Tabu
5 Marcando território como cães
Notas iniciais
Zenitsu gostou tanto de beber o mijo de Kaigaku que os dois acabaram incorporando aquele elemento no já extenso repertório sexual.
Nem sempre apelavam para o fetiche, mas algumas das melhores fodas geralmente envolviam mijo de alguma forma.
Fosse competindo para ver quem aguentava segurar por mais tempo com direito a várias trapaças, fosse mijando um no outro em meio aos amassos quando compartilhavam o chuveiro, até mesmo quando começava com Zenitsu seguindo Kaigaku para o banheiro com uma falsa inocência em querer ajudá-lo a mijar, não importava: tais interações sempre rendiam bons momentos — e deliciosas gozadas.
Até nas noites de sexta eles ficavam se provocando enquanto jogavam jogos de terror. Algumas vezes, eram só pequenos comentários, piadas sobre o fatídico acidente de Zenitsu e provocações quando um precisava correr para o banheiro caso não quisesse molhar as calças.
Outras vezes, quando se sentiam mais ousados, faziam pequenas apostas onde o perdedor tinha que fazer o que o vencedor mandava, o que sempre acabava ficando mais erótico do que deveria.
Foi numa dessas noites que Kaigaku perdeu dele não só uma, mas duas vezes. Assim, Kaigaku acabou bebendo o mijo de Zenitsu pela primeira vez — de uma garrafa cheia, sem deixar uma gota sobrar — e teve que mijar no chuveiro com a perna levantada como um cachorro para que Zenitsu gravasse tudo no celular, fazendo questão de registrar a cena com os melhores ângulos possíveis.
Valeu cada segundo, mesmo que Kaigaku tivesse feito Zenitsu pagar na semana seguinte: colocou uma coleira no pescoço dele e levou-o para passear no parque mais próximo em plena madrugada, apenas para que Zenitsu mijasse não no banheiro público, mas sim no meio do parque, onde qualquer pessoa mais atenta poderia avistá-los. Um desafio arriscado, porém estupidamente excitante.
Depois daquela experiência, Zenitsu sempre sentia o corpo esquentar quando caminhava perto do lugar em que mijou.
Também teve uma vez em que os dois saíram juntos e, do nada, começou a chover bastante. No meio do caminho para casa, Zenitsu precisou mijar. Kaigaku entrou com ele no beco mais próximo, deixou o guarda-chuva de lado, e o colocou contra a parede.
Acabaram se beijando fervorosamente enquanto Zenitsu aproveitava a chuva para se mijar sem levantar suspeitas de qualquer pessoa que passasse por perto, esfregando-se em Kaigaku de forma a compartilhar o calor do mijo.
Ficaram encharcados, mas a trepada no chuveiro depois foi uma delícia.
Seguiram daquela forma, intercalando a rotina com joguinhos sexuais e fodas ocasionais até o final do semestre forçá-los a diminuir a frequência do sexo por conta da carga de trabalhos e estudos. Por mais compreensível que fosse, não deixava de ser frustrante para os dois lados.
Portanto, foi apenas natural Kaigaku ter recebido Zenitsu com um beijo faminto e demorado no exato momento em que o loiro chegou em casa depois do último dia de apresentação de seminários, sem nem dar tempo para ele tirar os sapatos direito.
Não demorou muito para Kaigaku levá-lo até o quarto, e os beijos evoluíram para coisas a mais: mordidas, arranhões, preliminares tão urgentes quanto o desejo intenso de foder e ser fodido que nenhum dos dois se importava em tentar conter.
As coisas esquentaram cada vez mais, com provocações, puxões de cabelo, mãos bobas passando por todas as partes dos corpos um do outro e até mesmo uma bela chupada de cu — cortesia de Kaigaku, para o deleite de Zenitsu, que simplesmente adorou ser fodido brevemente pela língua do moreno.
Quando Kaigaku se afastou, foi apenas para pegar o lubrificante. Rapidamente, ele espalhou o conteúdo pelo cu de Zenitsu — que já estava de quatro na cama — e no pau, melando o máximo possível, posicionando-se por cima dele.
