Notas iniciais
Boa Noite ;) Bom, esse capítulo continua o término do anterior, e também narra um pouco dos dias que Bella e Edward estão separados. Então, para os ansiosos, a primeira vez não vem agora só no próximo capítulo, que já vou avisando, se demorar a escrever será porque quero que seja perfeito não só para a Bella e o Edward como também para vocês. Quero só comentar sobre o o review da Kah_Nanda que realmente foi a única leitora que imaginou que a primeira vez deles seria na terra da rainha. Eu lembro quando li, capítulos atrás, e fiquei "Nossa, ela não imagina o quanto está certa" hauhsuahsuhaushuahs A todos vocês, desejo uma uma ótima leitura. O capítulo não ficou grande, até porque não tinha muita coisa acontecendo, mas espero que curtam. Mas vamos deixar de conversa não é? rsrs

Londres, Sábado, 16 de Janeiro

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POV EDWARD

– Tanya? – perguntei surpreso à última pessoa que pensei em encontrar.

– O que você está fazendo aqui? – questionou ela, igualmente surpresa. – Você não estava nos Estados Unidos?

– Sim, ainda moro lá. Só estou aqui a trabalho.

– A trabalho? Ainda o teatro?

– Sim. – sorri. – O Royal será reaberto mês que vem, recebi um convite para protagonizar uma peça de reinauguração.

– Oh, sim. Acho que li em algum lugar sobre isso. – ela balançou a cabeça e sorriu. – Nossa, pensei que não te veria tão cedo! Estava andando com umas amigas, quando te vi na rua não acreditei. Tive que te seguir para checar com meus próprios olhos. Desculpe por isso. – disse num tom apologético.

– Tudo bem. – dei de ombros.

– Minha mãe contou que vocês estavam muito bem adaptados na nova cidade.

– Sim, estamos. É realmente um bom lugar de se morar. – informei.

– Você até perdeu nosso sotaque. – ela riu.

– Bem, depois que você passa a conviver diariamente com americanos, não tem jeito. Quando menos espera, está falando igual a eles. – sorri, colocando as duas mãos nos bolsos do jeans.

– Bom... pelo menos aparentemente você continua o mesmo. – disse ela, dando-me uma breve olhada de cima a baixo.

– Você também não mudou.

– Claro que mudei! – exclamou. – Não vê que estou mais gorda!? – disse apontando para o próprio corpo.

– Gorda? – eu ri, cético.

– Sim. Minhas calças quase não cabem em mim. Você não tem noção.

– Não vejo diferença desde a última vez que te vi. Sério, Tanya. Está se preocupando à toa. Você está ótima.

– E pelo visto você também não perdeu a mania irritante de tentar deixar as pessoas um pouco melhor com esses comentários de auto-estima. – ela riu, rolando os olhos.

– Estou apenas sendo realista. – comentei com um sorriso.

– okay, esquece isso. – ela movimentou a mão em um sinal de deixar esse assunto para lá. – E então. Você está na sua antiga casa?

– Oh, não. Estou hospedado no The Ritz. Só vim fazer uma visita ao meu avô.

– Hmmn, claro, o Sr. Evenson. Faz tempo que não o vejo. Sabe como é, eu não estava mais morando aqui. – ela disse.

– Não sabia.

– É. Estive viajando por uns meses, tentando investir numa carreira de modelo. Mas como você pode ver – ela abriu os braços. –, não deu muito certo e estou de volta.

– Sinto muito.

– Não. Está tudo bem. Não ia dar certo mesmo. – ela deu de ombros. – E então, você estava entrando no The Brow Dog. Veio matar as saudades?

– Sim. – sorri. – Passei por perto e não resisti. Costumava vir muito aqui com o Tom, o Matt e os outros caras.

– Você também costumava vir comigo. – Tanya diz.

– Sim. Com você também. – concordei, balançando a cabeça.

Bem, não era como se eu não imaginasse que ela fosse comentar algo sobre nós, eu só não queria ser o que iria falar, uma vez que é passado. E também porque Tanya não gostava muito de vir aqui na época.

– Oh, não, Edward. Eu já superei. Não se preocupe. – ela riu. – Desculpa se te incomoda que eu fale sobre nós dois.

– Não me incomoda. Foi bom enquanto durou. Fico sinceramente feliz que esteja tudo bem agora. – eu disse a ela. Eu estava realmente feliz que ela tenha superado, uma vez que as coisas não terminaram muito bem entre nós. Brigávamos muito antes do término. Tanya discutia mesmo na frente de outras pessoas. Acho até que suportei por tempo demais, e ela não aceitou de bom grado quando falei que não dava mais, jogando objetos em mim e saindo de minha casa dizendo que me odiaria pelo resto de sua vida. Logo depois me mudei para Sacramento.

– Sim. Foi ótimo namorar você. Você era um bom amigo.

– Você também era legal, Tanya.

