Te quero

28 Será o recomeço?


Notas iniciais
Olááá gatinhos, Bem, hoje venho com o terceiro capitulo da nossa antiga-nova fic. Quero me desculpa pela demora, a escola não está fácil. Hahaha. Espero que gostem. Boa leitura!

Pov´s autora:

Após André desligar o telefone, Janu foi até ao jardim e, sentou-se encostada no chafariz e pós sua cabeça no meio de suas pernas, por alguns minutos. Quando se levantou, sua expressão havia mudado, já não estava com aquele olhar triste por mas que seu rosto estivesse molhado, por conta das lagrimas. Secou seu rosto com as mangas do casaco, apanhou um espelho pequeno em sua bolsa e endireitou a maquiagem, que havia borrado. Janu era uma menina muito bonita. Nunca foi de se arrumar ou usar maquiagens, mas logo que começou a namorar, isso mudou. E também, devido ao seu namoro, começou a se relacionar mais com o pessoal do Orfanto, já que o André e os meninos haviam se tornado grandes amigos e, hoje em dia convive super bem com todos. A única, que de vez em quando, se estranha é a Cris, que antes de Janu foi a namorada de André. No começo Cris não aceitou muito bem o namoro dos dois e até teve uma pequena depressão, mas, depois teve todo aquele rolo com o Duda e esqueceu dessa historia.

De volta a sala...

– Cacete Janu, onde você se enfiou? – Perguntou Bia, ao ver-lá se aproximar.

– Estava conversando com o André, sabe como é né, saudades... – respondeu ela, normalmente.

– Porra, isso é serio? Achei estava dando graças a deus dele ter viajado. – retrucou Binho.

– Binho, você sabe que eu não suporto esse tipo de linguajar. – afirmou Ana irritada.

– Desculpa, eu esqueço. – disse ele. Bia revirou os olhos.

– Pelo amor Ana, deixa o menino. – disse ela.

– Da licença Bia, o Binho é meu namorado... – retrucou Ana.

– Ui... dormia sem essa. – extremeceu Rafa.

– Cala o caralho da boca. – mandou Bia num tom alto. – Vou dançar, alguém tá afim?

– concluiu ela. Janu e Bel se retiraram com junto a ela.

– Eu vou ao banheiro, licença. – disse Ana, antes de sair.

Perto dali...

– Colabora gatinha, eu sei que está afim. – insistiu Bruno, um insuportável amigo de Cris.

– Qual é a sua dificuldade de entender que não? Já perdi as contas de quantas vezes repeti a mesma coisa. – bufava Mili enquanto enchia um copo com suco.

– Eu sei um jeito de te fazer mudar de ideia... – respondeu o menino.

– Nem pense nisso, eu vou... – antes que pudesse concluir a frase, Bruno pegou por trás da sua cabeça e lhe deu um beijão. Por mas que não estivesse afim, Mili ficou impressionada com a pegada do garoto que, ainda por cima beijava muito bem. Ela só foi cair em si quando lembrou que ela estava no meio de uma festa com todos os seus amigos presentes, inclusive Mosca. – Hum, então quer dizer que além de chato é abusado? Bom saber. Eu posso te ajudar com isso. – falou antes de jogar seu copo inteiro de suco na cara de Bruno.

Pov autora:

Cris andava em direção ao quarto das meninos, com vários presentes nas mãos, quando alguém a puxou para dentro do banheiro masculino.

– Caralho. – gritou ela, caindo no chão junto a quem a tinha puxado.

– Olá Cristina. – cumprimentou o menino abrindo um enorme sorriso.

– Tinha quer você Janjão. Olha o que fez, amaçou meu vestido todo. – dizia enquanto se levantava.

– Foi mal... não era para ser desse jeito. – desculpou-se ele endireitando a camisa. – Estava com saudades, tem tanto tempo que...

– Pode parar ai mesmo... O que a gente combinou? Hein? – interrompeu ela. – Não ia rolar nada durante a festa.

– Ah, pare de doce Cristina. Já tem mais de três meses que a gente esta ficando, você não acha que já passou da hora da gente se assumir? – questionou ele irritado. A resposta era simples: tinha esperanças que o Duda retornasse e eles pudessem ficar juntos de novo.

– Por favor Janjão, pare com essa ceninha. Até parece que se importa se for a escondidas ou na frente de qualquer pessoa, o que quer é uma idiota para pegar e depois dar um perdido. – respondeu Cris catando os presentes do chão.

