agora o que?-Respondi com outra pergunta.
–Que eles escolhem as casas!-ele falou.
–Acho que sim!- falei e dei um sorriso, ele retribuiu.
–Alunos, alunos, alunos. –disse o barbudo. –Meu nome é North e eu sou o diretor.
–Awnt!- sussurrou a punzie. – Ele é tão fofo, dá vontade de apertar as bochechas.
–Você é loca Rapunzel Corona. –disse rindo baixinho.
O diretor estava junto de vários professores, olhei para as mesas dos lados, tinha uma com uniforme vermelho, outra com verde, outra azul e uma de amarelo. O North começou a chamar os alunos novos lá pra frente, o primeiro aluno foi um menino chamado Hans.
–Sonserina. – Disse um chapéu, levando depois da fala um longo som de aplausos pro garoto. Acho que a casa verde é a da Sonserina.
Depois de varias e varias pessoas de vários tipos de aparências. Como: Elsa, Anna, Mavis, kristoff, Peter, Astride, Wilbur, Melequento, Violeta e varias outras pessoas finalmente chegou a uma pessoa que eu conheço.
– Soluço Spantosicus Strondus iii. — chamou o chapéu.
O soluço caminhou até a cadeira, se sentou e o diretor colocou o chapéu em sua cabeça. O chapéu ficou quieto por um tempo então citou:
–“Quem sabe é na Lufa-Lufa que você vai morar,
Onde seus moradores são justos e leais
“Pacientes, sinceros, sem medo da dor”.
Após isso olhei pro soluço ele olhava para a mesa com pessoas de uniforme amarelo, que no momento estavam batendo palmas. Ele foi até lá.
Olhei para o teto, fiquei pensando se me separasse deles os únicos que eu conheço o que eu vou fazer, olha! Agora que eu notei, o teto não é muito bem um teto.
Na verdade aquilo era demais, ele meio que tinha velas flutuantes e era o céu de noite todo estrelado. Acho que foi um encantamento que fez isso. Quero saber o feitiço, vou usar no meu quarto.
–Rapunzel Corona- falou o diretor.
A punzie começou a respirar difilcimente.
–Ei, punzie! Vamos lá, seja forte. –disse Jack.
Ela olhou para mim e eu concordei com a cabeça. O Jack se levantou e fez reverencia, fazendo a punzie ri.
–Fingir ser cavalheiro ajuda?-ele disse com um sorriso de lado.
–Só você Jack!-ela disse rindo. -Pateta!
–Pelo menos sou um pateta educado. –ele disse enquanto a ajudava a levantar.
–Obrigada! Sir. Frost ridículo.
–Olha gente, eu sei que o clima esta fofo. –eu disse- Mais já faz um tempinho que estão olhando vocês e isso, esta meio estranho. Reverencia serio Frost?!
A Rapunzel corou e Jack sorriu.
–Arrasa sua fofa!- eu disse e ela mostrou a língua.
–Muito bem senhorita Corona, pensei que nunca iria vir- disse o chapéu seletor enquanto estava sendo colocado na cabeça dela.
– “será a velha e sábia Corvinal
A casa dos que têm a mente sempre alerta,
Onde os homens de grande espírito e saber
“Sempre encontrarão companheiros seus iguais”
Rapunzel abriu um sorriso e foi até uma mesa com pessoas de uniforme azul, que batiam palmas sem parar.
Sentei ao lado do Jack e ele disse com um tom tranquilo:
–Quem será que vem agora?
Não deu nem tempo para eu tentar responder e o chapéu já gritou:
–Jack Frost.
Ele bufou e disse:
–Eu devia ter ficado quieto!
Ele se levantou e andou ate o chapéu.
–Hum! Menino que gosta de aprontar. –o chapéu disse enquanto era colocado sobre a cabeça do menino. –Vê se não se mete em encrenca.
–“quem sabe a Sonserina será a sua casa
E ali estejam seus verdadeiros amigos,
Homens de astúcia que usam quaisquer meios
“Para atingir os fins que antes colimaram.”
Jack se levantou e ouve um monte de suspiros das meninas das quatro casas. Foi aplaudido de pé pelos sonserinos. E até lá caminhou.
Ai caramba, só sobrou eu.
–E por ultimo. –falou o chapéu- Merida Dunbroch.
