Sweet Nothing

8 Last of the family?


Notas iniciais
Bom, eu não estava muito afim de escrever esses últimos dias. O motivo foi que minha irma sofreu um acidente de carro recentemente e fiquei um pouco abalada com isso. Agora ela passa bem e peço desculpas por não ter continuado mais cedo. Agora eu to feliz! :)) Ganhei a recomendação de duas divas: Bruna e Isadora Oliveira e isso também ajudou bastante. Não que meus leitores também não tenho ajudado com comentários icriveis! Dedico esse capitulo aos meu 20 leitores maravilhosos! Voces não sabem o quanto eu estou feliz! :)) Boa Leitura!

POV Amanda

– Você o que? James, essa brincadeira não tem graça! – Logan alterou bruscamente o tom de sua voz.

– Logan, você sabia muito bem que eu estava fazendo isso há certo tempo!

– Mas você sabe que desde o início nenhum de nós concordamos.

– Espera... Você sabia disso? – Direcionei meu olhar para Logan.

– Isso não vem ao caso Amanda!

– Isso não vem ao caso? Então você sabia que ele fazia isso com outras garotas além de mim? – Foi a minha vez de aumentar o tom da voz.

– Amanda... Calma... – Kendall segurou meu braço, mas eu me soltei rapidamente.

– Que tipo de monstros vocês são? – Perguntei me referindo a todos.

– Monstros? Acho que não existe uma palavra que nos defina. – Disse James. Percebi que todos o fuzilaram.

– Você deve ser o pior de todos nós, James. – Carlos entrou na discussão. James não se importava e apenas sorria da situação.

– Não quero te ver nunca mais Logan! E James, por que você não pega vadia pra foder com a vida dela de uma vez! – Levantei e fui em direção à porta.

– Olha que bonitinha! Está ficando bravinha! – Ouvi o deboche de James. Mostrei meu dedo querido por cima do meu ombro sem me virar para o desgraçado e continuei indo até a rua.

Não sei se chorava de raiva e ódio ou de tristeza por ter dito aquilo a Logan, foram praticamente cinco anos que eu estive com ele. Mas eu nem descobri. O que eles são? Bandidos, estupradores, mafiosos, etc? Só sei que não quero mais ter nenhum contato com eles. Vou me distanciar antes que acabem com minha vida.

Meus olhos se encheram de lágrimas. Não. Eu não vou chorar por causa de um idiota, de um mentiroso e de dois caras do mesmo grupo.

– Amanda, você é forte... – Disse para mim mesma e logo cai de joelhos no meio da rua. Estava à umas três quadras da tal cervejaria. Meu maior medo era de eles virem atrás de mim, até que percebo um carro buzinar.

– Desculpa, mas acho que lugar de pedestre é na calçada. – Um cara gritou e percebi que seu carro era uma Mercedes.

– Não me enche, babaca! – Virei o rosto e vi que não era quem eu temia e sim um rapaz alto e loiro, não pude identificar a cor de seus olhos, um verde ou azul.

Ele saiu do carro e se ajoelhou ao meu lado.

– Agora me chama de babaca na minha cara. – Ele ficou sério. Não respondi, parei de chorar, mas algumas lágrimas ainda escorriam em meu rosto.

– O babaca vai te levar pra casa, pelo jeito você não está nada bem.

Ele levantou e me deu a mão, apenas fiquei encarando-o.

– Não sei se posso confiar em você.

– Então fique aí, daqui alguns minutos esta rua estará cheia de prostitutas e você poderá se junta a elas. – Ele me deu as costas e eu pensei por um segundo. Logo entrei no banco do passageiro e ele sorriu vitorioso.

– Aonde você mora?- Ele perguntou as coordenadas.

– Street Iron, perto do condomínio Flowers.

– Sei onde é, pelo jeito você é rica.

– Não sou. Mas pelo jeito você sabe que lá só mora gente mesquinhas.

Ele deu partida – Eu conheço tudo de Los Angeles.

– Então ok, GPS humano.

– Você deveria ser mais legal comigo, estou te fazendo um favor.

– Eu não te pedi um favor. – Retruquei vendo a paisagem em movimento enquanto ele ia à alta velocidade.

– Então por que entrou no carro?

– Por falta de opção.

– Eu não te obriguei.

– Ok, cala boca e continua dirigindo. – Ele riu.

