The Best Republic

6 Season of Revenge - Capítulo 5


Notas iniciais
Me desculpem demorar tanto. Tive vários problemas, espero que vcs curtam esse capitulo. Agora as coisas vão começar a pegar fogo. Bem digam o que gostaram mais e o que não gostaram. Eu já tenho as minhas partes favoritas!!

Uma semana se passou depois de tudo. As únicas pessoas que eu falo nessa maldita faculdade são a Brooke e o Luke, que a cada dia ficam mais próximos. Parece que a cada passo que eu dou em qualquer direção alguém que estava na maldita festa aponta para mim e começa a rir. Meu ódio pelo Trent só aumenta a cada dia. Depois de tudo ter acontecido, os prêmios foram dados ao maldito por ter orquestrado tudo.

— Senhorita Brooke? – O professor de estatística para na minha frente depois de ter rodado a sala toda com perguntas idiotas. – Sabe me responder ou terei que passar a outro? – Pergunta ele com cara de desafio, apesar de eu gostar dele, todos os professores adoram isso, só que hoje não estou no clima.

— Professor Abrahan! Preciso sair de sala – Digo para que somente ele me escute. Ele me olha de lado como se fosse doida.

— E qual seria o motivo? – Diz ele com as sobrancelhas arregaladas. Começo a arrumar as minhas coisas e ele fica parado me encarando como todos os alunos. Levanto-me e paro ao lado do professor e sussurro perto de seu ouvido

— Não quero dar a resposta da sua pergunta. Seria tão desagradável a diretora saber de seus casos com as alunas? Ou sua mulher que ficaria mais irritada? – Me afasto para ter o prazer de olhar para a cara de pasto que ele esta fazendo. – Isso é mais importante que estatística, não acha? – Digo mais alto para que todos ouçam. Ele se aproxima de mim e grita para que todos ouçam.

— Senhorita Ludemberg – Exclama e eu já acho que a expulsão vai chegar – Está liberada da minha aula – Sorrio vitoriosa e olho ao redor das salas a boca caída de todos. Esse professor era o professor “demônio” de toda a faculdade, ele já tinha reprovado várias pessoas. Mas uma pessoa prende o meu olhar que as outras. O que ele pensa que está fazendo ali? Saio da sala correndo e atordoada. Depois do que aconteceu Trent e os garotos mais próximos de mim na sociedade vieram pedir desculpas, mas eu ignorei todos, porem o Trent era o mais insistente e difícil de driblar, ele chegou a seguir o Luke para ver onde eu estou nesse período. Depois que tudo me aconteceu não voltei a republica, avisei a minha mãe que eu tive uns problemas de menina e estava na casa de minha amiga, que ela não precisava se preocupar. O que não era totalmente verdade, mas ao menos uma parte dela. Claro que ela só falou: “cuidado, se precisar de dinheiro avisa”.

— TEDDY – Grita uma voz bem conhecida. Corro como nunca, mas minhas faltas na aula de educação física avançada e minha comida balanceada em chocolates fazem seu efeito. Sem muito esforço ele pega o meu braço e me encosta na parede. Graças aos céus e o divino santo pão de queijo eu resolvi sair na hora em que todos estão em aula, assim não tem pessoas no corredor vendo essa cena. Bem, seria mais um escândalo no meu currículo, isso não alteraria ele, mas do mesmo jeito, ele tem que respeitar o meu espaço, isso que eu aprendo em minhas aulas de introdução ao direito.

— Me solta agora! – Digo com a raiva contida, mas clara na voz. Ele apenas me aperta mais e tenta fazer com que eu olhe para ele liberando uma de minhas mãos. Grande erro, meu pai era militar, então, sei algumas coisas. Com a mão que ele me da de presente empurro a cara dele, assim ele libera as minhas pernas e minha outra mão. Corro, mas não é surpresa nenhuma quando ele consegue me pegar de novo, dessa vez ele só segura o meu braço, mas não o aperta, assim não chega a machucar.

— Se quiser continuar fugindo disso, pode continuar, mas a gente precisa conversar – Diz ele de maneira calma e contida, nunca deixando seus sentimentos a flor da pele. Claro ele é mestre em não deixar transparecer nada, é como se fosse um grande fantasma, um grande ponto de interrogação.

— Eu sei – Digo me virando para ele – Quer saber Trent? – Ele arqueia as sobrancelhas – Quando eu cheguei àquela festa e você conversou comigo, achei que você podia ser diferente – Digo olhando nos olhos dele, eu o olho com tanta raiva, que talvez a cabeça dele pudesse ser ultrapassado por uma bala – Apesar de tudo o que eu disse sobre as meninas estar certo, achei que ao menos podíamos passar a nossa relação para amizade – Ele olha na minha direção, mas é como se não me visse. – Só que agora eu sei que um belo babaca não muda só se torna pior. – Termino a frase e parece que eu vejo uma perda em seu olhar.

