Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza
106 Capítulo 106
Pela manhã, Armando acordou enroscado nas sedosas mechas de Betty. Tudo cheirava a mel, muito provavelmente ao aroma do shampoo que ela usava.
—Bom dia! -dando um beijo
—Bom dia!
—Já que acordou, vou pedir o café aqui! Assim passamos nosso dia aqui!
—Está louco?
—Sim, já disse que estou louco por você!
—Não podemos ficar aqui! Temos muito trabalho na Ecomoda!
—Você não tem nada na agenda hoje. Amanhã sim.
—Como assim? Andou bisbilhotando é?
—Cuidando, para ficarmos juntos.
—Tenho que receber os Relatórios de venda, ver a quantas anda o Plano…
—Pode fazer amanhã e descansar um pouco hoje comigo.
—Descansar com você? Com você nunca existe esta palavra!
—É uma reclamação?
—Não, um elogio.
—Amanhã você faz isso!
—E sei que o doutor tem almoço com a Tegycol e um café com alguns interessados nas franquias! Eu sei porque me disse e nunca me esqueço de algo que diz.
—Sim, mas posso remarcar.
—De forma alguma! As franquias são essenciais! Temos que expandir a empresa.
—Beatriz! -segurando-lhe o rosto, abraçando-a -Sei quão importante são! Mas não mais que nossa Lua-de-Mel!
—Lua-de-mel? -Betty riu
—Sempre!
—Ai, Armando! Sabe como me emociona de pensar mais em nós do que na empresa, mas tenho compromisso com doutor Roberto e dona Margarida como profissional, frente a empresa, não posso decepcioná-los!
—Sei… Além de como nora, comprometeu-se a dar um jeito no filho deles. Fazer dele um executivo, um marido e pai exemplar, de quem possam se orgulhar!
—Não gosta disso?
—Muito! Creia que está conseguindo, doutora? -beijos e abraços
—Sim. É um marido maravilhoso, amoroso, pai exemplar e excelente profissional, por isto não podemos falhar.
—Então, está bem. Faço como ordena! Reunião mantida. Vou ligar para Sandra para confirmar e acho que posso convidá-la para tomar nota e me acompanhar, não?
—Deve! Ela tem pouco tempo para assimilar e tem que aproveitar as oportunidades!
—Mas antes, doutora, nosso café e um pouquinho de carinho...
—Ok, meu doutor!
Os trocam mais carícias matinais, depois pedem o desjejum e ligam o celular.
Enquanto Armando fala com Sandra, Betty liga para sua mãe, pois haviam várias chamadas no celular.
—Ai, filha, não queria atrapalhar! Mas é que Camila chorou a manhã inteira. Acho que são saudades!
—Tudo bem, mãe! Estamos indo para aí!
Então, antes de ir para a empresa, Armando leva Betty na casa dos Pinzón , chegando lá, ouvem os gritos:
—Olha só!
—Que fôlego!
—Ela tem a quem puxar! (Eles riem)
—Bom dia, filha! Bom dia, Armandito!
—Bom dia, mamá!
—Bom dia, Dona Júlia!
—Posso saber a que deve o escândalo? (Betty pega Camila dos braços de Dona Júlia)
—Ela acordou várias vezes à noite, mamou as mamadeiras que fiz, depois não quis mais!
Então, Betty percebeu que Camila puxava sua blusa e entendeu que queria mamar.
—Ela estava é com saudades do seu tetê, mihija!
—Sim.
—Já tomaram café?
—Sim, Dona Júlia, no hotel.
—Ah, meu filho! Mas deve ter sido cedo! Por não senta e come um pouquinho? Fiz bolo, água de panela, coma um pouquinho. Vocês estão tão magrinhos!
Armando aceita, pois não tem como dizer não à sua sogrinha.
Enquanto Betty dá de mamar, ele abastece com suco e pedaço de bolo, enquanto Júlia vai ver algo na cozinha.
