Sweet Emotion Parte 2
21 Capítulo 21
Notas iniciais
Anthony saiu primeiro da sala de imprensa, me puxando pela mão e me guiando, e era difícil alcançar o banheiro ou tentar passar despercebidos pois a todo instante alguém nos parava para conversar.
Passamos por uma sala que eu lembrava que estava trancada pois eu e Clara não vimos necessidade de utilizá-la e logo cutuquei Anthony ao pararmos em frente a porta:
– O que foi? – ele perguntou assustado. – O banheiro é do outro lado.
– Essa sala ta vazia, Tony! – eu disse e seus olhos brilharam. – Pode ser aqui mesmo ou você prefere o banheiro?
Ele não respondeu, simplesmente foi abrindo a porta da sala mas em questão de segundos ele fechou-a rapidamente:
– Está ocupada! Melhor a gente procurar o banheiro mesmo! – ele pegou novamente na minha mão e foi me guiando.
– Ocupada? – eu soltei a mão ele e voltei para a porta. – Eu e a Clara decidimos não usar essa sala, ela tem que estar vazia. – coloquei a mão na maçaneta ameaçando abrir quando ele me puxou de novo.
– Acredite em mim, amor! A sala está ocupada! E você não vai querer ver o que eu vi! – ele foi me guiando pelo corredor.
Andamos mais um pouco e finalmente alcançamos o banheiro masculino, mas logo que Anthony bateu na porta alguém gritou que estava ocupado. Ele me olhou e bati na porta ao lado, no banheiro feminino e como não ouvi resposta, abri devagar a porta mas logo me assustei com a cena no banheiro e fechei rapidamente a porta.
– Ta ocupado também? – Anthony perguntou.
– Sim! – e fechei os olhos ao mesmo tempo em que sacudia a cabeça na tentativa de afastar a cena que eu vi. – Sugestões?
– Sala de imprensa? No carro? Ou podemos ir logo pra casa ... – ele deslizou a mão pela minha cintura.
Uma das jornalistas que estava no evento se aproximou da porta do banheiro feminino mas logo a alertei que estava ocupado.
– Oh! Ainda bem que tem os banheiros do fundo! Obrigada por avisar! – ela saiu em direção ao corredor e parecia que Anthony leu os meus pensamentos.
Voltamos para fazer o caminho contrário e mais algumas pessoas foram nos parando e eu sentia Anthony apertando a minha mão, cada vez mais impaciente.
Finalmente chegamos ao banheiro dos fundos, uma batida na porta do banheiro masculino, nenhuma resposta e Tony decide tentar abrir a porta, porém estava trancada.
– Se estiver ocupado também ... – ele apontou para o banheiro feminino. – A gente pega o carro e vai pra casa, combinado?
Eu tive que rir do desespero dele, mas acabei concordando com a sugestão dele.
Dei uma batida na porta do banheiro feminino, nenhuma resposta e abri sutilmente a porta, olhando com cuidado com medo de ser pega de surpresa novamente com alguma cena inesperada, mas dessa vez não havia ninguém. Entrei no banheiro e puxei Anthony pelo braço, trancando a porta logo em seguida.
– Finalmente! – ele disse enquanto tirava o blazer e jogava sobre a pia.
– Você não toma jeito, né, Tony? – eu disse quando senti seus braços em volta da minha cintura, me abraçando e enquanto nos beijávamos, eu brincava de arranhar o seu peitoral por debaixo da camiseta.
Ele apertou mais o meu corpo contra o dele e sua boca desceu para o meu pescoço, com violentas e demoradas chupadas, até que ele me encostou contra a parede:
– Anthony ... – eu disse já começando a delirar com aqueles chupões. — ... qual o seu problema com as paredes?
Tony riu e seu rosto encontrou o meu:
– Não sei! – ele deu de ombros. – Acho excitante – ele levantou o meu vestido e sua mão desceu para as minhas coxas, e ele encontrou o meu sexo esperando por ele. – Você não acha? – ele perguntou sussurrando ao meu ouvido.
Eu sorri e voltamos a nos beijar, minhas unhas arranhando agora as suas costas enquanto Anthony brincava com o meu sexo, me fazendo ofegar durante os beijos que se tornavam cada vez mais violentos.
Paramos de nos beijar ao mesmo tempo como se precisássemos recuperar o fôlego e sorrimos ao mesmo tempo. Logo ele tirava as calças juntamente com a sua cueca e seu membro já estava rígido, ele me beijou mais uma vez e me penetrou lentamente enquanto eu colocava minhas pernas em volta do seu quadril, Tony me segurando pela bunda e ele cada vez apertando o seu corpo contra o meu.
E parecia que Anthony agora gostava de me torturar: em ritmo lento, ele me penetrava mas seu membro não entrava totalmente em mim e logo ele tirava e repetia isso inúmeras vezes, aumentando a minha necessidade de tê-lo dentro de mim.
– Tony ... – parei de arranhá-lo e minha mão agora puxava o seu cabelo. — ... por favor. – e minha voz soava quase como uma súplica.
Olhei para ele e ele sorriu, seu rosto grudou no meu e finalmente senti-o com força, me penetrando, seus gemidos ao meu ouvido enquanto eu apertava com mais força o seu cabelo.
Um gemido mais alto me escapou quando ele investiu com mais força, e comecei a dar leves chupões em seu pescoço, uma das minhas mãos passeando pela sua nuca enquanto a outra descia suavemente pelas suas costas.
As investidas se tornaram mais fortes e agora as minhas mãos estavam apertando os braços de Tony, me controlando para não gritar, mas os meus gemidos começavam a ficar mais altos.
– Ei, ei! – Anthony tapou a minha boca com uma das mãos enquanto eu encostava a cabeça na parede de olhos fechados. – Quietinha que não estamos sozinhos! – ele falou ofegante e continuou tampando a minha boca, abafando os meus gemidos.
Abri os olhos e Anthony mordia os lábios, numa tentativa de não gritar. Minha mão voltou para o cabelo dele, o movimento cada vez mais forte e aquela conhecida sensação de prazer que ele me proporcionava veio, a mão de Anthony abafando o meu grito de prazer ao mesmo tempo em que ele mordia mais forte o próprio lábio, meu corpo amolecendo e logo joguei meus braços no pescoço dele, enquanto eu sentia os seus braços envolvendo e segurando o meu corpo.
– Chega por hoje, Tony! – eu disse enquanto minha respiração se normalizava, minha cabeça sobre o seu ombro.
– Desculpa, querida, mas a noite só está começando! – e senti ele beijando a minha testa.
Ficamos neste estado de êxtase por mais alguns instantes, até que achei melhor sairmos de lá antes que alguém percebesse o nosso sumiço.
Enquanto Anthony se vestia, me olhei no espelho e a minha trança estava desfeita e meu rosto corado. Joguei uma água gelada no rosto e refiz a trança, Tony observando cada movimento meu pelo espelho:
– Você é linda, sabia? – ele se aproximou dando beijos no meu pescoço.
– E você é a minha vida, sabia? – eu me virei e dei um beijo demorado nele. – Mas acho que precisamos voltar à realidade, não acha?
Anthony fez que sim com a cabeça e no mesmo instante em que eu destravei a porta, ela foi empurrada e quase bati o nariz na porta:
– Mari! – Debbie disse assustada. – Desculpa, te machuquei?
– Esse banheiro ta livre, amor? – e Chad surgiu atrás dela e eu e Tony caímos na risada, ao mesmo tempo em que Debbie corava.
– Façam bom proveito! – Anthony disse dando um soco no braço de Chad enquanto saíamos no banheiro.
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