— Me desculpa, por favor, Teddy – Pede ele me olhando com pena, que merda de desculpas é essas. – Por favor, eu falei para eles cancelarem, mas o vídeo já tinha sido colocado, não deu tempo. – Diz ele, mas eu não suporto o olhar dele assim meus olhos escorrem para o chão.

— Não sou uma pessoa que guarda rancores – Digo o olhando e o número de universitários aumenta ao nosso redor. – Mas não vou esquecer o que você fez. Me dar ovada, raspar um lado do meu cabelo, entendo, mas aquilo? – lágrimas se formam nos meus olhos – Você apresentou o meu corpo a todos da faculdade, se aproveitou de um banho para se eleger o mais foda e impetuoso da faculdade, parabéns – Digo com lágrimas escorrendo – Você é O TRENT. – Saio do seu aperto e continuo esperando mais desculpas.

— Se você não voltar a republica, vou ter que fazer relatos a diretora – Diz ele com o rosto intransitável novamente. Começo a rir escandalosamente. Sério isso?! Estamos evoluindo a nossa relação, agora só falta ele querer chamar meus pais para conversar...

— É mesmo? – Pergunto ironicamente entre risadas – Você só está preocupado com os relatórios? Pois bem, volto hoje para aquela merda, não esquenta. Sem relatórios para você fazer – Digo terminando com um sorrisinho de canto

Viro as costas e saio andando, logo todos da faculdade saberão da nossa conversa, mas eu não estou nem ai. Já sabem várias coisas em relação a mim, só mais uma coisa não faz diferença. O resto do dia foi um dia normal na vida de uma universitária. Encontrei-me com Brooke e Luke na cafeteria e comentei com eles sobre o corredor. Avisei a Brooke que teria que passar um tempo na república, até a diretora ver a merda que ela fez na minha vida e na vida de todos eles.

Luke comemorou a minha volta, mas claro, contei os meus planos, não mudaria a minha antiga rotina, só chegaria lá à meia noite em ponto, e isso para Trent não falar que eu cheguei meia noite e um e que vai fazer relatórios a diretora e chamar meus pais para uma conversinha. Faço umas pesquisas sobre o meu futuro trabalho, pesquiso os PIB´s de todos os países e suas relações comerciais. Chego em casa e todos já estão nas suas camas, menos Trent. Olho o meu relógio e aponto para o mesmo.

— Meia noite em ponto – Digo sorrindo – Vai fazer o relatório mesmo assim? – Pergunto com deboche.

— Onde estão suas coisas? – Perguntou ele ignorando as minhas outras perguntas.

— Bem, acho que elas ficaram com medo de você fazer um relatório delas. – Digo sorrindo e subindo as escadas – Devem ter vindo mais cedo, ou como são desobedientes, devem ter ficado na casa da Brooke, quem sabe? – Digo com um sorriso sádico no meu rosto, claro que ele não poderia ver, pois estava na sua frente, mas mesmo assim, não me contive, adoro sarcasmo, ainda mais aqueles que eu mesma falo.

— Nossa interessante essa historia – Diz ele – Será que você só tem essa roupa? Cuidado para que quando você acorde ela não tenha saído corrido por ai também. – Diz ele respondendo com deboche. Quem ele pensa que é?

— Pode deixar, elas são fieis a sua dona, não fazem muitas coisas sem sua permissão e também não conseguem enganar ninguém. – digo e me viro um pouco para dar uma piscadela para ele, acabamos parando em frente a minha porta – Péssima noite Trent – Digo e tento fechar a porta, mas um pé inútil não permite que a ação seja concluída(Nota mental : atropelar o pé de Trent quando tiver meu carro). Ele abre a porta devagar

— Desejo o dobro a você, Brooke – Ele diz finalmente quando a porta está aberta. Ele se aproxima e deposita um beijo no topo de minha cabeça em seguida vira as costas e sai andando. Que tipo de merda foi essa? Deve ter sido um pequeno lapso, mas não dou a mínima.

— Isso não acabou Trent – Digo para que ele escute, mas para que os meninos não acordem.

— Eu estava você esperando dizer isso – Diz ele com certo divertimento na voz. – A temporada das vinganças está aberta, oficialmente – Ele abre a porta do quarto dele e antes de entrar da uma piscadela para mim, em seguida fecha a porta. Esse homem vai me matar de loucura.

