Teenage Kings.

24 Back - Parte Um.


Notas iniciais
OLÁ FOLKS TENHO VÁRIAS NOTÍCIAS ESPETACULARES SOBRE MY LIFE, tá se vc n quiser saber pode passar direto PORÉM EU TENHO QUE COMPARTILHAR MIGOSSSSSSS E OUTRA, o final foi dividido em DUAS PARTES porque deu VINTE E DUAS PÁGINAS TIPO QUÊ???????

"Forever will forever be ours even if we tried to forget, love will remember"

Em algum momento entre madrugada e manhã, senti meu corpo balançar. Thalia apareceu em minha visão com um rosto cansado, os cabelos negros presos em um rabo de cavalo apertado. Ouvi quando ela encostou a porta do quarto, como um aviso para que eu ficasse pronta em segundos.

Sempre assim. Paciente e determinada.

Troquei meu pijama folgado com manchas de chocolate da noite anterior por roupas de ginástica e um tênis confortável.

Nossa corrida ia do nosso prédio até metade do Central Park. Paramos para comprar uma água, dei um sorriso ao ver vários turistas em um excursão. Virei as costas para ele, sentindo meus ombros ficarem tensos de repente.

Aquele maldito barulho.

Click. Travei o maxilar, respirei fundo e continuei a correr ao lado de minha amiga.

Chegamos de nossa caminhada – sempre silenciosa – às seis em ponto. Thalia inclinou-se na banca de jornais, dando um sorriso amistoso para o vendedor.

– Luke chegou de viagem. – ela comentou, pegando o jornal escolhido do dia

Peguei meu celular, visualizando os e-mails.

– Chegou a alguns dias, certo?

Thalia concordou.

– Vai ter alguma reunião ou vai tomar café com a gente?

– Segunda opção. — pisquei com um sorriso

Assim que subimos, corri para meu banheiro. Meu guarda roupa – diferente do gigantesco closet da fraternidade – era prático, com as roupas organizadas por necessidade. Depois de lavar meus cabelos, hidratar a pele, além de enchê-la com protetor solar, fiz uma maquiagem rápida, enfiando o batom em minha bolsa.

Avaliei minhas opções por meros dez segundos até escolher uma saia lápis rosa, um blazer da mesma cor junto com uma blusa de seda estampada com flores. Estava elegante e extrovertido. Franzi o cenho, tentando pensar em uma blusa que ficasse melhor. Thalia gritou algo sobre atraso, fazendo-me pegar minha bolsa, checando se meu celular estava dentro e pular para fora do quarto. Parei no espelho entre a sala e cozinha, dando um olhar pensativo pro meu cabelo.

– Coque ou rabo de cavalo?

– Sexy ou séria? – Thalia retrucou

Dei um sorrisinho, pensando um pouco.

– Séria.

– Rabo de cavalo. – ela jogou um elástico de sua pequena bolsa, voltando para a nossa pequena e bagunçada cozinha

Thalia usava um jeans e um blazer pretos com uma blusa branca por baixo, para encerrar uma trança bagunçada pendia pelo seu ombro. Despojada e séria. Costumávamos brincar de adjetivos quando estávamos no tédio, eu nunca tinha adjetivos melhores que os dois últimos citados. Minha amiga enfiou um daqueles biscoitos caseiros que comprávamos em nossas caminhadas de final de semana.

– Ok! Agora podemos ir. – cantarolou, pegando as chaves do carro e a bolsa azul marinho

Ergui as sobrancelhas, cruzando os braços.

– Só estou esperando você.

Ela revirou os olhos, agarrou o jornal colocando-o embaixo do braço e a segui em direção ao elevador.

Desde que nos mudamos definitivamente para Nova York (há um ano), Nico havia conseguido um bom emprego em um escritório bacana enquanto Luke tinha um emprego que o obrigava a viajar na maior parte do tempo.

Então, fizemos uma tradição: sempre que Luke voltasse de viagem, nós iríamos tomar café juntos.

