Tempted

17 Casas McCaullin


Notas iniciais
Pronto! Mais um! Emoções no próximo

— Grey! – Taylor o cumprimentou, surpreso, mas num tom menos tenso, mais divertido.

— Que... Surpresa. – Christian falou ironicamente, nada surpreso. — Vim ver Anastasia.

Taylor abriu mais a porta e deu um passo para trás, permitindo que Christian me enxergasse encolhida no sofá. Ele estava estupidamente lindo esta manhã. Seu cabelo estava um pouco úmido, como se tivesse acabado de sair do chuveiro, e vestia uma jaqueta preta por cima de uma camisa cinza simples, combinando com a cor dos seus olhos. A calça preta e o sapato um pouco informal o fazia parecer mais jovem e descontraído. Nem parecia um homem de negócios. Eu quis desesperadamente não estar usando um robe de bolinhas ridículo naquele momento.

Kate veio do outro lado do nosso apartamento trazendo as xícaras de café.

— AH! Christian Grey! Não sabia que Ana estava esperando visitas! – Kate falou. Apesar de também estar usando roupa de dormir, Kate parecia bem menos constrangida que eu.

— Eu não estava... – consegui dizer.

— Eu vim sem avisar. – Christian tomou a palavra. — Nós podemos conversar a sós, Ana? – ele perguntou virando-se para mim.

Engoli em seco.

— Claro. – disse e me levantei. — Vamos até... meu quarto. – hesitei. Não havia muitos cômodos extras onde pudéssemos ficar a sós no nosso apartamento.

Christian passou por Taylor e eu driblei uma Kate curiosa e entusiasmada, que piscou para mim e sinalizou para que eu contasse tudo depois. Tentei fingi que não entendi o que ela quis dizer e rumei em direção ao meu quarto. Christian veio atrás de mim.

Quis que meu robe não chamasse mais atenção que o urso de pelúcia gigante que eu tinha na minha cadeira de canto. Quão infantil eu não estaria parecendo? Não pude deixar de notar o olhar que Christian lançou para o urso.

— É o Tedy. – falei.

Christian riu.

— Muito prazer.

— O prazer é meu... Dele... – me atrapalhei. — Ah... Christian... O que você está fazendo aqui? — Eu vim para conversar com você. – ele começou. — Queria... Ham... Pedir desculpas por ter sido rude ontem. Não consegui dormir, pensando... Em tudo que você disse.

Lembrei-me das coisas que consegui dizer a ele e momentaneamente me senti constrangida. Como eu teria reagido se fosse tão introspectiva quanto Christian e ouvisse uma pessoa quase estranha querer exigir que eu me abrisse para ela...

— Eu não quis forçar você... – comecei a dizer, mas ele me interrompeu.

— Não precisa se desculpar. Você tem razão. – ele disse, surpreendentemente. — Ana, eu quero você! E estou decidido a isso.

— Não estou disponível para...

— Eu sei! Já sabemos, nós dois, de todas as implicações. Mas quer saber? Até o fim de semana que vem, que é seu noivado oficial, me dê a chance de mostrar que podemos dar certo!

Eu caí sentada na cama. Não poderia acreditar no que eu estava ouvindo. Meu coração estava batendo tão rápido que era difícil me concentrar. Para piorar, Christian deu um passo à frente e se sentou ao meu lado.

— Não posso ser cruel com o seu irmão só porque sentimos atração um pelo outro. – falei.

— Mas você também não pode se sacrificar levando adiante o casamento só porque está com pena de Elliot!

— Eu não estou com pena de Elliot! – exclamei. Mas pensei por um momento... eu estava? — Eu admiti que me sinto atraída por você, não que estou apaixonada nem que vou desistir do meu casamento!

Devo ter sido dura, porque Christian por um momento perdeu a postura segura que estava demonstrando ter.

— Eu sei. – ele admitiu. — Mas eu me apaixonei por você.

