Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza

134 Capítulo 133: Negócios com Rodolfo Sanchéz


Notas iniciais
Será que Rodolfo Sanchéz irá fechar negócios com a Ecomoda?

—Boa tarde!
Um homem subiu pelo elevador até a Presidência. Mariana já havia avisado às amigas que era um rapaz bonito, de modo que as fofoqueiras já queriam conferir.
Assim que, Ronaldo saiu do elevador e cumprimentou-as, Sandra, Aura Maria vieram para comprovar. Mariana já havia deixado a recepção para acompanhá-lo.
—Por favor, poderia falar com Doutor Mendoza?
—Com meu chefe? Pensei que queria falar com a Presidente!
—Sim, também. Mas (Ronaldo lembrou-se da noite no Luna de Bogotá quando bêbado paquerou Betty) a Doutora presidente é esposa dele não? Prefiro falar com doutor Mendoza, primeiro!
Desde o dia do Luna quando havia conversado com Armando e escapado de levar uns socos e que soube que estava diante dos donos de uma das mais conhecidas empresas de moda do país que não havia parado de pesquisar a respeito. Soube das franquias, do embargo, tudo. E também que agora, a empresa dirigida pela brilhante Beatriz Mendoza caminhava ser a número da Moda no país e uma das cinco maiores da América Latina. Pouco conhecia do mundo da Moda, sua experiência no ramo resumia-se aos desfiles de sua namorada, Monica Moreno. Mas como investidor, enxergou ali a possibilidade de um grande negócio. Aparte estava feliz porque soube, através de Armando que sua amada seria uma das modelos escolhidas para desfilar pela Ecomoda. Era um sonho dela que poderia realizar, ainda que ela não soubesse que foi indicada por ele à empresa. Não era o momento. Não se julgava merecedor do perdão dela, embora, o casal Mendoza lhe tivesse aconselhado a nunca perder a fé. Mas precisava dar tempo ao tempo.
—Eu aviso o doutor, então. Seu nome mesmo?
—Ronaldo Sanchéz!
—Seu Armando? -Sandra chamou-o ao telefone
—Sim?
—O Dr. Sanchéz acabou de chegar!
—Ah sim! Diga para entrar!
—Sanchéz! Que bom revê-lo! -dando-lhe a mão para cumprimentá-lo
—Mendoza! Posso dizer o mesmo!
—Sente-se!
—Obrigado!
—Quer café? Chá?
—Não, acabei detomar um café na cafeteria aí em frente!
—Ah!
—Pensou no que te falei, Mendoza?
—Vou te falar a verdade, Sanchéz... a verdade é que ando meio ocupado, sabe, uma mulher divina como Beatriz, uma princesa como filha, uma empresa como esta, outras franquias e pontos de venda.
—Sei não teve tempo!
—Pior que tive -riu-se -Aqui praticamente não dormimos!
Os dois riram
—Trabalhamos quase 14 horas aqui!
—Não dormem mesmo!
—E não pensei em apenas um investimento. Mas em dois, na verdade três, mas este ainda teria que consultar.
—Ótimo! Bem, vamos à sala da Presidência!

Armando e Rodolfo saem da sala.
—Sandra, vamos à Presidência falar com Beatriz, ligue para Doutor Nicolás Mora para nos encontre, trazendo as propostas das franquias e da Terramoda. Depois nos encontre na sala de Reuniões!
—Sim, doutor!

Os dois vão à sala, Betty os recebe com um sorriso nos lábios.
—Vamos à sala de Reuniões, para podermos expor as propostas.
—Sim, mas antes de mais nada, gostaria de pedir desculpas pela forma como me comportei aquele dia, sobretudo com a Senhora, doutora Mendoza!
—São águas passadas, Senhor Sanchéz! Se logrou a consideração de meu marido, tem a minha!
—Sim, grato!
—Ainda mais vamos ser sócios agora!
—Sim. Estou ansioso para ver o que vão me propor!

Os três foram à sala de Reuniões, onde já estavam Nicolás e Sandra.
—Aura Maria, por favor!
—Sim, Betty... Quero dizer, doutora. O que deseja?
—Poderia pedir algumas coisas no refeitório?
—Sim.
Aura Maria coleta os pedidos, pede no refeitório quatro cafés, um chá e bolos.
Armando e Nicolás expõe as propostas. Sanchéz presta bastante atenção.
—E então?

