Notas iniciais
Olá, pessoas! ^.^ Intensas emoções nesse capítulo. Estejam preparadas.

“Quando todas as portas se abrem, não é o momento de escolher um lado. Essa escolha deve ser feita antes que os segredos se revelem; só assim você terá o necessário pra enfrentar o desconhecido. Pois o medo sempre será a nossa maior fraqueza.”

De um momento para o outro, as coisas tinham mudado terrivelmente. Por que as mudanças nem sempre se anunciam; antes, elas têm o estranho prazer de pegar-nos desprevenidos, rindo-se, talvez, de nossos erros consequentes da surpresa.

E Edward Cullen fora pego totalmente desprevenido. Não por falta de aviso ou aconselhamento; aquela misteriosa voz bem lhe dissera que o recado tinha sido dado uma vez antes de tudo acontecer. Por que se ele tivesse ouvido a voz de sua mãe e acreditado que a loucura não estava tão distante da sanidade, não teria sido tão fácil encurrala-lo na Europa enquanto Bella estava na América, totalmente alheia às coisas que aconteciam ao seu redor.

Ele estava mesmo encurralado. De mãos atadas, não havia direção pra qual Edward pudesse olhar e encontrar uma saída.

- Caleb Langdon falando. – a voz simpática de seu mentor e até então grande amigo se fez ouvir do outro lado da linha, Edward apertando o fone em mãos enquanto engolia em seco, sem palavras por um momento. O que diria? Como abordaria tal assunto? – Alô? – Caleb insistiu diante do silêncio de quem lhe telefonava. Mas antes que Edward pudesse dizer qualquer coisa, ele prosseguiu. – É você, Edward?

- Sim, sou eu. – ele respondeu no tom de voz mais firme que foi capaz de usar.

- Gostando de sua estadia na França? – Caleb perguntou, ainda naquele tom amistoso. Havia algo de diferente nele ou seria impressão de Edward, tão perturbado depois das coisas que lhe tinham acontecido nas últimas horas?

- Era justamente sobre isso que eu gostaria de lhe falar. – Edward comentou, sondando o terreno. – Sobre o contrato assinado...

- Sally me disse que você ligou perguntando sobre ele. – Caleb interrompeu-o. – Algum problema?

- Sim, existe um grande problema. – Edward confirmou. – Você me disse que eu deveria passar alguns dias por aqui e que estaria de volta antes da formatura de Alice, mas Sally leu no contrato que o tempo de serviços prestados ao Grupo Boucher é de 45 dias. Isso não está certo, está?

- Está totalmente certo, Edward. – Caleb confirmou. Edward fechou seus olhos e apertou a mão livre de encontro ao joelho, agora coberto por uma calça social. Apesar de o relógio marcar quase onze da noite, ele não se sentira bem em vestir o pijama; alguma sensação inquietante que ele não sabia definir o colocava agitado, desconfiado. Por mais que lhe parecesse loucura... a loucura não fazia parte de sua vida agora?

- Mas você me disse... – o rapaz insistiu, mas foi novamente interrompido por Caleb.

- Não me lembro de ter dito tal coisa, Edward. – ele foi firme ao decretar, mesmo que ambos soubessem que isso era totalmente mentira. – Lembro-me apenas de ter-lhe oferecido o serviço e de também ter entregado o contrato em suas mãos. Se você não o quis ler, a culpa não foi minha.

- Isso não é verdade, Caleb. – Edward sentia a garganta apertada ao dizer. – Ambos sabemos que isso não é verdade.

- Você deve ter-me interpretado de forma errônea, Edward. – Caleb opinou em tom de quem tenta apaziguar. – Afinal, por que eu faria isso com você?

Ótima pergunta. E se Edward não tivesse recebido aquela estranha visita enquanto se banhava, não teria qualquer resposta pra ela.

- Não sei. – Edward respondeu num tom de voz mais seco. – Por que faria isso, Caleb? Por que me quereria longe nesse momento, mesmo sabendo que estar na formatura de minha irmã mais nova é importante pra mim?

