Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza
158 Capítulo 157
Notas iniciais
Eles queriam amar-se mais uma vez, mas alguém abre as portas da presidência sem avisar.
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E entra com tudo.
—Seu Hugo, o senhor não pode! -disse Aura Maria, tentando impedi-lo.
Mas Hugo abriu a porta com tudo.
—Ora, menina! Me deixe! Que horror! A transformada e o ogro estão nus!
A primeirra reação de Armando é agarrar e tampar Betty.
—Que bela bumba, Armando! Ai! Que estou casada! Mas não sou de ferro! Que corpo, Armani!
—O que quer seu inútil?
—Ai, Armani! -se abanando Como Bogotá ficou quente! -Ai, menina, como você é sortuda!
Betty está vermelha e assustada. Agacha-se atrás de Armando, coloca seu blazer que está no chão, pega sua roupa e sai correndo para o banheiro da presidência. Armando pensa em fazer o mesmo, mas Hugo o intercepta.
—Ai, Armani! Se te incomoda ficar assim na minha frente, saiba que estou bem à vontade!
—SAI DAQUI, HUGO!
—Ai, seu ogro! Olha, tenho um assunto sério para falar. Eu trabalho! Não sou como o casal Ecomoda que todo mundo pensa que está trabalhando e está fazendo coisinhas.
Armando já havia vestido sua camisa e sua boxer e estava sentado na cadeira presidencial.
—DIGA LOGO O QUE QUER OU VÁ!
—Já disse que é assunto de trabalho e quero falar com os dois.
O telefone toca.
—Alô!
—Don Armando, dona Catalina quer falar com vocês!
—Ah! A Catalina você anuncia. Já sogra da Ecomoda, entra quando quer!
—Ai, seu Armando. Não tive culpa. Seu Hugo sabe como é! Se recusou a ser anunciado e foi entrando. Me perdoe! Sei que estavam fazendo “coisinhas”. Ouvi tudo!
—AURA MARIA, Cala a boca! Oi, Cata! Como vai? Sorri-lhe amarelo -pensou em levantar-se para a cumprimentá-la, mas lembrou-se que estava só de cuecas! -Desculpe-me!
—Ele não pode levantarse, Cata, pois estava nu há pouco!
—Ah ha! Mas que isso, meu afilhado de casamento. Não me diga que estava com calor ou, espero qe seja com Betty!
Armando ficou vermelho desta vez, mas sorriu com picardia.
—Com quem mais, Cata? Minha Betty! Shiu!
—Catalina! -Betty saía do banheiro, após se arrumar.
—Betty! Que bom vê-la! Desculpe-me que viemos atrapalhá-los!
—Imagina! Você nunca atrapalha.
—Vim lhe trazer os números! O desfile em alto-mar foi um sucesso! Além dos 10 mil garantidos, fechamos mais vendas e parcerias!
—Que maravilhosas notícias!
—Claro. Graças às minhas criações.
—Nao! Graças a Cata, à Betty, ao Nicolás, às secretárias, à cada um da produção, aos porteiros, às recepcionistas, a Jacques, às modelos, aos gerentes e empregados de cada loja e franquia de Ecomoda! A meus pais e sogros.
—A você, meu amor! -Olham-se com ternura
—O sucesso depende de cada um desta empresa! Não só de você, Hugo!
—Ai, já sei! Olha, vamos trabalhar que Cata tem algo importante para falar!
—Então, já estamos fechados para o ano que vem!
Betty abraça Armando que está sentado para comemorar.
—Que bom!
—Sabia que iriam gostar!
—Pena que não poderei contar com todas as modelos!
—Nem pense em contratar aquela maluca!
—Por sua causa fico sem opções!
—Tem muitas modelos maravilhosas, Hugo, não seja exagerado. -disse Catalina
—Sabe que por mim, não me importo. Confio em Armando!
—Grato, amor! -beijjinho
—Mas eu acho que não convém! Ele não soube agir profissionalmente. Além de ser fofoqueira e mentirosa!
—Fofoqueira sim, mas não sei se é mentira!
—Pode confiar! Conheço a história e estava com Armando no dia.
—Se diz…
—Olha, voltemos ao assunto. No Cruzeiro, fiz algumas amizades e uma delas foi com o reitor da Universidade de estudos Econômicos..
—Foi onde estudei!
—É mesmo, meu amor!
—Que coincidência! Então, ele pegou meu cartão, pois sua esposa ´já foi modelo e tem uma agência e gostou muito do desfile.
—Dona Solange?
—Sim, esta mesmo.
—Conheço, muito bonita!
—Então, haverá um baile de reencontro de exalunos
—Eu sei, dia 15 de julho.
—Isto mesmo! E ela quer adquirir vários vestidos para o baile de reencontro da faculdade! E pensaram em adquirilos de Ecomoda!
—E por que não pode aquiri-los diretamente em uma de nossas lojas? -perguntou Armando
—Porque eles querem modelos excusivos, vês que muitos alunos são da alta sociedade!
—E pensei: muitos de minhas obras não puderam ver a luz no desfile por conta de não terem o caimento necessário em um ambiente úmido, mas são exclusivos e altamente adequados.
—Também haverá um baile de formatura.
Armando percebe que Betty está com a voz embargada emocionada.
—E o que pensa, Cata?
—Penso que seria ótimo para a Ecomoda! Ah, Betty! Você também estudou lá, não?
—Sim.
—E neste caso também irá ao baile?
—Se a presidente irá, vou desenhar um modelo exclusivíssimo!
—Não! -surpreendeu a todos
—Quero que tenha o desfile e que Ecomoda partiicipe, mas não irei ao evento.
—Mas
—Desculpe, Catalina, mas, não conte com minha presença! Com licença!
—Cruzes!Que horror! Outra ogra.
—Saia daqui, Hugo! Vai trabalhar.
—Vou, mas vou por Cata. Não por você!
—Betty! -Armando vai atrás de Betty, Cata percebe que está só de camisa e boxer, mas não fala nada para não constrangê-lo.
—Por que Betty não quer ir neste baile?
—Ai, Cata! Ela me contou que o que sofria de maus tratos na faculdade. E que não tinha roupa para ir, nem dinheiro, Gostaria que ela fosse, Cata, para que a segurasse os meus braços e mostrasse como é linda! Esfregasse na cara de todos! Me sinto mal, pois mesmo a protegendo, fiz algo parecido com ela na Ecomoda!
—Shiu! Você não sabia. Eu falo com ela! Vai para a salinha e termine de se vestir! -disse Catalina a Armando.
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