Um ano, peguei-me pensando. Os seis meses de experiência não foram o meu "definitivamente". Eu havia trocado de empresa, estava em uma bem melhor e mais organizada que a primeira, o que foi uma surpresa para mim, além de que Yale me apoiou mais do que imaginava no começo de minha carreira. O processo com Rob ainda rolara durante esses seis meses — e ainda rolava — me dava dor de cabeça na maior parte do tempo já que ele havia jurado que havia mais alguém nisso, enquanto a polícia só achara provas contra ele. Odiava pensar naquilo. E claro, havia Percy. Que eu não via desde a nossa formatura. Nós nem ao menos nos falamos. Assim como eu evitei chegar perto dele durante as três horas de diplomacia, sabia que ele não sabia como vir dar mais um adeus, então tive a certeza que me afastar era a melhor escolha para ninguém se machucar. E foi. Dentro de mim, eu sabia que não havia superado o que tivemos. Sabia que parte de mim ainda clamava por ele. A parte sensata tendia a ignorar e procurar outros caras.

Thalia estacionou rente ao meio fio. Pude ver a mesa ocupada por dois grandes homens que usavam o telefone em vez de conversarem. Quem visse de fora, até acharia que eram dois estranhos.

Sentei-me ao lado de Nico, dando um sorriso.

– Vou querer waffles com cobertura de mel. E café, por favor. — pedi quando uma garçonete sorridente veio nos atender

Luke franziu o cenho e me encarou.

– Eu fico duas semanas fora e não ganho nenhum beijo?

Revirei os olhos.

– Não vou me levantar só para te beijar. Agora faça seu pedido.

Nico beijou minha bochecha, afagou meu joelho e sorriu.

– Eu estive pensando naquela casa que me falou. Será que tem como você passar lá depois?

– Claro. Me manda o endereço.

– Eu te pego no trabalho, depois.

– Nossa! — Thalia exclamou — Você viu o que aconteceu naquela empresa? O atraso do salário?

Luke assentiu, contrariado.

– Ridículo. Eles cagam ouro, o que custava pagar a eles?

Thalia concordou, passando a página do jornal.

– Estava pensando em jantar hoje. — Luke disse quando a garçonete se inclinava ao seu lado depositando nossos cafés, ele deu um sorriso em agradecimento — O que acham?

Nico encarou a expressão preocupada de Thalia e assentiu, distraído.

– Ligue pra mim depois. Preciso ver se tem algo importante...

– O mesmo. — concordei

– Ah! Olhem isso! — Thalia abriu o jornal, desviando o papel de seu café — Percy está aqui! Deusa está dando o que falar, veja.

Franzi o cenho, dando um pequeno sorriso ao ver sua foto. Ele gargalhava com uma câmera Nikon na mão, havia uma entrevista ao lado, no entanto eu estava mais focada na sua barba crescente e os cabelos levemente cacheados que caiam sobre a testa.

Fazia muito tempo que não nos víamos. Embora eu costumasse pensar e sentir falta dele toda semana, ver sua foto na parte social do jornal, me fazia pensar que ele não sentia o mesmo. Pensei em nossos últimos momentos juntos guardados com carinho dentro de mim. Nenhum de todos os caras que conheci durante esses meses puderam fazer jus as palavras sobre "seguir em frente" que eu disse a ele.

Ergui os olhos quando Luke pigarreou.

– Eu o vi semana passada.

Até Nico pareceu prestar atenção.

– Você viu? — Thalia parecia apavorada — Por que não me disse nada?

O loiro encolheu os ombros, prestando atenção em seu café imóvel.

– Ele estava fazendo uma exposição. Passei lá só pra matar a saudades. Tomamos umas cervejas e...

– Não continue. — Nico pediu, sério

Luke apenas assentiu. Eu e Thalia nos entreolhamos, confusa.

– O que houve? Ele está bem, certo? — ouvi as palavras voando de minha boca antes que tivesse tempo de pensar sobre elas

– Claro que está. — Nico bufou com um dar de ombros

– Estou falando com ele. — vociferei

– Você não está atrasada para o trabalho? — Luke retrucou

– Não, não estou. O que está escondendo de nós?