- Você não está fazendo sentido, Edward. – ele ainda tentava manter a aparência da qual se valia pra convencer todos. Mas aos poucos Edward ia ficando cada vez mais convicto de que havia algo muito maior por detrás de todas as ações de Caleb. Afinal, o que ele estava tramando? O que queria com tudo aquilo? E por que, por que separá-lo de Bella? Isso não fazia qualquer sentido! Só que... por que parecia tão verdade? – Parece que anda carregando nos ombros mais do que pode carregar. Cuidando de suas irmãs e dos demais assuntos de família... isso tudo não está sendo demais pra você, Edward?

- O que você... – Edward ia perguntar, mas sentiu seu coração perder uma batida ante o efeito daquelas palavras. Por que Caleb tocara naquele assunto? A não ser que... ele sabia? – Do que está falando, Caleb?

- Que seria bom pra você e suas irmãs que você permanecesse na França por todo o tempo combinado. – Caleb prosseguiu. – Não poderá comparecer a formatura de sua irmã mais nova, mas... bem, ela te perdoará. Nem tudo tem perdão nesse mundo, mas não acredito que essa seja uma destas coisas. Afinal, Alice sabe que você só quer o bem dela; desde sempre, foi por ele que você zelou em todas as suas ações, por mais questionáveis que estas pudessem parecer.

- Você está me ameaçando? – Edward perguntou, incrédulo.

- O quê? Por que eu faria isso? – Caleb riu gostosamente do outro lado da linha, parecendo divertir-se. – Você não me parece bem, Edward. Há algum tempo venho querendo lhe dizer isso, mas... bem, você me parece meio inconstante. Talvez, depois desse serviço na Europa, você deva se afastar um pouco do serviço. Levar suas irmãs pra uma casa de praia, talvez? Seria muito bom pra você arejar sua mente.

- Não preciso arejar minha mente. – Edward rosnou. – Alguma coisa está acontecendo e eu sei que você está por trás disso. Me responda, Caleb, por que você quer a Bella? Por que está tentando nos afastar? Aliás, desde quando vem nos manipulando pra que chegássemos onde estamos?

- Edward, você está me ofendendo. – Caleb respondeu, sua voz com uma pequena nota de irritação. – Sempre fui como um pai pra você; por que está me dizendo essas coisas? Não está te tratando bem por aí, é isso?

- Encontrei um amuleto no meu quarto, Caleb. – Edward retrucou, silenciando o homem do outro lado da linha pela primeira vez. – Alguma coisa está acontecendo. Antes de falar com você, eu ainda tinha dúvidas quanto a sua participação nisso, mas agora... por que, Caleb? Por que está fazendo isso? Qual a finalidade disso tudo?

- Seria mais prudente de sua parte parar com tais especulações, Edward. – Caleb fugiu das perguntas, seu tom de voz nenhum pouco amistoso. – As pessoas podem acreditar que você está enlouquecendo, sabe? Ainda mais depois que elas souberem o que você andou escondendo por tanto tempo... é como eu te disse; responsabilidades demais pra uma pessoa tão jovem quanto você. Seria melhor que você se aquietasse, concluísse esse trabalho e não se metesse em assuntos que não lhe importam. Depois que os dias contratados terminarem, você voltará pra nós e ganhará pelo menos um mês de férias. Sua mente agradece o descanso.

- Caleb... – Edward ainda tentou, mas o homem não parecia inclinado a prolongar aquela discussão.

- Existem coisas importantes assim como existem aquelas que exigem prioridade. – Caleb concluiu. – Diante destas segundas, as primeiras perdem praticamente toda a importância. Não abuse do quanto eu o estimo, Edward. Existem coisas as quais você não entende, então não chafurde nelas. Quando lidamos com o desconhecido... bem, os resultados são imprevisíveis. E eu não quero que você se machuque por ser tolo o bastante pra lidar com coisas que estão acima de sua compreensão. Trabalhe; faça o que sempre foi sua grande paixão, na qual eu tão bem lhe treinei. Até breve.

