Sweet Desire
42 Capítulo 39 - Buscando respostas
Notas iniciais
Não sei por quanto tempo fiquei sendo abraçada pelo NamJoon, não posso nem ao menos dizer se fiquei acordada, pois minha mente viajou pelas memórias que estavam voltando pouca à pouco e iam me atormentando em proporções cada vez maiores.
As coisas que não antes não eram encaixadas, começaram a ser encaixar de uma maneira assustadora. Eu não era filha do Sr. Becker o tempo todo e nem ao menos tive uma mãe, era por isso que meu pai deixou claro que minha mãe simplesmente desapareceu e só poderia falar isso sobre a mesma, afinal, ele não conseguiria sustentar uma mentira se fosse muito detalhista; também tinha a forma que de vez quando o pegava me olhando, devia ter percebido que aquilo não era um olhar paterno e o fato de eu me sentir deslocada e não conseguir ser normal, era porque nunca fui uma pessoa normal e provavelmente nunca cheguei a ser no livro do meu pa... do Sr. Becker.
Se eu estou assim dessa maneira, sem ao menos ter lido um capítulo do livro, imagine como está o V que ficou relendo o livro toda hora? Lembro dele dizendo que o meu pai queria passar algum tipo de mensagem, mas na realidade, ele que deve ter sentido alguma ligação ao ler o que estava escrito, como se soubesse que era algo mais importante do que ele mesmo imaginava.
Em pensar nele, nunca o vi daquele jeito, estava muito distante de seu habitual. Meu peito se aperta cada vez mais quando penso em como ele está se sentindo no momento, preciso ajuda-lo, apenas isso importa no momento.
— Calma, calma... – ouvi a voz do Suga tentando me tranquilizar.
Encarei-o assustada.
Desde quando ele estava no lugar do NamJoon? Olhei para janela entre aberta e já estava ameaçando amanhecer, eu nem ao mesmo havia notado.
— Deixa... – me desvencilhei dele e me levantei da cama com dificuldade – Onde está o V? – perscrutei tentando ignorar meu corpo que parecia sem energias para se manter em pé.
— Eu o deixei no dormitório do seu time... – ele respondeu e arregalou os olhos, provavelmente percebeu minha expressão furiosa – Eu não o larguei lá, fui expulso pelo próprio assim que chegou... – bagunçou o cabelo parecendo transtornado – Sul, me conte o que está acontecendo? O que significa aquele desenho? Somos nós três mesmo? – indagou desesperado o óbvio.
— Eu... – balancei a cabeça – Preciso resolver algo... – sai do quarto.
Preciso encontrar aquele maldito livro, só assim posso entender alguma coisa e tentar ajudar o V, preciso me manter forte para cuidar do meu amigo que sempre esteve do meu lado.
— Unnie... – DooYoung se aproximou visivelmente preocupada e levantei as mãos mostrando que estava bem.
— M-me ajude encontra um livro... Obsessão – pedi e fui caminhando até o quarto do V ignorando as pessoas que me seguiam.
O quarto estava com uma cama arrumada no chão para o NamJoon e o Jin, tratei de pular ela e fui até a pequena cômoda ao lado da cama, abri a gaveta encontrando aquele livro envelhecido e tratei de o pegar. Quando fui dar a volta para sair do quarto vi todos parados me observando.
— Vá descansar – Jin orientou.
— Eu não vou conseguir... dormir, vou ler um pouco – mostrei o livro fazendo o Suga estreitar o olhar.
— Esse livro não vai te fazer bem, leia outro dia – foi se aproximar para pegar, mas recuei o impedindo.
— Não!! Eu preciso ler!! – deixei claro – Licença – passei por eles e corri para o meu quarto.
Me sentei na cama e fiquei encarando aquela capa, era uma mulher sentada de costas, tinham hematomas em seu corpo e algumas flores cobrindo partes de sua nudes.
