The Art Of The Lie - 1, 2 e 3 (hiatus)
48 Terceira Temporada - Prólogo
Notas iniciais
“Jamais teremos as respostas se antes não soubermos quais são as perguntas.”
Era inútil esforçar-se. Por mais que quisesse, não conseguia concentrar-se nos papéis que estavam em sua frente. Sua cabeça estava repleta de pensamentos inquietantes, e nenhum deles se relacionava ao trabalho que deveria ser feito. Poderia fingir para as demais pessoas, se assim quisesse; trabalhando em desvendar mentirosos, acabara por aprender muitos de seus macetes. Mas sabia que seria inútil mentir pra si mesmo.
Só ele sabia o quanto a queria. O quanto se preocupava com ela. Só que, da mesma forma, Edward sabia de um ponto importante: Bella também sabia. Suas tentativas de camuflar e mascarar seus sentimentos tornavam-se vãs quando aqueles olhos castanhos se encontravam com os seus. Mesmo que todas as vezes nas quais falava com a jovem ambos estivessem cercados por outras pessoas, ainda assim era visível em seu olhar o quanto sentia sua falta. O quanto ainda a amava.
Mas a distância entre ambos ainda existia. Quando haviam conversado sobre o assunto, ele concordara com o fato de que seria inviável um relacionamento amoroso depois de tudo o que lhes acontecera. Só que concordar com o inevitável não era o mesmo que aceitá-lo. Mesmo sabendo que estar ao lado dela acabaria por conduzi-los a novas discussões e, consequentemente, a uma distanciação ainda maior, não podia simplesmente deixar de desejar isso.
Ainda mais depois daquele estranho episódio que sucedera o ingresso de Bella na seleta equipe do 3º andar.
Assustou-se quando a porta de seu escritório se abriu, mas relaxou novamente ao perceber quem entrava sem ao menos bater ou se anunciar. No mundo todo, existiam apenas duas pessoas espaçosas o bastante pra invadir a sua sala sem pedir permissão. E a segunda delas era justamente a namorada daquele cara, sendo também sua irmã caçula.
- Não saiu pra almoçar por quê? – Damon perguntou ao desabar na cadeira em frente à mesa de Edward, que empurrou a pilha de papéis para o lado com um suspiro resignado; mesmo que os examinasse há algum tempo, parecia que seu cérebro não absorvera informação alguma.
- Estava sem fome. – ele respondeu de má vontade ao levantar-se e esticar seus músculos enquanto espreguiçava.
- Rosalie ligou pra que eu passasse em seu apartamento e partilhasse do almoço que ela preparou pra você. – Damon insistiu, seus olhos claros observando os movimentos do amigo que voltara a se sentar, fingindo estar ocupado com algo no desktop. – Parece que você não atendeu as ligações dela...
- Atendi uma vez pra dizer que não ia almoçar. – Edward respondeu num tom sem vida, seus olhos ainda ocupados em observar a tela do computador. Não que ele estivesse fazendo algo importante; só não queria olhar nos olhos do amigo. – Quando ela insistiu, parei de atender. Mas ao menos a comida que ela fez não foi desperdiçada. Se você estava lá... bem, acredito que não tenha sobrado muita coisa.
- Comi a minha parte e a sua, se isso te faz uma pessoa feliz. – Damon anunciou, seu olhar luzindo malícia. – Ela até me deu um sanduíche pra que eu te entregasse, mas... acho que sobrou alguns farelinhos no assoalho do meu carro.
- Não estou servido, obrigado. – Edward se riu, ainda distraído.
- Assim como Alice, Rosalie sabe que algo está muito errado com você. – Damon insistiu, fazendo com que Edward apertasse seus lábios em uma fina linha de irritação. Lá vinha aquele assunto novamente... – E eu sei que é algo além da ressaca de fim de romance. Algo lhe incomoda e preocupa. O que é?
- Nada que valha a pena ser discutido. – Edward foi vago, voltando à pilha de papéis que anteriormente analisava.
- Não mesmo? – Damon semicerrou seus olhos, avaliando o amigo. – Tem certeza?
