Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza
239 Capítulo 236 Pintura ìntima
Depois de passarem a noite se amando, Beatriz acordou cim Armando e ela dormindo de conchinha. Seus possessivos braços agarravam-na pela cintura, a perna dele atravessava seu corpo delgado. Suspirou. Aquele homem era tudo que sonhou.
—Até mais que sonhou, Beatriz! Ah!
Mas precisou sair de seus braços por necessidades fisiológicas. Ao ver que ele continuava dormindo exausto. depois de gastar toda sua energia, resolveu ir fazer um café.
—Meu amor tão lindo, quando acordar vou dar-lhe de comer nesta boquinha. -dizia, enquanto bebia o café,
Armando nem se mexia, estava estirado na mesma posição em todo seu esplendor. Betty seentiu um calor,
—E se... Não. Deixa ele dormir.
Assim, ela se dirigiu para a varanda e pegou seu tintas, pincéis, tela, colocou-os no e começou a pintar na tela no cavalete, saboreando seu café. (E por que não dizer, seu maridão que dormia como veio ao mundo na cama?)
Claro que não demorou muito para Armando sentir frio e começou a procurar por sua esposa e seu calor.
—Amor, monstris. -dizia. -Onde está?
—Ojojo!
Ele levantou a cabeça e encontrou pintando um quadro, enquanto olhava para ele.
—O que faz aí?
—Pintando. Ojojo!
—Isto eu sei. Mas devria estar é aqui...
—É que depois de nossa saída e de tudo que fizemos ontem, me senti inspirada a pintar.
—É? E aposto que se inspirou ainda mais ao ver o marido que tem. Sou uma obra de arte, não, Beatriz? -diz, ainda sentado mas exibindo seus bíceps.
—Bastante humilde, seu Armando.
—Quando começa com este seu Armando,,, -ele se levanta, mostrando-se por completo- Alguma quer. -a beija e lhe dpa um tapinha. -Deixa ver o que está pintando, aposto que sou eu.
—Sabe que não sou boa em concretos.
Relmente não haviam formas definidas e isto decepcionava um pouco Armando. Narcisista como era, queria que sua mulher fosse versada em pintar coisas concretas e pintasse a ele com sua bem-formada figura, afinal, só para ela ele se mostrava assim, como veio ao mundo. E teria orgulho em exibir esta pintura no banheiro do casal, já que só era frequentado por eles.
—É... é...
—Gostou, amor?
—É, as cores estão legais, mas..
—Você não entende, não é?
—De verdade não.
—Ojojo!
—Sou um ignorante, Beatriz.
—Não, meu amor. Você é inteligente, esperto, elegante.
—A forma como "me pinta" me faz me sentir especial.
—O senhor é especial. É que não sei pintar coisas concretas, só abstratas, mas... sim se soubesse o pintaria tal como és.
—Assim? -faz a pose mostrando-se em todo seu esplendor, exibindo sua masculinidade, seus músculos, seu tão bem-feito corpo que castigava na academia e agora em sua esposa.
—Sim.
—Eu sei. Mas... -Armando respode.
—Queria que te pintasse tal como és?
—Como só poderia fazê-lo, usando estas talentos mãos, meu amor, se tivesse esta habilidade, o faria.
—Pintaria seu maridinho.
—Na verdade, me inspirei em você e tudo que sinto quando estamos juntinhos e fazemos amor. As cores.
—Vê cores?
—Sim.
Beatriz mostrou cada cor e também no meio se via um objeto estranhamente fáli.
—Beatriz, isso. -Armando arregalou.
—Não sei desenhar suas formas como são, mas o que sinto.
—Beatriz!
—É o que veio como me ama com tanta paixão.
Ele a pega contra ele e o cavalete.
—Vai manchar.
—Apenas uma pontura, quero que veja de verdade, sou um grande artista também!
—O cavalete.
Ele a toma em seus braços. Beatriz ainda segurava os pincéis e tintas nas mãos, Armando a levou para o sofpa que tinham no banheiro.
Aqui pode me fazer suas artes sem sujar o quarto inteiro.
Começou a baijá-la, deitando-a sobre o divâ.
Ele tomou o pincel e começou a colori-la.
—Ah!
—Obra de arte e você. Linda.
—Ela também não se fez de sougada e pintava--o com os dedos.
—Vai ver cores por todos os lados, qiuando terminarmos. Te comprei as melhores, nem dão alergia.
—Ai.. Armando.
—Objeto enorme e fálico? Vai ver.
—Não dissse nada de enorme.
—Interpretação do admirador.
Os dois costinuaram as carícias, enquanto se beijavam e pintavam o corpo um do outro.
—Ah!
—Depois de acabar esta pintura, vai ver tanta cor que vai achar que entrou em um daqueles filmes antigos dos anos 60, totalmente psicodélicos.
—Ojojo!
Estavam os dois pintados de todas as cores, amando-se como loucos naquele banci de madeira.
—Vê cores, Beatriz?
—Muitas. Todas. Ah!
—Te amo.
—Também te amo.
—E que além te amar com todas as forças de minha alma, te desejo com loucura. -dizia, lambendo seu seio. -Seria melhor pintar...
—Com anilina.
—Mais saboroso que esta tinta.. -lambia seus mamilos.
—Ah!
Os Gritos de prazer foram sufucados pelos beijos,
E ainda bem, porque logo, um grito interrompeu-os.
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