– Nada. – Nico cutucou seu sanduíche, abrindo um sorriso – Só acho que não é legal ficar fazendo isso com vocês.

– Eu estou perfeitamente bem. – afastei-me, como se ele fosse me dar um soco ou algo do tipo

– Sim, o que há de errado nisso? Percy é meu primo.

– Então por que não fala frequentemente com ele? – Nico arqueou as sobrancelhas, em claro sinal de desafio

– Eu falo! – Thalia contrabateu, parecendo arrependida logo depois, aprumou-se diante de seu café forte – Por e-mails. Algum telefonemas e... Bem, ele é meu primo. Nós nos falamos com frequência, sim.

Claro. Luke e Nico eram os melhores amigos de Percy, Thalia era a prima dele, fazia parte da família dele? E o que droga eu era?

Nada mais que uma ex-namorada inútil e muito provavelmente, esquecida. Afinal, eram um ano e seis meses longe, quinhentos oitenta e cinco dias longes.

Um ano e seis meses.

O pensamento me fez apertar as unhas até que formassem manchas brancas em minha mão, eu queria chorar. Queria dizer que não ligava, que mal sentia falta dele, que sabia que ele seguiu em frente e eu não estava preocupada com relacionamentos agora porque tinha mais o que fazer.

Eles eram meus amigos, entretanto e eu poderia tentar enganá-los ao dizer um lindo discurso sobre independência, mas eu não poderia me enganar. Seria muita hipocrisia, aliás não valia a energia nem tempo.

Dei de ombros, indiferente.

– Só sinto falta dele. É normal quando sentiu algo de especial por alguém, certo?

– Completamente normal.

– Com certeza. – Luke e Nico falaram juntos

– Bom. – encerrei, terminando de comer meus waffles – Agora, sim, eu estou atrasada.

Luke inclinou-se em minha direção.

– Quer uma carona? Vou estar de folga pela semana, loira, pode me usar de capacho.

– Não. Se eu precisar, eu te ligo. – beijei sua bochecha, dando-lhe um abraço apertado – Também senti sua falta, Luke.

Ele sorriu antes que eu engolisse o café o mais depressa possível, correndo atrás de uma cabine amarela em alta velocidade pelas ruas.

***

Respirei fundo. Finalmente. Dois projetos fechados, três teleconferências, três reuniões de presença e uma cancelada, me deixando com mais de cinquenta minutos para a hora do almoço.

Perfeito.

Pensei em ligar para Thalia, ela poderia fugir do trabalho e me fazer companhia. Balancei a cabeça. Estaria sendo apenas uma distração a ela. Olhei para os dois lados da rua antes de atravessar, chegando ao próximo bloco. Havia uma cafeteria maravilhosa próximo dali. A cafeína fazia com que meu cansaço e sono não fossem nada mais que uma pegadinha do meu sonho, devia ser por isso que eu a amava. Pensei em ligar para Luke. Bufei, ele deveria estar descansando. Nico era fora de cogitação.

– Um café com creme, por favor. – pedi, sentando-me em um dos bancos altos em frente ao balcão – E, hm... – avaliei o que tinha de lanche e franzi o cenho – Você pode me dar dois desses sanduiches naturais? Obrigada.

Um dos sanduíches ficaria para mais a tarde. Um intervalo entre uma reunião e outra. Enfiei-o na minha bolsa enquanto comia o outro. O café chegou minutos depois. Suspirei. Pensei em atravessar o prédio do meu trabalho, então poderia passar os próximos minutos em um dos bancos do Central Park, pensando em minha vida, o que seria um pouco egoísta e deprimente.

Talvez ligar para minha mãe... Fiz uma careta enquanto pensava sobre isso.

Estalei os dedos, meio nervosa ao ouvir aquele barulho irritante bem distante.

Quem estaria tirando foto em uma rua movimentada como aquela? Beberiquei meu café, procurando ser o mais discreta possível ao tentar achar a maldita câmera e andar no sentido oposto a ela.