—Não sei como é tão magrinha, tendo uma mãe como Dona Júlia!
—Imagina! Não tínhamos tanto dinheiro para comprar comida assim. Meus estudos eram caros! E ela faz tudo isso para te agradar!
—Por isto não posso resistir!
—E seu Hermes, Dona Júlia?
—Está no banho.
Armando deixa Betty na casa dos pais e vai à Ecomoda, para almoçar primeiro com o pessoal da Tegycol.
Mãe e filha conversam:
—Filha, deu tudo certo ontem?
—Sim, mamãe! -ajeitando os óculos
—Ele gostou da surpresa?
—Sim -riu envergonhada -Gostou até demais de lembrar dos bons tempos!
—Ai, filha! Que bom! O Hermes não gosta dessas coisas… Fala que o diabo é porco. Mas seu marido é dos novos tempos! Se ele gosta, trate-o bem, não é todo lugar que se encontra um homem assim… ainda mais rodeado de mulheres tão abusadas e oferecidas, como vejo quando vou nos desfiles. Ele vale ouro! Dá para ver como te ama!
—Sim, eu sei! Também o amo muito, mãe! Pode deixar que estou cuidando muito bem do seu filho postiço!
—Filha!
Depois do almoço, Betty propõe de ir à casa de Inesita, de táxi, conforme combinado, com as meninas do quartel.
Mas seu pai faz questão de levá-la, vez que não gosta que fique “desfilando sozinha com a neta” correndo riscos à toa.
—Mas papá! Peço para Armando me buscar!
—Não importa! Vou levá-la! Não pense que porque é presidente, dona de empresa, casada e mãe deixou de ser minha filha, Beatriz Aurora! Eu vou levá-las!
Então, não tem como negar-lhe.
Enquanto isto, na empresa, Armando está feliz de conseguir fechar mais um contrato com a Tegycol. E por conta da maravilhosa noite que teve com Betty. Aguarda ansiosamente o café às 16 horas agendado com empresários do México.
—Sandra, então, vou irá me acompanhar! Mas não precisa ficar nervosa. Não fale nada, mas anote tudo. Em breve, irá me acompanhar. Vamos?
—Sim.
Armando e Sandra encontram-se com Mercedez Velez e Pablo Rodriguez, no Café Central.
—_______________
Enquanto isso, Betty chega à casa de Inesita. A senhora estava deitada e a faxineira-Hugo abriu a porta
—Pois não?
—Boa tarde! Como vai? Sou Betty! Sou amiga de Dona Inesita!
—Entre!
—Como vai?
A moça guia Betty até o quarto, como no dia anterior, as outras meninas do quartel já haviam estado ali no dia anterior, então, a moça não estranhou.
—Boa tarde! Oi, Inesita!
—Betty! Querida Betty!
—Inesita! (a abraça) Mas o que passa contigo?
—Não é nada, minha filha.
—Inesita, isto é para você! -Betty entrega um pacote com colcha, almofadas.-A coleção está lançada, está vendendo bastante, queremos que descanse, não precisamos que fique no ateliê. Preferimos que se poupe.
—Betty! Fica aqui em casa parada, sozinha, me faz mais mal.
—Mas Mariana me disse que foi exatamente o que o seu médico recomendou! Armando e eu estamos fechamos com isto, Inesita! Gostaríamos que fosse para um spah para descansar ou umas férias para um lugar bem legal.
—Não, Betty! Não gaste o dinheiro da Ecomoda comigo!
—Seu Roberto ensinou a Armando a importância de cada um dos empregados de Ecomoda, principalmente, os mais antigos e você Inesita, é muito mais que isso, é uma amiga para mim e para ele. Ele, inclusive, a tem em alto-estima, por ter cuidado dele quando corria pelos corredores da Ecomoda e por ter incentivado que não desistisse de mim!
—Sim, vi amor nos olhos dele! Conheço-o desde pequeno e nunca o vi assim. Vocês estão bem?