—E o Dr. Nicolás Mora também é investidor da Bolsa?
—Sim, isso!
—Somos colegas!
—Sempre foi sua especialidade desde o tempo da faculdade!
—E a Terramoda seria a empresa de Investimentos da Bolsa que há tempos atrás embargou a Ecomoda. E isso?
—Creio que não e segredo, saiu em todos os jornais da área! É verdade! -respondeu Beatriz
—Interessante!
—E então?
—E esta terceira proposta? O que seria?
—Não julgou interessante nenhuma das duas? -perguntou Armando
—Sim, mas...
—A terceira é a compra de ações de Ecomoda de sócios minoritários!
Armando a olha. Pois pensou que Betty não queria que apresentasse esta proposta, já que as únicas que poderiam estar disponíveis seriam as de Mario.
—Interessante! Ecomoda é uma grande empresa1 mais de 30 anos no mercado, por que não?
Betty e Armando se entreolham.
—Falo com Gutiérrez, então?
—Sim. Peça que entre em contato com ele!
—Sim, mí amor!
Armando vai à sala de Gutiérrez.
—Então, quer que eu entre em contato com Mário Caldeirón? Pretende convidá-lo a voltar à empresa?
—Não! Como pode pensar isso?
—Ora! Não são amigos?
—Como pode dizer isso? Não quero vê-lo para nada!
—É que eram tão amigos...
—Quero que ligue para ele e lhe pergunte se tem interesse em cumprir o que disse e colocar á venda as ações de Ecomoda?
—Seu Mário quer colocar as ações à venda? Não estou sabendo de nada.
—Pois, ligue, Gutiérrez!

Armando fica esperando, mas Mário não atende.
—Não atende!
—Pois continue tentando, estarei na sala de reuniões!
—Sim, seu Armando.

Armando se retira.

Enquanto, Armando estava fora, chegou o lanche que Aura Maria havia pedido.
—E?
—Gutiérrez tentou chama-lo, mas não atendeu!
—Vamos comer, então. Estávamos te esperando.

Na sala de Gutiérrez:
—Hello?
—Alô? Que oi, Gutiérrez? Saudades?
—Mário! Eu não! Mas o Mister Mendoza sim! Creio!
—Armando quer falar comigo? -Mário se animou. -Que passa? Vai me dizer que o casamento com a mostre... com Beatriz não está mais tão bom e sente saudades do velho amigo de alma aqui?
—No, pelo contrário. Se sente saudades, I don´t know! One never knows! Mas quanto ao casamento, está cada vez melhor pelo que ouve, sabe -faz bico -a doutora e o doutor Mendoza, se ouve...
—O quê?
—Se ouve gemidos, sussurros quase todos os dias da sala da Presidência e da dele também! E saem agarrados. E não é para menos, desde que voltou, doutora ficou boníssima!

Mário faz cara de nojo.
—Então, por que me chamou, Gutierrez? E com tanta insistência?
—Bem, doutor, mister Armando me pediu call you para saber se vai cumprir o proposto e vender suas ações da Ecomoda!
—Ah,´é isso?
—Yes!
—Pois então... lhe responda: que sim! Posso vender sim.
—Right! Vou dizer-lhe! Pediu para acertar tudo contigo!
—Melhor, Gutiérrez, lhe diga que não vou vender nada! A menos que ele me telefone de seu celular! Passe o novo número a ele!
—Right, doctor!
—Se tem interesse que me ligue e agendemos um lugar para conversarmos frente-a-frente como amigos nos velhos tempos!
—Right, Mister Caldeirón!
—Ah! Gutiérrez. Fale isto só para ele, sim? Na frente da Doutora Beatriz, diga que não conseguiu me localizar, mas deixou recado!
—Como queira, doctor! Bye!
—Tchau, Gutiérrez!

Ao desligar, Mário abraça duas mulheres na cama.
—Vamos ver, tigre, se não me liga, sem sua mulherzinha te vigiando!

Gutiérrez vai á sala de Reuniões e faz como Mário lhe disse, que não conseguiu falar com ele.

—Grato, Gutiérrez!
—You´re welcome, doctor Mendoza! Excuse me!
(E sai da sala)
Bem, então, no momento, não temos ações disponíveis para lhe oferecer, Sr. Sanchéz! Não enquanto não falarmos com o sócio interessado em disponibilizá-las!
—Não tem problema! Vemos isto depois!
Armando, Nicolás e Beatriz estavam preocupados, Sanchéz não havia falado nada se estava interessada nas ações da Investimentos Terramoda ou nas franquias da Ecomoda. Parecia distante.
—Já tenho o suficiente aqui. -continuou Sanchéz
—Bem, então, como ficamos? -perguntou Beatriz
—As duas!
—As duas?
—Sim! Me interessaram as duas propostas, de modo que vou dividir o capital disponível! Sinto cheiro de negócio bom de longe!
Betty e Armando se entreolharam.
—Só precisamos chegar a denominador comum quanto ao preço e o que tenho disponível e também os prazos!
—Sim, vou deixá-lo com Beatriz e Nicolás, que estão mais a par disso!
—Sim, Mendoza! -cumprimentam-se
—Bem-vindo à Ecomoda, Sanchéz!
Sandra! Continue aqui, anotando tudo, é que tenho que ligar para minha irmã ou não a encontro mais hoje!
—Sim, Seu Armando!
Olha para Betty que lhe devolve o olhar com uma piscada. Ele pisca de volta e sorri.

De sua sala, Armando liga para Camila para saber se estarão presentes no lançamento Especial de Verão.
—Não perderia isto por nada!
—E pensou? Vai deixar Michelzinho desfilar?

Neste momento, Gutiérrez adentra a sala da vice-presidência executiva, Armando faz sinal para esperar.

