Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza
114 Capítulo 113 A Festa de Bodas
Notas iniciais
Os dois também entram no salão de festas do Clube. Que estava decorado com Flores Brancas de diversos tipos, rosas, margaridas, orquídeas como gostava Beatriz, o que a deixou maravilhada. Armando havia dito à sua mãe que queria assim, então, assim foi feito: flores brancas, com arranjos e tecidos de seda dourada, conferindo elegância e pureza para todos os lados. As mesas tinham os mesmos arranjos da mesa principal em miniatura, com uma vela dentro de um copo, onde se dizia: Armando & Beatriz Mendoza: 1 Ano de Bodas. Toalhas brancas, Tudo de muito bom gosto e sóbrio, mas ao mesmo tempo sofisticado, agradando tanto os Pinzón, quanto os Mendoza.
—Que lindo, Armando!
—Merece, merecemos, Beatriz!
E lá encontram Margarida e Roberto que apresentam a família. Seu Hermes, puxou Júlia para sentar-se com a única pessoa que conhecia que estava ali, livre: Nicolás. O economista, logicamente, estava acompanhado de sua amiga modelo (só amiga mesmo) que havia ido ao banheiro. Mas Seu Hermes não quis saber e foi sentando. Um pouco depois, Seu Hermes, já um pouco animado começa a contar como Betty começou a trabalhar na empresa, como sempre fôra dedicada ao trabalho, e que isso despertou o interesse de Armando de se unir a uma moça tão dedicada e inteligente. Ela fica, sem jeito. E muito mais quando começa a contar a história do Tio Lázaro. Seu Roberto, no entanto, acha interessante, ainda mais por saber que o tio Pinzón comprava roupas na primeira loja da Ecomoda no Centro, já Dona Margarida prefere ficar com suas amigas da Alta sociedade e da Política (as quais a pouco comentavam como o filho dela havia unido-se a uma pessoa que não tinha o mesmo padrão econômico deles. Catalina, muito querida e respeitada por todos, ouvia comentários de todas as partes e os absorvia com muita educação. Estava disposta a ajudar Betty. Gostara dela desde o primeiro dia, logo, a ajudaria no que fosse necessário.
Lá pelas 19 horas, as meninas do quartel, acompanhadas de Freddy, Wilson, Maria da produção e outras funcionárias com quem Betty tinha mais intimidade chegaram ao clube.
O porteiro queria conferir um por um dos nomes à portaria do clube.
—Ai, moço! Estamos atrasadas! Já dissemos somos da ecomoda: aqui os crachás!
—Se não derem seus nomes vai demorar muito mais!
—Ora, seu! Deixe-nos entrar. -Sandra, esquentando
—Assim vou chamar os seguranças.
—Perdão, mas desculpe-me. Não é assim que se trata pessoas distintas como as senhoritas aqui presentes, bem como nós.
—Segurança! Leve esses encrenqueiros.
—Melhor ligarmos para o Seu Armando!
—Seu Armando não, chama a Betty!
Chama Betty
—Mas são meus convidados, Charles! O Armando não avisou?
—Ele disse que viriam umas pessoas da Ecomoda, Dona Beatriz, mas a Sra. Mendoza disse que era para conferir um por um dos nomes.
—Creio que minha sogra está certa. Mas este é um dia especial e eles são meus convidados. Pois bem, eu Beatriz Mendoza peço que deixo-as entrar.
—Mas senhora...
—Não se apresentam? Estão com os crachás da Ecomoda?
—Sim, senhora, mas...
—Preciso deles aqui, são meus convidados.
—Sim, senhora!
—Ah, e também falta Inesita é uma senhorinha. Ela virá acompanhada de um senhor chamado Hugo. É para deixá-los entrar.
Inesita havia ligado para Betty, mas em razão de sua saúde, não poderia ir sozinha à festa, por recomendações médicas. Como seus filhos não moravam na cidade e Hugo sempre a fazia companhia, Betty permitiu que Hugo a acompanhe. Precisava só falar com Armando sobre isso.
—Mas Betty... o Hugo, justo o Hugo!
—Eu sei, meu amor. Mas apesar de tudo, o Hugo sempre gostou muito da Inesita.
—Isto quando não a explorava, não gritava com ela...
—Mí amor! É sério que é você, Armando Mendoza que está falando isso?
—O... que... quer dizer com isso?
—Sabe muito bem, Doutor. Vocês executivos da Ecomoda gostam de gritar com as auxiliares, fazê-las trabalhar além da conta. E o Seu Hugo, apesar de tudo, não é diferente de vocês.
Armando fica sem palavras
—Eu te defendi muitas vezes dele.
—Eu sei, e tampouco me dou bem com ele, mas sei que Inesita o tem como um sobrinho e não podia negar-lhe este pedido.
