Sweet Blood
6 Capítulo 5 - Haunted
Notas iniciais
Esse capítulo acaba na parte em que o prólogo acaba, então fiquem curiosos 6.6
Enfim, desculpem pela demora, mas é que eu meio que esqueci de postar este fim de semana, e também por que não tinha reviews ainda
Boa leitura
Enfim, desculpem pela demora, mas é que eu meio que esqueci de postar este fim de semana, e também por que não tinha reviews ainda
Boa leitura
\"It’s not fair\"
Isso não é justo\"Just when I found my world\"Justo quando encontrei meu mundo\"They took you, they broke you, they tore out your heart\"Eles te levaram, eles te quebraram, eles tiraram seu coração[...]\"Now you’re gone\" Agora você se foi\"And I’m still crying\"E ainda estou chorando\"Shocked, broken\" Chocada, quebrada\"I’m dying inside\" Estou morrendo por dentro[...]\"Now all that’s left \"Agora tudo o que restou\"Are the pieces to find\"São as peças para encontrar\"The mystery you kept\"O mistério que você guardava\"The soul behind a guise\"A alma por trás da capa[...] \"Where are you?\" Haunted — kelly Clarkson — Capitulo 5 - Haunted\"Assombrada\"Aquela sensação ainda me perceguia quando amanheceu, algumas horas mais tarde.Eu disse a mim mesma que stava sendo boba, que ele iria ao forte e iria voltar. Mas eu estava mentindo. Mesmo assim, eu permaneci em casa, arrumando o que ja estava a muito tempo no lugar, e arruando novamente quando acabava. — Hey Josef. — eu comprimentei, ouvindo os passos atrás de mim, enquanto eu arrumava os Cds em ordem alfabética. — Hey... Am... Precisamos converssar. Aquilo não soou bem, eu me levantei para encará-lo. Josef parecia cançado, estressado, completamente diferente do Josef da festa do dia anterior. — É sobre... Alex. — Que tem ele?- Sente-se preciso te contar uma história. — ele indicou o sofá, e eu me sentei, ele se sentou no outro.- Estávamos guardando uma coisa... Um objeto muito antigo, conhecido por conter propriedades quase...mágicas. É um tipo de pedra, e esta pedra passa de ano em ano para a proteção de um clã. Este ano, fomos nós os responsáveis por ela. Como sabe, nós temos seis adagas aqui no forte, e existem sessenta e seis em todo o mundo, e apenas alguns vampiros as tem; os mais importantes guardas, e os anciões. Estivemos ocupados mantendo-a segura, e quando eu e Alex estávamos longe, era por quê estavamos recebendo-a, e cuidando de sua segurança. Eu achei que estariamos seguros com ela, e que ninguém mais sabia de sua existência, a não ser os vampiros. Na verdade, eu nem sabia que ainda existiam Lobisomens, e eu soube que eles seriam um problema, quando vocês os encontraram naquela noite. E estes lobos queriam ter a posse da pedra, as armas feitas a partir dela são capazes de matá-los, e nos matar também.- E onde Alex entra nisso? — eu perguntei, não pude evitar.- Alex esteve comigo cuidando da pedra durante um tempo. Mas então ontem, durante a festa, depois do jogo, ele me disse que esteve com os lobos. Nós descutímos, por que ele contou que estava sendo chantajeado, ou ele entregava a pedra a eles, ou eles mesmos viriam pegar. Eu disse a ele para não se preocupar e apenas se afastar, que entregá-la seria loucura, estáriamos assinado nossa sentença de morte, mas ele disse que não, que os lobos parariam quando há tivessem. mas eu tive a impressão de que pude convencê-lo. Até hoje.- Que quer dizer? — eu perguntei sem entender.- Alex entregou a pedra aos lobos. Que ele foi embora, e eu duvido que volte, por que eles nunca deixam um vampiro sair vivo, assim como nunca deixamos um lobo sair vivo daqui. Estão dando o troco. Eu demorei para por as plavras na ordem certa, fiquei lá, parada, encarando um Josef, sem ver nada. Eu estava ocupada tendo noção do que estava acontecendo.- Ele não vai voltar. — eu sussurrei.- Não. — Josef me disse a palavra pareceu mais pesada para mim.- Temos que encontrá-lo! — eu dei um salto do sofá, ele se levantou também.- Não podemos, ele já deve estar muito longe agora... Sinto muito. — ele parecia sentir, ams de repente eu queria descontar o ódio que eu tina nele.- Como assim? Josef, ele é seu amigo não pode abandoná-lo, ele foi embora, e daí? Podemos impedí-lo. — queria parecer com raiva, mais raiva que a pequena doze de tristeza, mas eu estava traumazada demais para querer parecer coisa alguma, eu me virei mas ele me virou de volta.- Eu queria poder fazer alguma coisa, — ele me segurou pelos ombros, me mantendo ali, encarando-o com a respiração rápida — Você não pode fazer nada, ele pode não sobreviver até lá.- Se você não vai fazer nada, eu vou. Não posso apenas ficar parada esperando o tempo passar, eu não posso. — Eu lhe disse, cada palavra distinta, era uma promessa. — Eu vou encontrá-lo.- Não há como, ja lhe disse, a menos que o encontre antes que chegue a seu destino, mas isso seria impossível, nem um rastreador seria capaz... Fique aqui, permaneça segura, eu sei que é difícil...