- Existem certas coisas que precisam de tempo pra serem digeridas. – Edward suspirou em resposta a insistência do amigo. – Eu só preciso disso: tempo.
- Às vezes, nem o tempo é o bastante pra tal digestão, amigo. – Damon lembrou. – E quando isso acontece, um desabafo acaba por ter a mesma função que um bom sal de frutas. Acredite, de digestão eu entendo e muito.
- Não me verá duvidando disso. – Edward riu de leve, pela primeira vez desviando seu olhar até Damon, que ainda permanecia sentado na mesma posição desleixada. – Cara, é difícil explicar, mas... bem, já que você quer tanto saber...
- Desembucha logo. – Damon interrompeu-o, um sorriso no rosto.
- Cala a boca e me deixa falar. – Edward fez um gesto impaciente enquanto parecia pensar no que dizer. – Cara, sabe quando você não está certo de nada sobre sua vida? Por que, de repente, tudo parece estar fora do lugar. Nada mais é certo, tudo parece errado. Não é só Bella, claro, mas acredito que, no fim de tudo, meus problemas começaram quando conheci aquela garota.
- Eu discordo. – Damon deu de ombros quando o amigo lançou-lhe um olhar nada amigável. – Edward, você tem que parar de mentir pra você mesmo, cara. Bella não lhe trouxe problemas. De certa forma, conviver com ela fez com que você enxergasse seus problemas de outro ângulo.
- Como pode estar tão certo disso? – Edward questionou num tom desdenhoso.
- Lembra-se de Rosalie e do que quase aconteceu? – Damon comentou, fazendo o amigo engolir em seco. – Se Bella te fez mal ou bem, aí não cabe a mim decidir. Mas que ela abriu seus olhos pra certas coisas, ah, isso é evidente!
- Não quis dizer que Bella destruiu minha vida. Não sou hipócrita a esse ponto. – Edward disse depois de pensar por um momento. – Mas ela me fez pensar em coisas que... ah, nessas coisas que eu ficaria feliz em continuar a ignorar.
- Você não está fazendo o menor sentido, Edward. – Damon se riu, Edward dando de ombros.
- Eu te disse que não queria verbalizar. – ele concluiu. – Faz mais sentido quando eu digo a mim mesmo.
- Se você diz. – Damon deu de ombros e permaneceu em silêncio por um tempo, parecendo pensativo. – As coisas realmente estão diferentes. Estou te enchendo o saco ao querer que você explique seus sentimentos, mas sei bem como você se sente. Acompanhei de perto seu envolvimento com Bella e percebi o quanto aquela garota mexeu com você. Eu não faço ideia das coisas que aconteceram entre vocês pra que rompessem um namoro que mal começara quando é mais do que evidente o quanto gostam um do outro, mas pelo pouco que conheço daquela garota... pra se defender, acredito que ela acabou por apontar muita coisa em você, não?
- Sim. – Edward confessou, mas não entrou em detalhes.
- Cara, eu te conheço e não é de hoje. – Damon prosseguiu enquanto se levantava da cadeira, seus olhos ainda em Edward que permanecia com seu olhar baixo, parecendo pensar. – Se as coisas que ela te disse te fizeram pensar e até mesmo mudar, é apenas um reforço pra uma coisa que já é certa: você é uma boa pessoa. Não se martirize por não ser perfeito, por que ninguém é. Bella não é perfeita. E ela não deveria ter feito metade das coisas que fez.
- Não jogue a culpa nas costas dela. – Edward pediu, voltando seu olhar na direção do amigo. – Tudo o que aconteceu foi culpa nossa. De nós dois. Se me machuquei, foi por que eu a machuquei antes. Bella pode ter errado muito, mas nunca feriu ninguém propositalmente. Ela pode ter todos os defeitos do mundo, mas nunca a culparei pelas coisas as quais ela me disse. Pois, no final das contas, ela tinha razão em tudo o que disse.