Kaigaku meteu dentro de Zenitsu, que suspirou ao ser preenchido por aquele caralho que tanto sentiu falta, grande e grosso na medida certa, muito melhor que os dedos e brinquedos que usou para aliviar a tensão nos últimos dias. Como se não bastasse, Kaigaku também fez questão de não botar camisinha; assim, Zenitsu conseguia sentir muito bem cada curva do pau de Kaigaku, cada veia, e aquilo só o deixava com ainda mais tesão.
Além da deliciosa sensação de ter o cacete de Kaigaku dentro dele, Zenitsu sentiu um desconforto familiar em seu abdômen: estava com vontade de mijar. Aquilo só fez Zenitsu se remexer do melhor jeito que podia naquela posição; trepar já era bom, mas trepar com a bexiga cheia, na opinião de Zenitsu, era melhor ainda.
Ele só podia comemorar pela feliz coincidência.
Não foi preciso mais do que algumas reboladas por parte de Zenitsu para Kaigaku entender o recado e começar a fodê-lo do jeito que ele queria: com força, metendo o mais fundo que conseguia, fazendo com que o som obsceno dos corpos se chocando ecoasse pelas paredes do quarto.
Eventualmente, Kaigaku segurou Zenitsu pelo quadril e investiu com tudo, tornando a penetração ainda mais funda. Meteu mais algumas vezes e parou, ainda com o cacete inteiro dentro de Zenitsu, sem dar nenhuma explicação e sem tocá-lo de qualquer outra forma como distração.
Antes que pudesse reclamar pela interrupção repentina do que estava sendo uma boa foda, Zenitsu escutou Kaigaku gemendo de alívio, e logo sentiu o cu sendo preenchido por um jato de líquido quente e constante.
Zenitsu era esperto o suficiente para deduzir que aquilo não era porra.
Kaigaku estava mijando dentro dele.
Zenitsu não soube nem o que dizer, tomado completamente pela surpresa e pelo tesão absurdo ao perceber que estava sendo usado daquela forma por Kaigaku, tão indecente como em suas fantasias. Sabia que Kaigaku era imprevisível de várias formas e que ele já havia dito algumas coisas antes sobre mijar dentro de Zenitsu em algumas outras trepadas, mas não imaginava que ele realmente chegaria a fazer isso, ainda mais em um dia como aquele.
Mas foi justamente a surpresa que fez a foda ir de boa para excelente.
Zenitsu gemeu alto, buscando apoio no travesseiro e lençóis enquanto Kaigaku moveu o quadril para trás, ainda mijando no cu de Zenitsu e quase tirando o pau de dentro dele. Então, voltou a meter bem devagar, colando ainda mais os corpos e segurando o rosto de Zenitsu para fazer com que seus olhares se encontrassem; Kaigaku encarou-o com um sorriso malicioso enquanto Zenitsu tremia de prazer.
“Tá sentindo? É pra você saber quem é seu dono.” Kaigaku falou enquanto o fodia lentamente, fazendo Zenitsu sentir cada centímetro do seu pau indo e voltando dentro dele ao mesmo tempo em que ele mijava. Zenitsu só conseguia gemer e ofegar com a quantidade crescente de mijo dentro dele, que parecia se espalhar cada vez mais com cada movimento de Kaigaku.
“Você é minha putinha, Zenitsu. Entendeu?” Como se não bastasse a mijada, Kaigaku ainda estava falando com ele daquele jeito, a voz carregada de luxúria e possessividade.
Os olhos de Zenitsu brilharam e ele não hesitou em responder.
“Sim, sim, sim!” A resposta entusiasmada fez com que Kaigaku começasse a fodê-lo mais rápido, ao ponto de deixar o pau sair brevemente do cu de Zenitsu, fazendo o loiro sentir o jato diretamente nas costas, pernas e na entrada do cu enquanto parte do mijo de Kaigaku que antes estava dentro dele era jorrado para fora, molhando ambos e escorrendo pela cama.
