Notas iniciais
Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!
Surtei!

Como prometido, o capítulo. Depois quero que leiam as notas finais.

Obs: não tenho tempo de responder reviews, mas saibam que leio todos eles e os AMO!

“A verdade não nos dá o poder. Nos dá a responsabilidade.”

Bella fingiu estar concentrada no livro que estava aberto em suas mãos, ciente do olhar fixo que Roy lançava a ela do outro lado da quadra de esportes. Estavam todos reunidos ali nos poucos minutos de intervalo, todos aproveitando os raios de sol que aquecia os corpos adolescentes reunidos em grupos.

Ela estava sozinha hoje. Alice ainda estava muito abalada por tudo o que acontecera na última sexta feira, sendo que tivera ainda mais um confronto com o cafajeste do pai quando este tinha ido buscá-la no apartamento de Edward. Por mais que Edward, Damon e Bella estivessem lá pra ajudar, a garota ainda estava muito abalada por descobrir o mau-caratismo do pai e estava grudada em sua irmã desde que soubera o inferno pelo qual Rosalie passara.

Bella suspirou e virou uma página do livro desinteressante. Sabia que não era apenas Roy que a olhava com interesse e curiosidade, todos os demais adolescentes a observavam, de forma discreta ou não, admirados pela mudança em seu visual.

Não era pelos presentes de Alice que ela decidira mudar sua forma de se vestir e de se comportar, embora isso tenha ajudado. O que tinha realmente mudado a garota tinha sido uma conversa no mínimo interessante entre ela e Damon, um dia atrás, quando o rapaz se tinha disposto a levá-la pra casa, já que Edward estava até o pescoço com os problemas familiares.

- Eu não fazia idéia de que os problemas deles eram assim tão graves. – ela tinha suspirado ao recostar-se no banco do belo Corolla.

- É. – ele dissera de forma bem descontraída ao ligar o carro. – São as máscaras.

- O que quer dizer? – ela perguntara com curiosidade e, ao olhar pro rosto do amigo, percebeu pela primeira vez que não conhecia nada de Damon. Percebeu que o rosto sério que a olhava de relance nunca lhe fora apresentado, mascarado pelo Damon brincalhão e comilão. – Você usa uma máscara. – não era uma pergunta. Era uma afirmação.

- Todos nós usamos, Bella. – ele disse com um pequeno sorriso esperto. – Você também usa... mas usa as máscaras erradas.

- Como assim? – ela perguntara, mexendo-se desconfortável no banco. De repente ela percebera que Damon a estava tentando ler e, como sempre, deixou sua expressão imperturbável, impenetrável.

- Fique tranqüila. – ele suspirara. – Não estou tentando ler você. Se nem Edward conseguiu... o único capaz seria nosso chefe. Mas, voltando às máscaras, você sabe que usa uma pra esconder o talento que tem em você, pra esconder o que você é de verdade. Essas roupas – ele fez um gesto vago em direção ao jeans e moletom que ela usava. – serve pra manter o interesse dos homens distante de você e a admiração e inveja das mulheres também.

- E? – ela perguntou, surpresa por ele estar correto em todas as afirmações. Bom, ele era realmente bom no que fazia, então não havia motivos pra surpresa.

- Está fazendo do jeito errado. – ele riu de forma simpática ao olhá-la. – Vestindo-se dessa forma você está sim afastando os cafajestes e as invejosas de plantão, mas está atraindo um número de pessoas ainda maior.

- Qual? – agora ela estava realmente interessada.

- Ainda mais no colégio... bem, tem sempre aquele grupo de pessoas inúteis e inseguras que não perderiam uma oportunidade de te agredir física e verbalmente pra aliviar as próprias inseguranças e frustrações. Vestindo-se dessa forma e se isolando, estará atraindo pra si esse grupo que é ainda maior do que os dois primeiros, tenha certeza.

- E não é que você tem razão? – ela se surpreendera ao se dar conta de que, em sua vontade de ser invisível, não tinha visto por aquele ângulo.

