Sweet Temptation
13 Capítulo Doze - Vancouver
Notas iniciais
A gente se fala mais na N/A :3
Divirtam-se!
Edward POV.
Foram dias mais tranqüilos do que eu pensava que seriam.
Quer dizer, eu vigiava a casa de Charlie, eu acompanhava Renée em algum lugar caso ela desejava, embora ela não estivesse saindo muito. Continuava fazendo pesquisas, buscando provas, qualquer coisa que pudesse ajudar a prender Adam Bradley.
Entretanto, eu não estava tendo muita sorte. Assim como ninguém mais na delegacia – pelo menos, as pessoas que estavam ajudando.
Até Bella ter um plano.
Quando fui chamado para a sala do Chefe Gerandy, eu tinha pensado que eles tinham alguma pista ou alguma coisa do tipo. Eu realmente nunca tinha pensado que Bella tinha falado com ele sobre o plano de fingir para Adam que ela estava quase descobrindo quem estava mandando bilhetes para a mãe.
- E se não der certo, senhor? – Eu indaguei, assim que terminei de ouvir tudo o que ele tinha para explicar. – E se por algum acaso, Adam descobrir que tudo não passava de uma mentira?
Ele deu de ombros, sorrindo um pouco.
- Vamos aguardar, oficial Cullen – disse. – Vamos apenas aguardar.
Continuei com meu trabalho, ouvindo às vezes do próprio Chefe Gerandy como as coisas estavam indo com Adam e Bella. Ela estava progredindo, e eu fiquei um pouco surpreso por isso.
E alguns dias depois – eu de folga, já me preparando para ir dormir um pouco – eu recebi uma ligação da delegacia. E era o Chefe Gerandy.
- Bella telefonou – ele disse. – Adam pediu que ela se encontrasse com ele em um local abandonado.
- Mande-me o endereço, por favor, senhor. – Coloquei-me de pé em um pulo, grato por não ter retirado o uniforme. – Nos encontramos lá?
Desliguei assim que recebi uma resposta positiva dele, também agradecendo por ter ido para casa com a viatura, já que meu carro estava em manutenção.
Tentei chegar ao local o mais rápido possível e mesmo assim dar uma vantagem de tempo à Bella, não querendo que Adam escapasse nem nada do tipo. Assim que cheguei, vi o carro que ela estava usando ultimamente e mais duas viaturas já estacionadas ali. Parei logo atrás delas e desci, correndo ao encontro do Chefe Gerandy.
- Vamos – ele disse.
Nós nos curvamos e andamos o mais devagar que pudemos, nossas armas em punho. Eu vi outros três colegas de trabalho ao nosso redor, também carregando suas armas.
Parei diante de uma janela grande. Apesar de o vidro estar um pouco sujo e embaçado, eu ainda conseguia ver tudo.
E o que eu vi, me fez congelar.
Adam tinha suas mãos ao redor do pescoço de Bella, o corpo do mesmo pressionado contra o dela com força.
- Espere um pouco. – Escutei Gerandy murmurar ao meu lado. – Vamos escutar o que ele tem a dizer.
- Eu tentei muito não fazer isso com você. – Escutamos Adam dizer, sua voz cheia de raiva. – Eu tentei ignorar, tentei evitar... Mas você simplesmente não soube parar.
Eu vi Bella abrir a boca e os olhos, tentando empurrá-lo com o corpo, mas Adam simplesmente parecia realmente saber o que estava fazendo.
- Por que você não parou? – indagou Adam. – Por quê? Eu só quero sua mãe, querida Isabella. É tudo o que eu quero, nada mais. É difícil?
Bella lutou mais um pouco, conseguindo atingir uma joelhada na barriga de Adam. Ele se afastou por um segundo, xingando entre dentes, fechando os olhos com força, mas suas mãos continuando segurando o pescoço de Bella com força.
Ele não notara Bella rapidamente pegando sua arma dentro da jaqueta e já colocando a mão atrás das costas, a arma ali, mas eu sim.
E isso me fez sorrir um pouco.
