Teenage Kings.

8 Don't go cryin'.


Notas iniciais
HEY PEOPLE SUPPPPPPP Então, vou dar alguns avisos e surtar um pouquinho LÁ EMBAIXO então PLEASE vão ler thx no pro

"Ain't it fun living in the real world?"

Rolei para o lado, apoiando-me em minha perna quando parte de meu corpo encontrou-se com o chão frio.

Sentei-me, atordoada por estar nua e por não estar em meu quarto largada em meu tapete felpudo.

Eu estava em... Um estúdio.

Casa de Percy.

Sexo quase selvagem ou o que quer que aquilo tenha sido.

Passei a mão pelos cabelos, tentando arrumar o ninho de rato. Fiz um coque depois de muito trabalho e engatinhei até pegar a blusa sem mangas que Percy deixou jogado ao lado do tripé. Vesti-a e forcei-me a levantar.

Onde ele estava?

Um café estava ao lado do Mac ao lado da bancada amarronzada. Fui até lá e o peguei, estava quente, o que queria dizer que ele estava ali há pouco tempo.

Tinha creme, um pouco amargo e deliciosamente quente.

Beberiquei-o enquanto apoiava meu quadril na bancada e levantava meu pé até ele estar bem apoiada em minha panturrilha.

Eram as fotos do dia anterior.

A primeira eu estava dormindo. Parecia um anjo com os cabelos bagunçados ao redor de mim, e os cabelos como uma aura, a pele branca como uma neve. Eu estava perfeita.

Perguntei-me se ele já havia agido com o photoshop.

A seguinte, eu estava fabulosa. Com um sorriso enorme enquanto jogava as pétalas ao redor de mim, meus cabelos molhados e partes secas caídas sobre meu pescoço e ombro.

Em uma delas, eu segurava a rosa em meu nariz com os olhos e a boca semiaberta.

Passei, atordoada ao me ver completamente entregue, podia sentir o desejo, podia sentir que eu estava segura, como se estivesse em uma atmosfera completamente minha. Meu coração se encheu de esperança que se ele publicasse aquilo, poderia ganhar prêmios e prêmios.

Eu não fizera trabalho algum. Ele sentiu. Ele tirou a foto de um momento, não de mim.

Passei as fotos até me ver em pé em frente ao divã, colocando a túnica com o cabelo preso em um rabo de cavalo. A seguinte, eu estava deitada, puxando o elástico que prendia meu cabelo.

Abri outra pasta, deixando o café de lado por alguns segundos. A outra pasta se chamava “Minhas”. As únicas fotos era a de nós dois.

Deitados. Presos em um momento.

Minha cabeça estava erguida, assim como meu corpo enquanto o rosto de Percy estava enterrado entre meus seios.

Era minha foto preferida.

Fora as outras que mostrava um sexo explícito.

Bebi mais um pouco de café e suspirei ao passar por uma foto que nos encarávamos, podia sentir todo o prazer passeando pelo meu corpo como uma segunda pele.

– Eu deveria tirar mais fotos assim.

Virei-me, apenas para dar de cara de Percy com uma calça de moletom inclinado tirando fotos.

– Você não cansa? – sorri, ficando de frente para ele com a xícara entre as mãos

– De você? Não. De fotos? Também não. Na verdade, você e fotos parece ser um complemento perfeito para mim.

Revirei os olhos e sorri.

– Acho que preciso ir pra casa, então... Como eu ainda não tenho um carro, agradeceria se me desse uma carona.

– Achei que íamos almoçar juntos, depois de apreciarmos meu delicioso café da manhã. – ele apontou para a bandeja felpuda em cima do divã – O que acha?

– Acho que posso aceitar o café da manhã. Aliás, seu café está delicioso.

– Sei disso.

Percy ficou ao meu lado e encarou a foto que eu havia parado.

– Ficaram boas, não foi?

– Muito boas. Você é muito bom nisso.

– Você ajuda.

– Não, é sério. Você... Não me capturou, você capturou o que senti. Foi muito bom.

Seu rosto assumiu uma cor avermelhada.

– Obrigado.

– Sem problemas. – apoiei minha mão em seu ombro, observando seus dedos passarem pelas foto de nós dois – Essa é minha preferida. – apontei com a mão que segurava o café

– É? Acho que posso imprimir e te dar de presente, o que acha?

