Notas iniciais
Bem, voltei de novo. Mais um capitulo, e espero que gostem

—Acorde!!!!

Depois de desmaiar depois de tomar a Poção da Lembrança e ver uma barbona azul na minha frente, eu acordei. No início, eu só via a claridade, mas depois pude ver que os Heróis estavam ao meu redor, e eu estava caído num chão duro olhando um céu muito azul, com uma leve brisa trazendo um cheiro salgado.

—Hã? O que aconteceu? – perguntei.

—Você apareceu caído, mas deve ser normal isso. – Disse o que se chamava Wislan.

Quando me levantei, estava em um piso. Quando vi melhor, era, na verdade, uma plataforma bem grande feita de pedra, e no centro dela havia uma construção também grande, tipo uma casa com vários quartos e, pelo menos, dois andares.

—Onde estamos? – perguntei

—Estamos na nossa base, no meio do oceano. Bem no marco zero mundial. Disse o Pedro.

Quando me aproximei mais da borda pude notar que a plataforma estava pelo menos uns dez metros de altura em relação ao nível das águas, e o acesso a ela era um tipo de escadas feitas de pedra, tipo a metade de uma pirâmide rodeando a plataforma. Ao descer e provar a água, vi que era salgada.

—Ponto zero mundial? – perguntei

—É. – Larissa responde – É no exato ponto onde o meridiano de Greenwich e o Equador se cruzam.

Quando subi a plataforma e vi a base, notei que era igual à do meu sonho. Mas sem as bandeiras de bichos. Não comentei nada.

Ao dar mais uma explorada, vi um campo cercado onde tinha grama, e estavam alguns girassóis, e outras plantas, além de grama. Também tinha uma plataforma de grama em outro canto, com vinhas embaixo, que eu supus que servia para conseguir cordas de vinha. Tinha umas mesas de criação, tochas, e até uma placa solar, ligada a umas baterias. Mas não vi outras coisas, além disso.

Ao entrar na base, vi uma televisão, um sofá vermelho, umas fornalhas, baús e mesas de criação num canto. Além de tomadas com carregadores e alguns celulares. Todas as paredes eram feitas de pedra, o que reduzia o número de incêndios catastróficos a zero. Ao dar mais uma olhada, vi que tinha cinco quartos. Quatro deles tinham decorações, mas um deles, o do meio, só tinha uma cama, uma mesa de criação e uns baús.

—Ok. — disse João-O que você pode nos ajudar aqui? Que conhecimentos você pode nos dar?

—Bem, — disse eu-Vocês sabem o que está acontecendo de verdade no mundo? – arrisquei

—Não-disseram todos.

—Então, tudo o que está acontecendo no nosso mundo são coisas de um jogo chamado Terraria.

Achei que eles fossem pegar suas espadas e me matar por falar um absurdo desses, mas eles só disseram:

—Então, tudo o que está acontecendo no mundo pertence a um jogo?

—Sim-confirmei.

Então comecei a falar sobre o jogo para eles. e expliquei qual é o objetivo do jogo, que é matar todos os Bosses (Chefões), e evoluir, construir, explorar e criar. Não falarei tudo aqui, porque não tenho tempo. estou prestes a iniciar o Evento Lunar… Opa, falei muito. Bem, eu explicarei tudo enquanto acontece. Por exemplo, se acontecer um evento, eu dou informações sobre ele.

E assim, começou a aventura. E, a noite, depois de um pouco de conversa, eles me alocaram no quarto do meio, e fomos dormir.

Sonhei. Estava na base, e percebi que a barbona pertencia ao Lorde Lunar, o último chefe do jogo. Ao olhar para baixo, vi uma espada Influx Waver enfiada no seu coração, e olhando mais em baixo, eu me vi, caído no chão, morto.

Notas finais
... Fiquem sem ideias para falar agora. mas, vamos indo. espero que tenham gostado. Até a próxima.