- Eu sei que às vezes dá vontade de sumir. – ele suspirara olhando o trânsito movimentado a frente deles. – Mas é mais fácil encarar do que fugir. Pois encarando você tem duas opções: vencer ou perder. Fugindo, você só tem uma: ter medo a vida inteira. – ele sorrira de leve mais uma vez ao olhar pra ela. – Como você deve ter percebido, o Damon idiota é sim uma máscara, mas é parte de mim. É meu lado descontraído, divertido, idiota de verdade. Vendo-me por esse ângulo, as pessoas nunca desconfiam do que sou realmente capaz de fazer, então essa máscara é útil em meu trabalho, em minha vida social. Mas essa Bella – ele apontou novamente pras roupas largas. – ela não existe. Só está tentando fugir de quem é de verdade.

E era por isso que ela estava sem os eternos fones de ouvido dependurados em seu pescoço. Mudara a calça jeans folgada por outra também jeans, mas que se ajustava com perfeição em suas belas curvas. Usava também uma blusa com um decote um pouco ousado, mas nada vulgar, decote que o casaco leve deixava aparecer, já que ela o conservara aberto. Um All Star preto com cadarço branco completava o look que, apesar de aparentemente simples, dava um novo brilho aos olhos dela, uma nova beleza ao rosto tranqüilo e relaxado, o rosto emoldurado pelos bastos cabelos castanhos que ela amassara de forma bem casual pra deixar um ar meio selvagem, meio misterioso.

Enfim, Bella Swan ainda era uma incógnita aos olhos de todos. Mas agora era uma incógnita tremendamente atraente.

Tentou deixar o rosto ainda inexpressivo quando viu a sombra de Roy se aproximar pela calçada, seus olhos ainda fixos no livro que ela fingia ler. É, estava na hora do show.

- Resolveu se vestir igual gente agora? – a voz grave e profunda chegou aos seus ouvidos que se deliciaram com o tom duvidoso e defensivo dela.

- É, percebi que eu era também uma pessoa apesar de às vezes não me parecer com uma. – ela disse de forma bem casual enquanto virava mais uma página do livro. Alguns segundos de completo silêncio se passaram até que Roy o rompeu.

- Não vai me perguntar por que vim falar com você? – ele disse num tom que delatava seu esforço em puxar conversa com a garota.

- A pergunta não é essa, meu caro. – ela disse ainda naquele tom de quem não quer nada, ainda sem levantar os olhos do livro. – A pergunta é por que veio até mim sem seus amigos capachos. Mas essa eu já sei a resposta.

- Ah, sabe? – ele disse num tom desafiador.

- Sim, eu sei. – ela virou mais uma página. – Quer saber se eu falava sério quando disse que posso te ajudar.

Dessa vez o silêncio entre os dois foi muito maior, ambos conscientes de que eram observados por todos os alunos que se aglomeravam por ali. Era muito estranho ver a estranha e solitária novata, agora tremendamente gostosa, conversando com o anti-social e agressivo valentão da escola.

- E está? – ele perguntou num sussurro fazendo Bella rir de leve e finalmente fechar o livro, levantando-se do degrau das arquibancadas onde estivera sentada tomando sol. Ficou em frente ao garoto, o livro em uma mão enquanto a outra se ocupava em tirar uma mecha de cabelo que tinha sido jogada contra seu rosto pelo vento e a colocar atrás da orelha.

De frente pra ele, ela era muito pequena mesmo. E diante da agressividade explicita nas feições do rapaz, os demais alunos prenderam a respiração ante ao embate evidente.

- Só quando você estiver pronto pra dizer o que sabe sobre a noite do assassinato. – ela disse de forma bem lenta fazendo os olhos de Roy se arregalar e ele engolir em seco.

- Não sei nada sobre isso. – ele bufou de forma pouco convincente. Pelo menos pra Bella. – De onde você tirou essa loucura?

- Eu e você sabemos que você estava aqui na escola na noite do assassinato, Roy. – ela disse de forma bem lenta sem quebrar o contato visual que tinham, as palavras ditas em voz baixa impedindo que mais alguém além dos dois a ouvisse. – Mas só você sabe o que viu. Terá o que quer quando eu tiver o que eu quero. – e sorriu como se tivessem partilhado de um encontro amigável. – Tenha uma boa manhã. – disse alegremente e saiu, deixando o rapaz sem palavras.