—Muito bem, Inesita! Armando é amoroso, apaixonado comigo.
—E fiel, minha filha!
—Sim, creio que sim! -Betty ajeitou os óculos.
—________
No café Central...
—Quando Pablo me falou das franquias de Ecomoda, e a fatia correspondente à empresa no Mercado de moda colombiana não me interessei tanto quanto agora! Diga-me, seu nome. -Mercedez tira os óculos de sol, para olhar Armando detalhadamente. Sandra fica constrangida.
—Armando Mendoza!
—Sim, o Dr. Mendoza tem um projeto muito bom, Dra. Mercedez!
—Gostaria de ouvir da boca do próprio Sr. Mendoza!
—Sim. Está tudo nestas pastas. -Ele aponta para as pastas. E Sandra, onde está a pasta de fotos?
—De fotos? Está aqui. Ai não. Ficaram no carro, pois sim.
—Vá pegar, Sandra! Como quer que eu mostre as fotos das lojas sem a pasta de fotos? Rapidinho! —Desculpem por Sandra! Ela está começando ainda nisso. É minha assistente.
—Ah, sua assistente? Pensei que fosse sua esposa!
—Não, Sandra não.
—É que Pablo me disse que trabalhava com sua esposa.
—Sim. Mas não é Sandra.
-Ah não?
Enquanto Armando mostrava o projeto, Mercedez só olhava para ele, mesmo com as tossidas de Pablo.
—_____________
Na casa de Inesita, a campainha toca.
—Oi, Inesita! Desculpe o atraso! Mas estava terminando uma encomenda e entregando uns portfolios, preciso arrumar algo fixo! -era Hugo, subindo pelas escadas, enquanto falava -E ao adentrar o quarto, dá de cara com Betty, ele a olha de cima abaixo. Não a via pessoalmente desde que estava grávida. Estava realmente mais bonita do que quando ele deixou Ecomoda. Era bonita, elegante bem diferente da Betty que conhecia e que costumava humilhar.
—Seu Hugo? -Betty ajeitando os óculos e levantando da cama
—Sim, o que faz aqui?
—Visitando Inesita como imagino que esteja fazendo.
—Então, eu volto outra hora!
—Não, Seu Hugo. Fique!
—Eu ficar? No mesmo lugar que você, menina? Esqueceu que seu marido, o ogro, me expulsou da Ecomoda e me proibiu de chegar a menos de 2 metros de você? E se ele me bate, me arrebenta?
—Armando seria incapaz de fazer isso! Ele não é assim!
Hugo solta uma gargalhada.
—Como não? Neste mesmo local eu o vi socando seu ex-namorado, Nicolás Mora! Se não fosse por você, ele teria acabado com o coitado.
—Eu sei, mas ele mudou, Seu Hugo!
—Até hoje não entendi por fez aquilo com o rapaz! Não posso crer que fossem ciúmes pois você ainda estava no antigo look, o verdadeiro de horrorosa!
—Bem, Seu Hugo, isto tudo é passado!
—Bem, Inesita! Já trouxe os remédios que o doutor receitou e flu flu voiô, me vou!
—Hugo, fique! -pediu Inesita
—Sim, fique, Seu Hugo, já estou de saída!
—Não, fique também, Betty! Gostaria de ter os dois!
—Já não basta o quartel ontem, agora esta presidente transformada das feias!
-Adoro vocês dois! Ficaria muito feliz de ter a companhia dos dois!
—Por mim, posso ficar. Não sei se Seu Hugo ficaria.
—Se o marido desta senhora souber que cheguei perto dela novamente, ele me mata! Me prometeu ao me expulsar!
—A situação é outra, não Betty?
—Sim. Garanto que Armando não fará nada contra você por conta disso, ainda mais sendo um pedido de Inesita.
—Sim. Ele agiu daquela forma porque ficou nervoso de ter levado Karina Larson, ex-amante de Armando para me provocar.
—Sim, e a Betty estava em gravidez de risco! O senhor mesmo me admitiu que errou nisso.