Meus olhos ficaram presos no homem do outro lado da rua, tinha certeza que meus olhos estavam arregalados, assustados. Ele estava inclinado sobre a câmera, o cenho franzido e os lábios crispados, como se tirar uma foto fosse um momento bastante complexo. Agarrei o copo de meu café como se fosse meu porto seguro até saber como respirar.

Click.

Por um momento, senti meu coração parar embora soubesse que isso era fisicamente impossível.

Percy não me olhou quando se afastou da câmera. Ele manteve os olhos na tela e quase pensei que ele não tivesse tirando foto de mim. Olhei os dois lados da rua antes de atravessá-la às pressas. Ele sorriu, colocando a câmera na bolsa.

– Você está linda, Annie. – sua voz era quase como um carinho que eu esperara por muito tempo

– Hã... Obrigada. O que está fazendo aqui?

– Você sabe... – ele envolveu o lugar com o indicador – Nova York é a cidade.

– É o que dizem. – dei de ombros

– Na verdade... – seu corpo se inclinou em minha direção – Será que você tem um tempinho pra mim?

Franzi o cenho, encarando meu relógio de pulso. Tinha? Claro que tinha.

Engoli em seco.

– Talvez uns vinte minutos. Preciso voltar pro trabalho logo.

– Vai ser os melhores minutos do seu dia.

Eu não tinha como duvidar daquilo.

– Podemos ir para um café ou algo do tipo? Estou precisando disso.

– Ah, claro! Ali tem uma cafeteria muito boa, vem comigo.

Percy não disse nada enquanto fazíamos nossa caminhada até a próxima esquina. Sentamo-nos em uma das mesas azuis da varanda da cafeteria. Ele pediu um café puro, o que me pareceu bastante grosseiro para um momento como aquele.

Eu não sabia o que falar. Nem o que fazer. Apenas observar. Era real? Parecia que sim.

– Você está séria. – ele arqueou as sobrancelhas – Está tendo algum problema?

Sorri, apoiando meu queixo em minha mão.

– Não. Como está sendo sua vida? Sua exposição? – perguntei, tendo certeza que aquelas perguntas eram educadas o suficiente para não dar na cara que eu estava desesperada para sentir aqueles fiapos de uma crescente barba em seu queixo

Percy recebeu o café da garçonete com um sorriso, ele não olhou para mim quando sussurrou com um risinho, como se fosse contar a melhor piada de todos os tempos.

– Nós dois sabemos que não quer perguntar isso.

Olhei para meu café, meio desconfortável.

– Bem, o que você acha que eu quero perguntar?

Eu não era aquela mulher tímida. Claro que não.

Percy ergueu os olhos. Tão verdes quanto eu me lembrava.

– Primeiro, por que não chegou perto de mim na formatura? – crispei os lábios quando ele falou

– Eu ou você?

– Você deveria perguntar isso. – ele gesticulou – Da formatura. O que eu falei, no caso.

Revirei os olhos, soltando uma risada com seu embaraço.

– Talvez eu não queira ter chegado perto de você. – dei de ombros

Percy me encarou por um tempo, bebeu seu café e assentiu.

– Boa resposta.

– Qual a segunda? – indaguei, animada

Ele inclinou-se na pequena mesa de ferro, seu café ficou a centímetros de seu braço descoberto, seus olhos estavam próximos o suficiente para que eu visse aquelas manchas mais claras.

– A segunda é... Sabe aquela mulher? Aquela que você disse sobre ter filhos, criar uma vida, seguir em frente... – ele mexeu os dedos, em seguida deslizou as mãos para brincar com a borda da xícara

A realidade caiu como um machado em cima de minha cabeça.

Percy estava com outra mulher. Não deveria ser por menos. Havia se passado um ano e seis meses desde que havíamos conversado realmente. Não era para menos que o que quer que ele sentisse tivesse acabado.

Eu amo você.

Ele falou isso. Tenho certeza que falou. Um amor não acaba em um ano, ou acaba?

O comando em minha mente me mandou dar um sorriso feliz. Tentei fazer isso.

– Sim! – bati em minha testa – Eu falei isso, não falei? Claro que falei.

