Sweet Nothing

9 A silly war


Notas iniciais
OOOOOOOEEEEEEE!!! IIOON IIOON IIONNN! Vey, não sou normal! ehueheuhe Bom... TO DE FERIAS! EEEEEEEEEE e eu demorei pra postar, eu sei, vou ajoelhar no milho agora. Pretendo postar no minimo de três em três dias ate porque... VAI TER FIC NOVA! EEEEE Comemorem!-sqn Eu escrevi o capitulo ouvindo Lana del Rey. Se você gosta ouça lendo o capitulo, Born to Die: http://www.youtube.com/watch?v=Bag1gUxuU0g Serial legal se vocês lessem ouvindo-a. Anny sua gatona! Juro que amei sua recomendação!♥ Agora eu tenho 3 recomendações lindas e divas! Muito obrigada: Bruna, Isadora e Anny ♥ Eu amo vocês. Também amo minhas outras leitoras que semprem comentam e me incentivam! Leitoras invisíveis! Apareçam! Boa Leitura!

POV Amanda

Kendall entrou as pressas no banco de trás do carro. Ele estava com duas armas na cintura, uma ele manteve e a outra entregou à Logan.

Eu ainda estou choque com o que acabei de ouvir. Por que minha família foi exterminada pela de Bryan? Por que Logan esta me protegendo? Por que Bryan não me matou enquanto estava sozinho comigo? Essas e outras perguntas começaram a martelar minha cabeça.

– Sei que deve estar confusa, mas não se preocupe, irei responder todas as suas perguntas à noite.

– Ok. Pra onde estamos indo?

– Vou te deixar na casa do Carlos. Eu e Kendall vamos bater um papinho com Bryan. – Eu já sabia até onde esse “papinho” iria chegar.

– Vou deixar-te na casa de Carlos. Eu e Kendall vamos bater um papinho com o Bryan. – Eu já sabia até onde esse “papinho” ia chegar.

– Logan, você não pode ir agora! Se esse Bryan for realmente tão poderoso quanto imagino, você não terá nenhuma chance contra ele! – Não sei por que, mas me preocupo muito com Logan, mesmo estando brava e chateada com ele.

– Amanda, eu vou ficar bem! Eu sei ser civilizado!

– Você sabe o que faz... – Desisti.

Depois de alguns segundos ele derrapa na pista parando à frente de uma casa.

– Vá! Entre! Ele irá te receber bem. Eu tenho que ir caso eles peguem Alexander e Suzana, terei alguma chance de impedi-los de os levarem.

Eu já ia o deixando para trás quando ouço:

– Seja simpática, você não tem outra vida para seguir além dessa!

Isso me deixou furiosa. Fechei as mãos em punhos e comecei a suar. Eu pensei que a vida fosse minha e não dele!

– Olá! – Carlos atendeu a porta, simpático. Dei de ombros e me joguei no sofá parecendo uma garota de 14 anos.

– Preciso de respostas. Agora!

Ele parou à minha frente e soltou um leve suspiro.

– Aceita um chá? Um suco de maracujá ou coisas do tipo? – Neguei com cabeça já nervosa. Eu sei que ele quer facilitar as coisas, mas eu preciso apenas de respostas, e não me acalmar.

Ele me ignorou e foi até a cozinha onde pegou um chá, mesmo eu recusando-o.

– O que quer perguntar primeiro? – Ele apoiou os cotovelos em suas pernas e esfregou suas mãos uma na outra. Senti que seria uma longa conversa.

– Quem é Bryan? – Comecei.

– Bryan, filho de Lawrence Wright, se tornou um grande criminoso sucedendo a grande fama de seu pai e de toda a família Wright. – fez uma pausa – Lawrence sempre fora amigo de infância de seu pai, Adam Walker, e assim cresceram juntos. Lawrence começou sua vida no crime com 18 anos vendendo e traficando drogas. Adam seguiu um rumo totalmente diferente, aos 18, já trabalhava como estagiário em uma grande empresa, assim foi se promovendo até chegar ao topo sendo dono da grande empresa após a morte de seu chefe. A empresa governava vários hotéis-cassinos dentro de Las Vegas. Adam se tornou um dos homens mais ricos dos Estados Unidos apenas com as suas grandes franquias. Logo, os cassinos foram se espalhando por toda a America do Norte, atraindo a atenção Lawrence. Ele foi atrás de seu “velho amigo” no qual abandonara para seguir sua vida no crime. Ele tentou conseguir qualquer tipo de renda de seu pai, mas ele recusou. Adam o humilhou e o entregou em rede nacional, estragou seu nome através da mídia dando entrevistas e fazendo questão de mencionar o sobrenome Wright. Adam não sabia na grande confusão que estava se metendo. Lawrence exterminou toda a família Walker, deixando por último os seus pais, ele os matou e deixou viva apenas uma garota, na qual esperaria crescer e a mataria da pior maneira possível. Ele acabou sendo morto por uma máfia inimiga, mas deixou todo seu legado para seu filho, Bryan Wright, que agora está disposto a cometer as maiores loucuras para conseguir ver a última Walker morta.

