Tabu
4 O batismo mais prazeroso é o devasso
Notas iniciais
O que aconteceu no chuveiro foi um passo natural que marcou o início de um envolvimento maior entre Zenitsu e Kaigaku.
Não que eles vivessem unicamente por sexo — ainda tinham suas responsabilidades e ocupações como adultos funcionais -, mas não custava nada satisfazer as necessidades carnais vez ou outra nos momentos de folga. Além disso, explorar os próprios gostos e limites juntos era bastante divertido.
Para Zenitsu, a experiência também era libertadora. Nunca havia discutido sobre o fetiche com alguém fora da internet, e ele se sentia imensamente sortudo por ter um parceiro tão gostoso e disposto quanto Kaigaku.
E como era bom experimentar com Kaigaku! Zenitsu adorava quando ele o chamava para tomar banho, porque sempre significava levar uma bela mijada enquanto Kaigaku fazia questão de lembrá-lo do quão sujo ele era por sentir tanto tesão enquanto se molhava todo com algo tão sujo.
Amava mijar nele de volta, passar as mãos pelo corpo esculpido do outro e saber que, em tais momentos, Kaigaku era dele e de mais ninguém, da mesma forma que Zenitsu se entregava quando deixava Kaigaku mijar nele.
Outra grande vantagem de ter um parceiro como Kaigaku era que os dois podiam se provocar e fazer joguinhos sujos um com o outro — em todos os sentidos — e os resultados sempre eram prazerosos.
Uma vez, Zenitsu acordou cedo e foi até o quarto de Kaigaku, que estava destrancado. Subiu na cama, ficou por cima dele e quando Kaigaku acordou, surpreendeu-o não com um beijo, mas se mijando ali mesmo.
Kaigaku o fodeu na cama toda mijada.
Na manhã seguinte Kaigaku fez Zenitsu pagar, impedindo-o de usar o banheiro até que ele se mijasse na própria cama, do mesmo jeito que ele fez na de Kaigaku.
Treparam como dois bichos no meio da sujeira de novo, com Kaigaku esfregando a cara de Zenitsu nos lençóis mijados.
A troca de mensagens, vídeos e outros arquivos no mínimo comprometedores também se tornou comum. Kaigaku em especial tinha certas tendências exibicionistas, e sempre surpreendia Zenitsu com fotos e gravações dele mesmo em banheiros públicos.
Já Zenitsu sempre o encorajava, fosse com mensagens recheadas de palavras sujas, áudios de gemidos, até mesmo com imagens dele mijando também; era simples, mas deliciosamente perverso, especialmente quando um dos dois não podia ver tudo por estar ocupado em aula.
Teve um dia em que Kaigaku mandou para Zenitsu um vídeo dele dando uma longa mijada no banheiro vazio da universidade, tanto que era possível ouvir o eco do mijo batendo na água da privada.
Zenitsu devolveu com outro vídeo envolvendo ele mijando em si mesmo e se punhetando sentado na própria imundície, uma mão segurando o pau e a outra com os dedos molhados enfiados no cu.
Quando Kaigaku chegou em casa, foderam no sofá.
Seguiram com aquela rotina de provocações, joguinhos sujos e excelentes fodas por um tempo. Ainda assim, os dois sabiam que ainda não haviam chegado no limite quando se tratava daquele fetiche compartilhado.
Certa noite, acabaram indo além.
Estavam bebendo na sala, a televisão há muito servindo apenas como ruído de fundo. Zenitsu havia proposto um jogo de verdade ou desafio, que rendeu uma série de perguntas embaraçosas, Kaigaku se dando um spanking, Zenitsu fazendo um lap dance, e os dois ficando quase nus — no momento, usavam apenas as cuecas um do outro.
Era a vez de Kaigaku perguntar.
“Verdade ou desafio?” O questionamento de Kaigaku foi acompanhando de um longo gole de cerveja, como se assim ele estivesse dando tempo para Zenitsu pensar.
Não que Zenitsu tenha pensado muito; já havia respondido perguntas maliciosas o bastante, ao menos por enquanto. Queria manter o jogo emocionante e sabia que Kaigaku nunca falhava em surpreendê-lo.