– As coisas mudam, Cristina, quando está gostando de verdade de alguém. – retrucou ele, antes de voltar a festa.

– Isso é novidade... você e Janjão, quem diria. — disse alguém, que estava em uma das cabines do banheiro.

De volta a festa...

– Ei Bia, o que aconteceu? Tá com uma cara... – perguntou Miguel ao ver ela passar ao seu lado.

– Adivinha? Discuti com a Ana de novo. – respondeu ela cruzando os braços. – Está foda aturar esse ressentimento dela, poxa, ela não entende que agora minha vida mudou e eu ainda não faço a mínima ideia do que fazer? Que eu tenho eu tio insuportável, que não permite que eu faça nada?

– Calma amor, pelo que você me contou ela gosta muito de ti e, em algum momento ela vai ver que não é tão fácil como ela está pensando e vai tentar ajeitar as coisas. – respondeu ele amigável.

– Mas, talvez, quando ela finalmente se der conta da idiotice que ela está fazendo, seja tarde demais. – retrucou ela

– Está bem, agora, vamos esquecer um pouco dessa história... – pediu ele pegando em sua mão. Neste momento passou a tocar a musica “Love me like you do” da cantora Ellie Goulding. – Me concede essa dança?

– Ah, faça me o favor, estamos em pleno século vinte e um. – disse ela em meio a risos. – Mas, eu achei isso bonitinho, então... vamos. – concluiu ela o puxando para a pista de dança. Enquanto os dois se divertiam juntos, alguém os observa, incomodado.

Na mesa de bebidas...

– Sua imbecil, você me sujou todo. – bufava o garoto. Todos em volta, olhavam curiosos.

– Coitadinho, só não chora viu, se não eu fico com peninha. Babaca. – retrucou ela, se retirando logo depois. Ela foi até o pátio, já que não estava curtindo nem um pouco a festa, já que seu ex estava presente com a atual namorada e seus pensamentos em relação a Juca não a deixavam em paz. Sentou-se no banco, no qual sempre discutia sua relação com Mosca e também onde trocavam juras de amor e beijos apaixonados. O lugar estava iluminado , somente, pela luz da lua. Que era fraca, porém suficiente.

– Acho que tivemos a mesma ideia. – murmurou uma voz por trás de seu ouvido. Mili se estremeceu toda, sentiu um calafrio na ponta da espinha.

– Mosca... você me assustou. – respondeu ela, de olhos fechados.

– Como soube que sou eu? – indagou ele se sentando ao seu lado.

– Porque sempre fazia isso quando, bem, você sabe... namorávamos. – respondeu ela, um pouco sem jeito.

– E você não gostava nem um pouco... – disse ele que olhava para um lugar fixo, como se estivesse relembrando o passado. – Sabe Mili, diversas vezes o fato de a gente nunca ter conversando após terminarmos. Acho que, como pessoas responsáveis, isso deveria acontecer. – concluiu ele, como se esperasse a pior resposta possível. Mili suspirou e o encarou.

– Tem razão Mosca... sobre o que, exatamente, quer conversar? – pergunta ela, aparentemente desconfortável com a ideia.

– Sobre nosso relacionamento, eu não gosto de ficar com um climinha chato com você, por mas que não me trate mal eu sinto que não fica muito a vontade comigo, tipo... agora. – respondeu ele, ao ver que ela não parava quieta.

– Mosca, nenhuma amizade é igual depois de um namoro, as coisas mudam. É normal. – disse ela dando um sorriso amigo. – Pode ficar tranquilo, eu não o odeio e nem desejo sua morte – o que a maioria das garotas desejam após fim dos seus relacionamentos – pelo contrario, eu quero que seja muito feliz com a Julia, com a sua nova casa e sua nova vida. Você é uma boa pessoa, eu sei que mesmo sendo um cabeça dura, sempre tem as melhores intenções. – concluiu ela, antes de se levantar e seguir em direção a festa.

– Mili, por favor, espere... – gritou ele. A mesma virou imediatamente, assustada. – Eu sei que vou me arrepender disso depois, mas é caso de vida ou morte... – murmurou antes de puxar Mili para um beijo.

Notas finais
Quem nunca teve dois amores né, Dona cristina?! Hahah. Esses dois são muito fofos. #MosLi. Curtiram? Não se esqueçam de comentar suas opniões e suas recomendações para os próximos capítulos. Beijos meu linduxxx. Até breve.