– Mentiroso. – ela deu um soco de leve no meu peito. – Eu era muito chata, ciumenta, possessiva e brigava por tudo.

– Tudo bem. Você era realmente um pé no saco às vezes. – brinquei com ela.

– Ás vezes é? – ela riu. – Sei. Nós só nos entendíamos na cama. Desculpa. – ela colocou uma mão na boca. – Não quero te embaraçar.

– Tudo bem. – sorri para ela, não que fosse embaraçoso, mas não tinha o porquê ficar lembrando disso.

– Mas e então, onde está sua namorada? Ela não veio com você?

– Não. Ela ficou em Sacramento. – respondi, surpreso por ela perguntar por Bella, embora ela não soubesse ou nunca a tivesse visto, só sabia que eu tinha uma namorada por Esme que contar a mãe dela.

– Onde no mundo Edward Cullen viaja e a namorada não o acompanha? – ela fez uma expressão de incredulidade, mas estava rindo.

– Ela tem seus compromissos. – informei.

– Faculdade?

– Não. A escola.

– A escola? – ela me interrompeu.

– Sim, ela está no último ano. – respondi um pouco impaciente. A última coisa que eu queria ouvir era Tanya fazendo suposições sobre Bella, por ser mais velha.

– Hum, sei. – ela diz, meio sorrindo, meio franzindo a testa. – Ok. Não quero mais tomar seu tempo. Foi bom ver você, Edward. Posso te dar um abraço? – ela pergunta.

– Tudo bem. – concordei, querendo mesmo encerrar a conversa.

Ela deu um passo e me abraçou.

– Você está mais forte. – comentou.

Afastei-me de seu abraço e sorri.

– Bom ver você também, Tanya.

– Até qualquer dia, Edward. – ela sorriu, depois foi embora.

Enquanto Tanya se afastava, fiquei pensando neste inesperado reencontro. Até que não foi tão ruim como imaginei que seria quando nos víssemos de novo. Ela parece feliz. E eu sinceramente espero que ela encontre alguém que a ame, como eu amo Bella.

Meu estômago me avisou que estava morrendo de fome. Então me virei e entrei no The Brow Dog, como nos velhos tempos.

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Sacramento, Sábado, 23 de Janeiro

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POV BELLA

– E então, Alice. Decidiu?

– Ai, tio Charlie. Estou tão em dúvida. – respondeu a baixinha com um corte de cabelo chanel olhando incerta para os dois carros.

– Quer minha opinião? – perguntou minha mãe olhando de um carro para o outro.

– Com certeza, tia Renée.

– Bem, como conheço você desde que estava na barriga da minha irmã, eu diria que o que combina mais com sua personalidade é esse. – disse minha mãe, apontando para o Nissan Micra CC pink.

– Bella? – pediu Alice.

– Preciso mesmo responder? – sorri. – O Micra é a sua cara.

– Ainnn. – Alice soltou um gritinho. – É ele que o meu coração está pedindo.

– O da Barbie? – inquiriu meu pai, incrédulo.

– Não é lindo, querido? – disse minha mãe, colocando uma mão no ombro do meu pai.

– Esse mesmo, tio. – falou uma Alice extremamente animada.

– Mulheres. – Charlie revirou os olhos. – Vamos lá resolver a parte dos cheques da sua mãe.

– Me acompanhem senhores. – pediu um vendedor.

– Por favor, não demorem. Eu preciso estar em casa para...

– Para falar com Edward no skype. – Alice fez uma péssima imitação da minha voz, rindo em seguida. – Não vamos demorar. Só resolver a questão burocrática.

– É, e eu também não quero perder o jornal esportivo. Vamos. – disse Charlie, seguindo o vendedor ao lado de Alice enquanto eu e Renée seguimos para uma pequena sala de espera.

Praticamente uma hora depois, quando eu me encontrava no estado máximo da impaciência, eles surgiram pela porta de vidro.

– Até que enfim. – murmurei, ficando de pé. – Pensei que não fosse sair nunca. – reclamei.

– Não é tão simples a compra de um carro, Bella. – disse meu pai, pegando na mão da minha mãe.

– Certo, certo. Vamos. – falei, não esperando ninguém e indo em direção ao carro de Charlie.

Minutos depois, já se passando da uma da tarde, chegamos em casa. Enquanto Renée fora diretamente preparar a mesa para o almoço que Charlie comprara no caminho, este indo para a sala assistir o seu programa esportivo e Alice fora falar ao telefone com a mãe, a tia Ruth, sobre o novo carro, subi as escadas, indo em direção ao meu quarto.

Sentei-me à mesa do computador, ligando-o, esperando com impaciência a iniciação do sistema operacional. Durante toda a semana Edward e eu falamos apenas por telefone. Hoje seria a primeira vez que conversaríamos pelo skype. Eu estava mais que ansiosa para vê-lo depois de uma semana que ele havia viajado.