- Você não consegue parar, não é? – Ele rosnou, tornando a apertar o pescoço dela. – Você atrapalhou tudo... Os outros assassinatos que eu cometi foram tão perfeitos... Desconfiaram de mim, mas não conseguiram provas o suficiente e eu escapei...
“Como minha última namorada, por exemplo. Eu sei que ainda tentam provar que fui eu, mas não há como, cara Isabella. Eu sei o que eu faço. Eu sei como escapar dessas coisas... E os bilhetes? Eles nunca poderão provar que fui eu quem mandei aqueles bilhetes.”
Ele sorriu de forma diabólica.
- E agora vem você, achando que sabe de tudo – continuou. – Por quê? Por que não deixar sua mãe e eu sermos felizes em paz?
Adam tornou a apertar o pescoço de Bella com força, fazendo-a fechar os olhos e tossir, lutando um pouco mais contra o seu corpo.
- Infelizmente, vou ter de matá-la, Bella – riu. – Mas não se preocupe, eu prometo cuidar de sua mãe por você.
Ele se afastou por um segundo e Bella usou isso com vantagem, levantando as pernas e empurrando o estômago de Adam com força. Imediatamente ele soltou as mãos da garganta dela, curvando-se e abraçando a barriga.
- Hora de entrar. – Chefe Gerandy disse. – Cullen, comigo. Vocês outros três, cubram a outra entrada.
Todos assentimos, e eu segui Gerandy, chegando à entrada principal.
- Pronto, senhor? – indaguei.
E ele apenas assentiu.
Empurrei a porta com força, fazendo Adam e Bella – que já apontava a arma para ele – pularem. Nós cercamos Adam, que nos olhava com os olhos arregalados de medo, as mãos ainda segurando seu estômago.
E eu não consegui evitar que o sorriso tomasse conta de meu rosto.
- Adam Bradley, você está preso...
Eu estava vagamente atento ao que meu colega de trabalho falava enquanto algemava Adam, mas meus olhos estavam presos em Bella, que ofegava e tossia.
- Você está bem? – indaguei, chegando próximo a ela e sussurrando.
Ela apenas assentiu, seus olhos ainda presos em Adam, suas mãos – um pouco trêmulas – segurando a arma com força.
Nós todos saímos do bazar, guardando nossas armas, já mais tranqüilos agora que tudo estava resolvido. Eu vi Bella esfregando seu pescoço enquanto guardava a arma com a mão livre e tornei a me aproximar.
- Se quiser, eu posso te levar para o hospital... – ofereci.
E ela apenas sorriu um pouco, balançando a cabeça.
- Não, não – murmurou. – Só quero ir à delegacia, fazer um relatório e depois ir para a casa do meu pai. Preciso dormir um pouco...
Eu assenti.
Virei-me, pronto para ir para a viatura e também voltar para a delegacia, quando vi o Chefe Gerandy se aproximando de nós dois, um sorriso no rosto.
- Parabéns pelo trabalho, Swan – ele disse. – Conseguiremos culpá-lo por todos os assassinatos agora.
Eu franzi a testa. Percebendo minha confusão, Gerandy riu, colocando a mão dentro do bolso e tirando um pequeno gravador.
- Consegui um mandado – disse.
E eu somente assenti, sorrindo.
- Vá para casa e descanse, Isabella. – Ele se virou para Bella, em nenhum momento deixando de sorrir. – Conte as novidades para a sua mãe e seu padrasto, e descanse. Você pode cuidar do relatório amanhã, por favor.
- Sim, senhor. – Bella assentiu. – Até amanhã.
Eu acenei para ela e a vi andando até o carro, ainda esfregando seu pescoço. Balancei a cabeça, suspirando pesadamente, antes de virar para a viatura e seguir para a delegacia.
Eu iria cuidar de algumas coisas antes de voltar para a minha casa.
Bella POV.
Eu dirigi para a casa do meu pai sem conseguir acreditar que tudo tinha acabado e que agora poderia respirar de forma mais tranqüila, sem ter medo de alguma coisa de ruim acontecer com minha mãe ou até mesmo Phil.
