Sweet Emotion
26 Capítulo 26
Notas iniciais
Anthony deu alguns passos e já estava parado a minha frente, sorrindo daquele jeito que ele sempre fazia quando queria algo mais.
- Estamos sozinhos agora. – e ele puxou o meu cabelo para trás.
- E o que isso significa? – coloquei minha mão sobre o seu ombro.
- Isso. – e seu lábio tocou o meu, bem de leve enquanto suas mãos me puxavam pela cintura. Senti seu peito contra o meu, minhas mãos inquietas tratavam de desfrutar dele por baixo da camiseta e dei algumas leves arranhadas, o que me fez acreditar que ele estava gostando pois entre um beijo e outro, dava pra ver um discreto sorriso em seus lábios.
Anthony começou a beijar o meu pescoço e não hesitou em tirar a minha blusinha, alguns deliciosos beijos entre os meus seios presos no meu sutiã, sufocando o seu rosto entre eles. Eu começava a ofegar quando ele finalmente tirou o sutiã e deu mordidas no bico do meu seio, me fazendo gemer bem baixinho, o que fez ele parar e sorrir do jeito safado que ele sempre fazia.
Ele tirou a camiseta e brigava com o zíper da minha calça, enquanto nos beijávamos e íamos andando de costas ao encontro da cama, porém bati na mesa do quarto e soltei um “Ai” ao bater a minha perna na mesa.
- Boa idéia! – e Tony rapidamente me deitou na mesa e o vaso que antes servia para as brincadeiras de Everly se espatifou no chão.
Anthony abriu delicadamente as minhas pernas, lambeu a parte interna das minhas coxas e puxou a minha calcinha com os dentes, descendo até finalmente se livrar dela, e logo as calças que ele vestia também tiveram o mesmo destino.
Ele abriu as minhas pernas novamente e se encaixou em mim devagar, e eu sentia aos poucos a sua penetração. A mesa era um pouco baixa para um encaixe perfeito pois não estava na altura do quadril de Tony, o que me fez apoiar as minhas pernas sobre os seus ombros para que a penetração acontecesse mais perfeitamente. Anthony me segurou pela bunda e as investidas ainda eram lentas, sem pressa, mas eram excitantes, minha respiração acelerada e minhas mãos segurando pelas beiradas da mesa.
Aos poucos, o movimento de entra e sai foi ganhando velocidade, seus lábios percorriam as minhas pernas e eu achei que ia me faltar o ar pois cada vez mais eu estava ofegante. Os gemidos de Anthony iam aumentando, eu segurava com mais força a beirada da mesa, arqueando o meu corpo e na sua penetração mais forte, delirei de prazer e poucos segundos depois Tony também desfrutava desse prazer, deitando a cabeça sobre a minha barriga. Larguei a borda da mesa e acariciei o seu cabelo, enquanto recuperávamos a respiração.
Fechei os olhos e senti Anthony me pegando pelo colo e me deitando na cama, e logo senti seu corpo abraçando o meu.
- Não pode dormir, amor. – ele falou ao meu ouvido. – Daqui a pouco o Everly chega e a gente nem almoçou ainda.
- Não to dormindo, to curtindo o momento de olhos fechados. – respondi e senti seus lábios da minha testa.
- Tenho medo de te perder, Mari. – seu rosto estava bem próximo ao meu, me fazendo sentir o seu hálito de menta.
- Você ta falando isso por causa do Marcos? – perguntei ao abrir os olhos.
Anthony não respondeu, apenas pegou a minha mão e começou a brincar de levantar e soltar a minha mão no colchão.
- Tony... – e me sentei na cama, ele ainda deitado olhando fixamente pra mim. – Eu te amo e nada nem ninguém vai atrapalhar a gente.
Ele sentou-se de frente pra mim, acariciando o meu rosto.
- Promete?
- Prometo. – e fechei os olhos, sentindo sua mão quente sobre o meu rosto, e logo seus lábios estavam grudados nos meus.
Deitamos de novo e ele deitou sobre o meu peito e minha brincadeira de bagunçar o cabelo dele recomeçou.
- Por mim, eu ficaria assim a vida toda. – Anthony disse.
Próximo a mesa, meu celular que estava no bolso da calça começa a tocar e Anthony levantou para buscar e ao voltar, seu rosto era sério.
- Você não vai atender essa ligação. – ele disse.
- Por que? O que houve?
- É o Marcos. – e ele desligou o celular.
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