Logo que fiz o login e me coloquei disponível para conversa, o seu rosto apareceu na tela. Senti meu peito doer e um sorriso de felicidade se abriu em meus lábios. Edward parecia tão cansado, mas ele estava tão lindo, com os cabelos molhados e desgrenhados, provavelmente recém tomado banho e estava com a camiseta cinza que eu adorava vê-la em seu corpo, que definia o seu peitoral e os bíceps. Senti meus olhos se encherem de lágrimas quando levei a minha mão esquerda a tela, como que querendo tocá-lo.

– Bella. Eu só consigo ver sua testa. Por favor, abaixa um pouco sua webcam.

– Oh! – pisquei os olhos e ergui a minha mão, posicionando a câmera. – E agora? – perguntei, olhando para a câmera na parte superior.

– Só um pouco para a direita agora. – ele instruiu. – Isso, sim. Está ótimo. – ele sorriu. – Agora estou te vendo.

Sorri mais uma vez para ele, encarando aqueles olhos verdes como esmeraldas. E ficamos assim, presos no olhar um do outro por longos minutos. Até Edward ser o primeiro a quebrar o contato visual virtual.

– Eu sinto tanto a sua falta. – ele suspirou.

Meu coração se apertou enquanto me esforçava em não chorar.

– Eu também. – fechei os olhos, abrindo-os em seguida. – Você não sabe como está sendo difícil.

– Eu sei. – foi a vez dele comprimir os olhos, dando-me um olhar cansado depois. – Não tem sido fácil para mim também, Bella.

– Você foi embora há oito dias, mas é como já fizesse tanto tempo. – disse a ele. – Os dias estão custando a passar.

– Pensei que eu era o único com essa impressão. – Ele riu brevemente. – Imaginei que o tempo passaria mais rápido com tantos ensaios, reuniões, prova de figurino... – ele soltou o ar. – mas me enganei.

– Você parece tão cansado. – estudei suas feições.

Ele acenou com a cabeça.

– Sim, eu estava no CTE desde às nove da amanhã, cheguei há pouco tempo. Foi um dia exaustivo, quero dizer, eu sabia que ia ser duro, mas... nossa. – ele esfregou o rosto com as palmas das mãos.

– Ossos do ofício. – sorri para ele.

– É. – ele sorriu. – A propósito, por que demorou? – perguntou num tom delicado.

– Oh. Esqueci de te dizer ontem pelo telefone. A tia Ruth, mãe de Alice, mandou-lhe um cheque de presente de aniversário antecipado. Ela pediu para o meu pai acompanhá-la, e a minha mãe e eu fomos também.

– Quando é o aniversário de Alice?

– Dia 02 de fevereiro.

– Vou telefonar para dar os parabéns.

– Ela vai adorar. Mas e então, fora o teatro, como estão as coisas por aí? – pergunto-lhe.

– Bem. Quer dizer, eu não tive muito tempo de fazer alguma coisa por aqui, mas aparentemente está tudo igual.

– E você ainda não viu ninguém fora o seu avô? Não encontrou nenhum amigo? – questionei.

– Falei com o Tom por telefone. Marcamos de fazer algo na próxima semana. Encontrei uma ou outra pessoa conhecida por Barnes. – ele deu de ombros. – Só.

Assenti, e enquanto o olhava pela tela, algo me bateu de súbito. E um mal estar se alojou em seguida em meu estômago.

Tanya e Victoria. As ex namoradas dos tempos que ele morava em Barnes, embora a última não me incomodasse, apenas a primeira. Eu não consegui esquecer o aniversário de Edward outubro passado, quando ela lhe telefonara. E depois teve o dia em que conversamos sobre suas experiências sexuais em seu carro, por insistência minha, admito. Embora Edward tenha declarado por diversas vezes que nunca sentiu por ninguém o que sentia por mim, eu não podia deixar de pensar que mesmo que ele não tivesse a amado como ele me ama, eles foram íntimos. Não podia evitar o sentimento de ciúmes dentro de mim. Tanya teve de Edward o que nós ainda não fizemos, embora quase tenhamos chegado lá da última vez. E eu não sabia muito como seria, o que esperar da nossa primeira vez, quer dizer, eu sabia que seria prazeroso para ele e dolorido para mim, e eu estava pronta para isso. Eu só queria que fosse bom, assim como ele me dissera que era bom quando ele e Tanya eram íntimos.

E eu sabia que não poderia culpar Edward. Ele teve uma vida antes de mim, e era assim que eu deveria encarar Tanya. Como passado. Acabou, não volta mais. Era doloroso para mim pensar em como eles eram juntos, embora eu nunca a tivesse visto na vida. Precisava afastar o ciúme, essas imagens que vez em quando rondavam minha mente. Eu tinha toda a confiança do mundo em Edward, que me amava e dizia isso todos os dias, embora ele demonstrasse não apenas com palavras, mas com gestos, atitudes, olhares. E isso deveria bastar.

Dei um sorriso hesitante para ele.

– Er... quando você vai visitar seu avô novamente? – indaguei.