Estacionei assim que cheguei, já não vendo mais a viatura com Mike ali. Passando a mão em minha garganta e tossindo levemente, adentrei a casa, indo direto para a cozinha, onde peguei um pouco de água e comecei a tomar.
- Bella?
Virei-me rapidamente, vendo um Phil parecendo muito sonolento ali. Eu sorri um pouco para ele, enquanto continuava a beber água.
- Está tudo bem? – indagou.
- Está sim – sorri. – Pode voltar a dormir.
Eu pensei em dar-lhe a notícia, mas quis deixar para amanhã, assim eu contaria só para a minha mãe e explicaria tudo de uma vez só.
Phil me olhou por um momento, franzindo o cenho, antes de assentir, me desejar boa noite e caminhar de volta para o quarto.
Eu segui em direção ao quarto do meu pai não muito depois, ainda sem conseguir acreditar que enfim Adam estava preso, que enfim minha mãe tinha se livrado disso e poderia voltar a viver sua vida de forma normal.
Peguei minhas coisas e segui para o banheiro, tomando um banho rápido porém relaxante. Sequei-me e vesti-me assim que acabei, voltando para o quarto logo em segui e me jogando na cama.
Eu realmente ainda não conseguia acreditar que tudo tinha acabado.
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Quando acordei no dia seguinte, ainda era um pouco cedo. Levantei-me e me troquei, antes de seguir para o banheiro e fazer minha higiene matinal. Ainda bocejando um pouco, dirigi-me para a cozinha, somente para encontrar minha mãe e Phil ali, ambos tomando o café da manhã.
- Bom dia – murmurei, um pouco surpresa por eles estarem acordados àquela hora da manhã.
- Bom dia, querida. – Renée sorriu. – Com fome?
Eu neguei imediatamente, só pegando uma caneca e entornando um pouco de café ali. Tomei alguns goles, antes de respirar fundo e sorrir, pronta para contar as novidades para minha mãe e Phil.
- Tenho uma boa notícia – anunciei.
Eles tiraram os olhos do que estavam fazendo – Phil lendo o jornal e minha mãe lendo sua revista – imediatamente, ambos parecendo um pouco surpresos por eu ter falado algo.
- O quê? – ela indagou.
E eu tornei a sorrir.
- Adam foi preso na noite passada.
Eu vi os olhos – tanto de Phil quanto de Renée – arregalarem por um momento, antes de ambos colocarem um sorriso imenso no rosto. Eu continuei sorrindo, vendo-os se levantar e abraçar um ao outro, antes de virem em minha direção e me puxarem para um abraço também. Eu os abracei de volta sentindo-me feliz, até minha mãe se afastar e olhar para o meu pescoço.
- O que aconteceu com o seu pescoço, Bella? – indagou.
Eu franzi a testa por um momento, antes de me lembrar do que havia acontecido na noite anterior. Adam tinha apertado o meu pescoço, com força. E isso provavelmente me daria alguns hematomas durante alguns dias.
- Não é nada, mãe – menti, puxando a gola de minha blusa, agradecendo por Seattle ser um lugar que não fazia sol o tempo todo e me permitia usar blusas desse tipo. – Pode ficar tranqüila.
Ela continuou me olhando durante um minuto, antes de revirar os olhos, assentir e voltar a sorrir.
- E agora, o que temos que fazer? – indagou.
- Eu vou à delegacia agora – murmurei, olhando o relógio. – Vou ver como está tudo por lá e te aviso, ok? Eu sei que você deve estar louca para voltar para Forks.
Minha mãe deu de ombros, sem deixar de sorrir, sabendo que eu estava certa.
- Eu tenho um amigo que está aqui em Seattle. – Phil anunciou, parecendo muito animado agora que tudo tinha terminado. – Ele vai voltar para Forks amanhã de manhã... Caso não precisemos mais ficar aqui, Bella, eu e sua mãe poderíamos voltar com ele, já que viemos de carona com você e tudo o mais.
Eu assenti, colocando minha caneca na pia.
