Notas iniciais
Ooooiiii! Eu fiquei meio século sem postar pq estava sem ideias e com mtas provas e vestibulares hahah sorry.. Mas agora é ferias; época linda de escrever fics *-* Eu mudei algumas coisas no capitulo anterior (Oh, can we be a family?) então se vcs quiserem dar uma olhadinha.. Mas não foram mudanças mto importantes, nada que tenha mudado o rumo do capitulo. Anyway, espero que vcs gostem ^-^

Da pequena janela de trás do quarto, o sol brilhava, iluminando o quarto e a cama desarrumada, onde jaziam sonolentos, Kurt e Blaine.
Ao longe, o badalar de um sino de alguma igreja, tirou o castanho de seu sono.

Ele se levantou; com cuidado para não acordar seu marido dorminhoco. Foi até o banheiro, lavou o rosto, passou seus cremes matinais e voltou para o quarto. Se vestiu e sentou numa cadeira ao lado da cama para amarrar os sapatos.
Dali ficou apreciando a visão de seu amado. Tão suave e calma que acabou mudando de ideia de acorda-lo para irem tomar café.

Infelizmente, assim que levantou da cadeira, a barriga de Kurt anunciou alta e claramente a fome do menino; acordando assim o marido.

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– Satisfeito? — Perguntou Blaine olhando indignadamente para o marido que terminava o 5° prato de ovos, linguiça e white pudding.
– Agora sim — Respondeu com a boca cheia e uma cara alegre.
– Então vamos passear!

Lá fora, a luz do sol parecia realçar o verde da cidade e ao invés dos bares; o que se destacava ao olhar do casal eram as famílias que passeavam pelas calçadas.
Foram caminhando até chegarem ao centro. Passaram por lojinhas, cafés, museus e centros culturais.
Já eram três horas da tarde quando os dois resolveram parar de perambular aleatoriamente pela cidade e procurar um guia turístico.

Estavam passando por uma das charmosas travessas da avenida principal, quando ouviram o que pareciam ser crianças brincando. Do meio da pequena viela podia-se ver o quintal do fundo da casa de esquina da rua. Era um parquinho e varias crianças brincavam. O casal passou, observando. Como se, imaginando; como seria quando tivessem um bebe.
Kurt então, pousou os olhos sobre um menininho no canto do playground que estava sentado em um pequeno banco, olhando para o céu. Quando baixou o olhar, seus lindos e profundos olhos azuis, encontraram os de Kurt.

– Kurt?
– Aqui! — Respondeu o castanho ao sair de seu devaneio e perceber que tinha parado de caminhar e deixado Blaine andando a frente sozinho.
– O que foi? — Disse Blaine voltando para perto do outro.
– Nada. Eu só, ahm.. Só estava olhando; será que a professora daquele menino nao faz nada para enturma-lo com o resto da sala? Olha lá; sozinho, enquanto todos brincam.
– Hey, calma; talvez ele só esteja querendo ficar sozinho para apreciar este lindo ceu azul. Talvez ele nao goste de toda essa bagunça; vai saber...
O mais velho concordou e eles continuaram sua busca por uma banca de revistas onde pudessem conseguir o guia.

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A semana de ferias estendidas estava no fim e o casal voltou para o aeroporto. A viajem para NY foi tranquila apesar da ansiedade de Kurt em chegar em casa e sair a procura de orfanatos e de seu bebe.

Nos três dias seguintes, tudo o que Blaine ouvia, dia e noite; eram as teclas do telefone da casa e do celular de Kurt, combinados ainda com o ringtone de Defying Gravity de quando um dos aparelhos estava recebendo uma ligação.
Mas aquilo não o irritava. De forma alguma. Inclusive porque ele próprio ficava muito entretido a procura de sites e contatos com orfanatos, em seu laptop, para realmente se incomodar com todo o "barulho" de Kurt.