Levantei-me, suspirei e falei pra mim mesma, você consegue Merida, você é corajosa, use isso. Caminhei até lá e me sentei.
–Hum, interresante. — o seletor disse.
–“Quem sabe sua morada é a Grifinória,
Casa onde habitam os corações indômitos.
Ousadia e sangue-frio e nobreza
“Destacam os alunos da Grifinória dos demais,”.
Levantei-me e lá estavam os de uniforme vermelho. É pra lá que eu vou.
Fui até minha mesa e eles ainda aplaudiam, dei um sorriso para o soluço que me olhava, o mesmo retribuiu.
–Muito bem! Todos já estão em suas respectivas casas –disse North- Então agora seus monitores iram levá-los até os dormitórios.
Chegou um homem alto e meio velho e nos falou:
–formem fila bem em frente á porta.
Formamos filas, era por primeiro a fila da grifinoria, depois a da Lufa-Lufa, Sonserina e depois ravenclaw.
Graças a deus fiquei do lado do soluço que estava na fila da Lufa-Lufa.
–Não vamos nos separar, né?! -eu disse.
–Eu não sei, é... –ele disse um pouco desapontado-é meio difícil. Não?
–Não sei, eu que te perguntei.
Ele deu um sorriso e nós conversamos sobre os alunos, o mesmo disse que tinha muitas garotas pelo que viu. Os monitores começaram a nos levar até os dormitórios.
No meio daquela escadaria, muito e muito grande, subíamos até o sétimo andar a onde fica nosso salão comunal e o dormitório. Vi a punzie, e dei um oi para ela. Depois, ainda subindo as escadas, vi o Jack tentando ir a uma escada em movimento. Será que ele sabe que as escadas param quando tem gente nela?! Ah, deixa ele se divertir.
Chegamos ao sétimo andar e para passarmos pra dentro do salão tínhamos que saber a senha e atravessar um quadro de uma mulher gorda. Falamos a senha, entramos e a aparência de lá é aconchegante, tranquila e com coisas bem avermelhadas.
–Bom pessoal!- disse o monitor- Os dormitórios estão no segundo andar do salão, os quartos das meninas são do lado direito e o dos meninos do da esquerda.
–Então... Tenham uma boa noite!- ele disse novamente.
Todos verificaram a chave e foram ate seus respectivos quartos. O meu era o sétimo dos quartos das meninas. Entrei e já tinha uma menina. Ei, é a que derrubou o soluço.
–Ah! Oi!- ela disse animada. –Sou nova em hogwarts e você?
–Oi, é eu também sou nova aqui, por isso estou no mesmo quarto que você- eu disse. –Qual é o seu nome?
–Vanellope e o seu?- ela respondeu com uma voz fofa e irritante. Mais fofa.
–Merida. – disse direto ao ponto.
Um silencio rolou, então:
–Hum! Eu acho que vou dormir, aqui tem regras. –ela deu um risinho e um sorriso de lado.
–Há como eu sei que você não vai dormir? Hein?- disse com um olhar desconfiado, direcionado a vanellope que estava deitada na cama.
–Bom... Eu nunca fui uma boa atriz. –ela se levantou.
–Não foi por isso. –disse com um sorriso no rosto- ate que você atua bem, mas eu descobri porque você ia dormir de uniforme e não de pijama.
–Ta brincando que eu errei nesse detalhe!
–É você errou nisto, mas não é qualquer um que nota. –disse- Mais afinal, a onde você vai?
–Olha ruivinha, você parece ser gente boa. — ela disse- Eu vou dar uma volta com uns camaradas mais velhos.
–Você pelo menos os conhece?
–Não preciso eles são uns dos meus!
Porque eu acho que o Jack ta no meio disso! Cara isso não vai dar certo, quem da uma voltinha com uns camaradas no meio da noite?!
–Aonde seis vão?- perguntei sendo um pouco enxerida.
–Ó Merida, se quiser vem com a gente. Ai você descobre. — ela disse com um sorriso de lado novamente- Vai ser divertido.
Pensei um pouco nisso de ser legal, pode até ser, mas meu senso de perigo voltou e me deu um soco. Não a conheço direito e nem sei o que ela vai fazer. Ninguém quer ser expulsa no primeiro dia. E isso nunca aconteceu então eu não vou ser a primeira a levar uma bronca aqui.
