Notas iniciais
Essa historia é totalmente fictícia

LEMBRETE: Antes de começar, queria dizer que eu NÃO sou a favor do uso de drogas. De NENHUM TIPO. Os fatos aqui escritos são todos fictícios e eu NUNCA usei nenhum tipo de droga. Obrigada, espero que gostem.

Tudo começa com uma picada. Mas logo se transforma em um grande alivio. Bem eu acho, Mark uma vez me contou sobre um amigo dele, da Inglaterra ou sei lá, que teve uma overdose na primeira vez. Má sorte eu acredito... Enfim, eu sou a Sarah, não sei como começar... Tipo... uma apresentação como nos Alcoólatras Anônimos ou eu começo falando logo minha historia? Bem, não sou alcoólatra. Mark diz que não. Eu acredito nele. Só gosto de beber, apenas em certos momentos. Bebida só serve para o cigarro não ser tão desagradável assim. Mark diz que fumantes são terríveis, e não merecem respeito. O que ele tem para falar? Deixe ele perto de erva e papel que o menino vira uma chaminé. Aonde estava? Perdi meu raciocínio três vezes. Sou péssima para contar historias. Vamos voltar a parte das picadas, heroína. Essa é uma droga que faz jus ao nome, linda, forte, muitos não acreditam em seu poder e quando chegar ao final, ela acaba com você tanto quanto outras.

A primeira vez que você usa ela pode ser muito desagradável, vômitos a noite inteira. Mas a partir da segunda o alivio começa. É como um orgasmo pela primeira vez... Não queria fazer uma historia para falar sobre heroína e sim sobre minha vida. Se você leu essa historia desde o começo, presumo que você queira saber quem é Mark. Mark é um amigo, ele é como uma inspiração para mim... Desde pequena, tudo que ele fazia eu o copiava, e isso se repetiu quando ele começou a usar heroína. E cocaína. E maconha. E bebidas alcoólicas. E muitas outras coisas. Dizem que eu sou trouxa de copia-lo, que isso ainda vai me matar, mas não ligo. Gosto de viver a vida intensamente. Antes que as luzes se apaguem e nunca mais se acendam eu quero ter vivido muito, ter experimentado tudo, e fazer tudo isso ao lado do Mark. Ta, voltando a falar sobre mim. Meu nome é Sarah, tenho 17 anos. Moro numa pequena cidade ao norte de Illinois, nunca acontece nada nessa merda de lugar com essas merdas de pessoas. O máximo que se pode acontecer é alguém quebrar a caixa de correio de outro alguém. Os bares mais badalados das cidades fecham cedo, você tende viver a base de festas caseiras o que são raras porque, como eu já disse, nada acontece nessa merda de cidade. Meu pai queria viajar pelo mundo, sair deste lugar, e foi isso que o filho da puta fez. Ele nos abandonou quando eu tinha uns 6 anos. Jake diz que é minha culpa que ele foi embora, como se isso importasse. Jake é meu irmão, um deles, o mais velho e "responsável". Tenho 3 irmãos e 1 irmã, somos em 5 ao todo, vivendo numa casa no subúrbio de Woodstock. O lindo sonho americano. Seria se nós não fossemos todos "crianças problemáticas". Minha irmã Hannah tem 15 anos, dois a menos que eu e já está gravida. Bem, minha mãe ainda não sabe. Daqui a 6 meses seremos em seis. Não que isso seja bom. Ela quer fazer o "grande A", mas eu acho melhor esperar. Meu irmão Tony, o mais novo, tem 7 anos. Ele... Bem... Ele tem o que nós podemos chamar de amigos imaginários. Desde que era um bebê ele é assim. Ron tem 16, ele para mim não é problemático. Ele é uma das pessoas mais inteligentes que eu conheço, mas para minha mãe ele é um monstro. Ron é gay. Como se isso importasse. Mas por aqui isso importa muito. Minha mãe está saindo com um cara, o nome dele é Michael, Malcolm ou algo com M. Não gosto dele, na verdade não gosto de nenhum namorado dela, mas quem sou eu para opinar? Enfim, quero lhe contar a minha primeira vez com um garoto. Porque eu quero contar isso? Não faço ideia. Estávamos todos numa festa, chapados é claro. Secos, assim como nós chamamos aqueles que não estão altos, não costumamos ficar. Passamos 22 horas do dia chapados e outras duas desejando por um cigarro, ou qualquer outra coisa que te tire dessa realidade de bosta. Quando eu tinha uns 13/14 anos, imaginava minha primeira vez especial, com um garoto que me tratasse de um jeito especial e que eu estivesse apaixonada por ele. Mas claro, sem querer ser clichê, a vida não é aquilo que nós imaginamos. Voltando a festa, naquele tempo, quero dizer, a dois anos atras, eu só usava drogas leves, tipo comprimidos ou alguma erva. Tracy, minha melhor amiga, disse que um amigo dela estava me olhando desde o começo da festa, e que ela iria me apresentar a ele. — Vamos, ele é um fofo. — disse Tracy tirando meus peitos para fora do sutiã. Mostrando o máximo possível — Ele é bonito até... — disse eu ficando excitada com o momento — Vamos, está na hora de você finalmente perder o cabaço. Fomos até o bar e Tracy começou com o bom e velho papo — Oi Gus! Essa é a Sarah. Sarah esse é Gus, Gus essa é Sarah — Oi, prazer em conhece-lá — falou Gus segurando um copo de vodka — Oi, o prazer é meu — falei — Vou deixar vocês sozinhos. Me chamem se precisarem — disse Tracy olhando com tesão para um cara perto de nós — Use camisinha — cochichou, dei uma leve risadinha e logo começamos a conversar. Seu papo era bom, muito interessante, mas a essa altura do campeonato qualquer pessoa que viesse falando sobre a influencia das bananas na sociedade eu já pegava. Levei ele para o canto e começamos a nos pegar. Depois de muitos beijos, apertos, mordidas, ele começou a colocar a mão no meio das minhas pernas, por baixo da calcinha. Tirei seu cinto enquanto ele me masturbava e beijava meu pescoço. Subimos as escadas, entramos no quarto, logo joguei ele na cama e montei nele. Gus começou a tirar minha blusa e beijar meu peito, eu tirava sua blusa e começava a tirar sua calça. Beijei sua boca, seu pescoço, seu peito e logo estava lhe pagando um boquete. Gus depois de algumas gemidas retribuiu o boquete. Ele colocou a camisinha e logo começamos com o entra e sai. Bem vocês já sabem o final, acordei de manha com minha mão no pinto dele, antes que ele acordasse, coloquei minha saia, minha blusa e fui embora. O ruim de pílulas para esquizofrenia que eu e Sid tomávamos, é que no dia seguinte a vida para de fazer sentido. Como uma depressão pós filme bom. Estava completamente chapada na minha primeira vez então no dia seguinte não podia dizer se aquilo foi realmente real, só sabia que queria sentir aquilo novamente. Muitas e muitas vezes. Não assumo nem que sou viciada em chocolate, mas uma coisa eu posso dizer, sexo é a melhor droga que existe.
Notas finais
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