“Desafio.” O sorriso que Kaigaku deu ao ouvir a resposta bastou para fazer Zenitsu se arrepiar. Ele deixou a cerveja de lado, aproximando-se de Zenitsu com malícia no olhar. Por um instante, Zenitsu quase achou que o desafio seria algo como aguentar dar uns amassos nele sem ficar duro, mas Kaigaku não o tocou — apenas encarou fundo os olhos castanhos de Zenitsu antes de soltar a proposta dissimulada.
“Duvido você beber meu mijo.” Se Zenitsu estivesse segurando algo, certamente teria deixado cair tamanha a surpresa. Não que ele tivesse algo contra a ideia — pelo contrário, já havia fantasiado com aquilo, e não era como se Kaigaku nunca tivesse dito coisas sobre fazer Zenitsu beber o mijo dele enquanto o fodia, coisa que sempre deixava Zenitsu louco de tesão.
Na verdade, Zenitsu já conseguia sentir o corpo esquentar não por causa da bebida, mas sim pela situação em que havia se metido.
“Duvida, é?” Indagou, lambendo os lábios. Percebeu que Kaigaku mordiscou o lábio de leve brevemente, e não pode deixar de sorrir para o moreno.
Zenitsu levantou-se do sofá, dando alguns passos até o meio da sala. Então, ajoelhou-se ali mesmo, sinalizando com a mão para que Kaigaku chegasse mais perto, coisa que ele logo o fez; ainda assim, a espera bastou para fazer o coração de Zenitsu pulsar forte em seu peito.
Kaigaku parou na frente de Zenitsu, uma das mãos indo de encontro até a cabeça do rapaz. Afagou-lhe os cabelos loiros sem muita delicadeza, e o fez olhar para cima. Em seguida, passou o polegar pelos lábios de Zenitsu devagar, contornando a boca.
Com a outra mão, Kaigaku pegou na barra da cueca, abaixando-a o suficiente para libertar o pau que já estava meia bomba. Zenitsu salivou com a visão, uma gota de suor descendo sorrateira pelo rosto.
Não era a primeira vez que via o pau de Kaigaku de perto, mas seria a primeira vez que teria a chance de beber seu mijo.
Kaigaku soltou Zenitsu, que permaneceu imóvel.
“Não vá desperdiçar.” O comentário de Kaigaku foi seguido pelo jato forte de mijo que caiu inicialmente no peito de Zenitsu, respingando no corpo. A sensação do líquido descendo diretamente na pele já era familiar para Zenitsu, quente e prazeroso, assim como convidativo para coisas ainda mais imundas.
Mexeu-se no lugar, deixando que o mijo batesse em seu queixo, nariz e bochechas. Experimentou lamber os lábios; Kaigaku estava tão hidratado que o mijo estava transparente como água, sem um gosto ou cheiro muito proeminentes nas gotas que provou por curiosidade. Perfeito.
Abriu a boca, permitindo que o jato caísse direto ali dentro. Com o contato mais direto, Zenitsu foi capaz de distinguir um sabor mais forte, com toques de amargo e salgado, que de certa forma o lembrava cerveja quente. Para outras pessoas, péssimo, mas para Zenitsu era tão gostoso quanto o próprio homem que estava de pé.
Pôs uma das mãos no meio das pernas, apertando o próprio pau que não parava de latejar. Insatisfeito com o pouco alívio proporcionado por tal ação, tirou o caralho já completamente duro de dentro da cueca, começando a se punhetar ali mesmo — sabia que Kaigaku usaria aquilo como pretexto para humilhá-lo, mas o tesão era tanto que estava era pouco se fodendo para qualquer consequência.
Zenitsu estava adorando cada segundo daquela experiência digna dos seus pornôs favoritos, assim como também não iria negar a Kaigaku que ele merecia ser tratado como uma vadia suja, já que provavelmente morreria de tesão acumulado se não batesse uma naquele exato momento.
Considerando todo o contexto, aquela punheta era o detalhe menos sujo da cena.
Kaigaku mijava com mais força e velocidade que Zenitsu era capaz de acompanhar, o que o forçava a fechar a boca para engolir todo o mijo acumulado; a cada vez que Zenitsu fazia isso, o resto do mijo de Kaigaku respingava para todo lado, fazendo uma bagunça. Zenitsu usou a mão que não estava ocupada para espalhar o máximo possível pelo corpo, sem querer desperdiçar uma única gota.