Virei lendo a sinopse que dizia que o livro contava a história de um rapaz chamado Chang Soo que se mudou para cidade que seu melhor amigo estava morando por um bom tempo, e lá fez amizade também com a namorada dele, aos poucos ele começou a notar um comportamento estranho entre o casal e percebeu que seu amigo estava maltratando fisicamente e psicologicamente sua namorada.
— Chang Soo? – lembrei do dia em que a Sra. Amelia faleceu e ela chamou o Suga por esse nome...
Lembrando bem, a Sra. Amelia me chamou de Sabrina uma vez... Eu acreditei que ela estava delirando pensando em alguma sobrinha.
“— SRA. AMELIA?
— Sulkin? — sua voz saiu baixa e um pouco difícil de compreender.
— SOU EU SIM.
— Eu quero lhe pedir... Perdão — fiquei boquiaberta.
— NÃO, NÃO PRECISA DISSO... EU QUE PRECISO PEDIR PERDÃO.. — ela negou.
— Eu devia ter percebido, mas minha insegurança fez minha mente viajar e acabei contaminando minhas amigas... Eu devia ter cuidado de você.. — mexeu o braço da mão que já era afetada pelo AVC anterior.
— EU NÃO TENHO NENHUMA MÁGOA — não mais — SÓ FIQUE BEM..
— Sabrina... — fez uma carinha triste ao pensar em algum sobrinho — Eu sou tão... Desculpa.
— TE DESCULPO — preferi aceitar, do que fazê-la implorar e ela tentou um sorriso, parecia feliz e aliviada. — TENHO RECADOS PARA A SENHORA... — e comecei a passar.” (Capítulo 15)
Lembrei que ela tinha medo do V, mas tinham dias em que o amava muito... Ela sabia de tudo, mas no mesmo tempo não sabia... Isso é tão insano!
Abri o livro e comecei a ler tudo, a história começava com a Sabrina presa em quarto e andando de um lado para outro, até onde as correntes que a prendia deixavam chegar e ela orava pela a vida de alguém e olhava uma árvore mórbida pela janela minúscula no quartinho. Era exatamente a mesma oração que se repetia várias e várias vezes em meus sonhos e devia ser a mesma árvore...
Agora sei que não era sala de castigo, eu fiquei isolada em um quarto por vários dias por um motivo que ainda irei descobrir.
Continuando sobre o livro...
Aquele dia foi diferente dos outros, a luz do Sol que estava raiando brilhou iluminando o ambiente e ela viu algo refletindo o raio solar em um canto, se arrastou até lá e viu que era uma faca. Nessa hora o pequeno capítulo se encerra e mostra o início de tudo.
Tudo se inicia com o Chang Soo (Suga) ligando para o ChulHwan (V) informando que havia chegado na cidade e estava querendo encontra-lo, eu não pude deixar de notar que parecia uma conversa dos dois hoje em dia, o Suga tentando parecer que não estava com saudades que só precisava ter alguém para distrair (típico dele) e o V brincando com a cara dele, dizendo coisas sem muito sentindo (típico dele também). A amizade estava correndo muito bem, eu (Sabrina) havia sido apresentada e era uma pessoa aparentemente normal, mas parecia ter atitudes muito receosas perto do meu namorado.
O decorrer da história o ChulHwan começa a mostrar na frente do amigo seu jeito possessivo e controlador com a Sabrina e Chang Soo começa a ficar bastante preocupado. As coisas se agravam quando ChulHwan tenta espancar a Sabrina assim que garota tentou terminar o namoro, mas o Chang Soo chega na hora e a defende, sem ter para onde ir acaba tendo que morar com ele.
Lá Sabrina vai contando os lados bons do seu ex, no entanto o jeito dele de sentir ciúmes e se sentir seu dono começou a passar do controle, ele começou a se transformar em um monstro em seus olhos e já era tarde demais...
O tempo foi passando e eles foram se tornando ótimos amigos e o Chang Soo se assustou ao notar que estava se apaixonando por Sabrina, porém fez de tudo para se livrar daquele sentimento que para ele não deveriam existir... Até que um dia com eles conversando sobre algo divertido, ele acabou roubando um beijo dela e...