- Bem, se você diz. – Damon mais uma vez deu de ombros, bocejando antes de continuar a falar. – Só queria que você saísse dessa, cara. Não adianta ficar pensando em como seria se não tivesse feito isso ou aquilo. O importante é fazer diferente da próxima vez. Pare de bancar o intelectual depressivo e mostre um pouco de felicidade pra suas irmãs.
- Vou lembrar-me disso. – Edward desdenhou. Damon sorriu torto antes de sair da sala, suas palavras permanecendo no silêncio do escritório minutos depois que ela passara pela porta.
- Errar é humano, Edward. Remoer tais erros não é apenas burrice; é falta de bom senso.
Edward só pensava em uma única coisa: que acreditassem que ele estava estranho devido ao rompimento com Bella. Que acreditassem que as palavras da garota eram as responsáveis por seu constante ar pensativo.
Isso era melhor do que ser obrigado a explicar a verdade. Pois ele ainda não estava pronto pra verdade. Talvez nunca estivesse.
Não era de todo falso afirmar que as palavras de Bella eram a causa de seus maiores embates internos. A garota admitira saber seu maior segredo. Obrigara Edward a repensar suas ações. E o levara de volta aquele lugar maldito depois de tanto tempo de ausência...
Se ela não tivesse lhe dito nada, eles simplesmente teriam se separado. Seria difícil, mas não tão difícil quanto o era. Pois além da separação ainda havia a preocupação. Ele não entendia muito bem o que estava acontecendo e tinha suas dúvidas se quereria saber.
“A escuridão irá tragá-la. A garota dos olhos tristes se perderá a menos que você faça algo. Puxe-a de volta antes que seja tarde demais.”
Rangeu os dentes enquanto passava ambas as mãos por seus cabelos. Aquilo era loucura! Escuridão... Bella falara uma ou duas vezes sobre isso. Ela dizia ver a escuridão cercar as pessoas e isso acabava por impeli-la a ajudá-las, mesmo que pra isso tivesse que cometer mil e um erros pelo caminho. Pelo que Edward podia entender, era como um impulso. Algo além do controle da garota.
Mas Edward não acreditava nessas coisas. Ele acreditava no real, no palpável; o resto era apenas fruto da imaginação de pessoas que não tinham mais o que fazer da vida. Só que aquelas palavras... como fugir daquelas palavras?
Tentando não pensar mais nisso, pois já fazia mais de duas semanas desde que haviam rompido, Edward concentrou-se nos papéis que tinha em mãos. Precisava entendê-los pra conseguir escrever um relatório decente. Fora trabalhoso conseguir resolver aquele caso em questão, já que sua cabeça estava no mundo da lua, mas a ajuda de Damon acabara por fazer a diferença. Não poderia falhar. Em todos aqueles anos trabalhando ao lado de Caleb, jamais falhara. E cometer tal erro naquela altura da vida... seria inviável.
O que ele menos precisava era de algo que o colocasse ainda mais pra baixo do que já estava.
Três quartos de hora depois, o relatório estava pronto. Em outra época, ele levaria menos de meia hora pra elaborá-lo, mas... bem, não podia exigir muito de si naquele momento. Ao menos conseguira concluí-lo. Isso já era alguma coisa.
Com o relatório em mãos, levantou-se de sua cadeira e caminhou pra fora de sua sala. Se não tivesse se esquecido de assinar o relatório, não haveria a necessidade de voltar a sua mesa, maldizendo baixinho enquanto rabiscava seu nome no rodapé das páginas. Enfim, com o relatório concluído e assinado, Edward saiu da sala. Mas estava tão distraído que não conseguiu evitar a colisão; da maneira mais clichê possível, ele esbarrou na pessoa que tirara sua paz não apenas nas últimas semanas, como também nos últimos meses. Por que mesmo quando estavam juntos, Bella tirava seu sossego. Não podia fugir da sensação de que não possuía qualquer controle sobre o relacionamento de ambos. Não podia deixar de sentir que a garota não era sua de nenhuma forma.
E ali, segurando nos braços dela ao tentar evitar que ela caísse, seu relatório espalhado pelo chão, ele mais uma vez sentiu o quanto ainda amava aquela garota. Uma garota que já era quase uma mulher...
