Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza
115 Capítulo 114 Vida de Casal
Notas iniciais
Olha Beatriz que dorme desmaiada, em seu braço, onde a havia colocado.
—Minha Betty! (lembrando da noite anterior, quando adormeceu vendo-a sonhando que faziam amor, gemendo) riu e começou a beijá-la apaixonadamente.
Ela acordou sorrindo com aquela recepção
—Meu amor!
—Beatriz!
—A que devo isto?
—Sempre te acordo com beijos...
—Sim, mas não assim...
—Ele se deita sobre ela e começa a beijar-lhe com paixão.
—Ai, Armando.
—Te quero, Betty! Estou a noite inteira esperando por isso!
Começa a despí-la a blusa do pijama. Sem ela o agarra no pescoço. Ele se abaixa e beijando-a vai abrindo sua blusa, tira sua calça, ficando os dois apenas de roupa íntima.
—Preciso, preciso de você, Beatriz! Estou louco.
—Ai, mí amor!
—Ai! Ai.
—Como você acordou animadinho. (sorri)
Em meio a beijos, carícias, Armando conta a ela.
—E acho que estava sonhando comigo.
—Tem dúvida?
—Nenhuma. Sei que estava, é minha! É minha, não?
—O que acha? Que sou do tipo que cedo fácil para qualquer um?
—Não, cede porque é minha! Porque me quer tanto quanto te quero, mas sabe que gosto de ouví-la dizer.
—Sim, mí amor! Sou sua! Só sua!
—Ai, Beatriz!
—E sim, sonhei que me possuía, na salinha e na nossa Lua-de-mel.
—Ai, que delícia isso! Te possuo onde quiser, do jeito que quiser, doce, apaixonado, selvagem. Como queira, minha Betty!! (A beija com paixão e devoção)
—Aiii!!
—Amo que sonhe comigo.
—É o homem dos meus sonhos, não sabe?
—Sei. (beijos) E você a mulher da minha vida!
Eles continuam a beijar-se apaixonadamente, dando amor e prazer a seus corpos até chegarem ao climáx.
—TE AMO, BEATRIZ!!! TE AMO!
—TAMBÈM TAMBÉM TE AMO! E SOU TUA, SEMPRE SEREI SUA! E SERÁ MEU?
—Sim, claro.
Betty faz uma cara de desconfiada (charme)
—Sei, Sr. Mendoza!
—Seu!
—Sei como as moças te olham.
—Elas podem olhar o que quiserem, mas meus olhos são para você!
—Sei!
—É sim! (cócegas) me põe louquinho. A sua mercê!
A ama novamente com loucura
—Ai, agora, chega!
—Mesmo?
—Ai temos que tomar café!
—Está muito bom! (deliciosa -sussurra em seu ouvido)
—Aiii.
—Está pensando o mesmo que eu?
—Temos que trabalhar?
—Mas que trabalhar? Hoje é sábado, Beatriz!
—Ah! (Ela coloca a mão na boca) Ainda bem! Estou bem cansada!
—Eu também!
—Mas o que acontece é que eu estava descansada e aí veio o senhor e me acordou bem, bem animado.
—Ah é? E eu estava bem inocente indo dormir ontem à noite quando ouço certa doutora gemer e se contorcer e chamar meu nome! E descubro que até dormindo quer fazer amor comigo! Logo, qual outra opção tenho a não ser tomá-la em meus braços (tomando-a) e possuí-la ardentemente para que se realize tudo que sonhou.
—Seu espertão!
—Ah, espertona! (beijos apaixonados)
—Vou fazer o café!
—Deixa que eu faço! Vai ver Camila.
—Está bem!
Assim, eles passam o dia entre abraços, brincadeiras, vendo filme, arrumando coisas. E no domingo...
—Mí amor! Hoje não poderemos ficar o dia inteiro aqui na cama.
—Ah... Como assim, Betty? Não quero! Quero ficar aqui com vocês! Minhas meninas!
—Lembre-se que combinamos de ir à casa de Inesita?