Estava sozinho, confuso e cansado. De repente, nada mais fazia qualquer sentido.

Caleb... por que ele estava fazendo aquilo? Por que afastá-lo da América quando o que Edward precisava era estar perto? Pois sua irmã se formaria em breve; tendo a mãe dada como desaparecida desde antes mesmo que ela pudesse entender o que era o mundo que a cercava e tendo um pai cafajeste como Carlisle, significava muito pra Alice que Edward estivesse por perto naquele dia especial. Conhecendo-o tão bem, Caleb estava ciente de que Edward não queria perder aquele dia por nada neste mundo; pois era fato que, no mesmo dia, Bella se formaria. E ele prometera estar na formatura assim como prometera passar na festa organizada pelos alunos.

Então por quê?

Por mais que soubesse quais eram as respostas para as perguntas que fazia a si mesmo, Edward recusava-se a acreditar. Por que não fazia sentido. Não mesmo.

Aquele era Caleb! O homem que enxergara seu potencial antes de qualquer um. Aquele que apostara em seu talento ao treiná-lo sem nada receber por isso, já que Carlisle se recusara a pagar por algo que era completa perda de tempo.

Conhecera Caleb na faculdade de Psicologia, onde este era seu professor; naquela época, ele não era tão importante quanto o era no presente. Observara de perto a ascensão do homem. Acompanhara com crescente admiração todo o caminho percorrido por Caleb, saindo da Universidade de Washington, onde lecionava, pra inaugurar o que hoje era sua agência, mas que de início era apenas um centro de pesquisas. Arrebanhara Edward e Damon, que se tinham conhecido na faculdade e que se tornaram amigos durante aqueles anos. Apostara no talento deles muito mais do que o fizera com alguns outros poucos ex-alunos.

Juntos, eles tinham construído o Grupo Langdon. Com os conhecimentos e contatos de Caleb, assim como com o trabalho duro de Edward, Damon e algumas outras poucas pessoas, eles tinham saído do zero, passando pela fase de pesquisas e mostrando ao mundo que eles podiam sim usar tais estudos em campo. De início, haviam trabalhado em casos pequenos, mas depois... bem, o reconhecimento chegara. Ainda estavam longe do topo, mas tinham percorrido um longo caminho.

Juntos. Eles o tinham percorrido juntos.

Considerava aquele homem mais do que um dia considerara o próprio pai. Recebera dele o reconhecimento que tanto desejara receber de Carlisle enquanto criança. Isso antes de saber o que este fizera com sua mãe... pois fora aí que o ramo da psicologia lhe interessara. E fora na faculdade que conhecera Caleb, apaixonando-se pelas teorias ousadas daquele homem.

E agora, depois de acontecimentos mais do que estranhos, a vida vinha lançar em seu rosto que Caleb, seu eterno mentor, não era confiável. Estava manipulando sua vida, não se importando com seus sentimentos, em busca de algo maior. Algo que estava além de sua compreensão.

Ligara pra ele com o único intuito de, de repente, descobrir que tudo não passara de um sonho ruim. Mas assim como o amuleto, que agora jazia destroçado na mesa de cabeceira ao lado de sua cama, a verdade estava ali; impossível era fugir dela. Coisas aconteciam, e todas elas apontavam um único alvo: Bella. Por que a quereriam? Por quê? E toda aquela história de... de Filho das Trevas? O que significava tudo aquilo?

- Deus, tudo isso é tão louco... – ele gemeu, deixando que seu corpo tombasse pra trás, caindo sobre o colchão no qual estivera sentado. – O que posso fazer? Preciso voltar, mas não posso! Se eu quebrar aquele maldito contrato, terei que trabalhar pelo resto da minha vida pra pagar tal quebra de acordo.

Isso era um fato. Mesmo que não tivesse lido o tal contrato, ele sabia que tudo o que eles assinavam em nome da agência era de grande importância. Assim, se quebrassem qualquer promessa, o preço a pagar seria altíssimo. E naquela situação... bem, alguma coisa lhe dizia que o preço seria muito, muito mais alto do que o normal.