Eu não acreditei que meu nome envolvera toda essa história. Quer dizer que Bryan fez do objetivo de sua vida me matar? Que uma história boba levou toda a minha família a morte?

– Eu sei. Complicado de absorver tudo isso assim, de cara. Eu tentei explicar a história da maneira mais formal e simples possível. – Quando me dei conta, já havia bebido todo o chá – Sem querer te deixar mal, mas... Você praticamente nasceu para fugir... Logan queria colocar você para trabalhar conosco quando fizesse 18 para aprender a se defender de Bryan. Mas... Bryan descobiu isso de alguma maneira.

Levantei e o abracei com todas as minhas forças possíveis.

James... Ele veio justo no momento mais crítico da minha vida. Por que eu? Por que James me escolheu? Por que Bryan tinha que me perseguir? Por quê?

Quando percebi já estava encharcando a camiseta de Carlos com minhas lágrimas.

– Você quer perguntar mais alguma coisa ou já está bom por hoje? – Ele disse beijando o topo da minha cabeça. Senti-me confortável com isso. Agora eu tinha um novo amigo que realmente se importava comigo.

– Eu posso tomar um banho? Eu sei que fica estranho... Primeira vez que estou aqui praticamente “invadindo” sua casa, mas eu preciso relaxar um pouco.

– Não há problema. – Ele retirou levemente meu rosto de seu tórax – Vou ver se há alguma roupa minha que de pelo menos dê para ficar por cima de seu corpo. – Assenti e ele me guiou até a sua suíte. Ele me entregou uma toalha e fui para o seu banheiro, despindo-me calmamente.

Deixei aquela água quente levar todos os meus problemas, dores e cansaço, apenas por aquele momento.

Fui sentindo uma dor dentro de mim.

Um vazio.

Mas na verdade, não era um vazio e sim as marcas que James causou em mim. Ainda estavam doloridas, mas a dor por dentro era muito mais forte.

Um flash.

Tudo que aconteceu enquanto James “se divertia” comigo estava voltando.

Defino como um vazio. Faz-me sentir que não havia ninguém para me proteger, ou eu preciso mesmo de alguém para me proteger? Droga! Isso só faz com que eu me torne mais fraca ainda! Que vou deixar todos fazerem o que bem entenderem comigo! Mas afinal, como é ser forte? Eu nunca fui forte, e por que eu seria agora?

Quando me dei conta, estava de joelhos chorando enquanto a água batia em minhas costas.

Estou sendo fraca!

Eu nunca fui alguém forte! Mas eu posso tentar ser! Eu tenho que ser, e é isso que eu vou ser!

– Não quero que você ache que ela precisa de você! – Ouvi a voz de Carlos. Espera. Como não percebi que entrou alguém aqui?

– Ela precisa de mim, por mais que vocês todos neguem isso. Vocês todos precisam de mim!James. O que “isto” está fazendo aqui? – Eu não vou querer você por lá, apenas eu e ela. Estamos entendidos?

– Eu não seria louco de deixá-la a sós com você! Você quebrou a confiança de todos nós! Eu vou Junto! – Carlos cuspiu as últimas palavras. É claro que ele vai junto! Mas para onde que James iria me levar?

– Qualquer tipo de aproximação que você tiver com ela, irá haver sérios problemas para o seu lado! – Carlos.

Terminei meu banho rapidamente e sai do Box, encontrei uma mochila em cima da cama. Na mochila só havia roupas minhas! Mas como? Ah, dane-se, melhor do que vestir apenas uma camiseta larga!

Sai do quarto e deparei-me com James, sentado no sofá, e Carlos na mesa o olhando com desprezo. James me lançou um sorriso amarelo.

– Por que ele está aqui? – Direcionei meu olhar para Carlos.

– Ele é o único que pode te ensinar a se defender.

Ri disso – Que irônico, ele me ensinar a me defender? Justo ele que fez coisas bem contrárias disso?

– Pra você ver não é? Eu tinha lhe dito para nunca mais ir atrás de mim, mas agora é você que precisa de mim. – Ele me olhou cinicamente.

Eu gostaria de vê-lo gritar de dor, igual ele fez comigo.

– Vamos. – Carlos disse balançando as chaves tentando cortar a tensão.

James saiu primeiro e depois eu, mantendo uma distância de no mínimo 5 metros dele. Carlos trancou a porta e eu o segui, quase em cima dele para não ter que ficar muito perto de James.

Não queria ficar longe por medo, mas sim por nojo.

Notas finais
E ai? Gostaram? Amaram? Odiaram? O próximo capitulo promete hein! Ui ui Digam o que acharam da fic! Não deixem de comentar porque eu amo todas vocês! :** Ate o próximo capitulo!