– Na próxima semana com certeza. Nem que eu tenha que pedir umas horas para visitar o velho Sr. Evenson. – ele sorriu. – Quero passar quanto tempo for possível com ele, antes de ir embora.

– Eu queria conhecê-lo. – disse a ele com um sorriso, vibrando internamente com o pensamento de que provavelmente essa oportunidade viria quando chegasse o dia da minha viagem.

– Você vai, baby. Quando eu convencê-lo a ir para Sacramento ou numa futura oportunidade de vir a Londres com você. – seus lábios cheios se retorceram em um sorriso.

Ele me chamou de baby. Acho que estava prestes a derreter de amor e felicidade. Eu sempre escutei em filmes ou li nos romances os casais se referindo um ao outro dessa maneira e considerava tão carinhoso, tão romântico. Mas nada se compara quando é com você.

Não pude evitar um sorriso bobo pintando meu rosto.

– Eu vou adorar estar aí com você um dia. – o informei.

Ele sorriu mais.

– Deus, como queria que fosse possível atravessar essa tela. Você está tão perto e ao mesmo tempo tão longe. – sussurrou, tocando suavemente a tela do seu notebook com os dedos, como se estivesse acariciando o meu rosto.

Suspirei e imitei o gesto, tocando a tela como se tivesse tocando a sua mão.

– Vai passar logo. – ele murmurou cheio de convicção.

– Estou contando com isso. – murmurei de volta.

– Sinto falta de te abraçar, de entrelaçar os dedos das nossas mãos, de tocar a pele macia do seu rosto. – os olhos dele eram tristes. – Sinto principalmente falta de beijar você. – ele suspirou, abaixando a mão. – Queria que fosse possível ir até aí por pelo menos um dia.

– Eu também queria que fosse possível, Edward. Mas quando menos esperarmos estaremos juntos novamente. – assegurei, não tendo certeza a quem eu estava tentando tranqüilizar.

Ele sorriu para mim de um jeito tão doce.

– E então, o que você fez ontem depois que nos falamos ao telefone? – ele quis saber.

– O de sempre. – dei de ombros. – Escola, teatro, casa. A mesma rotina. E agora que tive de voltar pro teatro da escola. Ugh. – gemi. Ele riu da minha expressão.

– Pelo menos eles aceitaram que você participasse apenas uma vez por semana. – ele disse. – E você precisa de uma atividade extracurricular.

– Verdade. Bem... tudo menos esporte. – eu ri. – Embora eu acredite que atividades extracurriculares não têm muita importância para a comissão que analisa admissão na universidade.

– Depende da universidade. Em algumas, o fato do estudante ser atleta é um grande peso.

– É. Tem razão. – concordei.

– Mas tenho certeza que vamos conseguir ser admitidos na UCLA. – prometeu ele. – Só esperar o meu resultado no SAT. E enquanto isso, vamos preenchendo novos formulários. Ainda há prazos em aberto.

– Mas de universidades menos prestigiosas. – lembrei a ele. – Se não fosse seu pai conseguir com que a UCLA e Dartmouth aceitassem que você enviasse os formulários após o prazo, você só poderia concorrer para o ano que vem.

– É, eles foram legais. – ele acenou afirmativamente com a cabeça.

– Se você acha que aceitar propina para esticar o prazo é ser legal.

Nós começamos a rir.

Com a ajuda de Carlisle, Edward conseguiu com que algumas universidades esticassem o prazo da entrega dos formulários de admissão. A UCLA fora uma delas, assim como Dartmouth, a primeira sendo a que Edward e eu estávamos torcendo para sermos aceitos, eu no curso de Literatura, e Edward no de Medicina. Tinha um programa atrativo para ambos, além de ser onde queríamos morar, uma vez que New Hampshire era muito longe. E que Edward não soubesse, mas era para onde Mike provavelmente iria.

Meus formulários, redação e cartas de recomendação já tinham seguido, juntamente com as notas do SAT (Scholastic Aptitude Test), teste de avaliação de conhecimento exigido para o ingresso às universidades norte-americanas, que eu tinha feito em setembro e novembro passado, após o curso preparatório que eu fizera no verão. Edward, como decidiu entrar para uma universidade também, fizera o teste em dezembro e início deste mês, cujo resultado sairia em alguns dias, para então ser enviado para a comissão destas duas instituições, junto com as cartas de recomendação dos professores de sua escola no colegial, que ele estava trazendo ao retornar de Londres.

Nos falamos por mais algum tempo, talvez por quase duas horas. Ainda era cedo para mim, mas para ele já era bem tarde, e Edward estava visivelmente esgotado, e o vi bocejar.

– Edward, por mais que eu quisesse passar o dia aqui conversando com você, seria maldade da minha parte te segurar. Você precisa ir para a cama.

– Desculpa, Bella. Não é que conversar com você esteja me dando sono, não é nada disso. Eu só...