–Acho que eu fico. –disse tentando fazer soar normal- E aí se perguntarem aonde você esta eu dou uma desculpa.
–Você que perde ruiva. –ela respirou bem fundo. — Mais valeu.
Vanellope uma menina meio baixinha, cabelos pretos presos em um rabo de cavalo, aparência de menininha. Não era para ter cara de encrenqueira, mais ela tem, e ate de mais.
Troquei de roupa, fui ate a cama de madeira e me deitei. Quatrocentos e trinta feitiços depois, cara isso não funciona e melhor contar carneirinhos, essas coisas de bruxos demora a acostumar. Já se passaram três horas e a vanellope não volta. E eu não acredito que eu não consegui dormi, meu coração esta mais acelerado do que tudo.
A minha outra colega de quarto tinha chegado, mais não pude ver seu rosto, estava tudo escuro. Desci as escadas que davam para o quarto das meninas e fui em direção ao sofá que ficava bem em frente á lareira. Sentei-me e fiquei refletindo de tudo, o porquê de o chapéu ter me colocado na grifinoria, sobre a vanellope e os carinhas que ela chama de camaradas e de muita coisa.
–Também não conseguiu dormir?
Olhei para traz e vi um menino alto de cabelos loiros com um nariz grande.
–Meu nome é kristoff.
–Nossa, oi!- disse um pouco baixinho, mais logo aumentei a voz- Pensei que fosse a única acordada.
–É pensou errado, seu nome é Merida não?- ele disse.
Não sei se foi o jeito que ele disse mais me deu vontade de rir ou de soca-lo.
–É sim, senta ai!-apontei para uma poltrona perto do sofá que eu ocupava por inteiro, ele se sentou.
–Porque você não consegue dormir?- o mesmo disse.
–Conhece a Vanellope?
–Acho que sim. –ele disse- Não é a menina que derrubou o menino cheio de sardas.
–O soluço- falei.
–Esse mesmo. –ele concordou- Sei sim, por quê?
–Não, nada não. –respondi, me encolhendo e virando de costas para ele.
–Ei!- ele disse em um som acolhedor- Pode contar! Eu não sou sonserino.
–Eita!- respondi rapidamente- Vocês tem mesmo preconceito com eles.
–Não que eu tenha, mais é que nos grifinórios somos rivais dos sonserinos. Eles dizem que somos metidos e nos dizemos que eles são mais ainda. -ele explicou- Também somos rivais no quadribol, nas aulas de porções, combate, em tudo praticamente.
–Nossa agora entendi tudo!- falei, arrumando as almofadas que tinha sentado em cima. –Mais, porque você não consegue dormir?
–Bom... É que a onde eu morava era sempre frio e eu estava acostumado a dormir sentindo frio, mais aqui, é muito quente, com essas lareiras sempre acesas. Mais é só bobeira.
Pensei e então falei:
–Tudo é questão de acostumar. Se você se distrair com algo, você consegue.
–É tem razão!- ele sorriu então foi em direção á lareira e a apagou.
–Porque você fez isso!- disse indignada.
Ele deu um sorriso atrapalhado e acendeu a lareira novamente, sussurrando um desculpa. O kristoff subiu as escadas e lá de cima falou:
–Você também deveria tentar essa sua dica. –ouvi a porta se fechar, por causa do rangido.
–É só que isso não funciona comigo. –disse pra mim mesma- Eu preciso de algo, ou melhor, um feitiço.
Subi as escadas e entrei no quarto sem fazer um sequer barulho.
A minha nanica colega de quarto tinha um livro de feitiços, eu vi ele por que ela o usou para não fazer barulho enquanto saia com os camaradas.
Abri o livro e procurei o feitiço que queria. Desci e novamente me deitei no sofá.
–Ok Merida, é só fazer o feitiço e dormir.
–extralatusis- lancei o feitiço no teto e assim começou a formar estrelas e lá estava o feitiço que eles usavam no salão.
–Pensei que fosse impossível! –eu disse supressa, até que poderia ter continuado a questionar isso mais parecia que aquelas estrelas me chamavam. Coloquei meus braços atrás do pescoço de um jeito confortável e voltei a olhar para as estrelas. Mais elas começaram a ficar azuis e formar uma forma diferente e que eu nunca tinha visto na vida. Parecia que queriam me levar até algum lugar e eu queria ir.
Então cai no sono.
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