—O.K. ! Não conseguiria negar nada para Inesita também.
—Então, tolere-o por hoje.
—Sim, farei o possível! Ainda mais nada pode estragar nossa noite hoje, Sra. Mendoza! (beijo)
—Sim!
Quando saíram da sala reservada onde conversavam, Armando avistou Bertha, comendo da mesa principal.
—Bertha! Espere que servem nas mesas, sim?
—Sim, Seu Armando -Betty riu
Logicamente, o casal queria algo só com o quartel, os amigos mais íntimos, mas para Dona Margarida era questão de honra, o único filho homem casado e embora não fosse com a pessoa que sonhara desde pequeno, não dava para negar que Beatriz era uma boa moça, inteligente, esposa dedicada, boa mãe e que fazia de seu filho um homem amado e responsável. Então, para quê contrariar Dona Margarida que leva Camila no colo parra mostrar para todas suas amigas? E para quê, contrariar Hermes, já alterado, contando do Tio Lázaro para quem não conhece ou o orgulho que tem da filha? Tampouco, as comilanças de Bertha, as trapalhadas de Freddy? Se nem Hugo acompanhando Inesita, ou Nicolás querendo dançar uma valsa com Betty são capazes aquela noite tão especial. A festa que queriam fazer por ocasião do casamento deles. Assim, nada, nem ninguém iria impedí-los de comemorar e bailarem um nos braços do outro.
Armando queria convidar Ricardo Montaner para cantar na Boda, não devido à agenda, não foi possível. O cantor, pessoalmente mandou-lhes um buquê de rosas, pois os considera amigos e ficou triste de não estar presente. Logo, Catalina sugere que contrate Luis Miguel. Como Armando já havia Betty ouvindo algumas dele e eles dançaram em alguns lugares, então, concordou.
No Palco do salão de Festas do clube:
A banda contratada para a ocasião parou de tocar e logo, o padre Alberto Linero que os casou há um ano, subiu ao palco para dar uma Palavra e consagrá-los:
—Há um ano, tive o prazer de unir estas duas almas nos laços sagrados do Matrimônio e agora estamos novamente reunidos para celebrar esta união, a chamada Boda de Papel:
Dizem que é chamado assim: porque o papel foi o escolhido por ser frágil, assim como um casamento recente. No entanto, uma folha de papel pode ser tão cortante como uma faca afiada. Assim como as palavras mal-ditas ou mal-escritas.
"Sei bem disso." -pensou Armando, apertando Betty, já que a segurava pela cintura, atrás dela com aas duas mãos
—Por isto, sempre temos que vigiar para que nossas palavras sejam doces para que não machuquem e não magoem a pessoa amada. Estão praticando, Betty e Armando?
—Sim. -respondeu Armando
—Sim. -respondeu Betty
—Assim, o casamento de 1 ano é comparado com o papel e o papel é onde colocamos as ideias de um livro, o papel é puro, e aceita tudo o que vai ser colocado sem discutir. Assim, o livro do casamento de vocês tem uma página. As restantes serão preenchidas e devem ser preenchidas com muito amor, compreensão e amizade.
—Sim. -Armando virou-a e a beijou.
—Seguem tão conscientes do amor, da flexibilidade e fidelidade que deve pernear a união de vocês?
—Cada vez mais!
—Sim, nunca tive tanta certeza de algo! -completou
Então, deixou-os a mesma palavra que lhe deu há um ano: "O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” – 1 Coríntios 13:4-7
Depois do beijo na boca, sobre olhares atentos e emocionados dos amigos e familiares, logo, Armando se posicionou no microfone:
—Bem...
—Vai cantar, Seu Armando? -perguntou Sandra
—Mas se vai cantar, chama-me e façamos uma dupla.
—Não, Freddy. Por sorte de todos, não irei!
—Ainda bem, doutor, pois leva mal. -comentou Hermes
—Não, papai. Armando tem uma bela voz!
—Além de cega é surda, Betty? -comentou Hermes
—Não, Betty. Não é dos meus talentos. Suba aqui, sim?
—Esta música gostaria de dedicar a minha esposa, Beatriz, que me faz feliz. Quando ouvi esta música pela primeira vez, confesso que achava um exagero, pois nunca pensei que pudesse um dia me sentir assim, mas hoje, sei que que sim é possível,: Beatriz -segura-lhe o queixo- você é única!
Não só Beatriz, mas todas as moças ali presentes, inclusive Margarida, se desmancham com a declaração galante dele.
—Se você não existisse, te inventaria...
Betty treme ao reconhecer a letra...
—Não, Armando.
—Sim, vou deixar que ele cante.