Não havia tempo pra pensar. Desde que tivera aquela maldita visão na banheira, as coisas aconteciam num curto espaço de tempo, não lhe dando o tempo necessário pra processá-los. Pois nem bem dissera tais palavras, seu celular vibrou, chamando sua atenção.

Pegando o aparelho, Edward teve mais uma surpresa.

- “Pegue o essencial e corra para as escadas de emergência.” – ele leu a mensagem de texto, engolindo em seco diante da novidade. – “Eles sabem; você corre perigo. Vá pela ala dos funcionários e saia pelos fundos. Lá, uma ajuda lhe espera.”

Como se estivesse esperando por tais ordens, Edward simplesmente saltou da cama, indo pegar a menor de todas as suas malas e jogando coisas dentro dela, nem mesmo pensando no que fazia. Não fazia ideia do que pegara, mas deu-se por satisfeito; sem dar segunda olhada ao redor, ele enfim pegou sua carteira e celular, certificando-se de que seu passaporte estava na mala. E assim, tropeçando nos próprios pés, Edward Cullen fugiu do quarto.

O único momento no qual seu corpo hesitou naquela fuga foi pouco antes de sua mão tocar a maçaneta da porta que conduzia as escadas. Afinal, por que estava fugindo? Recebera uma mensagem anônima e estava simplesmente fugindo, seguindo as ordens de... quem? E se esse alguém quisesse lhe ferir? E se, atrás daquela porta, a morte lhe esperasse?

Mas algo veio lhe provar que o tal anônimo queria mesmo salvar sua vida. Poucos metros dali, a porta do elevador se abriu, chamando sua atenção. Quando percebeu, já passara pela porta e descia correndo as escadas; pois, atrás de si, os zunidos das balas se faziam mais do que audíveis. Os homens que haviam usado o elevador pra chegar aquele andar tinham lhe reconhecido e atiravam nele sem qualquer hesitação.

Eles queriam matá-lo.

Durante aquela desajeitada corrida, ouvindo os tiros que eram disparados contra si enquanto aqueles homens o seguiam, Edward nada pensou. Naquele momento, apenas sobreviver lhe importava. E depois de todas as coisas que tinham acontecido... ele sabia: não era apenas a sua vida que corria perigo. Bella não estava segura. Talvez ninguém estivesse... pois ele não fazia a mínima ideia do que estava acontecendo. Tampouco sabia por que aquelas pessoas o perseguiam. E estava longe, muito longe de saber o que elas queriam.

O ar lhe faltava, seus ouvidos zumbiam devido ao eco dos tiros, estes por vezes zumbindo tão próximos a sua cabeça que, por milésimos de segundos, Edward esperava sentir a dor lancinante e o sangue quente a escorrer por sua pele. Mas ele não foi atingido. Por incrível que pudesse parecer, os tiros não o acertaram em momento algum. E por mais que seu corpo pedisse pra que ele parasse, ele persistiu naquela corrida.

Estava correndo por sua sobrevivência. Naqueles momentos de puro terror, lhe parecia que a própria morte o perseguia.

Quando o último lance de escadas chegou ao fim, Edward prendeu a respiração, trincando os dentes e acelerando ainda mais sua carreira. Pois ele sabia que aqueles que o perseguiam teriam a vantagem por aqueles segundos, enquanto ele estaria totalmente desprotegido.

Mas parecia que aquela não era a noite na qual Edward Cullen morreria; com balas zunindo ao seu redor e maldições sendo ouvidas como se viessem de muito longe, ele percorreu a pequena distância, saindo ileso pela porta que o separava do térreo.

Do outro lado da porta, havia um corredor. A sua direita, Edward tinha o caminho que o levaria até o saguão de entrada, onde provavelmente o porteiro e o segurança deveriam estar. A sua esquerda, estava o corredor que o levaria até a saída dos fundos, essa sendo usada pelos funcionários, já que a ala de serviços ficava também naquela direção. Racionalmente, correr para o saguão de entrada seria o mais inteligente a se fazer; mas não fora isso o que o anônimo lhe dissera.