– Eu sei, seu bobo. – eu ri. – Não tem que se desculpar por bocejar. Eu quem tenho que me desculpar. Já é tarde onde você está.

– Eu não quero encerrar a sessão agora. – ele diz, bocejando mais uma vez.

– Também não, mas devemos. Você precisa dormir. Descansar para mais um dia de ensaio.

Ele concorda com a cabeça.

– Sim... preciso. – ele bufa e depois ri. – Em pleno domingo.

– Pelo menos você terá com o que se ocupar. Vou preencher meu domingo lendo livros, não sei... – dei de ombros.

– Queria você aqui comigo. – ele suspirou alto.

– Eu também, Edward. Eu também. – sorri, com a promessa silenciosa de que estaria em breve.

– Eu te amo, Bella. Mal posso esperar para estar de volta para você. – sua voz é tão suave e cheia de carinho.

– Eu também te amo. E não posso esperar para ter você novamente. – eu respiro. – Posso ligar amanhã pra você?

– Não quero que você tenha problemas com a conta telefônica. Já discutimos isso. Eu te ligo.

– Tudo bem. – eu aceito, o que é verdade. Meu pai permitiu que eu ligasse apenas uma vez por semana por causa da conta telefônica, e essa semana eu já o tinha telefonado.

– Boa tarde Bella.

– Boa Noite, Edward.

Seu sorriso é a última coisa que vejo.

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Sacramento, sexta-feira, 05 de Fevereiro

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POV BELLA

Estava no refeitório da escola, sentada, o cotovelo na mesa, apoiando o queixo na mão enquanto aguardava Jessica e Angela. Tinha saído mais cedo da aula de álgebra, então o refeitório ainda estava vazio. Estava pensando em Edward, pensando no quanto sentia a falta dele.

Há exatas três semanas estávamos indo para o aeroporto. Estava lembrando a nossa despedida, desde a saída da casa dos Cullen, o caminho silencioso em meu carro, e a hora que ele precisava ir. Lembrando a noite anterior de sua viagem, quando após o momento embaraçoso com a minha mãe, ficamos deitados, abraçados em minha cama, como se não quiséssemos nos largar nunca mais. Eu sentia tanta falta disso. Do seu corpo quente aconchegando-me em seus braços, dos seus lábios suaves contra os meus, do toque dos meus dedos em seus cabelos macios, de ouvi-lo sussurrar palavras doces em meu ouvido, do som da sua risada, dos nossos momentos de intimidade. Sentia falta de descer as escadas da minha casa, e vê-lo ali, sentado confortavelmente no sofá, me esperando para mais algum de nossos passeios. Sentia mesmo falta das nossas discussões quando Edward queria pagar tudo para mim, e eu batia o pé, dizendo que não ia aceitar e ele me chamava de teimosa. Mas no final ele acabava me convencendo, me enchendo de beijos. A verdade era que eu adorava ser mimada por ele.

Mas ao mesmo tempo em que estava morrendo de saudades dele, eu estava feliz. Meu passaporte finalmente tinha chegado na última segunda-feira, e o dia de ver Edward de novo estava se aproximando. Dia 12 de fevereiro.

No primeiro momento ficara triste pela data ter ficado tão distante, e praticamente próximo a data do retorno de Edward, que volta dia 23. Mas era o final de semana que Esme e Carlisle poderiam ir. Eu estava tão desolada que demoraria tanto para nos encontramos que não pensei no fato que, viajando dia 12, eu estaria presente na estréia de Dorian Gray, assim como passaríamos juntos o dia dos namorados. No final, era uma data perfeita.

Só notei que não estava mais sozinha quando vi um estalar de dedos na frente dos meus olhos.

– Alô, Bella? – chamou-me Jessica de volta, sorrindo.

– Tem alguém distante aqui. – Angela sorriu, se sentando a meu lado.

Olhei ao redor, vendo as mesas do refeitório totalmente tomadas pelos alunos. Como não ouvi o sinal? Ou o barulho destes quando chegaram?

Olhei para Jessica e Angela antes de responder.

– Estava distraída. – dei de ombros.

– Será que essa distração responde pelo nome Edward? – provocou-me Jessica.

Eu sorri.

– Você é muito transparente Bella. – Angela disse.

– Eu sei.

– E aí, animada com a viagem para a terra da rainha? – perguntou Jessica.

– Bom. Será uma viagem curta, de cinco dias. Não sei se terei tempo para conhecer alguma coisa. E para ser sincera não estou muito preocupada com isso. Eu só quero estar com Edward.

– Aw, que romântico. – Angela suspirou.

– É uma pena que você tenha que ir com seus sogros. Seria perfeito se estivessem apenas os dois. – Jessica comentou.

– Meus sogros não são nenhum empecilho, Jess.

– Mas com eles lá dificilmente vocês ficarão sozinhos.

– Quem disse isso? – questionei a ela, franzindo a testa. – Eles nunca nos atrapalharam, sequer se meteram em nosso relacionamento uma única vez, muito pelo contrário. E se não se lembra, é graças a mãe de Edward que estou indo.