- Eu vou agora para a delegacia e deixarei vocês saberem de tudo, ok? – disse. – Volto em breve.
Acenando, peguei minha arma, guardei na mochila e segui para a delegacia, querendo saber se tudo estava realmente acabado agora.
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A casa de Charlie era relativamente perto da delegacia, então não demorei muito para chegar lá, mesmo estando a pé. Cumprimentei alguns de meus colegas, antes de seguir para o vestiário, onde me troquei rapidamente. Logo em seguida, caminhei até a sala do Chefe, batendo à porta delicadamente.
- Pode entrar. – Escutei-o dizer.
Eu abri a porta e sorri um pouco para ele. Ele fez um gesto com a mão para que eu entrasse, apontando para a cadeira, o qual eu obedeci imediatamente.
- Como vai o pescoço? – indagou, inclinando-se um pouco na mesa.
Eu sorri para ele, ajeitando a gola do meu uniforme.
- Tudo bem, senhor – disse. – Um pouco dolorido, mas eu vou ficar bem.
- Certo – assentiu. Ele se mexeu um pouco na cadeira, ajeitando os papéis antes de se voltar para mim. – Você gostaria de falar comigo sobre?...
- Ah, sim – assenti. – Minha mãe e meu padrasto querem voltar para Forks amanhã... Eles queriam saber se podem ou se precisam fazer mais alguma coisa por aqui.
Chefe Gerandy assentiu imediatamente.
- Entendo – murmurou. – Não, não, Isabella, não preciso mais deles. Adam Ridley provavelmente vai passar o resto da vida na prisão ou receber pena de morte pelos assassinatos que cometeu. Eu já tenho os bilhetes que ele enviou para a sua mãe, tudo que prova que ele a perseguiu. Não preciso de mais nada.
Assenti, suspirando de forma aliviada.
- Só isso? – indagou.
E eu assenti novamente, agradecendo-lhe antes de sair de sua sala.
Preparei meu relatório rapidamente antes de ligar para a minha mãe e lhe informar que ela poderia voltar para Forks no dia seguinte, caso assim desejasse. Voltei minha atenção, então, para o trabalho, até Edward chegar. Assim que ele chegou, nós fomos para uma ronda.
E foi um pouco estranho agir de forma profissional com ele, depois de ele ter ajudado no caso da minha mãe. Mas conseguimos.
E logo eu já tinha terminado mais um dia de trabalho.
Diferente dos outros dias, porém, onde eu sempre ia para casa, para dar um pouco de atenção para Phil e Renée, eu segui para o hospital. Desde que eu tinha ido para Forks que eu não via meu pai.
E eu realmente sentia falta de falar um pouco com ele, vê-lo, mesmo ele não podendo conversar comigo.
Falei com a recepcionista assim que cheguei ao hospital, antes de seguir para o terceiro andar. Conversei um pouco com o médico dele e só então adentrei o quarto, sorrindo um pouco ao vê-lo ali, deitado e imóvel como sempre, apenas os aparelhos ligados ao seu redor indicando que ele estava vivo.
- Ei, pai – murmurei, me aproximando e me sentando na cadeira ao lado da cama.
Peguei sua mão na minha com cuidado, acariciando-a de leve com meus dedos. Conversei um pouco com ele, deixando-o saber das últimas novidades, contando tudo o que tinha acontecido e falando que agora estava tudo bem e que Renée voltaria para Forks.
- Sinto sua falta – sussurrei, assim que terminei de falar tudo. – Eu espero que você fique bom logo.
Fiquei mais alguns minutos com ele antes de sair, tornando a falar mais algumas coisas com o médico e depois saindo do hospital, querendo ir para casa, comer algo e tomar um banho.
E, claro, aproveitar um pouco da minha mãe – essa nova Renée que parecia estar mesmo sóbria e que agora tinha se fixado só em um homem – antes de ela e Phil voltarem para Forks.
Depois de eu tomar um banho e fazer o jantar, nós assistimos a um filme e conversamos um pouco, antes de eu desejar boa noite aos dois e seguir para o quarto de Charlie. Enfiei-me debaixo da coberta e deitei minha cabeça no travesseiro, bocejando.