Bella passou pelas pessoas que ainda a observavam boquiabertas e não perdeu a oportunidade de acenar alegremente pra Jéssica que a observava de longe, uma expressão de incrédulo desgosto por vê-la conversar com Roy sem levar um belo soco. Riu alto ao ver o olhar mortal da garota em sua direção e pensou enquanto ia pelo corredor em direção ao bebedouro “Pena que agora não tenho mais motivos pra irritar Jéssica. Roy já se aproximou de mim, então não preciso mais dela pra mandá-lo fazer isso. Uma pena... era realmente divertido.”

Sim, ela sempre soubera que Jéssica mandaria o valentão da escola atrás dela por tê-la afrontado daquela forma. Por que era exatamente isso que ela tinha em mente quando provocara a garota naquela manhã no refeitório, logo depois de ter provocado um ataque de nervos em Leslie. E a razão de ela ter essa idéia muito louca vinha pelo corredor agora com um imenso sorriso no rosto e um saco de lixo nas mãos imensas.

- Emmett. – Bella saudou com um sorriso. – Não tinha te visto ainda essa manhã.

- Ah, eu estava cortando a grama atrás da escola. – ele deu de ombros observando-a de alto a baixo. – Você está diferente hoje. Namoradinho novo, não é? – ele gracejou e ela riu, bastante a vontade ao lado do rapaz que, apesar de jovem, era o zelador do colégio.

- Oh, quem me dera. – ela riu e olhou em volta antes de dizer em uma voz um pouco mais baixa. – Roy já veio falar comigo.

- Bella. – ele disse em tom de alerta, o sorriso sumindo de seu rosto. – Você vai se meter em encrenca! Pare de mexer com esse tipo de gente.

- Não se preocupe, Emmett. – ela riu e deu um tapinha no braço forte do rapaz. – Suas informações foram de grande ajuda, então... muito obrigada.

- Não me agradeça, espertinha. – ele resmungou parecendo estar irritado consigo mesmo. – Nem sei por que lhe contei essas bobagens.

- Ora, por que você estava com a consciência pesada por não ter procurado a polícia e contado que viu Roy sair correndo pelo terreno escuro da escola na noite do assassinato. – Bella deu de ombros como se fosse a coisa mais simples do mundo. – E teve medo de estar cometendo uma injustiça quando me ouviu dizer que Eric era inocente e não tínhamos como provar.

Bem, acredito que nesse momento os leitores estejam um pouco confusos com os recentes acontecimentos. Então voltemos um pouco atrás, naquele dia no qual Leslie veio à aula pela primeira vez depois da morte da professora, no dia em que Bella fez a garota brigar com Mike em frente a todos os colegas.

Nesse episódio vocês já perceberam que a habilidade de Bella permite que ela manipule as pessoas ao seu bel prazer. O que vocês desconhecem é que ela já tinha manipulado alguém momentos antes de conversar com Leslie.

Esse alguém se chama Emmett McCarty, o atual zelador da escola. Bella assistira à primeira aula daquele dia em companhia de Alice que tagarelara sem parar como sempre, mas a mente da garota não estava presa as palavras da amiga, mas sim aos fatos que a levariam ao desfecho daquele caso.

Edward estava desconfiado de que Leslie estivera presente na escola e vira o assassinato, de que ela sabia quem o tinha feito e que havia ligado pra polícia logo depois, ocasionando a prisão imediata de Eric, já que ele dera o azar de ter um carro patrulha passando pela rua do colégio naquele momento.

O circo estava montado. O assassino esfaqueia a professora, Leslie vê e sai correndo, ligando pra polícia, Eric chega pro encontro habitual entre ele e a amante e a vê caída, morta, a arma do crime caída ao lado do corpo. E como todo bom idiota, ele pega a faca e se lambuza do sangue da mulher ao tentar revivê-la, resultando em sua prisão imediata.

Mas como sempre, um crime tem uma testemunha. E pra azar de todos, Leslie era a testemunha e não queria abrir o bico, protegendo o assassino. Só que a cabeça de Bella comichava sem parar com uma idéia que insistia em ir e voltar.

E se mais alguém vira alguma coisa naquela noite?

Uma luz brilhou em sua mente no mesmo momento em que a aula acabou e Alice seguiu pelo corredor, indo pra uma aula diferente da sua. Pegando o caminho contrário, Bella resolveu matar aula e seguir pros fundos da escola, procurando um vulto uniformizado que passara despercebido por ela várias vezes desde seu primeiro dia na escola. A pessoa que ela estava certa de ter visto qualquer coisa que a iria ajudar naquele mistério todo.