– Então você e Edward dormirão juntos? – ela perguntou interessada.

– Não sei. Talvez. Por quê?

– Você e Edward estarão do outro lado do mundo. Você diz que os pais dele não os atrapalham, e seus pais estarão aqui, longe de vocês. Isso significa que... – ela abriu os lábios em um sorriso cheio de malícia. – Bella, você não vai voltar virgem.

– Jessica, não comece. – pedi, me levantando. – Vão para a fila do almoço? – perguntei.

Angela riu, se levantando também.

– Ei, espera. Você vai nos contar, não vai? – perguntou Jessica.

– O máximo que vou dizer é sim ou não. – revirei os olhos. – Agora vamos antes que termine o intervalo.

– Você é muito má, Bella. Não nos conta nada. – ela bufou, se levantando da cadeira.

– Você quer detalhes. – eu ri. – E isso eu não vou dizer.

– Angela, você vai nos contar quando for a sua vez, não vai?

– Talvez, Jess. – Angela respondeu a ela enquanto caminhávamos.

– Como odeio vocês. – Jessica reclamou, fazendo Angela e eu rirmos.

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Estava no vestiário do Espejo, arrumando minha mochila para ir para casa. Estava aliviada que após os testes para a nova peça, A Viagem, tínhamos sido dispensados. Penteava meus cabelos quando Paola se aproximou.

– Oi Bella. – cumprimentou-me com um enorme sorriso.

– Hey. – sorri de volta. – Você parece tão alegre hoje.

– Estou sim. – ela sorriu mais, e olhou de um lado para o outro, como se checando se havia alguém nos escutando. – Soube hoje o sexo do meu... você sabe.

– Sério? E o que é?

– É uma menina. – ela sussurrou.

– Oh! Parabéns. – a abracei.

– Obrigada. E então... você está indo para casa?

– Estou. – falei enquanto guardava minha escova.

– Eu sei que você deve estar cansada, mas se importa de ir a um lugar comigo?

– A um lugar com você? – franzi o cenho.

– Sim. – ela sorriu. – Agora que sei que é uma menina, queria comprar a primeira roupinha dela. Não tenho muitas amigas aqui, o Derek está no trabalho e eu não queria fazer isso sozinha. Você que ir ao shopping comigo? – pediu.

Paola estava pedindo com uma carinha tão animada que eu provavelmente me sentiria mal em dizer não. E... bem, não custaria nada. Além do mais era cedo, um pouco depois das cinco da tarde.

– Tudo bem.

– Sério? – assenti com a cabeça. – Ah, Bella! Obrigada.

Eu sorri para ela.

– Você está de carro? – perguntei.

– Não. Você está? Porque podemos ir de táxi, eu pago a corrida.

– Estou de carro. Vamos lá.

Após pegar nossas coisas, fomos conversando sobre os testes enquanto caminhávamos em direção ao estacionamento.

– Eu não acho que consiga passar. – ela disse ao entrar no carro, no lado do passageiro.

– Você foi excelente, Paola. Talvez a melhor atuação feminina. Eu acho que você passa. – eu disse enquanto entrava.

– Bom, vamos ver. – ela deu de ombros. – E então, como está o coração? – ela perguntou.

– Você sabe, apertado. – suspirei.

– Sim, eu sei exatamente como é. – ela sorriu.

– Posso te contar um segredo? – perguntei a ela quando liguei o carro e comecei a sair do estacionamento.

– Claro. Pode confiar, Bella. Não contarei a ninguém.

– Não é como se ninguém fosse descobrir depois, mas... eu vou ver Edward na próxima semana. Estou indo à Londres.

– Oh meu Deus. Sério?

– Sim. Por isso vou me ausentar por uns dias.

– Estou tão feliz por você.

– Obrigada. – sorri enquanto dirigia. – Ele não sabe que estou indo.

– Vai ser surpresa?

– Sim. Ele sabe que os pais estão indo e irá buscá-los no aeroporto. Bem, estarei junto.

– Edward vai tomar um susto.

O caminho até o shopping foi rápido, e bastante agradável com nós duas conversando sobre os nossos namorados. Era tão estranho que Paola fosse apenas um ano mais velha que eu – ela tinha dezoito anos – e já tivesse tantas responsabilidades, uma vida tão diferente da minha. Ela morava com a tia desde que seu pai falecera, há três anos, e a mãe voltara para a Itália, sua terra natal. E agora estava grávida e prestes a se casar.

– Então você é de origem italiana? – perguntei quando entrávamos no estacionamento do shopping.

– Mãe italiana com pai americano.

– E você não quis voltar com a sua mãe?

– Não. – ela sorriu tristemente. – Eu amo a minha mãe. Mas a minha vida é aqui. Foi onde nasci, cresci, conheci pessoas. Eu não queria outra mudança tão grande em tão pouco tempo depois da morte do meu pai. Até cheguei a pensar em ir, quase um ano depois, mas desisti quando conheci o Derek. Não é que eu não sinta falta da mamãe. Ela me visita quando pode, eu sempre a visito nas férias. Mas o meu lugar é aqui.