Ok. Por essa eu não esperava.

Tive um breve impulso de segurá-lo pelo rosto e erguer de novo o olhar que ele levou ao chão. Como se tivesse sido muito difícil para ele ter dito aquilo.

— Christian... – não soube o que dizer.

— Estou atraído por você como ímã ao metal. Nunca precisei tanto da presença de alguém, como tenho precisado da sua. Eu não consigo aceitar simplesmente que Elliot mereça alguém como você.

— Por quê?

Christian olhou para longe, como se não quisesse ter que me responder.

— Nós dois somos diferentes... Eu o conheço desde que éramos adolescentes, e nunca o vi levando nada a sério. Digamos que não confio tanto nele para ser marido de uma mulher como você, que não merece menos que tudo. – Christian voltou o olhar para mim. — Você me fascina, Anastasia.

Mas que droga! Em menos de cinco minutos de conversa Christian estava me fazendo ir de um sentimento a outro de forma incontrolada. Eu sabia que não deveria mais continuar agindo como se não tivesse um compromisso, porque eu tinha e não era do tipo de mulher que vai contra os próprios princípios. Mas não deixava de ser verdadeiro o quanto Christian também me encantava.

— Eu não vou ficar falando do Elliot, e contando as coisas que eu penso que o faz desmerecer você. Não, eu não estou aqui para isso. Escolher o que você realmente quer: se realmente o ama e quer ficar com ele, é uma escolha sua. – Christian continuou.

— Então o que você veio fazer aqui?

— Vim pelas coisas que você falou sobre mim ontem.

Ai, caramba! Será que agora é a hora da bronca?

— Não quis ser invasiva. Você não me deve explicações sobre seu passado. – falei.

— Não. – Christian ponderou. — Mas você me fez pensar... Que às vezes algumas coisas podem valer à pena, por mais que sejam difíceis.

Christian levou uma de suas mãos ao meu rosto e senti minha pele formigar e aquecer como se fosse derreter. Ergui o olhar até seus olhos e, droga, eu não deveria ter feito isso. Ele era tão lindo que me desarmava.

— Quero que venha a um lugar comigo hoje, Ana. – ele disse, fazendo soar mais como um desejo certo do que um pedindo, parecendo o Christian que eu conheci no começo.

— Que lugar? – perguntei.

— É uma surpresa. Não uma surpresa das mais fáceis... Mas talvez necessária.

— Tudo bem, eu vou. Quando? – respondi sem pensar direito.

— Agora. – Ele respondeu. Engoli em seco e reparei no olhar que Christian dispersou sobre meu robe de bolinhas. — Posso te ajudar a se trocar se quiser... – disse de forma sacana.

— Ah! Meu Deus! – exclamei. — Estava bom demais para ser verdade!

Ri e o puxei para que levantasse da minha cama. Christian também riu enquanto eu o empurrava para fora do meu quarto. Antes que eu fechasse a porta na cara dele, Christian se empurrou pela brecha, alcançando meu rosto e me puxando para um beijo. Foi tão inesperado e surpreendente que tive que me segurar na cômoda que estava à minha direita para não cair. Tentei falar para adverti-lo, mas não consegui produzir sons mais elaborados que murmúrios. Eu pensei que fosse rápido, mas o beijo se prolongou, irrefreável, enquanto começávamos a nos agarrar um no outro. Era quase impossível resistir ao magnetismo de Christian, emocional e sexual.

O robe de bolinhas era uma barreira muito tênue entre meu corpo e o dele, apesar de ele estar mais vestido do que eu. Meu corpo logo esquentou e pareceu reacender como naquela vez, na casa dos Grey.

Christian entrou mais um pouco no quarto e fechou a porta com o calcanhar, girando-me e me colocando de encontro à cômoda que eu usava como sustentação, fazendo o móvel bater contra a parede em que ele estava quase encostado. Instintivamente me apoiei, sentando na ponta do móvel, enquanto Christian se colava mais a mim e parava entre minhas pernas. Enlacei meus tornozelos em suas costas e continuei a beijá-lo seguindo meus instintos. Renunciar ao que ele me fazia sentir era demais pra mim.