Encarei-o com um sorriso.

– Eu adoraria.

– Já viu suas fotos sozinhas?

– Algumas.

– Gostou de todas? Como está se sentindo nelas?

Arqueei as sobrancelhas, ainda escorada em seu corpo.

– Poderosa? Bonita? Fabulosa?

– Uma deusa, talvez?

– Quase isso. Por quê?

– Estou pensando em ser o nome da exposição. Queria tirar fotos em que você estivesse mais a vontade, como essa aqui. – ele pegou a câmera de ontem e foi até a galeria

A foto que ele havia tirado a instantes atrás era bem casual. Eu estava com o pé apoiado em minha perna enquanto meu corpo estava apoiado na bancada, a blusa preta vinha até o começo de minha coxa e alguns fios caiam do meu coque improvisado.

– Ficou... Maravilhosa. Como você consegue transformar um momento idiota... Nisso? – perguntei, acusadoramente

– Já disse, você me ajuda bastante nisso.

– Queria te ajudar mais. Pareço bastante inútil quando vejo isso.

Percy sorriu e passou um dos braços sobre meu ombro, seus lábios tocaram nos meus, fazendo-me querer ficar ali para sempre.

– Você faz mais que o suficiente, Annie.

– Verdade? Porque eu posso limpar lentes, ou algo do tipo. – brinquei

– Se fosse fazer isso nua, iria ajudar bastante.

– Aliás, eu acabei de perceber que mesmo que eu esteja nua, não me senti vulgar.

– Esse é o propósito. – ele deu um sorriso orgulhoso, passando em a foto em que meus lábios estavam vermelhos, entreabertos e apenas um seio estava a mostra – Olhe essa, você parece uma leoa selvagem pronta para o bote. Você está perfeita, Annabeth.

– Não é para tanto.

– Não importa. Eu cuido das imagens quando estiver no campus, enquanto isso, vamos comer.

– Elas não estão tratadas? – perguntei, surpresa

– Claro que não, Annabeth. É apenas um esboço de como elas vão ficar. Vão ficar bem melhores, pode apostar.

– Acredito em você. – sussurrei, levemente hipnotizada enquanto ele fechava o notebook e puxava-me até estarmos sentados frente a frente no divã

A bandeja estava com um copo de suco, uma pequena jarra de creme e outra de café, cubos de açúcar, torradas, panquecas e pequenas caldas em potinhos de porcelana.

– Que lindo. – disse, com um sorriso

– Minha mãe trouxe tudo isso quando me visitou. Serviu de alguma coisa, pelo menos. – ele deu de ombros

– Você não precisava...

– É um “obrigado”. Por você ter aceitado ser minha modelo, por ter... Ficado aqui ontem. Por ser excepcional.

– Percy, depois que vi as fotos... Eu estou feliz de ser sua modelo. – inclinei-me, segurando sua mão – Estou feliz por ver seu trabalho, por ver o que você faz com ele e o quanto você é profissional. Seja o que for, essa exposição vai ser a melhor, tenho certeza.

Ele corou mais uma vez e decidi que deveria elogiá-lo mais vezes para vê-lo corar.

– Você é um doce, querida Annie. – ele piscou

Ri, balançando a cabeça.

– Eu juro que se você usar esse tom galanteador comigo mais uma vez, com certeza, irei lhe dar um soco.

Ele ergueu as mãos, em rendição, enfiando uma torrada em sua boca, em seguida.

– Tudo bem. Sem tom galanteador.

Despejei a calda de caramelo em uma das panquecas.

– Você usa cubo de açúcar? Isso também é de sua mãe?

– Na verdade, é de Silena, mas achei que fosse gostar.

– Gostei. Aliás, conte-me sobre Silena.

Percy deu de ombros, bebericando o café que eu havia bebido e colocando creme, café e mais um cubo de açúcar na xícara.

Ele ergueu uma sobrancelha e me encarou, seus lábios se abriram duas vezes antes dele se mexer e balançar a cabeça.

– Ela é adorável.

– Aposto que você influenciou na sua entrada para as Betas.

– Ela queria muito entrar. Sempre achou as Betas como um Deus em seu altar. Não combina muito com ela, mas ela está lá, então deve estar feliz.

– Então, Thalia ajustou para que ela entrasse.