Convém entrar neste clipe e entrar no clima que me inspirou a escrever este capítulo:
(https://www.youtube.com/watch?v=d5bSlHJPS7w)
As moças se acomodam na frente para ouvir o cantor Luis Miguel
—Ai, que lindo ele é! -alguma do quartel comentou
Armando pede Beatriz para dançar, assim como Freddy para Aura Maria, Roberto a Margarida, Hermes a Júlia e demais casais.
—Você aprontou de novo comigo!
—Não gostou, Betty?
—Como não gostar de algo assim?
—Te prometi que te faria feliz todos os dias de minha vida. Se gosta de ouvir e dançar comigo, por que não? O que não admitiria é que dançasse com outro ou fugisse com estes tipos.
—Ai, cada coisa, Armando. Sabe que só tenho olhos para você.
—Que seja assim para sempre! -beijo
Depois do show de Luis Miguel e banda os dois dançam a valsa, tal como uma festa de casamento, e estouram champagne.
Nicolás, estava no canto bebendo, tal como no dia do casamento.
—______
Ao final, Betty jogou o buquê. (Sério! A pedidos das meninas do quartel, pois no casamento, Betty não jogou o buquê e elas haviam ficado com vontade. Logo, a fofoca entre os presentes foi geral, todos achando uma tontería Betty jogar um buquê estando casada há um ano.
—Mas era de se esperar! A tal da garota era da classe baixa. Estão presos a estas tradições de casamento, felizes para sempre. No mínimo acredita em amor verdadeiro!
—Imagina! Jogar buquê. No casamento tudo bem, mas na festa de bodas?
No entanto, foi só, Betty avisar do buquê que todas as solteiras e não só as amigas: Sandra, Mariana, a filha de Maria, da produção, a filha mais velha do Guti-guti, a se juntarem para tentar pegar o buquê, mas principalmente, as as filhas solteiras das amigas de Margarida, afinal, este buquê podia dar sorte, pois Beatriz fisgara o solteiro mais cobiçado de Bogotá, quem sabe da Colômbia.
—Vai lá, Inesita!
—Imagina, seu Hugo! Eu já passei pelo casamento.
—Mas com o tempo que foi, já pode se considerar solteira e intacta. Pode arrumar um velhinho charmoso.
—Não quero mais estas coisas. Mas o senhor sim poderia ir...
—Como assim?
—Está solteiro, não?
—Sim, meu amor me deixou.
—Pois vá pegar o buquê!
—Mas que velhinha debochada! Venho aqui fazer-lhe companhia e me trata desta forma. (Mas os dois dão risadas)
Beatriz ameaça que vai jogar o buquê e as meninas correm, se engalfinham, empurram, batem uma nas outras, Bertha tira um monte de fotos para fofocar depois do mico. Lógico que Sandra por ser forte vence, inclusive de outra moça tão alta quanto ela. Wilson a olha, com carinho, mas ela lhe dá de ombros.
—Você viu, Sandra? O Wilson te olhando?
—E o que quero com este? Ele é comprometido!
—Mas não é casado. E vê-se que uma vez que não é, veja Seu Armando.-comentou Bertha
—É mas Seu Armando era só noivo, não morava junto, nem tinha filhos! Este Wilson está mais que enrolado!
—Faz muito bem, Sandra! Não se envolva nesta história! -aconselhou Sofia
—Isso é! -concordou Bertha
—Mas quem será seu futuro marido? Sabe de algo, Mariana?
—Ai, que estresse! Por enquanto não saiu nada nas cartas.
—Sempre assim comigo. Mas tem o buquê de Betty.
—E ela realizou seu sonho, também pode realizar o seu!
—Meninas! Vocês não acham estranho o Seu Hugo ter vindo a esta festa?
—Sim. Ainda mais que foi expulso e por conta do que fez à Betty!
—Pelo que estou sabendo, ele veio a pedido de Inesita, pois está cuidando dela e Beatriz permitiu.
—Realmente, apesar de tudo, ele gosta dela.
—E Seu Armando não se opôs?
—Deve ter tentando, mas se a Betty deixou.
—Ele faz o que ela quer.
—Ai tão lindos os dois!
—Eu que queria ter um noivo que me tratasse assim... -suspirou Aura Maria
—Como assim? Um noivo? A senhorita está noiva de mim!
—Que noiva? Que noiva? Com um anel de brinquedo?
—Minha rainha. Se não te dei um anel como Seu Armando deu à Doutora foi por falta de condições básicas de sobrevivência, mas em breve...
—Sempre isso. Você nem escolheu sequer o curso que quer cursar!
—Minha rainha e isto são assuntos para discutirmos aqui, frente à nata da sociedade no clube em uma festa de bodas de nossos patrões e amigos?
—Ora... Mas através deste curso pode tornar-se de mensageiro a assessor, assistente e ganhar mais para dar-me o anel e garantir uma vida melhor para mim e Jimmy.