Meu coração ficou acelerado como nunca, e todos os pontos erógenos no meu corpo começaram a pulsar.

— Ah, Ana! – Christian choramingou descendo os beijos pelo meu pescoço.

— Mas que droga, Christian! – reclamei. Era detestável o quão incapaz eu era de resistir àquele tipo de tentação.

Christian abriu passagem pelo meu robe, mas sem abri-lo realmente, e começou a subir e descer as mãos pelas minhas coxas.

— Me manda parar enquanto ainda posso. – Ele ofegou subindo pelo meu pescoço e chupando minha orelha. Apertou meu bumbum e desceu arranhando de leve minhas pernas.

— Não posso. – respondi. Sim! Eu sou fraca! Podem me apedrejar!

— Quer que eu coma você, Ana? – ele perguntou com a voz já rouca de tesão.

Foi minha perdição!

Afastei-me alguns centímetros e desamarrei a frente do robe. Christian olhou com surpresa e satisfação.

— Eu vou foder você, Ana. Com força. – ele rosnou.

Todo meu interior reverberou de expectativa àquelas palavras. Logo em seguida fui atacada.

Christian me suspendeu e desceu do móvel, me colocando de pé e de costas para ele. Ele deslizou o robe dos meus ombros, deixando-o cair ao chão. Eu estava usando calcinha e sutiã, que ele não fez a mínima cerimônia para tirar, como se estivesse se segurando há muito tempo para fazer aquilo. Devo admitir que até eu mesma parecia ansiar por tê-lo de novo, daquela maneira, pela forma como cada toque e ação dele me fazia sentir como se fosse a coisa mais certa do mundo.

Christian se abaixou para tirar minha calcinha pelos meus pés, e tornou a se levantar aos poucos, beijando cada centímetro da parte de trás de minhas pernas. Suas mãos iam um pouco adiante, me massageando e me deixando bamba.

— Abre as pernas, Ana! – ele falou.

Achei que fosse impossível de tão mole que eu estava, mas assim o fiz. Parte de mim gritava por dentro, tímida e envergonhada, mas havia uma parte ainda maior que não poderia suportar impedir que Christian continuasse.

— Vou chupar você aqui, baby. – ele disse tocando meu sexo com um dedo. Olhei para baixo e o vi de joelhos, atrás de mim, ainda todo vestido, me olhando com veneração, como se fosse submisso.

— Aham. – respondi. Incapaz de articular melhor.

Christian segurou minhas coxas e, as afastando um pouco mais, deu uma lambida em meu sexo. Curvei-me para trás, em choque pela sensação e instintivamente facilitando mais ainda seu acesso.

DROGA!

— Christian! – choraminguei ao senti-lo me chupar, incitando as terminações nervosas mais sensíveis do meu corpo.

Inclinei-me sobre a cômoda, sentindo as forças irem embora. Naquela posição eu podia ter a visão de Christian entre minhas pernas, lambendo e chupando como se estivesse faminto por mim, como se dependesse daquilo para viver.

Era quase doloroso de tão bom. Doloroso porque eu precisava de mais, cada vez mais, ao mesmo tempo em que parecia ser impossível ser melhor do que aquilo.

Como se pudesse ler minhas sensações, Christian começou a roçar um dedo pela entrada da minha vagina, e o outro furtivamente sobre meu ânus.

— Christian! – Arfei, assustada.

Christian parou de lamber e se levantou, mas mantendo a massagem com seus dedos entre minhas pernas, me cobrindo com seu corpo enquanto eu ainda estava inclinada sobre a cômoda.

— Queria comer você aqui. – ele ronronou pressionando um pouco mais a entrada na parte de trás.