– Na verdade, elas não se suportam. – Percy apontou – Então, ela deve ter sido muito boa mesmo.

– Sério?

– Sim, Silena odeia Thalia porque ela estraga o corpo e Thalia, bem, ela a odeia apenas porque ela faz moda.

Franzi o cenho e assenti.

– Briga entre família. Não me meto aí.

– Tudo bem, eu também desisti delas.

– Você me disse que morava aqui com Thalia antes...

– Sim, antes da fraternidade.

– O que ela acha de Silena aqui, agora?

– No mínimo, me odeia mais um pouco, mas posso cuidar da fera.

– Ela deve ser o contrário total de Thalia.

– E é. – Percy deu um sorrisinho – Enquanto o quarto dela tinha os tons de azuis escuros, o de Silena é todo cheio de flores.

Balancei a cabeça com um sorriso, colocando metade da panqueca em minha boca.

– Na verdade, morar com Silena me poupa mais trabalho. Ela arruma a cozinha, a sala e como quase nunca vou para meu quarto, não tenho muito problema. Só com isso aqui. – ele envolveu o estúdio com o dedo

– Percebi. – bebi um pouco do café que ele tinha feito há pouco – Uma cafeteira? Sutiã?

– Foi de algumas modelos. Alguns ensaios.

– Essa é a desculpa.

– Juro.

– Estou brincando, calma. – dei um sorrisinho e espreguicei-me – Mas, eu realmente preciso ir. – estiquei-me e peguei minha bolsa, procurando meu celular com os dedos – Acho que Silena-Bondosa não se importaria de me emprestar uma de suas roupas glamorosas, certo?

– Na verdade, você ficou bem melhor com a minha camisa do que eu.

Revirei os olhos.

– Todos falam isso, Percy.

– Então, sou o primeiro a falar a verdade.

– Obrigada por me emprestar sua camisa, mas acho que vou pegar pelo menos uma blusa menos abafada no guarda roupa dela, ok?

– Tudo bem. – ele sorriu – Vou pegar uma toalha também.

Assenti em agradecimento e peguei meu celular.

Duas chamadas perdidas de Thalia, e mais duas de meu pai e da minha mãe.

Ótimo, era o que me faltava.

Retornei a de Thalia enquanto terminava o café.

– Esqueceu que tem trabalho a se fazer?

– Não, eu lembro muito bem, querida amiga.

– Querida? Passou tanto tempo assim com ele? Não me diga que...

– Conto os detalhes mais tarde. Por que me ligou às... – afastei o telefone do meu ouvido, apenas para ver a hora que ela me ligou – Onze da noite?

– Porque, às onze da noite, aconteceu uma coisa muito importante.

– Um meteoro caiu? Invadiram as Betas? Rachel morreu? Se não foi nenhuma dessas coisas, não, não é importante, Thals.

– Veremos.

– O que é, então?

– Quero que veja com os próprios olhos e quando chegar, quero que me diga se é ou não importante.

– Está fazendo isso para me deixar curiosa, certo? Não vão funcionar. Porque agora eu decidi que irei almoçar com Percy no Frank Pepe.

– Ótimo. – respondeu calma

– E ainda quero saber porque não me disse que Silena é sua prima.

– Maldito Jackson.

– Maldita Thalia. – retruquei, vi a porta se abrir novamente e suspirei – E vou chegar em duas horas. Não vai mesmo me contar?

– De jeito nenhum.

Xinguei-a novamente e desliguei o telefone.

– Tem um suéter... – ele levantou o tecido de caxemira com o cenho franzido – E peguei esse jeans, caso precise. – levantou um jeans de cor clara

– Está ótimo, obrigada.

– E ah, a toalha. Aconteceu algo? – seus olhos deslizaram até ver o telefone em minha mão – Ah, problemas. Vida real. Esqueci que tínhamos uma.

– Ela está batendo, pedindo pra voltar. Até pensei no almoço com carinho, mas parece que temos “assuntos importantes”, de acordo com Thalia.

– Temos?

Percebi a gafe que cometi e balancei a cabeça.

– Eu e minha fraternidade. – falei – E... Obrigada pelo café da manhã. De novo.

– Irei adorar fazer mais desse para você.

– Não será necessário. Prometo que da próxima vez, não vou passar a noite.

Era uma promessa nas entrelinhas, para mim e sabia que ele havia entendido.