E a pessoa era Emmett, o zelador. Com a sua personalidade ingênua e absurdamente simpática, não foi difícil pra Bella dobrá-lo. Logo estavam conversando animadamente como velhos amigos, o então certinho Emmett nem se atendo ao fato de que Bella era uma aluna e que deveria estar em aula nesse momento, visivelmente satisfeito de estar conversando com aquela garota.

Pois esse era o dom de Bella. Dizer sempre o que as pessoas queriam ouvir. E o que elas não queriam também, claro.

Foi quando ela confidenciou a ele que estava trabalhando com a polícia no caso da morte de Vanessa e que ela tinha plena certeza de que Eric era inocente que ela viu o pânico se instalar no rosto do rapaz. E ela não precisou de muito tempo pra perceber o que lhe causara o pânico: a culpa.

Não teve que se esforçar muito pra arrancar dele tudo o que ele sabia, não sem antes prometer manter sigilo sobre sua fonte de informações.

- Pensei em contar pra polícia. – ele disse em um sussurro enquanto varria as folhas que se espalhavam pela calçada, Bella encostada a parede de forma que se alguém olhasse de dentro da escola não a visse matando aula nos fundos em uma animada conversa com o zelador. – Mas, como haviam pego Eric, achei irrelevante falar sobre isso.

- O que você viu? – ela perguntou num quase sussurro e Emmett parou de varrer, suspirando ao encará-la.

- Roy, o garoto problema, correndo pelas sombras e pulando o muro. – Emmett apontou pro muro dos fundos, muito perto da sala de aula onde tinha acontecido toda a tragédia. Perto demais pra que ele não tenha visto nada. – Ele está sempre nas redondezas, pichando muros, quebrando coisas, fazendo arruaças. E nessa noite ele estava aqui.

- Você acha que poderia ter sido ele? – ela perguntara atenta a expressão do zelador.

- Não sei. Ele faz as suas traquinagens sim, mas nunca fez algo desse porte, embora todos digam que ele é um rapaz realmente agressivo e perigoso. Teve sua cota de brigas e coisa e tal, mas nunca machucou ninguém a sério.

- Entendo. – ela suspirara, pensativa. – Então você acha que ele não tem nada a ver com o assassinato, mas que possa ter visto algo?

- É, acho que sim. Na verdade eu nem sei o que acho. – ele deu de ombros rindo tristemente. – Sou apenas um zelador.

- Mas pelo que vejo em você, tem potencial pra ser muita coisa além disso. – ela dissera com o cenho franzido. – Por quê? Por que se contenta com isso mesmo sabendo que pode ser muito mais do que isso?

- Ah, Bella. Vejo que é uma garota legal e que também tem sua cota de problemas já que está agora matando aula pra conversar com o zelador. – ele deu de ombros. – Pela tristeza que vejo em seus olhos, posso perceber que não teve um passado fácil. Eu também não tive... tive que aprender a me virar desde muito cedo. E acabei aqui. – ele riu com tristeza, seu rosto sincero transparecendo bondade quando olhou pro rosto surpreso de Bella. Ele conseguira ver a tristeza em seu olhar mesmo sem ser um mestre em expressões e linguagem não verbal. Como? – Me conformei com a pobreza e a solidão. Apenas isso.

- Como conseguiu ver? – ela perguntara em um sopro.

- Dizem que um burro reconhece o outro, que um doente sabe quem também está doente, que um psicopata vê de longe um concorrente. – de novo aquele riso triste. – Minha alma partida apenas reconheceu a sua.

E essa frase se gravou na mente de Bella mesmo quando o sinal tocou anunciando a nova aula e que Emmett fez questão de lhe lembrar que ela já cabulara uma aula e que iria se encrencar se cabulasse mais uma. Emmett era uma pessoa especial, disso ela não tinha dúvidas.

Anos e anos em completa solidão, apenas se envolvendo com escórias da humanidade e agora ela encontrava as melhores pessoas que conhecia em vida todas em um mesmo ambiente. Parecia até que suas vidas tinham sido interligadas... se Bella acreditasse em destino, diria que era coisa dele.

E mesmo agora ali, em pé na frente do rapaz de ombros largos e sorriso sincero, ela sentia de que de alguma forma Emmett teria um papel importantíssimo em sua vida. Só não sabia por que sentia isso.