- Edward. – ela engoliu em seco, parecendo tremer ao sentir seu toque. Os olhos castanhos que podiam ler cada pequena expressão de seu rosto estava fixo em seus olhos, parecendo incomodar-se com o que via neles.
- Bella. – Edward suspirou em resposta, soltando os braços da garota. Não podia deixar de lamentar mais uma vez ao deparar-se com a muralha que Bella erguera entre eles, mascarando seus sentimentos. Pois todas as vezes nas quais Edward tentava ler aqueles olhos, não encontrava nada que pudesse ser lido. Nada que delatasse sentimentos ocultos, ainda vivos mesmo depois de tudo. – Me desculpe, eu... eu não te vi.
- Não precisa se desculpar. – Bella endireitou-se, apertando contra o peito a pasta que trazia em mãos. Edward percebeu que ela trajava uma simples calça jeans preta, sapatos vermelhos de saltos médios e uma jaqueta também preta por cima da blusa de cor clara; não havia muita maquiagem em seu rosto e seus cabelos estavam soltos, aparentemente macios tal como ele ainda se lembrava. Mesmo vestindo-se com simplicidade, ela ainda era linda. – Eu também estava distraída e não te vi saindo de sua sala. Estava indo pra sala do Caleb?
- Não exatamente. – Edward esclareceu e só então se lembrou de que seu relatório estava espalhado pelo chão. Enquanto se abaixava e o recolhia, continuava a falar com ela. Só tomava cuidado pra não subir seus olhos além dos pés a sua frente, por que sabia o quanto aquela calça jeans moldava de forma perfeitas as pernas que outrora haviam cercado seus quadris enquanto... – É só a entrega de um relatório, então vou deixar com Sally.
- Ah, sim. – ela disse como quem não tinha mais nada a dizer, observando o rapaz que se levantava, arrumando as folhas na ordem correta. – Você... bem, eu.... eu estava pensando se você irá na festa de formatura.
- Alice me convidou. – Edward respondeu, bancando o tolo ao buscar no rosto de Bella suas intenções quanto aquele comentário. – Está me convidando também?
- Sim. – Bella confirmou com um sorriso tímido. – Eu gostaria que você comparecesse. E não sei se ela te disse, mas nossa turma fará uma festa na casa de um dos nossos colegas. O Damon eu sei que foi convidado, mas não sei se você foi.
- Não, ela não me convidou. – Edward riu torto ao pensar na probabilidade de Alice o convidar pra uma festa adolescente na qual seu namorado estaria. Ainda mais agora que Edward estava solteiro... ela não quereria o irmão vigiando seus passos.
- Então estou te convidando. – Bella disse num tom mais confiante, olhando para o rapaz em silêncio por um curto tempo antes de concluir. – Nós dois concordamos que o melhor seria romper com nosso namoro, mas eu deixei bem claro que você é uma pessoa a qual eu tenho em alta estima. Nessas semanas, tenho te sentido muito distante... não quero perder sua amizade, Edward.
- Essa possibilidade não existe, Bella. – Edward sorriu, levando sua mão até o ombro da garota e o apertando. No mesmo momento no qual o fez, se arrependeu; esse simples toque despertava nele lembranças as quais ele tanto lutava por manter encobertas num canto obscuro de sua mente. Já sofrera demais. Já a fizera sofrer tanto... o mais aconselhável era manter distância. – Antes de mais nada, sempre fui seu amigo. Quero continuar a ser, se assim você também quiser.
- E eu quero, claro. – Bella sorriu em resposta, sua mão subindo até seu ombro e cobrindo a mão de Edward. Antes que o rapaz pudesse deliciar-se com esse simples toque, a mão pequena e quente deslizou pra longe de sua pele, os olhos castanhos mirando o final do corredor. – Tenho que levar esses documentos ao Caleb. Ainda tenho um bocado de coisas pra fazer hoje.
- Sim, claro. – Edward concordou, sua mão abandonando o ombro da garota que pareceu estranhamente aliviada com isso. – Eu também tenho que colocar algumas coisas em dia.
