The Alchemist
2 A Alquimista Federal
Notas iniciais
Segundo capítulo para vocês!!
– O que você disse?- Ed se virou para a garota ao lado que havia sussurrado.
– Te chamei de alquimista.
– C-como soube?- Ed sussurrou surpreso.
– Conheço alquimistas de longe.
“Essa garota é realmente muito estranha...” – Pensou Ed, fitando a garota ruiva.
– Qual foi?- Perguntou a garota. Ed se assustou com a mudança de humor dela.
– Nada. Er... Você também é alquimista?
A garota o olhou por alguns instantes e em seguida respondeu:
– Sou uma alquimista federal.
–O QUE?!
– Senhor Elric, você pode até ser baixinho, mas isso não significa que você seja invisível.
“Essa foi à gota d’água!”
– Arg... — Gemeu Ed baixinho, para que não fosse repreendido. Era raro ver Edward controlado.
Após uma eternidade, o sinal bateu, fazendo um verdadeiro alvoroço na sala quatro do nono ano. A garota se levantou rapidamente e seguiu para a saída até que Ed alcançou-a.
– É bom ser alquimista federal?
Ela olhou para Ed com seus olhos verdes e deu um sorriso irônico, bem parecido com o que Ed sempre dava.
– É bom receber ordens?
– Claro que não.
– Hm. — A garota virou-se e saiu pelo corredor.
– Seu nome?
Ela se virou e encarou-o.
– Porque quer saber? Sou interessante para você?
– É claro que não!
– Ótimo. — E mais uma vez, saiu andando. Só que desta vez mais rápido.
– Você nunca dá certo com garotas, não é Ed?
– Cala a boca, Al, se não quer que eu quebre sua “cara de lata”!
Coronel Mustang, 34 anos, alto, magro, cabelos curtos e pretos.
Suzana Roxy, 14 anos, alta, magra, cabelos longos e ruivos.
– Você pode telefonar para o tenente Louis e pedir para ele trazer um relatório sobre o caso... Não, eu sei... Eu entendo...
– Posso entrar? To entrando.
– Vou desligar, Roxy chegou.
– Não cansa de falar ao telefone, Mustang?
– Srta. Roxy, isso te interessa?
– Nem um pouco.
– Ótimo. Já está pronto o relatório que eu te pedi?
– Obviamente eu tinha coisas muito mais importantes para fazer, porém, resolvi adiantar meu trabalho.
– Você não se parece nem um pouco com o seu pai. Ele não é tão arrogante.
– É mesmo? Eu discordo. Ele é mais que arrogante! Ele é intolerante, metido, intrometido...
– Já terminou?
– Não! Ele é irônico, insensível, cabeça oca...
– Mustang, poderia me acompanhar até o Conselho?- Uma mulher de cabelos castanhos aparece a porta segurando um celular.
– Se esqueceu de como bater na porta?
– Roxy!
– Ah, ela tem razão. Desculpe-me, é que... O motivo é urgente!
– E o que é?
– Furo no caixa.
– O QUÊ?
– Furo no caixa, Coronel.
– Ok, já entendi. Roxy, depois conversamos.
– Tanto faz.
– Ótimo.
– Ótimo!
Mustang sai de sua sala acompanhando a Srta. Lovegood, que o havia chamado em sua sala, deixando a garota ruiva fumegando de raiva.
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