— Eu não sei se... – comecei, mas fui atingida por um tipo de prazer diferente e tão avassalador que pensei que fosse desmaiar.

— Mas ainda não. – ele falou, parando a massagem.

Christian então se afastou alguns centímetros, parando de me tocar. Ouvi o som do seu cinto desfivelando e a calça se abrindo. Nossa! A expectativa me consumia tanto quanto seu toque. Olhei para trás e o vi enquanto ele se colocava para dentro de mim sem perder mais tempo.

Christian foi tão forte e fundo que me suspendeu alguns centímetros do chão e eu fiquei praticamente pendurada na cômoda. Quase grito. Mas a cômoda fez barulho o suficiente por mim ao bater contra a parede de novo.

— Você é muito gostosa, Ana! – Christian rosnou.

Ele segurou meus quadris enquanto continuava a se mover. Meus pés não tocavam o chão e eu me sentia como se estivesse imersa num mundo onde só havia prazer. Mas eu ainda queria mais, um desejo primitivo e selvagem.

— Christian! – resfoleguei. — Mais! Mais!

— Mais? – ele repetiu em tom desafiador.

Então, Christian saiu de dentro de mim, virando-me de frente para ele e se colocando de novo.

Do jeito que eu estava, sentada na cômoda, Christian me carregou e me posicionou contra a parede. Não sei se foi de propósito ou não, mas ficamos exatamente de frente para o espelho da minha cômoda. Eu podia ver Christian de costas, me fodendo contra a parede, suspensa do chão.

Suas calças estavam meio arriadas, mas o fato de ele ainda estar vestido me dava uma impressão tão sexy e selvagem que eu perdi totalmente o controle. Agarrei-me em seus ombros com uma mão, a outra em seus cabelos, enquanto ele me empurrava em estocadas fortes.

— Mexe, Ana, se esfrega em mim, baby. – ele dizia, me deixando louca.

Fechei os olhos e todo meu ser se diluiu no prazer que eu sentia. Droga! Christian era tão bom! Eu queria tê-lo para sempre. Queria que ele fosse meu! E naquele momento ele era.

Espiei entre os cílios, incapaz de fazer maiores movimento enquanto eu sentia os espasmos do orgasmo tomarem conta de mim, foi quando Christian me deslocou da parede até a cama. Eu quase não percebi o movimento até que a sensação toda que eu sentia se acalmou. Então, ele saiu de mim.

— Eu... Não vim preparado para isso, sinceramente, Ana. Não estava em meus planos. – Ele disse, e só segundos depois meu cérebro anestesiado de prazer entendeu o que ele quis dizer.

Ele não podia gozar. Não dentro de mim.

Então, agi instintivamente, sentando na beira da cama, enquanto Christian continuava de pé, e o tomei em minhas mãos, começando a chupá-lo. Eu não sabia que eu realmente era boa naquilo, não fazia ideia. Mas Christian não me parou em nenhum momento.

— Ah! – ele arfava. — Ana, se você não parar agora...

Mas ignorei o seu aviso, e continuei subindo e descendo com a boca, desfrutando da sensação altamente erótica do poder que eu exercia sobre ele naquele momento, do poder de fazê-lo gozar. Em mim, e para mim.

E assim aconteceu. Foi muito mais satisfatório do que eu achei que jamais pudesse ser.

Christian caiu de joelhos à minha frente, se curvando e apoiando a cabeça em meu colo, enquanto respirava fundo e estremecia.

Senti, de repente, algo tão arrebatador quanto o prazer do sexo: um carinho imensurável por aquele homem.

***

— Nós estamos de saída! – Avisei à Kate, que agora já estava devidamente vestida e lia um jornal na nossa bancada da cozinha.

— Ah! Estou vendo! – ela sorriu para mim, e para Christian que vinha logo atrás. — Taylor já foi embora. Ele ia se despedir, mas... Não quis interromper.

Kate era muito expressiva, e nos olhou de forma acusatória.