—Sim. -Hugo estava abatido e apesar de sua arrogância, admite que cometeu um erro em relação à Betty neste caso, que acabou custando seu trabalho na Ecomoda, empresa da qual sente falta.
—Sim, neste caso admito. Não nos gostamos, menina. Mas admito que passei dos limites. No fundo, não tenho nada contra você, nem a suas amigas. Tinha quando eram horrorosas, mas estão se vestindo bem com... este modelo é meu, não?
—Sim, adquiri em uma de nossas lojas!
—Está bem! Vi o último lançamento e achei inovador! Elementos modernos aliados com pegada retrô com sempre dãocerto! Bettina é uma excelente estilista!
—Sim. Ela se adaptou muito bem à Ecomoda!
—Sim, creio que estão felizes com ela!
—Estamos, estávamos aliás! Pois esta foi a última coleção dela!
—Como assim?
—Ela tem seu próprio ateliê como deve saber, sua loja.
—Que pena! Ouvi rumores, mas não sabia que eram reais! Que pena, pois ouvi dizer que a coleção está vendendo bem!
—Sim, está!
Inesita fica feliz e animada em ver uma conversa amistosa de Hugo e Betty.
—_______
Enquanto no Café:
Sandra volta com a pasta e estranha a proximidade de Mercedez, que está sentada bem ao lado de seu chefe. Mas para ele só interessa mostrar o projeto presente nas pastas:
—Aqui está, Seu Armando! -Ela joga a pasta no meio dos dois na mesa, fazendo com que o líquido das xícaras balance.
—SANDRA! CUIDADO! -Mas ele se acalma, afinal, tem até que agradecer por Sandra interromper — Como disse Sandra é minha assistente! -volta a sorrir
Sandra estica a mão, mas Mercedez a deixa no ar, apenas Pablo a cumprimenta
—Encantado, senhorita! Sou Pablo!
—Ah sim, Pablo é meu assistente! Assistente com assistente. -apresentou Mercedez seu escudeiro
Pablo fecha a cara para Mercedez.
Ela continua seu assunto com Armando, parecendo bem interessada nas franquias, mas mais ainda em Armando.
—Como devem ter dito... Armando! Sou empresária, me interesso por seu projeto. E de fato, pelas suas roupas, você realmente, é o que vende!
—Como assim?
—Elegante, bonito, charmoso. Vende bem seu produto.
Sandra e Pablo olham para a empresária e também para a cara de Armando, que está constrangido pelo que ela está dizendo.
—Gostaria de ficar com um desses (folhetos) Para analisar melhor! Vou ficar até sexta na cidade!
—Sim, grato! Tenho certeza que se pesquisar e analisar o material que deixarei com você, Srta. Velez, verá, que temos a melhor proposta! Nossas franquias estão se espalhando pela América e o México não pode ficar de fora!
—Tenho certeza que tem a melhor proposta! -Aperta a mão dele e lhe dá uma piscada
Ele fica visivelmente constrangido, logo, Pablo, puxa a chefe pelo braço. E também aperta a mão de Armando
—Agradeço, Dr. Mendoza! Vamos chegar a um acordo! Entrarei em contato com Sandra para agendarmos uma visita á fábrica!
—Agradeço!
Mercedez e Pablo se levantam e seguem para o carro.
—Ficou mais interessada no dr. Mendoza que no projeto em si.
—O projeto é interessante, os preços são bons, as fotos das lojas são ótimas, mas ainda tenho que conhecer a fábrica, logicamente.
—Sim, irei marcar com a assistente dele esta visita!
—Sim. (Mercedez fica sonhadora)
—Ainda pensando no Doutor Mendoza?
—Já te disse, Pablito. Apenas saímos juntos algumas vezes, encontros casuais. Não temos compromisso, não tenho nada com você! Sim, Armando é bem interessante!
—Ele é casado, sabia?