—Ah sim. Está bem. Por Dona Inesita, sim! Mas pode ser depois do almoço?
—Ah! E agora vou ter que cozinhar para você? -riso
—Não, poderíamos fazer juntinhos os dois.
—isto não é dança, Sr. Mendoza! Vai dizer que sabe fazer algo?
—E a senhora?
—Bem, minha mãe me ensinou algumas coisinhas... na cozinha!
—Ah, que susto, Betty! -colocando a mão no coração
—Bobo! (joga o travesseiro nele)
—Se continuar com isso, não vai ter almoço nem nada!
—Armando...
—Mí amor! (beijo)Mas ouvem o chorinho da filha. -A menina!
Betty vai até Camila.
—Ela continua irritadinha!
—São os deitinhos?
—Mamãe disse que sim.
—Minha mãe disse o mesmo!
Betty balança Camila, tentando acalmá-la. Armando vai para a cozinha ver o que tem de opção para fazerem.
Vê uma massa de lazanha congelada e decide fazer isso.
Separa os ingredientes. Betty no quarto está dando de mamar a Camila, seus peites estão cheios de leite, a menina mama com ansiedade, seus dois dentinhos despontando. Ela aperta com força o mamilo da mãe, e dói.
—Ai, Camila! Calma!
Ela dá novamente, a menina suga calmamente o leite de Betty, mas novamente o faz. Betty fica com medo. E resolve completar com a mamadeira.
—O que foi porque chora?
—Ela está com fome.
—Não deu o peito?
—Sim, mas ainda está.
Ela não quer falar ainda que a filha a mordeu, pois como ele não gosta de vê-la sofrer, teme que a tire de uns dos poucos momentos que tem para ser ela e a filha.
—Vem com o papai! -Mas ela está irritadiça como nunca.
Betty vai fazer a mamadeira e vê o que Armando pretende fazer.
—Lazanha?
—Não gosta?
—Adora, melhor italiana que aquelas francesas do Lenoir. Já estou enjoada.
-Admito que de uns tempos para cá comida francesa ou qualquer coisa de lá... me enjoa!
—Amando!
—E veja minha irmã... -desconversou
—Sei...
—Mí amor! Deveríamos levar a menina à dra. Li que já devemos dar-lhe papinhas aos 4 meses.
—É sei!
—O que foi?
—Nada.
—Ele fica pensando.
Após dar mamadeira, Camila fica um pouco mais calma e após carinhos fica brincando com os brinquedinhos no tapetinho do corredor em frente à cozinha.
Então, eles voltam para a cozinha e Betty tem uma ideia: topa darmos uma improvisada nesta lazanha?
—O que não topamos juntos. O que pensa, espertona?
—E que só sei fazer comida caseira... Aprendi com minha mãe e com as tias Pinzón!
—Hummm ...-beija as mãos.
—Se é assim, deveríamos ficar mais em casa!
—Sabia que não cozinho bem. Fui criada para trabalhar em escritório!
—Não, foi criada para ser minha! Por isso, sou mais velho, fui criado assim: ogro, gritador, sem paciência, ciumento, e até infiel e aí Deus viu que não era Sua vontade e colocou tudo de bom em você, paciência, generosidade, genialidade, sensibilidade para compensar e aturar todos meus defeitos e consertar-me!
—E eu que tenho um monte de defeitos! -beijos
-Sim, você tem um defeito sim!
—Qual?
—Fica cada vez mais linda e me põe louco de ciúmes!
—Bobo. Você que sempre foi lindo!
—Tenho olhar clínico, sabe. Tenho certeza que suas medidas são perfeitas.
—Não sou uma 90-60-90 como gosta...
—Eu gosto da Beatriz -beijos e a encoxa na pia
—Estamos cozinhando
—Está me provocando.
—Não estou fazendo nada.
—Sim, está me contrariando, sou um conhecedor e digo que é perfeita, que suas formas são perfeitas e me contradiz...
—Mí amor! Sabe que fico sem jeito. Sou tímida.
