Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza
238 Capítulo 235
Notas iniciais
Chegaram em casa aos beijos. Por sorte, haviam pedido aos sogros que cuidassem de Camila.
—Ai, Betty. O jeito que você falou, tão possessiva e decidida tirando-me das garras daquela...
—Então, o todo másculo Tigre de Bogotá precisa que uma mulher baixinha e feia o defenda?
—Não, preciso que uma mulher linda e altiva defenda seu território! e mostre as outras quem é a dona! -a beijou, apertando-a
—Pensei que não gostasse que fossem ciumentas e possessivas. -disse envolvendo seus braços em seu pescoço.
—De você gosto, gosto que se sinta minha dona, que lute pelo que é seu, que defenda seu território1 -disse tirando a roupa daquela mulher que o enlouquecia -como uma leoa!
—Está me chamando de selvagem?
—Er...
—Éstá me chamando de selvagem, Mendoza? -diise, passando suas unhas agora cumpridas pelo seu pescoço.
—Vai arranhar minhas costas? -disse ele com sua voz quente em seu ouvido.
—Depende.
—Como depende?
—Não arranho assim como assim. Arranho porque... enlouqueço de desespero de loucura, de prazer. -disse vermelha abaixando a cabeça.
—Quer dizer que me arranha porque fica louca de prazer?
—S-sim.
—E me enlouquece ainda mais! Pensei que me arranhava para marcar território para dizer a todas que eu era só seu. — disse lambendo seu pescoço.
—Não, ah. Não preciso fazer isso.
—Não mesmo! Pois sou seu. -disse tocando-a a seu deleite.
Tomou-a em seus braços de uma vez, arrastando-a pelas escadas.
—Assim que quero que me arranhe1 -beijo
—Depende.
—Ah depende ah! Vai ver como vai ser. Sabe que sou um selvagem.
—Ai, Armando!
—Sei, espertona!
Já a havia despido, mordiscava-a, enquanto tocava seu ponto sensível fazendoa derreter.
—Assim, preparada.
—Ah! AH! Armando!
—Sente prazer, deliciosa?
—Enlouquecedor!
—Asismq ue te enlouqueço?
—Me faz perder a noção de tudo.
—É que você é assim, pequena -beijo, deliciosa, toda minha!
—Ah!
—Isso, Betty!
Betty segurava nas costas do selvagem de seu marido.
—Me arranhe! Me deseja?
—Como uma louca!
—Deixaria que outra sentisse o que está sentindo?
—Nunca!
—Por quê?
—Porque... porque...
—DIga o que sente! -disse, tomando-la forte.
—Por ai que ai você é meu! Só meu! -disse arranhando-o, enquanto ele a tomava como um tigre faminto -Só meu! Nenhuma modelinho compridona vai ter o que é meu! Não mais! -disse enlouquecida de prazer, lembrando cada vez que o via com outras mulheres.
—Assim... Ah!
—Já aproveitaram tudo e agora, Armando Menodoza, você é só meu!
—Só seu, deliciosa espertona! -
—Ah!
Haviam chegado ao top do prazer e se beijavam embrulhados nos lençóis.
—Assim que me deixou todo arrannhado!
—Vo-cê que pediu.
—Ah sim. -beijo. Que me encantou, senti-la assim tão sensualmente selvagem e possessiva. Quer dizer que seu maridinho não pode dar prazer por aí?
—Nem se atreva, doutor Mendoza!
—Axontece deliciosa e dominadora doutora que já não posso sentir prazer, nem tampouco desejar estar com outra, desde que me enfeitiçou com sua poção de aniversário. Asim que não existem outras. -beijo -Mas ao mesmo tempo não posso apagar nada do que aconteceu, foi o que vivi, mas o que me interessa é você.
—Tampouco me importa. O amo! E o amei desde que o conheci, mesmo sabendo como era.
—Era! Pois agora sou só seu. Ainda estou com muita vontade.
Os olhos de Beatriz brilharam.
Assim que quer repetir a dose?
—Sim, sempre tenho fome de você. -a beijou e tornou-a a colocá-la debaixo dele.
Mas prefeiru amá-la de forma lenta e cadenciada desta vez.
—Pensei que iria atacar-me novamente, Ojojo.
—Sabe que me encanta fazer-lhe amor de todas as formas, selvagem, apaixonado, com você por cima, de pé. no banho.
—Armando!
—Não precisa ficar envergonhada, ah? Sabe como sou, mas assim lentamente, me deixa senti-la mais e quando explodimos... Ah!
—Mas o senhor não ganha suas arranhadas!
—Já as tive hoje, espertona selvagem, e sabe quê? Te enlouqueço. Me enlouquece e agora sei que é tão possessiva com o quanto eu. -a beija enquanto a amava mexendo-se, docilmente.
—Não te incomoda que seja assim?
—De verdade?
—Diga a verdade.
—Não, me deixa encantado. Te amo. — Amo te pertencer! O problema é que também sou posseessivo.-segura seu pescoço -E você é minha!
—Ah!
—Gosta?
—Sabe que sim. Só passou a fazer quando me amou.
A beija, tenta manter o ritmo lento, pois gosta de sentir como cada carícia provoca reações no outro até não agientarem mais e explodirem de prazer no corpo um do outro.
—Te amo!
—Te amo mais!
—____________
Fale com o autor