—É você me disse. E vi a aliança, mas não quer dizer nada... Destes empresários da moda existem dois tipos: os gays e os predadores, e ele não me parece gay, a menos que o casamento seja de fachada!
—Não, pelo que sei, não é!
—Então, isto o coloca no segundo time! Vai, Pablo, dá a partida!
(Com raiva, Pablo dá a partida no carro)
No café, Armando ainda sorrindo amarelo, pois experiente, entendeu os olhares da mexicana e ficou ainda mais constrangido por perceber que Sandra também percebeu.
—Oi, Sandra! Por hoje, está bem! Recolha tudo! Te deixo na Ecomoda e vou para casa, sim?
—O assistente ficou de me ligar para agendar uma visita à Ecomoda!
—Ah sim, Sandra! Quando ligar, agende. Agende um dia em que possamos mostrar a Produção a pleno vapor. As instalações e de repente, uma das lojas do Centro. E você irá me acompanhar, lógico. Para aprender!
—E Betty pode estar presente no dia em que mostrarmos a fábrica?
—... claro! Claro, Sandra! Prefiro que ela esteja! Sim. Pode verificar e agendar!
Os dois saem do café e Armando na Ecomoda liga para a casa dos Pinzón.
—Estranho! Ninguém em casa!
—Vou ligar para o celular!
—____________
Armando liga para Betty.
—Betty! Onde está?
—Oi, mí amor! Estou aqui na casa da Inesita!
—E ela está melhor?
—Sim, está melhor! Ela adorou o que compramos!
—Diga que é para não se preocupar com nada e apenas descansar!
—Sim, diga a ela!
—Oi, dona Inesita!
—Seu Armando!
—Pronto! O ogro chamou! (Hugo disse entre dentes)
—Então, Betty e eu estamos muito preocupados com a senhora!
—Mas estou melhorando. Grata pelo doutor!
—Você merece, Inesita!
—Mas ele é exagerado. Já posso voltar!
—Não fique quanto puder. À vontade. Descanse! Tire férias, se necessário, Vou um dia visita-la!
—Sim.
—Descanse. Posso falar com Betty?
—Sim. Para você, Betty!
—Sim.
—Betty! Quer que vá buscá-la?
—Não precisa, mí amor! Meu pai me espera no carro!
—E Camila, está com você?
—Com mamãe e papai no carro!
—Ah sim. Então...
—Vou pedir a papai que me leve, não se preocupe! E os compromissos?
—Em casa, nos falamos. Beijo
—Beijo.
—Bem, Inesita! Vou para casa, Armando já está indo.
—Sim, minha filha! Volte sempre! Logo estarei de volta! É que Dom Hugo vem todos os dias aqui me vigiar!
Betty fala entre dentes com Inesita
—Ele não está trabalhando em nenhum lugar?
—Tentou em alguns, mas você sabe que nem todo mundo tem a paciência que temos.
—Sim... (ela riu)
—Épa! O que falam aí?
—Assunto de mulheres, Seu Hugo!
—Ora, ora! E me deixam de fora! (Os três riem)
—Bem, tenho que ir! -Betty dá um beijo em Inesita)
-Nem pense!
—Seu Hugo, grata por visitar Inesita!
—Faço isso porque gosto desta velhinha como minha tia e porque estou livre, sem amarras, sem ter que cumprir metas, entregar coleções no prazo. Vocês me libertaram!
—Do que ela precisar, pode me chamar!
—Pode deixar! Mas estou com ela.
Betty desce as escadas e vai encontrar seus pais e pegar Camila.
—Tudo bem, Betty? Dona Inesita está bem?
—Sim, um pouco melhor!
Betty fica pensando nas palavra de Hugo e no carinho que tem por Inesita, apesar de muitas vezes ser abusivo e explorador, gostava bastante da assistente.
—Pai, pode nos deixar em casa?
—Como? Seu marido não vai passar em casa, filha?
—Ele foi para casa. Disse que o senhor me levaria.
—Está bem!
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