— Vamos dar uma volta. – Christian falou. — Não se preocupe, eu trago Ana de volta.

— Ah, eu não me preocupo... – ela disse, maliciosa. — Mas, Ana?

Parei antes de chegar à porta do apartamento e olhei para trás.

— O que foi?

— Você não tinha que ir para a casa dos Grey hoje?

De repente me lembrei das mensagens de Elliot. Christian me olhou esperando minha resposta com ar mais duro. Encarei Kate de volta que me especulava por cima de seus óculos de leitura.

Droga! O que eu faço?

— Podemos voltar pela hora do almoço? – perguntei a Christian.

— Eu deixo você lá. – ele me respondeu seriamente. Ele poderia fazer clara ideia de por que eu tinha que voltar no sábado.

— Obrigada. – Respondi. Antes de efetivamente passarmos pela porta e sairmos, cochichei para Kate que me desse cobertura caso alguém ligasse para cá. Ela me respondeu com um OK.

***

Christian havia ficado definitivamente mais sério e fechado desde que saímos do meu apartamento. Estávamos no seu carro, agora um esportivo preto metálico, voando por ruas que pelas quais eu não costumava passar. E eu imaginei que muito menos ele. Estávamos à caminho da tal surpresa. Andávamos por uma parte “menos privilegiada da cidade”, com casas mais simples, comércios populares e mais ônibus nas ruas. Com certeza o carro de Christian não passava despercebido, pois recebíamos muito olhares das pessoas do lado de fora.

Do lado de dentro, Christian não falou mais nada por um bom tempo, o que me deixava com um bom espaço para pensar. Eu o olhava de canto de olho e, meu deus! Eu sei que vivo pensando isso, mas, não posso evitar: ele era tão lindo! Não era só pela sua beleza física, que era uma coisa óbvia. Era bonito de ver quem ele era. Apesar de parecer distante e inacessível, Christian me inspirava muita confiança e segurança. Eu podia ver que seu olhar, sempre seguro e imponente, não guardava apenas isso. Havia uma sombra, me dando a impressão de que ele possuía uma carga pesada, sobre algo que precisava superar todos os dias. Era uma parte humana, no meio de sua estrutura implacável de supermagnata, jovem e inabalável.

Peguei-me pensando em quando e como foi que comecei a me atrair tanto por ele. Pouco mais de uma semana na casa dos Grey e tudo em que eu mais me lembro de pensar foi em como ele mexia comigo. Ri quando me toquei que já transamos duas vezes!

Deus! Quem era eu e o que eu fiz com a Ana?

Olhei para o lado e Christian me encarou querendo saber do que eu ri. Apenas meneei com a cabeça pedindo que ele deixasse para lá.

Foi quando eu comecei a me sentir um pouco mais segura para pensar: como posso levar meu noivado adiante estando, no mínimo, tão dividida assim? Eu poderia pedir tempo a Elliot, não é? A final, casamento é um passo importante. Ele poderia entender. Eu não precisaria justificar que é porque estou atraída por outro homem, muito menos pelo irmão dele... As razões poderiam ser muitas. Meu trabalho e juventude, por exemplo.

Era isso. Eu precisava ser justa comigo, ser justa com meus sentimentos e parar de sabotar meu próprio noivado e minha própria consciência.

Distraí-me tanto que, quando percebi, estávamos em um dos bairros mais afastados da cidade. Uma rua estreita, ladeada por construções apertadas, como as casas de apoio social, construídas pelo Governo, se estendia à frente, afunilando até a esquina.

Christian estacionou.

— É aqui. – ele disse, sua voz saindo rouca pelo tempo em que ficou em silêncio.

Olhei em volta procurando por algo que me situasse antes que eu tivesse de perguntar o que significava tudo aquilo. A faixada mais próxima de nós ostentava precariamente o letreiro “Orfanato McCaullin”.

Notas finais
Qual a impressão?