— Oh meu Deus! – tampei meu rosto corando ao ler aquela cena muito linda.
Eu havia sonhado com isso após a noite da apresentação das meninas do Suga e achei que foi por conta da nossa dança, lembro que fiquei morrendo de vergonha dele no dia seguinte...
— O ChulHwan viu!! – logo quando ele tomou a coragem de se declarar para Sabrina, o outro já deve atrapalhar tudo.
Ele estava do outro lado da rua, parado na calçada olhando os dois perto da janela e começou a gargalhar chorando que nem um lunático...
No dia seguinte enquanto Sabrina e Chang Soo tentavam agir como sempre e entender seus sentimentos, o ChulHwan apareceu na frente dos dois com uma arma, tiveram uma breve discussão e ele atirou na cabeça do Chang Soo. Desolada Sabrina chorou implorando para que a matasse, mas ele a levou para um lugar muito distante e a trancou em um pequeno quarto imundo. A garota não aceitava nenhum tipo de comida e só desejava sua morte constantemente e orava para que de alguma maneira pudesse trazer a vida do Chang Soo de volta, até que um dia o ChulHwan esqueceu uma faca e ela se matou enfiando-a em seu ventre. Após um tempo o ChulHwan que trazia algo para obrigar a sua “amada” comer, ficou apavorado em ver que a garota havia cometido um suicídio e chorou por horas agarrado em seu corpo, assim que parou se matou também.
— Fim... – larguei o livro me sentindo traumatizada – Que tipo-po de pessoa escreve algo... tão horrível? – me levantei indo para sala encontrando todos dormindo caídos pelos cantos.
Deviam estar exaustos, devo ter causado muita dor de cabeça...
“- Sabrina, Sabrina... – eu olhava para direção da pequena janela – Nós nos amamos, não podemos perder tempo com brigas bobas...
Virei para frente olhando para o V que me encarava com meio sorriso, ele parecia um louco e tentou tocar meu rosto.
— Tenho nojo de você – cuspi em sua cara.

— Quantas vezes você irá me cuspir? – gritou me acertando um tapa – Quantas vezes serei obrigado a te causar dor? – reclamou segurando o meu rosto obrigando a encara-lo.
— O suficiente para ter que me matar – dei um sorriso carregado de ódio escondendo a dor.
— Nunca farei mal a minha doce Sabrina – ele ficou cantarolando uma melodia doce e ficou me encarando”
Balancei minha cabeça querendo espantar pensamentos ruins do V, ele não é aquilo que o doente do meu pai escreveu, ele é a melhor pessoa que pude conhecer e sempre será.
Peguei meu casaco e meu celular, sai do apartamento tendo um destino certo. Vou procurar o ser mágico em algum mercado, preciso de respostas...
Fui andando pelas ruas procurando o primeiro mercadinho que tivesse, ali perto tinha uma lojinha de conveniência e atravessei a rua praticamente correndo. Entrei e logo procurando as prateleiras de biscoitos.
— Ser mágico! Fada!! – fiquei o chamando – Cadê você? – olhei envolta apenas vendo o atendente olhando curioso em minha direção – Ser mágico, preciso falar contigo!! – o chamei mais alto.
— Ahgassi!! Ahgassi!! – ele veio em minha direção falando um monte de coisas incompreensíveis.
— Não estou te entendo – continuei chamando pelo ser mágico enquanto era arrastada para fora do mercado e parei na calçada recebendo olhares desaprovadores – Cadê ele? – suspirei indo procurar um outro mercadinho.
Essa cena foi se repetindo em outros mercadinhos, todos me olhavam como se fosse uma louca ou uma viciada que estava sobre efeitos de drogas. Até que entrei em outro mercadinho e fiquei chamando o ser mágico baixinho.
— Lá vem a lua saindo... – comecei a cantar tentando chamar atenção.