Zenitsu se segurou para não gozar quando Kaigaku o virou de frente de maneira brusca para então meter nele de novo, ainda mijando, voltando a preenchê-lo de todos os jeitos possíveis.
“Me fode, Kaigaku! Mais, mais, mais!” Logo depois que implorou por aquilo, Kaigaku separou ainda mais as pernas de Zenitsu e começou a fodê-lo mais forte e mais rápido, sem demonstrar qualquer delicadeza com o rapaz.
Zenitsu tentava mover o corpo contra Kaigaku no mesmo ritmo das estocadas, o que só tornava a foda ainda mais necessitada e suja — não sabia quanto mijo Kaigaku tinha segurado para aquele momento mas sentia que era bastante, o suficiente para que nem aguentasse tudo dentro dele.
Mesmo sem Kaigaku tirar o pau por completo, Zenitsu sentia parte do mijo saindo do cu, ainda quente e sendo respingado ao redor por conta do jeito selvagem que estava sendo fodido.
Kaigaku soltava gemidos roucos, intercalados com xingamentos. Já Zenitsu o chamava pelo nome e dizia frases completamente desconexas em tentativas de contar para Kaigaku o quanto estava achando tudo incrível, como nunca havia sentido tanto tesão na vida e como era maravilhoso ser fodido e mijado ao mesmo tempo.
Não que aquilo importasse muito; Zenitsu sabia que Kaigaku conseguia perceber o entusiasmo e tesão na voz, nos gestos, no jeito que apertava o caralho dele a cada investida.
Mesmo depois que Kaigaku terminou de mijar, ele não diminuiu o ritmo. Continuou a foder o cu de Zenitsu como se ele fosse um bicho no cio, como se quisesse fazer que ele se lembrasse não só a quem pertencia, mas também quem era capaz de saciar todos os seus desejos.
Estava sendo fodido com tanta força que sentia a vontade de mijar ficando cada vez mais urgente, o que servia para fazer Zenitsu praticamente delirar. Ele tentava segurar, mas Kaigaku fodia tão forte, tão rápido, tão gostoso, que era difícil se concentrar direito.
“Eu vou me mijar!” Pelo menos aquela frase Zenitsu foi capaz de completar. Naquele momento, Kaigaku meteu no ângulo certo para tocar a próstata e Zenitsu tremeu-se todo, sentindo as primeiras gotas de mijo saindo do pau por conta do breve momento de descontrole.
Kaigaku soltou uma exclamação quando percebeu o modo como ele reagiu. Pôs a mão no peito de Zenitsu e desceu, circulando o umbigo e pondo os dedos logo acima de onde estava a bexiga. Em seguida, pressionou a região firmemente antes de falar.
“Mija pro seu dono, vagabunda.” A junção das palavras e ações de Kaigaku bastaram para fazer com que Zenitsu de fato perdesse o controle, obedecendo o comando dele tal qual a vagabunda que Kaigaku afirmou que ele era.
Zenitsu começou a mijar, e apesar de estar de pau duro, o jato saiu com força o suficiente para ir além do abdômen, encharcando o peito dele e o corpo de Kaigaku, que não parou de fodê-lo; pelo contrário, continuou a meter nele buscando estimular a próstata de novo e de novo, fazendo Zenitsu praticamente gritar de prazer diante de tudo que estava acontecendo.
Com muito esforço, Zenitsu olhou para baixo. Estava se sujando todo, o pau balançando a cada investida de Kaigaku e jorrando mijo para todo canto: nele, em Kaigaku, nos lençóis, possivelmente até mesmo no chão.
Kaigaku o segurou pelo quadril, elevando-o momentaneamente, e foi com aquele ato que Zenitsu sentiu o mijo atingindo-lhe o rosto. Fechou os olhos e abriu a boca, sentindo o próprio sabor, quente e salgado, e engoliu o que podia enquanto escutava Kaigaku soltar um grunhido lascivo.
Ainda de olhos fechados, Zenitsu sentiu outra coisa molhada no rosto: era a língua de Kaigaku, que estava lambendo-o de forma animalesca sem se importar com o fato de que ele estava todo coberto de mijo.