- Mas fique despreocupado. – ela disse mais uma vez, um sorriso lento e preguiçoso se insinuando em seus lábios. – Tudo vai acabar bem. E te agradeço realmente por tudo que tem feito: não contar pra ninguém que eu conversei com você me ajuda e muito. Não quero que ninguém saiba das coisas que sei.

- E eu iria contar pra quem? – ele ergueu as sobrancelhas e riu daquele seu jeito triste. – Se não percebeu, não sou muito sociável.

- Sabe, Emmett. – ela disse se aproximando um passo do rapaz, seus olhos fixos nos dele. Estavam apenas os dois no corredor vazio, os alunos ainda reunidos fora do prédio aproveitando o sol, ou seja, ninguém ouvia o diálogo dos dois. – Você está mentindo pra mim. Não sobre Roy e a noite do assassinato, mas sobre você. Não é apenas um zelador de passado difícil... eu vejo guerra nos seus olhos.

- Percebi desde o primeiro dia em que conversei com você que não era apenas mais uma garota, Bella. – ele disse, agora também sem sorriso algum, seus olhos pareciam feitos de gelo ao se fixarem nos olhos da garota que sentiu sua garganta se mover ao engolir em seco: a postura de Emmett era muito intimidante. – Não sou um caso pra você desvendar. Não quero ser desvendado. Quero apenas continuar a cuidar da escola e te ajudar com qualquer informação que possa dar... sobre o caso. – ele deu ênfase à suas últimas palavras e então sorriu abertamente como se nada tivesse acontecido. – Foi um prazer falar com você. Tenha um bom dia.

E saiu andando pelo corredor no mesmo momento em que o sinal batia e os alunos começaram a voltar pra dentro do prédio. Bella ainda ficou alguns segundos parada, seus olhos fixos nas costas de Emmett que desaparecia rumo ao exterior do prédio.

Seu último pensamento antes de se virar e andar em direção a sua sala de aula trouxe um sorriso divertido à seus lábios.

“Como as pessoas são interessantes! Quanto mais mentem, mais interessantes se tornam.”

Notas finais
Oh, minhas queridas leitoras, eu surtei quando vi quatro novas recomendações.
Antes queria lembrar e agradecer as cinco leitoras que a indicaram antes, não me lembro se já agradeci ou não.

Vamos por partes:

tartarugab, valeu pela linda recomendação, a primeira de todas.

manchester, muito bondosa ao elogiar os capítulos bem descritos principalmente nas partes em que as emoções do outro são vistas pelos olhos de Bella, dando ao leitor a capacidade de acompanhar tudo como se estivesse no lugar dela. Ainda mais por dizer que a fic se destaca entre tantas outras do mesmo gênero, valeu mesmo.

bia_salles, fiquei feliz ao ler a linda recomendação, com elogios e descrições bem detalhadas sobre os pontos centrais da história.

Jessica_Pattz, nem sei o que te dizer. Elogiar a fic e dizer que sempre deixa um gosto de quero mais me tocou realmente, mesmo sabendo que vc já disse muito mais do que isso via msn.

Arline, valeu por elogiar minha tão singela escrita. Vista por suas palavras, ela parece ser bem melhor do que realmente é.

Franbgs, depois do seu "super recomendada", o resto só fez abrir ainda mais o imenso sorriso no meu rosto. Diferente, instigante e intrigante, vc bem disse. Não teria melhores palavras pra descrever minha história.

E as novas recomendações:

nally, fiquei feliz por ler que vc acha que sou uma ótima escritora. E saber que vc acredita que essa história seja diferente de todas as outras q vc já leu... bem, me anima a sempre fazer a diferença.

Robsten94, prometo caprichar ainda mais nas intrigas da história, agora que sei que vc gosta. E os jogos de verdades e mentiras... bem, a fic é repleta deles.

MonsterNess, a descrição que vc fez de Bella fez toda a diferença. Vc conseguiu pegar a essência da fic, o impacto que conhecer Bella causou em Edward e tudo mais, fico muito feliz em saber que a história te prendeu tato.

Nuss, nunca escrevi tanto nas notas finais. Valeu pelas recomendações e a proposta ainda tá de pé: se mais recomendações vierem, mais capítulos tbm virão.

Bjks e comentem!