E não muito depois, eu estava dormindo.
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Acordei cedo no dia seguinte, me preparando para mais um dia de trabalho. Tomei café com Renée e Phil, e me despedi deles, esperando que o amigo do meu padrasto chegasse antes de seguir para a delegacia.
Edward já estava na mesma quando eu cheguei, vestindo seu uniforme e fazendo algumas anotações em um relatório.
- Bom dia, Edward – cumprimentei.
Ele olhou para mim por um momento, devolvendo o cumprimento rapidamente, antes de largar os papéis que segurava.
- O Chefe Gerandy quer nos ver na sala dele – disse. – Ele pediu que fôssemos assim que você chegasse.
Eu assenti, já caminhando em direção à sala do Chefe.
A porta estava aberta e ele estava em pé próximo a ela, olhando pela janela. Sorriu um pouco assim que nos viu, imitando o gesto que fizera no dia anterior, pedindo que nos sentássemos.
- Algum problema, chefe? – indaguei, realmente esperando que não tivesse tido algum problema com Adam.
Algum problema que faria minha mãe voltar de Forks e passar por tudo aquilo de novo.
- Oh, não, não há nenhum problema – disse imediatamente, fazendo com que eu relaxasse. – Eu só tenho uma tarefa para vocês. Um pouco, longa talvez.
Franzi o cenho, me ajeitando um pouco na cadeira, prestando atenção ao que ele queria dizer.
- Tarefa? – Edward perguntou.
- Adam vai ser transferido para Vancouver – informou ele. – Ele cometeu dois assassinatos lá, então vai ficar esperando o julgamento e provavelmente vai ser preso lá.
Assenti, ainda sem entender o que isso tinha a ver comigo e Edward.
- E... – Ele hesitou por um momento antes de continuar: – Eu quero que vocês dois o levem até lá. É uma viagem de poucas horas, vocês vão amanhã cedo e voltam amanhã mesmo.
Assenti rapidamente.
- Tudo bem? – indagou. – Vocês podem partir amanhã e lidar com isso?
- Claro, Chefe – assenti. – O senhor não tem que se preocupar com nada. Iremos amanhã pela manhã e voltaremos logo em seguida.
Edward imediatamente concordou também e o Chefe Gerandy sorriu, assentindo.
- Agora, vão trabalhar – disse. – Quero vocês amanhã aqui bem cedo, por favor. Uniformizados, como devem saber. Vocês vão passar horas com Adam. E eu quero que ele chegue em segurança à delegacia de Vancouver.
- Pode contar conosco, Chefe. – Edward disse, já se pondo de pé.
O resto daquele domingo pareceu passar voando. Fizemos nossas rondas, prendemos alguns caras, fizemos nossos relatórios... Quando enfim saí da delegacia, dirigi-me para uma casa vazia pela primeira vez em dias, onde tomei um banho demorado e comi alguma coisa. E então, finalmente, segui para o meu quarto.
Depois de trocar os lençóis e puxar meu cobertor favorito, envolvi nele, adormecendo logo em seguida.
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Dirigi-me um pouco mais cedo no dia seguinte para a delegacia, já uniformizada e devidamente alimentada. Edward já se encontrava lá, parecendo pronto também. Então, após avisarmos o Chefe Gerandy que estávamos prontos e que tudo estava certo, pegamos um Adam muito quieto em sua cela e – algemado – o colocamos na viatura.
- Pronta? – Edward indagou, já abrindo a porta do motorista.
Eu respirei fundo, fitando Adam, antes de assentir para ele. Abri a porta do carona e entrei, prendendo o cinto e tornando a respirar fundo. Vi Edward entrar e repetir os mesmos movimentos que os meus e eu me vi implorando que essa viagem não fosse longa enquanto ele colocava o carro em movimento.
Notas finais
Espero que tenham gostado do capítulo. E vamos ver no que essa viagem vai dar.
Até semana que vem
xx
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