Percy coçou a nuca, parecendo constrangido, desviando os olhos do meu.

– Sim, você falou.

– E então, quem é ela?

– Vou pedi-la em casamento. – ele engoliu em seco

Repeti seu movimento. Senti meu corpo balançar de um lado para o outro, eu queria estar morta. Queria desaparecer dali. Eu deveria ter chamado Thalia, ela não teria se importado de fugir do trabalho e passar quarenta minutos comigo. Poderíamos caminhar pelo Central Park, paquerar alguns caras ou marcar um encontro com os amigos de Nico para uma happy hour à noite.

Eu só não precisava receber aquela informação agora.

– Isso... Bem, é legal. Você tem certeza disso? É um passo importante na sua vida.

– É. – ele concordou – Só não sei se ela quer ou... Sei lá.

– Quando vai ser o pedido? – peguei-me mais interessada do que o necessário – Aliás, por que você me disse isso? E como me encontrou fora do meu emprego? Como... Você teve um ano para falar comigo e nem ao menos me contatou, por que veio falar comigo agora sobre isso?

Percy gargalhou. Realmente gargalhou. Como o ataque de perguntas fosse um bom stand-up. Senti vontade de dar-lhe um soco. Sim, era isso que eu queria. Dar um soco com ele por brincar comigo, por rir de mim.

Por um momento, achei que sua gargalhada duraria para sempre, que seu rosto ficaria espremido pela boca daquele jeito adorável que me fazia sorrir junto, mas dessa vez... Eu apenas tinha vontade de soca-lo até aquela raiva ir embora.

– Você disse que me amava.

Soltei um grunhido quando ele disse aquilo.

– Claro que eu disse, seu imbecil. Porque eu amava.

– Amava? – os traços de sua gargalhada sumiram, transformando-se em uma expressão séria

– Claro que sim. Você vai se casar, eu...

– Ah, não, isso foi uma brincadeira. – ele deu um grande gole em seu café com naturalidade, mexendo a mão indiferente no ar

Arqueei as sobrancelhas, confusa – ainda morrendo de raiva.

– O quê?

– Foi uma brincadeira. Acha mesmo que eu ia me casar com alguém que não é minha musa? – ele esticou uma das mãos para tocar a minha – Ainda não esqueci você, Annie.

Soltei um suspiro aliviado. Não, ele não poderia me esquecer.

– Espero que não.

Dei mais um gole, terminando meu café.

– O que esteve fazendo durante esse tempo? – perguntei

– Umas exposições aqui e ali. Deusa, sabe como é. Hm... Cuidando da empresa do meu pai. – revirou os olhos junto com uma careta, fazendo-me dar uma risada – E você? Soube que foi promovida umas quinhentas vezes desde que assumiu o cargo na empresa.

– Três vezes. – bufei – Estou afundada no trabalho.

– Sem diversões? – ele franziu o cenho

Pensei nas vezes em que fui ao bar com Thalia, nas vezes em que acabamos com diferentes caras em nossos quartos.

– De vez em quando. – ergui os ombros – E você?

Suas bochechas adquiriram um tom vermelho escarlate, tive a certeza que ele pensou a mesma coisa que eu.

– É. Já passou em Yale desde que veio para Nova York?

– Hã... Umas três vezes? Silena está na presidência desse período. Parece que ela é um pouquinho mais rígida que eu, mas as coisas estão indo bem.

– Matt pegou a liderança. – Percy cruzou os braços, fazendo um beicinho – Acredita nisso?

– Ele parece ser um cara legal. Conquistador, cafajeste... Me lembra muito você.

Ele me encarou, como se pudesse me esfaquear bem ali e bufou.

– Vou ignorar seu último comentário.

Verifiquei meu relógio, crispando os lábios.

– Acho que nossos vinte minutos se acabaram. É isso?

– Aham. Preciso de mais cinco minutos para chegar até o trabalho. Vai continuar em Nova York?

– A empresa do meu pai fica por aqui mesmo. – Percy deu de ombros – Como a tour da exposição acabou, estou pensando em passar um tempo tomando posse das coisas e tudo mais.