Após desligar, pede que Gutiérrez fale. O chefe do Rh sentou-se e começou a falar sobre a conversa com Mário e entregou a Armando o novo telefone dele.
Armando incluiu o número novo em seu celular e começou a ligar. Mas nem deixou completar e desligou.
—Por quê é necessário que não seja na frente de Beatriz? Porquê? Acaso pensa que vou comprar as ações escondido dela se temos tudo em comum?
Tornou a ligar.
—Não! Nem sei negociar os preços dessas coisas, tem que ser com Betty! Não faz sentido falar só comigo pessoalmente. Será que quer pedir desculpas? Oh, Caldeirón! Por quê? or quê deixou as coisas assim? por que não pediu desculpas antes? Agora, tudo que quero é apenas o que prometeu: suas ações! Conste que escolheu isto ou se colocar contra a mulher de minha vida! Por onde andará este deeeesgraaaçaaadoooo? (imitando a oxigenada)
Armando ficou a olhar o número. Tinha vontade de ligar e resolver tudo. Comprar as ações e oferece-las para Sanchéz.
—Se pudesse fazer isto sem ter que vê-lo seria melhor. Beatriz não quer nem ouvir falar o nome dele, imagina se sabe que me encontrei com ele? esmo que pelas ações. Não! Não quero problemas, Não quero que se coloque mal por Caldeirón! Não merece isso! Nossa vida está tão perfeita! Ela não merece isso!

Onde Mário está, viu o telefone de Armando marcado na tela tocar uma vez e depois tornar uma vez, espaçadas, Quando ia atender, desligou. Depois não tornou a chamar.
—Pois bem, tigre! Se fazendo de difícil por sua mulher? Tem tanto medo que te abduza e te faça ver a vida maravilhosa que tinha e está perdendo? Ok. A menos que me ligue e possamos conversar pessoalmente, continuo sócio da Ecomoda e um dia estaremos frente-a-frente sentados na Sala de reuniões e caso ainda continue com seu ex-monstrete, ela vai ter que aceitar minha presença, pois ainda sou sócio da empresa!

Quando Armando voltou para a sala de Reuniões, Sanchéz já estava se despedindo, feliz de fechar negócios com a Ecomoda!
—O prazer foi nosso! Se possível, prestigie o desfile que faremos no Cruzeiro pelo Caribe!
—É o que Monica participará?
—Sim, os primeiros de muitos!
—Não perderei por nada! Agradeço mais uma vez!
—Para nada! -disse Beatriz -Para nós é uma honra poder contar com uma modelo com a experiência dela em nossas fileiras!
—E como andam as coisas entre vocês?
—Infelizmente, do mesmo jeito! Mas como disseram para não perderas esperanças
—Isso! -Armando abraçou Betty -Siga crendo!
—O amor de vocês é muito bonito! Se nota a cumplicidade. Depois quero saber toda a história.
—Saberá!
—Quem sabe a ouço com Monica!
—Assim desejamos!
—Bem, deixo-os!

Eles se despedem.
—Meu amor, vãos para casa?
—Sim, vamos!
Ao saírem, Betty foi à frente para pedir à Aura Maria que chamasse a limpeza e Armando recolheu as pastas para levar à sala de Beatriz. No caminho, Gutiérrez lhe interceptou para perguntar se havia alado com Mário, ao virar encontrou Betty que o estava esperando na porta da sala da Presidência.
Ao se dar conta, Gutiérrez pediu licença e entrou em sua sala.
—Falar com quem? -perguntou Beatriz
—Mí amor! Precisamos falar...
Sem citar nomes, Armando eplica ``a sua esposa tudo a respeito.
Ela entende e o abraça.
Depois os dois vão para casa dos Pinzón, jantam, apanham Camilita que já desfruta de papinha doce feita por Dona Júlia, acompanhada de suco de amora.
—Vai ser tão doce e encantadora quanto Beatriz!
Ela o sorri.
Depois a família vai para casa, Camilita já dá sinais de querer dormir, então, depois do banho, a mãe dá de mamar e Armando a leva para dormir.

Beatriz vai tomar banho enquanto isso.
—Meu amor, onde está?
—No banho!
—Posso entrar?
—Por que não poderia?

Já dentro do banheiro.
Ele tira a camisa
—Você poderia estar de alguma forma chateada comigo... -desabotoa a calça e a deixa cair ao chão
—Por que estaria?
—Não sei... Por conta...
Ela abre o box e coloca um dedo em sua boca
—Não quero saber de nada disso! -disse Betty,
Ao vê-la molhada coma água caindo sobre seu corpo, Armando sentiu sua excitação aflorar.

—Eu também não! -disse com a voz rouca. Entrou para dentro do box, tomou-a nos braços e começou a beijá-la desesperado, enquanto percorria todo seu corpo molhado e desejável. Betty não se fez de difícil e deixou que a amasse, enquanto a água quente do chuveiro banhava seus corpos. Dominados pela paixão, logo, chegaram ao clímax sufocando os gritos de prazer com beijos.
Depois ele vestiu o roupão e embrulhou-a em outro e a carregou para o quarto, onde continuaram seu ritual de amor. Após saciarem-se, dormiram abraçados e exaustos, com sorrisos nos lábios.