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No dia seguinte, por ironia do destino, sou uma das primeiras a acordar. Desço e vejo alguns meninos já preparando o café da manhã. Bem nós revezamos nisso também, além das tarefas da casa, claro que revezávamos entre pessoas que comem o café em casa, o que não era o meu caso. Mas aproveitei que eles ainda estavam fazendo e pedi para acrescentarem mais um prato hoje. Eles pediram para que eu os ajudasse e assim o fiz.

Até que eu vi um mel, sorri comigo mesma. Falo que preciso ir ao banheiro, saio da vista deles e subo em pé ante pé, até que chego em frente ao quarto de Trent, abro a porta lentamente para ver se ele ainda está dormindo e não vai me matar, entro devagarzinho, sorte que esse piso de madeira é novo e a porta não range, se não tava ferrada. Não deu para notar muita coisa, uma parte porque esta tudo um breu e outra é que eu estou tão focada na minha missão que só penso nisso. Onde que um menino iria esconder suas toalhas?

Não é muita surpresa quando a acho jogada perto da cama, a puxo devagar com medo que ele acorde. Me ajoelho no chão para caso ele acordar não dar de cara com a minha beleza natural e tento não pensar na quantidade de esperma caído naquele lugar, tudo pelo inicio da minha vingança. Abro o buraquinho e o mel começa a cair na toalha, espalho um pouco e a dobro, deixando perto do lugar que eu achei.

Desço novamente e mais meninos acordaram, começamos uma conversa animada. Falando de coisas fúteis. Os meninos do “Alto escalão” que me zoaram pediram desculpas. Fingi que não escutei, pois todos ali pagariam com um mico também. Mas continuamos com a conversa animada. De repente acontece o que eu mais queria e esperava desde quando eu achei o mel, bendito pai dos deuses, um grito, todos os meninos seguem para o banheiro. Quando chegamos lá, o que eu vi foi o Zumbi do Luke saindo do quarto e mais para frente os meninos começam a bater desesperadamente na porta do banheiro, pois o grito veio de lá.

— Fred, irmão, entra aqui rapidinho – Diz uma voz abafada e irritada do Trent. Ele destranca o banheiro e todos dão passagem ao Fred. Todos descem e continuamos o nosso café animadamente, até que desce um Fred sorridente e um Trent vermelho de raiva. Fred sussurra algo no ouvido de Trent e tento colocar a minha linguagem labial em prática, mas isso não dá certo, isso porque o Fred fala com ele rindo, então não dá para entender nada.

— Adorei o inicio da guerra – Diz a praga em meu ouvido – Agora estou me sentindo mais livre sem todo aquele pelo lá em baixo. Isso deve melhorar o desempenho. Quer testar ? – Todos na mesa continuam a conversa, mas todos os olhos estão sobre nós. Dou uma desculpa esfarrapada e saio da mesa. Me viro para ele e quando estou passando para ir para pegar as minhas coisas respondo a sua pergunta.

— Acho que vai ter que testar com suas menininhas e isso não é o inicio... é só o prefácio – Digo sorrindo e mordendo a orelha dele no final, todos na mesa estavam falando sobre Cindy Morgnetan (uma vaca da faculdade que já deu para todos) que nem perceberam a nossa pequena interação. Vou no meu quarto e junto o material para o dia de aula, afinal só chegarei aqui as meia noite.

— Precisamos estabelecer regras? – Trent pergunta assim que desço e vou em direção a porta.

— Teremos que discutir isso depois. – Digo sorrindo – Afinal por minha causa seu amiguinho vai ficar mais fresquinho, não é isso que falou comigo? – Pergunto debochadamente

— Quem é você e o que fez a Teddy que eu conheço? – Pergunta Trent sorrindo.

— Aprendi na vida que temos que devolver as pessoas na mesma moeda, não quis fazer palhaçada comigo, agora agüenta a pressão. –Digo rindo alto.

— Saiba que essa nova Teddy está me deixando louco, e não espere que eu fique sentado vendo você fazer pegadinhas. Tudo que você fizer vai ter volta- Diz ele rindo da minha risada

— Ok, querido! Me de o seu melhor – Digo piscando e passando indo em direção a biblioteca e minha rotina diária. Mas vamos dizer que essa ficou bem melhor depois dessa luta entre nós dois. Isso me fez até ficar mais motivada durante o dia.

— Que os jogos comecem – Grita ele

— Já começaram – Respondo a ele. A última coisa que escuto é o lampejo de sua risada. Como dizem: ”Se com ferro não ferir, será ferido”, ou melhor, isso é uma adaptação minha que se encaixa muito bem nessa situação.

Notas finais
XOXOXO!! Me digam tudo!! O que acharam?? Não me matem!! Amo vcs e não abandonarei o barco!!