Um sentimento de felicidade cresceu dentro de mim.

– Seria bom. – tirei o dinheiro da carteira, jogando em cima da mesa – Então, nos vemos depois.

Percy continuou sentado, observando-me com os olhos atentos e um pequeno sorriso no rosto.

– Posso te ver hoje?

– Não sei... Ligue para Thalia. Talvez possamos sair.

Ele assentiu.

– Eu ligo. Você está linda, Annie.

Sorri abertamente, inclinando-me sobre ele e dando um beijo demorado em sua bochecha.

– Você já disse isso, Percy. – sussurrei em seu ouvido

"You said you love me, I said I loved you back, what happened to that?"

Notas finais
First things first: LEIAM UNDERCONTROL SEUS INGRATOS, sério, nossa eu amo undercontrol e vcs tão fodendo cmg que isso quero meus leitores lá todos lendo undecontrol se apaixonando pelo nick, matando a emma mentalmente vlw flw SEGUNDO: EU TENHO UMA GATA CHAMADA LILY - irrelevante, eu sei - MAS DIGAM OLÁ PRA LILY OK ELA ESTÁ SE ADAPTANDO AOS MEUS GRITINHOS NO MEIO DO DIA E PULANDO EM UM PÉ SÓ QUANDO TENHO IDEIAS, sim, isso acontece e não, vocês não querem ver isso, mas pra quem me segue no snap sabe da minha gata, não ainda dos meus surtos TERCEIRO: caso vcs queiram me matar pq demorei pra postar em tk CULPEM MANUELA YEAAAAAAAAAAAH QUARTO: EU SEI QUE VCS QUERIAM SE LIVRAR DE MIM, SEUS PEQUENOS LEITORES INGRATOS, porém eu não estarei tão sumida assim, porque - SIM! - eu só vou postar em lw, provavelmente, em setembro quando minhas provas acabarem e SIM!, VAI TER BÔNUS DE TK, SIM E SE RECLAMAR VAI TER DOIS! E SE RECLAMAR MAIS, VOU POSTAR COMO EBOOK NA AMAZON QUINTO E (MUITO! MUITO! MUITO!) IMPORTANTE: vai ter um ESPECIAL PERCABETH - TODOS GRITAM RAPIDÃO PRA DAR UMA EMOÇÃO GALEROUUUUU - com autoras FANTÁSTICAS, tipo eu (óbvio, né obg palmas, obg sou mto humilde, mto obrigada), a arya (mais conhecida como otarya, mas não digam isso a ela, ou sim, ou idc), a juhjackson (muito espetacular e que todo mundo baba por ela, por sinal, minha bff BRINKS mas anyway) e vai ter a robertaaaa (starkjackson, pros intimos roberta) que escreveu animals e humans, continuação porém se vc nao leu nada dela, sério sai daqui por favor vai ler tá, por enquanto apenas essas estão confirmadas e essas que eu to por dentro mas gente SÉRIO VAI SER SENSACIONAL, a minha fic tá no comecinho inho inho quase nem fiz ainda poréme eu vou ser a última a posta, mas QUANDO POSTAR eu vou avisar LÁ NO GRUPO DO FACEBOOK, pra quem tá dormindo nessa viagem que se chama eu, vai logo lá no grupo do facebook, migo (https://www.facebook.com/groups/638283029598698/) POR FIM: eu sei que falo demais e falo muito!!! PORÉM, quem quiser me ver falando MAIS ou não, vai que né, diz algo aí que eu deveria fazer o vídeo, eu tava querendo fazer a tag do gemido com minha prima OU falar sobre fanfics em geral, vcs que sabem, o que acham???? POR FAVOR, ME RESPONDAM!!! E NÃO ESQUEÇAM DO ESPECIAL, OK? FINAL DO MÊS. VÃO LÁ NO GRUPO DO FACEBOOK QUE VAMOS EXPLICAR TUDO NO DIA. AMO VOCÊS AINDA TEM BÔNUS ISSO NÃO É O FINAL!!!! AMO VCS PRA CARALHO BJS