Instantes depois, Kaigaku o beijou, compartilhando com Zenitsu a mistura de saliva e mijo sem parar de fodê-lo. Zenitsu puxou Kaigaku para mais perto, deixando o pau roçar em Kaigaku, que passava uma das mãos pelo corpo de Zenitsu de forma a bezuntá-lo com o próprio mijo, punhetando-o apenas por um breve instante para ter certeza de que ele não deixou sobrar uma única gota. Assim, Zenitsu ficou ainda mais molhado, mais escorregadio, mais lambuzado.
Por um instante, Kaigaku parou de beijá-lo para que pudesse lamber e chupar o pescoço e ombros. Depois, voltou para a boca de Zenitsu, de forma a fazê-lo sentir ainda mais do próprio gosto.
Ainda durante o beijo, tão maravilhosamente nojento, Kaigaku usava a mão toda molhada para agarrá-lo pelo cabelo, os dedos passando vez ou outra pelo rosto, fazendo questão de lembrar Zenitsu o quanto ele estava completamente coberto de mijo, dele e de Kaigaku.
Deu um grunhido abafado quando Kaigaku quase perdeu o controle da posição por conta dos lençóis encharcados.
Aquela era definitivamente a foda mais imunda da vida de Zenitsu.
Continuaram se beijando numa tentativa de não fazer muito barulho por conta dos vizinhos, até que Zenitsu não aguentou mais: gozou, o corpo completamente dominado pelo prazer, tanto que ele teve que parar de beijar Kaigaku para soltar um longo gemido de desejo e alívio.
Kaigaku meteu mais algumas vezes antes de gozar também, enchendo o cu de Zenitsu de porra. Zenitsu estremeceu mais uma vez, sensível a todos os mínimos estímulos, e suspirou quando Kaigaku tirou o pau de dentro dele, deixando a mistura de mijo e gozo escorrer do cu até chegar na cama.
Quando Kaigaku deitou ao seu lado, Zenitsu aproveitou o momento para roubar um selinho.
Por mais que tenha sido uma foda completamente suja, não deixou de ser incrível em todos os aspectos — e se tivesse a chance, Zenitsu não hesitaria em repetir toda a experiência nos mínimos detalhes, do começo ao fim.
Pelo sorriso cansado no rosto de Kaigaku, era mais do que claro que ele também havia amado toda aquela nojeira.
“Da próxima vez eu que vou mijar no seu cu.” Zenitsu falou, rindo baixinho logo em seguida. Kaigaku acabou acompanhando-o no riso, puxando-o para um abraço mais terno do que o sexo que haviam acabado de fazer.
“Combinado.” Zenitsu retribuiu o abraço ao ouvir a resposta de Kaigaku, e sorriu já querendo que a próxima vez chegasse logo. Ao mesmo tempo, estava cansado depois do longo dia e da excelente trepada, e seu corpo implorava por um descanso e um banho, além de uma cama com lençóis limpos.
Mas tudo isso podia ser resolvido depois. Por enquanto, o que Zenitsu queria mesmo era ficar junto de Kaigaku.
Fechou os olhos por alguns instantes, até sentir outro jato de mijo quente descendo pelo corpo por breves segundos. Encarou Kaigaku, que mostrou a língua de modo travesso, e se permitiu dar uma breve mijada nele também.
Ali, deitados de maneira tão confortável no meio de toda a bagunça que fizeram, não restava dúvida: tanto Zenitsu quanto Kaigaku eram pervertidos incorrigíveis.
Não que Zenitsu realmente ligasse para o que outras pessoas poderiam pensar deles caso descobrissem o gosto de ambos por aquele fetiche peculiar. Não era importante, não quando ele e Kaigaku estavam mais do que satisfeitos vivendo toda aquela sujeira juntos.
Agarrado com Kaigaku na cama completamente mijada, Zenitsu pensou no quanto o proibido era mais gostoso quando se tinha boa companhia.
Kaigaku afagou-lhe o cabelo com um carinho que poucos conheciam, fazendo-o sorrir contente.
Zenitsu tinha certeza de que estava muito bem acompanhado.
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