— Oi – olhei para o lado encontro-o sorrindo – Você poderia ter me chamado em casa mesmo...
— Mas... Por-porque só apareceu agora então? – será que estava se divertindo com toda essa luta o procurando?
— Agora virei o deus dos mercadinhos? – rolou os olhos – Por que me chamou? Já decidiu o que quer? – cruzou os braços.
— Eu sou um personagem também né? – indaguei logo de cara.
— Descobriu, né? – respirou fundo e sorriu – Eu não queria confundir mais sua mente, por isso não contei antes.
— Ahm... – olhei minhas mãos – Do livro Obsessão, saíram quantos personagens? – indaguei.
— Apenas você, ChulHwan e a Pooh – respondeu e brotou duas cadeiras ao nosso lado.
— O... – olhei para o atendente que estava distraído com uma revista.
— Ele não vai nos notar – me tranquilizou – Você notou que apenas encontrou os personagens que foram desenhados? – assenti – Só se podem sair os personagens que são originais e desenhados, mas os desenhos precisam ser bem realistas... – explicou.
— O Chang Soo não saiu – o lembrei.
— Mas ele estava morto no começo do livro, assim como o Sr. Min no seu livro – faz sentido, o Sr. Min não apareceu mesmo sendo um personagem original desenhado, havia me esquecido.
— Eu ainda não terminei meus estudos básicos sobre magia, por isso que todos personagens saíram mesmo com apenas um sendo pedido – ele corou – Ainda não tenho controle dos meus poderes...
— Eu e a Pooh fomos encontradas pelo meu pai, por que o V não foi também? – perscrutei chateada, assim ele não teria sido maltratado pelo seu antigo treinador.
— A gatinha ia ser assassinada, por sorte saiu do livro minutos antes e logo encontrou a casa que deveria ser de seu dono... – fiquei em silêncio lembrando que a Pooh foi encontrada tentando entrar na casa do Peter.
— No livro a casa do meu antigo vizinho era a do Chang Soo... – ele assentiu – Então era por isso a Pooh vivia lá e miava o tempo todo, estava procurando o Suga que assim que encontrou não quis desgrudar dele?
— Sim. Aquela gatinha é muito fiel – sorriu admirado – O V apareceu em pequeno bosque e tentei o fazer correr em direção ao Sr. Becker, eles se encontraram... Porém... – pareceu muito incomodado e aborrecido com a lembrança.
— Porém?
— Assim que o autor esbarrou com a sua própria criação, tentou o matar – dei um grito tampando o meu rosto e fiquei em silêncio tentando me recuperar do que acabei de ouvir – Por sorte, dois irmãos chegaram na hora e o salvaram, inclusive ele passou a morar e trabalhar com deles...
”— Precisamos processar esse cara, eu vou ligar para o advogado do meu pai e... — falei indo já procurar na minha agenda, mas o V se levantou me segurando.
— Não faça isso, por favor — implorou , — Eu devo muito ao irmão dele e a ele também...
— TaeHyung, você está se ouvindo? Você passa o dia inteiro como um rato de laboratório desse cara e ainda apanhou dele, o que você deve a ele? — Suga se estressou.
— Minha vida — respondeu sem pensar duas vezes — Eles me ajudaram no momento mais difícil, eu não vou processa-lo...” (capítulo 16)
— Seu amigo perdeu as lembranças do livro e do rosto de seu pai – pelo menos assim conseguiu ter uma vida mais próximo do normal.
— Por que não consegui e ainda assim não consigo lembrar de tudo? – mesmo lendo sobre minha própria vida e tendo lembranças, ainda assim parecia tudo tão distante e ainda assim aterrorizante.
— Você mesmo as deletou – o encarei incrédula e espantada – Assim que o Sr. Becker te chamou de pai, você automaticamente se transformou na Sulkin Becker, uma garota solitária, que viveu a vida inteira em um orfanato e por conta de um acidente perdeu a memória... – fiquei encarando o nada chocada por como minha própria mente me enganou esse tempo todo.