Fomos em silêncio, estava no carro de um desconhecido que apareceu do nada me ajudando e ainda me aturando. Nem parece verdade!

– Por que estava chorando? – Ele resolveu iniciar uma conversa.

– Muita coisa estranha acontecendo em um dia... – Lembrei-me de tudo que ocorrera comigo esta tarde.

– Você parece exausta...

– Não só pareço, como estou.

– Se precisar de alguém pra conversar um dia, estarei ao seu dispor.

– Eu nem sei seu nome ainda...

– Bryan.

– Amanda.

Ele parou à frente de minha casa, infelizmente, tínhamos chegado.

– Obrigada pela carona. – Abri a porta e rodeei o carro.

– Espera! – Ele saiu do carro e foi em minha direção – O que acha de sairmos qualquer dia desses?

– Sair? Para onde?

– Sei lá, podemos combinar alguma coisa. – Ele colocou as mãos no bolso.

– Estah com seu celular?

– Claro. – Ele o retirou do bolso, disquei meu número.

– Agora tenho que ir.

– Ok. Foi bom te conhecer.

– O mesmo à você. – Respondi sorrindo e percebi que ele correspondera.

Entrei à casa de Alexander vitoriosa, Bryan parecia ser um homem realmente legal.

– Quem era aquele cara, Amanda? – Alexander raramente me chamava de Amanda, ou quando estava preocupado ou quando estava furioso.

– Um amigo meu.

– Não gostei dele, não quero vê-la novamente junto com esse cara. Ouviu?

– Estava me espionando?

– Isso não vem ao caso! – Nunca o vi tão alterado.

– Não começa, por favor, estou realmente muito cansada. – O ignorei e subi deixando-o irritado na sala.

Bryan, você apareceu no momento certo na hora errada. Muito esquisito, mas sinto que posso confiar em você. Espera... Eu disse a mesma coisa quando conheci James! Aff, Amanda, relaxa, esquece James!

Acordei com a disposição lá embaixo nessa manhã de sábado. Resolvi que iria comer fora, não queria ter que enfrentar Alexander essa manhã. Fui à uma padaria e fiquei lá por meia-hora. No caminho de volta para casa, percebi que estava com um mau pressentimento, parecia que alguém estava me seguindo. Percebo que um Audi A8 virou a rua em alta velocidade e derrapa na minha frente subindo na calçada.

– Logan?! – Ele saiu do carro.

– Entra nesse carro, agora! – Ordenou.

– Você não manda em mim!

– Não complica Amanda! Há estão indo atrás de você!

– Atrás de mim? Quem?!

– Entra no carro que eu te conto no caminho!

O obedeci e entrei no carro. Ele dirigia com tensão e mal olhava para mim.

– Não vai me contar quem está indo atrás de mim?

– Vou, mas temos que passar na casa de Kendall. – Ele virou e vi que em seu rosto estava algumas marcas de uma briga, com certeza foi com James, mas pelos sinais, não houve vencedor.

– O que aconteceu ontem depois que sai? – Eu estava quase me encolhendo no carro. Um frio na barriga e meu pé batendo pensando que era eu que estava dirigindo e tinha que pisar no freio por causa da alta velocidade.

– Tivemos uma discussão, mas não posso simplesmente ignora-lo. Acordo idiota! – Resmungou para si mesmo.

– Presta atenção: Alexander e Suzana já desocuparam sua casa, a casa onde você estava. Lembra-se de seus pais? Ontem ligaram para nós lá da sua casa dizendo que não tinham te encontrado e mataram seus pais!

– Mas como assim?

– Bryan, Amanda! Foi o pai de Bryan que matou seus pais biológicos e agora Bryan matou os seus adotivos! Como o pai dele morreu e deixou tudo para seu filho, agora ele esta atrás de você! Você é a última da sua família!

Notas finais
E ai? O que acharam? :D Vou logo ao ponto, eu quis colocar um pouco de historia na fic para deixa-la mais... Digamos interessante, não queria ficar só em James e Amanda. Eu sei, eu sei, que não coloquei isso na sinopse, se não gostaram disso me desculpem! Pode me matar se não gostou, diga isso nos comentários :(. E não comparem esse capitulo com crepúsculo, pelamordeDeus! (nada contra fans, o problema é que a historia é muito diferente) Comentem! Reviews, quero muitos!