Quando a sentiu molhada o suficiente, trocou com a outra. Assim, tornou a própria bronha ainda mais imunda e desesperada, as gotas de mijo se misturando com as de pré-gozo, grossas e viscosas, que já estavam pingando da cabeça do pau.
Continuou a engolir o máximo que conseguia, o tesão nublando qualquer possibilidade — praticamente nula — de nojo ou desconforto. Tudo que Zenitsu conseguia pensar era no quanto aquilo estava sendo deliciosamente imoral, em como adoraria que Kaigaku nunca parasse de mijar nele, e em como não hesitaria em repetir a dose no futuro.
O jato de Kaigaku começou a perder força. Zenitsu aproveitou para deixar que ele mijasse no seu cabelo, suspirando de prazer e sorrindo em meio ao ato tão depravado, movendo-se de modo que não deixasse um único fio seco.
Abriu a boca para que assim pudesse engolir o resto, que saiu em jatos rápidos, curtos e pausados, sendo o último um pouco mais longo que os anteriores. Zenitsu bebeu com a maior satisfação, lamentando-se apenas pelo fato de que Kaigaku não tinha mais mijo a lhe oferecer.
“Puta merda.” Zenitsu sorriu com as palavras de Kaigaku, carregadas de uma mistura de incredulidade e um tesão absurdo. Havia cumprido o desafio dele com louvor, e estava mais do que disposto a fazer aquilo de novo sem nem precisar de um joguinho como desculpa.
Ainda se punhetando, Zenitsu lambeu a ponta do pau de Kaigaku, deleitando-se com as últimas gotas de mijo ali presentes. Passou a língua em círculos e chupou, gemendo ao sentir as mãos de Kaigaku indo até a sua cabeça, segurando-o firme para então fazê-lo engolir todo o seu pau, agora totalmente duro, de uma única vez.
“Mas você é mesmo uma vadia, hein?” A provocação fez Zenitsu gemer com o pau ainda dentro da boca, sentindo o próprio cacete pulsar como que em concordância com as palavras do moreno.
Kaigaku começou a foder a boca de Zenitsu sem delicadeza alguma, metendo bem no fundo da garganta. Na língua, Zenitsu sentia a mistura de pré-gozo com os restos de mijo, ao mesmo tempo em que era capaz de cheirar o suor contido nos pelos pubianos escuros de Kaigaku que tocavam seu nariz.
“Tá gostando, putinha? Tá gostando da minha pica toda mijada?” Os olhos de Zenitsu lacrimejaram após ouvir aquilo, não por conta do atrevimento contido nas ofensas, mas devido ao prazer de ser tratado por Kaigaku de forma tão bruta.
Sem aviso e sem parar de foder-lhe a garganta, Kaigaku pisou no pau de Zenitsu, que soltou uma exclamação abafada. Kaigaku riu, o pau pulsando na boca de Zenitsu, e repetiu o ato.
"Nem aguenta uma mijada na cara sem bater uma! Mas é mesmo um viciado em mijo!" Kaigaku estava com razão, como de costume quando começava a falar sujo daquela forma.
Zenitsu era um verdadeiro viciado em mijo e sentia um tesão absurdo com qualquer coisa envolvendo o líquido quente e sujo. Se ele fosse um bom rapaz, não teria gostado tanto de levar uma mijada na cara, e não estaria prestes a gozar no meio de um boquete tão frenético, que quase o fazia esquecer como respirar, com Kaigaku puxando-o pelo cabelo e o humilhando com todos aqueles nomes.
Mas ele já havia aceitado sua identidade como um completo depravado há tempos.
Zenitsu gozou, deixando o chão ainda mais sujo com a própria porra. Gemeu, praticamente vibrando no pau de Kaigaku que, instantes depois, afastou Zenitsu o bastante para que assim pudesse esporrar com tudo no rosto do rapaz, sujando a boca, nariz, até mesmo o cabelo.
No momento que Kaigaku terminou de gozar, Zenitsu pegou a porra dele com os dedos e os lambeu meticulosamente, saboreando a mistura lasciva de fluídos.
Zenitsu olhou para cima, encarando Kaigaku ainda com o rosto coberto de lágrimas, suor, mijo e gozo. Sorriu ladino, sabendo que a noite não iria acabar tão cedo.
Era a vez de Kaigaku escolher entre verdade ou desafio.
Fale com o autor