Então, indo mais uma vez contra sua racionalidade, Edward correu pra esquerda, sabendo que seria questão de segundos até que aqueles homens saíssem pela mesma porta usada por ele, tendo assim a mira perfeita pra lhe ferir.

Só que algo aconteceu. Naquele momento, Edward não teve tempo pra pensar nisso, mas depois... bem, isso faria parte da cota de coisas estranhas que aconteciam ao seu redor. Por que, enquanto ele corria, um ruído diferente dos tiros chegou até seus ouvidos; eram batidas! Ao que parecia, a porta que até então estivera aberta fora misteriosamente selada. E era essa porta que seus perseguidores esmurravam, pouco entendendo o que acontecia.

Edward percebeu que a porta se abrira quando ele dobrara o corredor, correndo em direção à saída. Assim que ele passou pela porta que o conduziria pra fora do prédio, os tiros recomeçaram; por pouco, muito pouco, um não o atingira no ombro.

Descendo os degraus da pequena escada que estava ligada a porta, Edward olhou ao redor. Aquela ruela era escura, estreita e, aparentemente, estava vazia. De onde viria o socorro prometido? Pois se este viria, que viesse logo. Já podia ouvir os passos pesados de seus algozes reboarem pelo corredor pelo qual ele mesmo há pouco passara; em instantes, eles o alcançariam.

Como se respondendo ao seu pedido mudo, um carro apontou a sua esquerda, cantando pneus ao fazer uma manobra arriscada pra entrar naquela ruela. Sem nem mesmo olhar para o rosto do motorista, Edward jogou sua mala e saltou a porta fechada do passageiro, caindo sentado de qualquer jeito ao lado de quem dirigia.

- Vai, vai! – ele berrou nem bem caíra dentro do veículo, os pneus do carro cantando quando o motorista arrancou. Edward permaneceu meio abaixado por um momento, já que os tiros tinham recomeçado e ele sabia quem era o alvo, mas pôde erguer-se quando mais uma manobra arriscada foi feita e eles se embrenharam no transito pouco movimentado àquelas horas, misturando-se aos demais carros.

Com um suspiro de alívio que fez doer seus pulmões maltratados naquela corrida, ele voltou-se para o motorista afim de agradecê-lo. Só que as surpresas da noite pareciam não ter fim.

- Cara, Paris é mesmo demais! – Damon ria enquanto dirigia, seus olhos claros brilhando de excitação. – Você está bem? Eles conseguiram acertar você?

- O que... eu... como... ãhn? – Edward balbuciou, atônito. Era definitivo: ele enlouquecera.

- Sua cabeça deve estar uma grande confusão, não é? – Damon lançou-lhe um olhar preocupado, toda a diversão de antes parecendo evaporar. – Admito que há muita coisa que nem mesmo eu sei, mas prometo te contar tudo o que me foi dito. Só que agora temos que nos esconder. E depois... bem, depois temos que encontrar um meio de sair desse país sem que eles não nos matem no aeroporto.

Caleb não era o que parecia, isso fora uma grande surpresa e choque. Mas Damon? Que diabos ele fazia ali, salvando-o? Céus, o que estava acontecendo? O mundo todo enlouquecera?

Ou seria ele o louco? Edward não sabia. A única coisa que sabia naquele momento era que, se pudesse, ele dormiria e nunca mais acordaria. Pois se a vida de repente se transformava em um insano pesadelo... o que fazer? Ninguém mais era o que costumava ser. As coisas caminhavam pra um rumo desconhecido. E ele... bem, estava no meio disso tudo.

Só que, por mais que aquilo tudo o estivesse enlouquecendo, uma preocupação insistia a se sobressair acima de todas as outras: Bella. Quão grande era o perigo que a cercava?

Notas finais
Curto, mas foi o que deu pra essa semana. Escrevi hj, pq não queria que a semana se fosse sem que vocês tivessem novo capítulo.
E então... surpresas? ^.^
Espero pelos seus reviews. Bjos e até!