– Eu entendo. – disse ao parar o carro.

Saímos do carro e caminhamos lado a lado conversando assuntos aleatórios enquanto olhávamos as vitrines. Quando entrávamos nas lojas de bebês, o sorriso no rosto da Paola enquanto admirava os artigos para meninas era enorme. Radiante. Devo dizer que era tudo realmente muito fofo e muito lindo. E claro, tudo muito rosa. Eu nunca fui atenciosa com artigos de bebês, até porque nunca tive contato com um. Mas eu gostava deles e sempre os achei lindos, mesmo os que encontrava na rua, com suas mães, ou de alguma propaganda de fraldas na televisão.

– Olha esse vestidinho. – disse Paola, erguendo um vestido rosa com babados, que provavelmente só daria para a criança usar quando tivesse perto de completar um ano. – Não é lindo?

– É lindo. Mas não acha um pouco grande para o seu bebê? – perguntei.

– É sim. – ela riu, pendurando-o de volta. – Vamos ver outra loja.

Continuamos a andar pelos corredores do shopping. Estávamos prestes a entrar na Planeta Bebê quando a vi. Ela vinha em nossa direção, olhando para as vitrines. Ainda não tinha me visto, mas provavelmente faria de conta que não me viu.

– Que foi, Bella? – perguntou Paola quando parei na entrada da loja. Ela olhou na direção que eu olhava. – Lauren?

– Você a conhece? – perguntei surpresa.

– Sim. Ela mora na mesma rua que Derek.

– Sério? Que mundo pequeno. – comentei.

– E você, de onde a conhece? – perguntou-me Paola.

– Da escola. Costumávamos nos falar até um tempo atrás, quando ela se transformou em outra pessoa e começou a me ignorar, assim como passou a ignorar minhas outras amigas. – falei, deixando de fora a parte que eu tinha quase certeza que o afastamento dela tinha a ver com o Mike.

– Eu nunca gostei dessa garota. – disse Paola. – E de uns tempos para cá passei a gostar muito menos. – completou fazendo uma careta.

– Por quê? – perguntei.

– Ela nunca me atraiu confiança. Sempre pensei que ela fosse fingida, sonsa. Derek dizia que não, que era implicância minha, mas parece que agora ela resolveu mostrar as garrinhas.

– O que você quer dizer com isso? – franzi as sobrancelhas.

– Não vê como ela está vestida? – Paola perguntou.

Só então prestei atenção no figurino que a Lauren usava. Um bota preta de cano curto, com saltos altos e finos, uma saia curta de pregas com estampa de xadrez, que provavelmente daria para ver sua calcinha caso ela resolvesse se abaixar um pouquinho, e uma blusa preta extremamente decotada, mostrando toda a barriga, que só então percebi que havia um piercing no umbigo. Sem falar na maquiagem carregada e o vermelho vivo do batom em seus lábios. Os cabelos castanhos estavam com várias mechas loiras, mas isso eu já tinha visto essa semana na escola.

– Está vendo?

– E-eu nunca a vi vestida dessa forma. – falei enquanto olhava para Lauren. Ela sempre estava de jeans, camisetas, tênis, roupas normais para a nossa idade. Poucas foram as vezes que a vi de saia ou vestido, e quando estava, com toda a certeza elas tinham um comprimento maior e eram mais discretas.

– Como alguém vem ao shopping vestida assim? – inquiriu Paola, olhando para Lauren, que virou a cabeça para a frente e então nos viu.

Lauren parou onde estava. Olhando de mim para Paola, e de Paola para mim. As feições do seu rosto se transformaram em uma carranca, e então ela abriu a bolsa que estava, pegando um cigarro. Ela o acendeu e em seguida deu meia volta, nos dando as costas.

– Acho que ela ficou surpresa em nos ver juntas. – eu disse, pensando que nunca a vi fumar antes.

– Provavelmente sim. – concordou. – Mas, vamos lá. Vamos entrar na loja.

Dei uma última olhada para o corredor, onde Lauren estava há poucos minutos, antes de entrar.

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Sacramento, sexta-feira, 12 de Fevereiro

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POV BELLA

– Eles estão demorando tanto. – comentei, sentada numa das cadeiras do saguão do aeroporto, balançando agitadamente a perna.

– Eles já estão a caminho, filha. – disse minha mãe, tentando me tranqüilizar.

Olhei novamente para o relógio. Eram sete da manhã, e o vôo sairia às sete e quarenta e cinco.

– Só viaja com Esme e Carlisle. – resmungou Charlie entre os dentes.

Olhei feio para ele, que não viu.

– Charlie. – Renée lançou-lhe um olhar reprovador, e puxou sua gravata.

– Que? – ele olhou para ela.