- Alice está preocupada com você. – Bella comentou enquanto ambos caminhavam em direção à sala de Caleb. Edward se admirou com tal comentário. Esperava tais palavras de qualquer pessoa, menos dela. – Mas ela também anda preocupada comigo, sabe? Em nossa última conversa, pedi pra que ela se acalmasse e não se preocupasse tanto. Ainda somos nós mesmos, não somos? Isso é apenas a situação na qual nos encontramos. Afinal, nunca é fácil romper um relacionamento quando o sentimento pede o contrário. – antes mesmo que Edward pudesse dizer qualquer coisa, ela sorriu e olhou em seu rosto enquanto apertava a maçaneta da porta. – Nos vemos por aí. Se cuida, ok?
- Você também. – foi tudo o que Edward pôde responder, seus olhos fixos na porta mesmo quando Bella já entrara há algum tempo.
- Sr. Cullen... – Sally chamava sua atenção. Quando voltou seus olhos pra secretária, percebeu que ela estivera observando a conversa entre Bella e ele. E a julgar por sua expressão, estava tirando suas próprias conclusões sobre o ocorrido. – Aconteceu alguma coi...
- Gostaria que você entregasse esse relatório ao Sr. Langdon. – Edward disse sem qualquer explicação quanto às curiosidades da moça. – O mais cedo possível, por favor. Ele o esperava pra essa manhã, mas não foi possível concluí-lo no prazo. Tenha uma boa tarde, senhorita. – e voltou pelo corredor, ambas as mãos nos bolsos da calça social enquanto pensava.
Pensava em tudo e em nada. Em seus sentimentos e em seus medos. No que deveria fazer e no que não poderia sequer pensar em fazer.
Bella... qual o perigo que aquela garota corria? Estava entre amigos. Por mais que a distância entre eles fosse inevitável, ela ainda era próxima das demais pessoas que a amavam. Eles a protegeriam, se preciso fosse. E nenhum deles a machucaria, isso era mais do que certo.
Mas havia aquela cabeça enviada pelo correio. Havia também aquelas palavras ditas por sua mãe, a mesma mulher que se recusava a dirigir-lhe sequer um olhar de reconhecimento em todos aqueles anos. Não era por falta de vontade; pelo que sabia, a saúde mental de sua mãe estava totalmente debilitada. E aquelas palavras... como poderia agir normalmente depois daquelas palavras?
“A escuridão irá tragá-la. A garota dos olhos tristes se perderá a menos que você faça algo. Puxe-a de volta antes que seja tarde demais.”
“Somente você poderá salvá-la, filho.”
“Na hora certa, saberá. Tudo na hora certa...”
Naquele momento, com aquelas palavras ecoando repetidamente em sua cabeça, Edward acreditava que seu mundo estava ruindo ao seu redor. Com suas crenças abaladas, no que acreditaria? Ou melhor: em que não acreditaria?
Só que ele mal sabia que aquilo era apenas o começo. Apenas o começo de uma longa série de acontecimentos estranhos.
Notas finais
Mas vou ser sincera, como sempre procuro ser: eu pensei sim em desistir dessa fanfic. Por mil e uma razões, mas a principal delas é que estou saindo definitivamente do mundo das fanfictions. Desta forma, fiquei todo esse tempo distante pelo simples fato de que a inspiração estava totalmente ausente.
Só que aqui estou. Como não gosto de deixar nada pela metade, quero concluir essa fanfic antes de dar adeus a esse mundo. Mas é claro que eu não irei escrever para as paredes, né?
Peço apenas uma coisa: aqueles que acompanharão essa última temporada, dê ao menos um alô. Assim eu saberei que, apesar de não comentarem com frequencia, alguém ao menos está lendo.
Não imporei mínimo de reviews pra novo capítulo, mas preciso de um número significativo de pessoas pra continuar escrevendo. Então? Quem está acompanhando?
Ah, para as desavisadas, leiam a sinopse. A da terceira fase já está incluída.
Beijos a todas e até!
Fale com o autor