Numa quinta-feira de manha, já tinham uma visita agendada.
– Kurt; calma! Não precisa escolher sua roupa como se fosse para um dos desfiles da Isabelle! Eu tenho quase certeza de que a criança que vamos adotar, não vai ligar muito para o que você está usando.
– Me diga isso quando ela for a estilista mais brilhante do nosso tempo.
E os dois riram enquanto terminavam de se arrumar.

– Olá! Sou Clara, Clara Oswin. Nos falamos no telefone. — Uma bela e sorridente jovem de cabelos castanhos e vestido vermelho abriu a porta, recebendo-os — E vocês devem ser Kurt e Blaine, certo?
– Sou Kurt e esse é meu marido Blaine — O castanho estendeu sua mão e a cumprimentou.
– Bom; querem conhecer as crianças?!
Kurt não conseguia mais conter sua animação e só não saiu correndo na frente de Clara, porque Blaine o segurou.

Seguiram por um corredor relativamente estreito e entraram na ultima porta. Lá dentro parecia ser uma sala de jogos ou algo semelhante. As crianças corriam, brincavam com bonecos e jogos, pintavam e pareciam se divertir. Clara os apresentou e deixou que eles tentassem alguma interação com os pequenos.
Alguns ficavam com vergonha, outros nem respondiam, mas eventualmente conseguiam participar de alguma das brincadeiras.
Ficaram até o começo da tarde lá; mas tiveram que se despedir de Clara e das crianças pois no final da tarde já havia outro orfanato esperando-os.

Eram 14h e eles correram para almoçar antes de seguir para a próxima visita. Havia um restaurante de comida indiana ali por perto e pareceu juntar o útil ao agradável. Se sentaram nas mesinhas, pediram e se olharam; esperando a primeira fala do outro.
– Oook, eu vou dizer primeiro. Kurt, eu estava totalmente animado com a nossa primeira visita e ver como é toda essa dinâmica; mas quando chegamos naquele quarto e eu vi todas aquelas crianças...
– Eu sei! Blaine, como vamos poder decidir? Escolher UMA entre todas aquelas? Tantas crianças fofas e doces... E só passamos por UMA casa ainda!!
– E eu tinha essa experiencia na minha cabeça em uma luz tão idealizada que agora... Mas não entenda isso como se eu quisesse desistir! Não vou esquecer isso só por um pequeno choque de realidade.
– Que bom, B. — E o castanho puxou o marido para mais perto e o beijou.

A segunda visita do dia foi bem parecida com a primeira. Algumas crianças lhes chamaram a atenção, mas os deixaram com a mesma sensação de culpa por não poderem acolher a todas (apesar de que as casas dos orfanatos não eram tão más).
Chegaram em casa em silencio; pensando e refletindo sobre os eventos daquele dia. Se arrumaram para dormir e deitaram em sua grande e bem arrumada, cama. Kurt virou-se para o lado esquerdo a fim de olhar para Blaine.
– Blaine?
– Uhm? — Resmungou, meio cansado.
– Nessa correria toda e tal, acho que nós esquecemos de uma coisa... Algo bem básico na minha opinião...
– Que seria?
– Blaine... Qual o nome do nosso bebe?! — Ele se levantou, ficando de lado e se apoiando sobre o cotovelo dobrado, olhando curioso para Blaine.
O moreno, que até agora mantinha os olhos fechados, os abriu e olhou o castanho, tao abismado quanto o outro de não terem pensado nisso antes.
– Eu não sei, K... Você tem alguma sugestão?
– ...
– Não! Eu não concordo com Pavarotti e nem Patti LuPone! Amo os dois, mas não vão ser o nome do meu filho.
Kurt se jogou de novo na cama, já que o outro havia retalhado suas melhores ideias, antes mesmo que ele as anunciasse.
– Nós vamos pensar em alguma coisa...

Notas finais
Essa minha fanfic foi meio que uma ideia que me veio um dia desses, mas eu não imaginei ela inteira ainda... Então pra mim, mtas partes ainda são áreas escuras e indefinidas da historia hahah Loooogo, qualquer sugestão é bem vinda!