– Calma. Emmett que está trazendo eles. Ele me disse há quinze minutos que chegariam em quinze minutos, então já devem estar no estacionamento. – disse Rosalie.

– Quero chegar logo. – bufei.

– Bella, não adianta a pressa. A aeronave só sai na hora. E não é como se Edward fosse sair do lugar. – minha irmã revirou os olhos.

– É o amor. – disse Alice com um sorriso, segurando em seguida a minha mão. – Queria poder ver a reação do Edward quando vir você.

Sorri, ansiando por esse momento.

– Espero que Emmett não tenha dito a ele. Quero que seja surpresa.

– Ele não disse, Bella. – Rosalie falou.

– Olha lá, eles chegaram. – disse minha mãe.

Fiquei de pé quando vi ao longe Esme, Carlisle e Emmett, que arrastava o carrinho com as malas deles. Alguns passos depois, enfim chegaram onde estávamos.

– Desculpem a demora. – Esme se desculpou.

– Tudo bem. Vocês chegaram a tempo. Só Bella aqui que estava prestes a ter um colapso. – disse minha mãe a ela.

– E então, querida. Dormiu bem? – perguntou minha sogra.

– Não. – balancei a cabeça em negativa.

– Foi o que imaginei. – ela sorriu.

– Tem certeza que Edward não sabe que vou?

– Absoluta. Nenhum de nós comentou algo. Ele nem desconfia.

– Certo. – suspirei.

– Preparada para a longa viagem? – perguntou-me Carlisle, afagando o meu braço.

– Eu encaro qualquer coisa para ver Edward. Eu estou com muitas saudades. – confessei um pouco envergonhada por estar na frente dos meus pais e dos pais dele.

– Eu aposto que sim. – disse meu sogro.

– E então, vamos? Passaporte na mão?

– Aqui. – respondi a Esme, mostrando-lhe.

Olhei para a minha mãe, cujo rosto já estava molhado de lágrimas.

– Mãe. – a abracei. – Não é como se fosse viajar por tanto tempo. São só cinco dias.

– Eu sei. – ela fungou. – Eu estou feliz que você está indo para ver o seu namorado. É só que é a primeira vez que você viaja sem nós, e para tão longe. Não que eu esteja preocupada. É só coisa de mãe, não liga.

– Amo você, mãe. – sussurrei. – Ligo assim que pousarmos.

– Eu também amo você, querida.

Olhei para o meu pai.

– Pai. – o abracei pela cintura, pousando minha cabeça em seu peito. Ele beijou meu cabelo.

– Cuidem da minha menina. – pediu Charlie.

– Não se preocupe quanto a isso. Bella é como uma filha. – Carlisle o assegurou.

– Eu amo você, pai. – disse a ele.

– Também amo você, Bella.

Alice e Rosalie foram as próximas a me despedir, assim como Emmett. Esme e Carlisle também se despediram de todos, que já estavam prontos para os seus trabalhos ao saírem do aeroporto. Pegamos nossas malas e acenamos enquanto nossos familiares ficavam mais distantes a cada segundo.

Quando estávamos no balcão, fazendo check-in, Esme sussurrou.

– Ansiosa?

– Muito.

– Então se prepare. – ela sorriu. – Só algumas horas separam você e meu filho.

– Sim. Só algumas horas me separam de Edward.

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Notas finais
Alguém aí gostou da Tanya? rs Quem não se lembra da conversa do Edward e Bella sobre sexo no carro, que Bella pergunta como era com a Tanya, deixando Edward um pouco incomodado, dar um pulo no capítulo 25, porque ela se lembra enquanto conversa com Edward pelo skype, e sei que poucos vão lembrar. Bom, próximo capítulo FINALMENTE é o dia tão esperado. E mais uma vez reforço: eu posso demorar a postar porque quero que seja pelo menos quase perfeito e o capítulo vai ficar MUITO grande. Então por favor, peço um pouquinho de paciência já de agora. Peço que deem um pulinho na minha outra fic, Private Party, e quero agradecer de coração a todos os reviews, recomendações, a cada palavra de carinho sobre essa história que começou um pouco torta, mas acredito que consegui desentortar. Inclusive estou modificando os primeiros capítulos de TSA a partir dessa semana, porque eu realmente não gosto, às vezes leio e me pergunto se eu realmente escrevi aquilo (risos), então vou modificar algumas coisas, inclusive modificar a cor dos olhos da Bella, que no início queria deixar um pouco, ambos Bella e Edward, com as características da Kristen e do Robert. Mas essa fic não é Robsten, embora os ame, e sim Beward, então vou modificar e espero que vocês aprovem. Só quero colocar um pouco de qualidade naquilo que vocês leem, porque essa fic não é só minha, é nossa! Obrigada mais uma vez e nos vemos no quarto do Edward, ops, no capítulo 35 rsrs. Uma ótima semana. Ah, e não esqueçam de comentar hein? hehehehehe beijos, Patti xx