Desci as escadas, dando de cara com a sala principal. Não fazia ideia de onde seria o banheiro, portanto voltei a subir, optando por uma das três portas. A primeira era um quarto com papel de parede de flores, supus ser o de Silena e tentei a outra parte. Um grande banheiro.

Tinha sais de diferentes cores ao redor da banheira, perfumes, frascos e cremes estavam espalhados em um dos lados da pia. Era como se fossem um casal, percebi. O lado de Percy, identifiquei, tinha apenas uma lâmina, creme de barbear, escova de dente e perfume, enquanto o de Silena tinha variadas coisas que eu mal podia supor.

Optei por uma ducha. Se eu tivesse ficado com a banheira, provavelmente, iria roubar o vinho que estava semiaberto em seu canto e nenhum de nós queria isso.

Pensei se seria necessário usar a roupa de Silena já que o tempo voltava a se fechar. E eu pretendia evitar que ela me olhasse de cima a baixo e pedisse suas roupas de volta.

Mordi o lábio inferior. Coloquei meu jeans de antes e saí de sutiã a procura de Percy.

– Ei. – parei na soleira da porta com um sorriso envergonhado – Consegue me arranjar uma regata branca em vez disso? – levantei o suéter

– Vai ficar frio.

– Eu sei. Acabei de perceber que acho que minhas roupas vão dar conta.

– Silena não vai sentir falta de um suéter, Annabeth. – resmungou com uma torrada na mão e os olhos focados no notebook – Ela tem meu quarto de roupas.

– Tudo bem, mas não me sinto confortável usando algo dela.

– Já disse, ela não vai se importar. – ele se virou para mim e avaliou meu corpo, franzindo o cenho – Posso comprar outro suéter para ela depois.

– Prefiro que pegue uma regata branca.

– Use o suéter.

– Percy...

– Ela não vai se importar. Estou falando sério.

– Eu sei, mas eu já disse...

– Se continuar me importunando, vou fazer você almoçar comigo no Pepe.

– O que é isso? Uma ameaça?

– Com toda certeza, Chase. – seu sorriso se abriu por cima do ombro

Revirei os olhos e enfiei o suéter por cima de minha cabeça.

– Agora, estou pronta. Pode me levar?

– Só vou terminar algumas fotos. – avisou e me encarou por poucos segundos – Pode levar essa bandeja lá pra baixo enquanto termino e tomo banho?

– Claro.

Peguei a bandeja com cuidado para que meu lado atrapalhado não a quebrasse ao meio. Desci as escadas e a deixei em cima da mesa enquanto tirava os pequenos potes de porcelana, colocando-os na pia e começando a lavá-los.

Guardei a bandeja em cima da geladeira, sem saber ao certo o que fazer e esperei Percy sentada em cima da mesa, observando as chamas dos meus pais.

Para quem eu deveria ligar primeiro?

Aliás, o que eles queriam falar comigo?

As aulas tinham começado há pouco tempo, e mesmo que estivéssemos na metade do outono, estava muito longe para a Grande Falsidade, vulgo, Natal.

Deslizei o telefone entre meus dedos.

Devo ligar?

Desculpe, pai/mãe, não estou podendo ligar agora, estou em um trabalho extra. Ligo para vocês assim que puder.

Amo vocês,

Seria o suficiente.

Enviei para ambos, perguntando-me se a mulher do pai veria primeiro ou o noivo da minha mãe atenderia, se ela já não tivesse enjoado da cara dele.

– Estou pronto. – Percy avisou, correndo os dedos pelos cabelos

Seu tórax, que eu tive o prazer de conhecer ontem a noite (mas eu tentava esquecer), estava coberto por casaco azul com as mangas puxadas para o cotovelo e jeans negros.

– Tem certeza que não quer almoçar comigo? – ele perguntou, enfiando o Mac dentro de uma pasta, assim como a câmera dentro de uma bolsa para a mesma

– Tenho, preciso saber quais são os problemas.

– O jantar fica para uma próxima, então?

– Já disse que não vou te dar problemas da próxima vez.

– Ah, vou te mandar sua foto hoje à noite. Algum problema?

Balancei a cabeça enquanto íamos para seu carro.

Era estranho o fato de estarmos agindo como simples amigos depois daquilo. Depois do melhor sexo da minha vida.