—Está bem, minha rainha, tem razão. Perdão, mas desculpe-me! Semana que vem, vou fazer minha escolha e vou começar a escalar cargos até fazer parte da planta executiva, como propõe Seu Armando e Dona Beatriz!
—Assim espero, mesmo.
—Ele já faz parte da Planta. Fica plantado na recepção o dia inteiro. -riu Bertha
Sandra bebe um pouco pensando em quem poderia ser seu futuro noivo.
A festa acaba, e a comitiva da Ecomoda vai para casa. Um dos parceiros da empresa: uma empresa e transportes para eventos sociais e corporativos que irá transportar modelos, patrocinadores, fornecedores, do hotel para os eventos da Ecomoda.
Betty e Armando com Camila, Margarida e Roberto, Bertha, marido e filhos, Hermes e Júlia, Nicolás, Gutierrez vão em seus próprios carros, mas o quartel, Freddy e Wilson, entre outros fazem uso do transporte desta vã. Para que fique com Freddy, as moças do quartel se encarregam de Jimmy.
No carro, Betty beija Armando e agradece pela noite.
—A noite ainda não acabou Betty.
—Ai, Armando. Posso pedir que tenha dó de mim hoje? Estou muito cansada. Foi muita correria. Não conseguiria te satisfazer como merece.
—Como assim?
—Digo, te amar como gosta.
—Imagina, Beatriz. Desculpa de ser tão assanhado, mas me deixa assim. É lógico que sei o dia que tivemos e não, temos obrigação de fazer todo o dia, toda a noite. Temos que fazer quando temos vontade de nos entregarmos um ao outro.
—Que bom, que pensa assim, mí amor! -beijo- Te amo e desejo, mas estou moída.
—Também dançaste como louca, até com o quartel!
—Caía, quer dizer.
—Melhorou, meu amor.
—Não o suficiente. Armando. Quero fazer aulas de dança.
—Não, não é necessário.
—Armando.
—Um homem te pegando...nem morto.
—E se for uma mulher?
—Bem, aí vemos. Mas...
—Está bem, depois falamos disso. -Ela boceja
Ele ia falar algo, mas vê que ela já dormia, em seu ombro.
Ao chegar, tem que acordá-la, pois não pode levar as duas no colo ao mesmo tempo.
Então, ele coloca Beatriz no sofá, onde adormece, leva Camila até o quarto, a troca, coloca no berço. Espera Beatriz no quarto, mas vendo que não vem, vai à sala e a encontra dormida no sofá. Então, a pega e leva para o quarto, no colo. Ela está desmaiada, a troca.
—Põxa! Mesmo cansado faria amor contigo. E se me deixasse faria assim mesmo. Não! A graça é quando participa e me olha daquele jeito como se eu fosse a única coisa boa na vida. Ai, Beatriz!
—Assim, Armando... Meu doutor.
—Quê?
—Ai, mí amor! Assim gosto. Aiii, Armando! Te amo.
(Mas Beatriz está só dormida)
—Dormindo e sonhando fazendo amor comigo? Ah, tenho que acordá-la! Não posso deixar assim. Você pediu... Não, coitada, está cansada. Tão linda. Você não existe. Te amo. (A beija)
—Ah, Seu Armando. Me possua. Faça-me sua, novamente... (dormindo)
—Hoje posso até não dormir. Vou ficar aqui contemplando. Mas amanhã...
A abraça, suspirando por seus gemidos, beijando-a e acariciando-a por cima da roupa, até adormecer.
Enquanto isso, no seu quarto, Sandra tem dificuldade para dormir, olhando o buquê e pensando em quem poderia ser seu futuro pretendente. Acreditava muito na superstição de pegar o buquê e o fato de ter sido na boda de Beatriz e Seu Armando significava muito para ela.
Embora, tenha saído com Wilson algumas vezes, tão logo soube que vivia com alguém e tinha filhos, ficou decepcionada com ele e passou a vê-los como amigo. Naquela noite, enquanto estava no banho, ensaboa-se e pensa em como e quem seria este homem. Pensa em um moço alto, loiro, elegante. Por um momento, pensa em Michel.
—Não é alemão, mas é francês. E belo, ia para Cartagena e qualquer lugar.
Depois continua pensando e outro vem à sua mente.
—Não. Este não! Bonito, charmoso, mas depois do que fez. Nunca iria querer algo sério. Conseguiu enganar até a oxigenada.
Acaba adormecendo, vendo tevê e sonhando com seu príncipe. Um rapaz que chega até sua casa, desce de seu carro, a toma nos braços, vestido de azul, pensava em Michel, mas ao tirar o chapéu para beijá-la, reconhecesse aquele sorriso cínico.
—NAÂOOOO!!! -Sandra acorda sobressaltada -NÂO PODE SER! NÂO PODE SER O SEU MÁRIO!
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