— Após vocês terem saído do livro, nos meus tempos vagos fiquei vigiando os três para saber como estavam indo e fiquei impressionado pelo fato de que sentia falta do Chang Soo mesmo sem ao menos lembrar de nada... E você e o ChulHwan ficaram tão amigos e se ajuntaram para montar a personalidade do Chang Soo idêntica ao livro Obsessão, apenas um pouco politicamente incorreto... – ele parecia empolgado ao falar desse detalhe – Mesmo sendo uma burrada que meu pai declarou limitações aos meus poderes por cem anos, sem dúvidas, vocês me deixaram orgulho!
— D-de nada – tenho que concordar com o Suga, é bizarro ouvir alguém falando de você como se fosse um personagem fictício ainda.
— Aí quando acabou de escrever tudo, percebi que você ficaria sem nenhuma ocupação assim ficaria deprimida e preocuparia o ChulHwan, que diferente do livro fazia de tudo para te fazer feliz – ele ficou em silêncio pensando em algo – Eu acredito que ele se apaixonou por você assim que te viu...
— Que? – eu dei outro grito – N-nós dois de-de-ixamos claro...
— Eu estava lá vigiando os dois – arregalei os olhos.
— Você tem... muito tempo vago... – comentei e ele riu.
— Eu sou muito jovem e matei aula assim que meus quase humanos preferidos estavam perto um do outro – ele tinha um ar paterno sobre nós dois, mas parecia tão jovem... – Os olhos dele brilharam assim que te viu, mas não entendi porque nunca tentou algo...
— O mundo não suportaria nos ver juntos...
— Adoro esse discurso – contou e se levantou – Eu tenho aula daqui a pouco, não posso falta hoje...
— O Sr. Becker era uma pessoa horrível, seus livros não eram com temas bons e ele já tinha tudo – não via motivos para o Sr. Becker ter recebido um vale desejo – Por que deu o vale para ele?
— Eu nunca dei o vale desejo para aquele ser repugnante – respondeu enojado.
— Como assim? – arregalei os olhos.
— Eu entreguei o vale desejo para uma senhora chamada Amelia – o meu Deus, nunca passou pela minha cabeça isso – Sou fã da neta da Sra. Grace, a modelo e atriz Emy Ben... – lembro dessa neta – Um dia a segui até casa de sua vó e conheci a Amelia, me senti mal ao ouvir uma conversa sobre sua vida e lhe dei um vale desejo. Ela desejou que seus personagens favoritos saíssem do livro, eram vocês três...
— Faz sentido agora – lembrei da Sra. Lisa e a Sra. Grace contando que a Sra. Amelia vivia lendo o mesmo livro, mas como uma pessoa tão doce ia amar tanto aquele livro trágico? – O seu erro foi ter nos tirado dele? Lembro que comentou que estava corrigindo um erro...
— Hm? – pareceu confuso, mas logo compreendeu – Sei. O erro foi que a Sra. Amelia tinha escrito uma fanfic desse livro, pelo que parece ela gostou muito dos personagens e escreveu uma história feliz de vocês. Entretanto, ela não especificou esse detalhe muito importante, acabei os tirando daquele livro medonho do Sr. Becker e o Chang Soo não saiu por estar morto, então resolvi tirar o Chang Soo que se chamava Suga e agora se chama Yoongi do livro que sua “crush” e o seu amigo o escreveram perfeitamente... – sorriu.
— Isso é muito confuso – passei a mão no rosto querendo absorver tudo da melhor maneira possível – Qual é o seu nome? – indaguei o deixando surpreso.
— Me chamo Gregg – olhou às horas – Pegue um táxi e vá para a ponte Mapo, o ChulHwan está por lá... – o que o V irá fazer? – Ah, quando for usar o vale desejo, escreva uma carta e especifique tudo, assim evitaremos mais erros e poderei te ajudar melhor. Até algum dia – sorriu desaparecendo.
Sem pensar duas vezes corri para fora do mercadinho e procurei por um táxi.
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