Eu não deveria estar deitada naquele divã, delirando na loucura de seu corpo?

Claro que sim.

Mas eu não estava por causa da minha maldita consciência de achar que esse homem ao meu lado era problema. Ele não era. Era apenas um grande problema para meu corpo e nada mais.

– O que foi? – perguntou, levantando levemente os óculos de sol ao me olhar – Por que está me encarando?

– Nada... Só... Estava pensando em algumas coisas.

– Como ontem? – chutou, entrando na propriedade de Yale

Continuei calada pelo tempo suficiente até chegarmos em frente as Betas.

– Eu te levo até a porta. – avisou

– Não precisa. – peguei minha bolsa no banco de trás, junto com minha camisa xadrez – E obrigada. De novo.

– Sem problemas. Vem.

Ele foi a frente enquanto eu enfiava a mão dentro da bolsa em busca das chaves. Assim que as coloquei dentro da fechadura, pude ver Thalia e Clarisse vindo em minha direção com expressões sérias.

– Qual é o grande problema? – perguntei, entrando de uma vez e jogando minha bolsa e camisa no vestíbulo ao lado

Ergui as mangas do suéter rosado, sentindo-me totalmente estranha com ele.

Thalia me olhou de cima a baixo, em seguida, fez o mesmo com Percy que continuava parado ao meu lado de braços cruzados. Fez uma careta e bebericou do seu chá em sua xícara.

– Esse suéter não é seu.

– Quero saber qual é o problema, Thalia. – insisti

Clarisse intercalou o olhar entre nós e deu um passo a frente.

– Rob está de volta.

Arregalei os olhos. Por pouco, meu mundo rodou e voltou ao lugar de antes. Misturas de sentimentos ocupavam meu coração: felicidade, medo.

Ele estava de volta e isso era ótimo. O cara que me deixou estava de volta e eu prometi que iria espera-lo. E claro que eu não fiz isso, assim como ele não fez isso comigo.

– E... – comecei

– Isso é ou não importante para você? – Thalia perguntou, o rosto sério demais enquanto os olhos não estavam focados em mim

– É. Muito importante. – Percy respondeu, mas era verdadeiramente irônico

Notas finais
ROB IS BACK, BITCHES!!! Sério, eu tenho um amor INSUPORTÁVEL pelo rob rogers então vcs vão ter que suportá-lo MUITO porque agora ele está mil vezes melhor... ou pior, td depende de seu ponto de vista DE QUALQUER MANEIRA, os avisos: eu irei postar a segunda temporada de ng, só o primeiro capitulo, creio eu, que amanhã ou seja vai ser meio tipo NG IS BACK BITCHES é tipo danger's back só que mil vezes menor que isso pq vamos dizer que tipo danger > ng MAS OK Segundo: essas férias de julho, eu não vou postar NADA. Aí vcs vem: O QUE MYLENA PLEASE DONT DO THAT e blablabla MAS eu vou viajar pra cali e nyc então bjo pro recalque ok thx no pro, mas é sério, não vai dar pra eu postar enfim E TERCEIRO E MUITO IMPORTANTE LEIAM ISSO AQUI GENTEEEEEEEEE Vai ter um especial de dia dos namorados AMANHÃ pq diferente da brahma ridicula que quer mudar o dia dos namorados pra hoje por causa do jogo (só pra deixar claro que eu amo futebol, mas pelas ocasiões, estou revendo meus conceitos) ENFIM, de qualquer maneira, AMANHÃ vai ter um especial de dia dos namorados com autoras muito boas, perfeitas, maravilhosas que vcs devem conhecer tipo juhjackson (((PALMAS))), ela que teve a ideia belissima de colocar todas essas autoras dar uma misturada e PUF, surgiu essa coisa que vocês vão ver amanhã. Então, você que não vai fazer nada amanhã, às cinco horas (horário de brasília), pegue seu notebook, ligue sue computador, acesse o nyah lindamente e veja a história. Só pra deixar um aviso a minha tá pronta, por incrivel que pareça e só isso, e tá bem romanticazinha, tentei nao deixar clichê, mas me deem um desconto gente dia dos namorados, n tenho um namorado entao tava envolvida, mas tem um prcabeth tao fofo que eu choro Enfim, OBRIGADA por lerem tudo isso e até amanhã, amorzinhossss!