—Tímida, sei... (Fica vermelha)
—E se eu não fosse assim? E se meu corpo fosse feio e fosse ainda mais reta que pensava que eu era?
—Não é.
Mas se fosse?
—Nâo gosto de pensar em suposições! Mas se fosse ainda sim iria me amar como me ama?
—Sempre!
—Então, iria te amar do mesmo jeito! Torna a segurar seu rosto e beijá-la.
Os dois se beijam apaixonadamente, encoxando-a na pia.
—A comida! -a panela de pressão apita
—O que faz aí?
—Já vai descobrir. Especialidade das Pinzón -ri
—Deve ser bom.
Depois eles tem uma ideia maluca de fazer lazanha à colombiana, que os dois confeccionam à quatro mãos entre beijos e carinhos.
Recheada com queijo, cream cheese, frango milho, alcaparras, molho vermelho.
E também arepa com manteiga para acompanhar e não perder o costume. Armando aprendeu a fazer com Carmencita, a governanta dos Mendoza que é uma espécie de cuidadora e segunda mãe das crianças Mendoza na infância.
Beth refaz o Postre de Natas
E Armando faz o Suco de Amoras.
—Aprendi a fazer, por sua causa!
-Delicioso!
—Sim, sou.
—Estou falando do suco!
—Ah, então, quer dizer que não sou?
—Armando!
—Aqui na cozinha você me trata diferente, mas trato você igual em qualquer lugar que esteja!
—Armando! — vermelha -A menina!
—Sei... Não estamos fazendo nada demais! Mas farei, se não responder!
—Nem sei qual é a pergunta!
—Então, a Sra. Mendoza está dando de desentendida, é?
—É que não sei mesmo do que está falando! Não estamos falando do suco?
—Sim, também. Que bom que gostou! Disse que é delicioso, pergunto se só o suco ou quem fez também?
—E quem fez?
—Betty! Sabe que fui eu!
—E precisa ouvir estas coisas, para quê? Sabe que fico sem jeito, casou com uma moça tímida. Fico sem jeito de falar essas coisas...
—E de fazer? (beijo)
—Bem, sou tímida, mas não boba! (piscou-lhe, saindo de seus braços, pegando as jarras para levar para a sala.)
—Ah é? Esta me paga! (pegou o prato de arepa para levar e talheres)
Betty, após levar as jarras, pegou Camila do chão, limpou-a e colocou na cadeirinha com um copo de suco.
—Já está iniciando a monstrinha no seu vício de suco de amora?
—Tem que começar cedo, senão, dá trabalho como você! -ri de seu jeito
—Mas é muito bom! às vezes tomo puro, às vezes misturado.
—Misturado com quê?
—Tipo batida!
—Aí fica sua cara.
—Quase não bebo mais! Sabe, mais sucos. E vinho.
—Sim.
—Não preciso, tenho você para me deixar tonto!
(Risos e beijos)
—Olha, não é por nada, mas a lasanha ficou boa!
—Mais uma coisa em que somos cúmplices!
—Que os italianos não nos vejam! Me esconde, Beatriz!
—Como se você é enorme?
—Senta aqui no meu colo e me esconde! Tem que me acobertar!
Ela obedece, rindo e os dois dão comida na boca do outro. Suco e sobremesa.
—Bem, vou levar Camila para cima e confirmar com Inesita a visita, ver se o doutor irá visitá-la hoje!
—Sim. Bem, vou lavar a louça!
—Cuidado!
—Quê?
—Da outra vez você lascou e quebrou um.
—Olha só! Desaforada! Eu compro outro jogo está bem?
—Não, não!! Este foi presente de casamento. Só tomar cuidado.
—Está bem! Vou tratar os pratos com a mesma doçura que te trato. Está bem?
—Humm... está bem (beijos) Isto quando não fica mais animadinho que de costume! (riu)
Beijos
Betty confirma com Inesita a visita daquela tarde, pois querem ouvir o parecer do médico e acertar o retorno ou as férias de Inesita.
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