- Não vou ficar aqui ouvindo o que eu tenho ou não que fazer, a vida é minha eu faço o que eu quizer, — eu gritei com raiva — e você não pode me impedir. Eu me liberei de suas mãos e corri até a escrivaninha da sala, pegando o papel amassado que Poison me dera com um endereço que eu nunca li.- Se sair daqui será uma missão suícida. — ele disse as minhas costas.- Não tenho mais nada a perder mesmo. — eu lhe disse lhe olhando nos olhos para que ele entendesse. Deixei Josef na sala, fui ao quarto, peguei um sobretudo longo e preto e vesti por cima da blusa preta e o jeans gasto que usava, enfiei algumas roupas e o dinheiro que eu tinha — uma quantia razoável — em uma mochila velha. Tive certeza de que o punhal estava na bainha presa a minha cintura, e corri até a garagem, peguei a moto e dei a partida. A moto sacudiu um pouco, reclamando por ser acelerada com tanta rapidez, mas logo ganhando estabilidade ao chegar aos 100km/h sem muita difículdade. Eu olhei o papel amaçado e rabiscado, anotando mentalmente o endereço, essa foi a ultíma coisa que eu lembro de ter pensado. Eu era boa nessas coisas, em esquecer, em enganar minha própria mente evitando qualquer pensamento deságradável, eu passei dias na estrada, sem registrar a paisagem, o movimento, apenas encima da moto sem ver ou pensar em mais nada. Perto da fronteira entre canadá e o Alaska, eu parei para me alimentar, na reserva nacional de kluane, não havia muita divercidade de animais, portanto, tive que tomar apenas o necessário. Mas eu estava destraída quando aconteceu. Um lobo enorme e negro apareceu de trás de um enorme pinheiro, rosnando e cercando, e eu podia jurar que ele estava sorrindo.- Eu não tenho mais medo de você, por que não aparece com sua verdadeira cara seu vira lata sujo? — eu disse entre dentes, largando um urso inerte no chão e me levantando. Era bom chingar alguém — ou alguma coisa para variar. Ele rosnou novamente, e eu puxei o punhal da bainha. Mas eu tinha de admitir que eu não tinha tempo, nem habilidade para fazer isso sozinha. E essa era uma verdade vergonhosa. Eu disparei pela floresta tão rápido quanto pude, correndo de volta para minha moto estacionada logo na entrada da reserva. Eu saltei nela e liguei, acelerando logo, conciderando que o lobo ainda estava atrás de mim. Mas ele não proceguiu quando eu atravessei a provável fronteira entre os dois países. Eu segui em direção a Vancouver por mais alguns dias, era meio obvio que meu tempo ja havia se esgotado a muito, mas mesmo assim, eu contiuei dirigindo. Não fazia idéia de quantos dias eu estava na estrada, mas já era madrugada quando eu cheguei ao endereço desejado. Estava começando a cuidar os lados, com medo de que outro lobo aparecesse. Mas agora, eu estava começando a pensar no que dizer,e eu não fazia a mínima idéia, por fim, respirei devagar para me acalmar, antes de dar o primeiro passo. Me movi lentamente pelas sombras, através da noite escura e chuvosa. Eu queria ser discreta, sem sons incriminadores, não estava nem respirando para não aumentar meu cheiro no ar, com medo de estar sendo seguida. Aproximei-me da casa olhando em volta, e com cuidado saltei até a janela do segundo andar. Eu não sabia o que esperar do aposento quieto. Não havia ninguém lá, até onde eu pude notar. Meus olhos vasculharam a sala detalhadamente, a procura de um sinal. Algo que me desse certeza de que eu estava no lugar certo. De que a pessoa certa estava ali. E não um inimigo. Alguém se mexeu no outro cômodo, um estalo no chão de madeira chamou minha atenção. Eu abri a porta cautelosa, a fechadura fez um \"clack\" baixo. Eu congelei no lugar por meio segundo, então passei para a outra sala. Esta janela também estava aberta, a cortina balançava levemente, mas não havia vento... O chão estralou novamente. Eu girei nos calcanhares rápido o bastante para ver algo que passou tão rápido atrás das cortinas, que aquela sombra não teria sido vista por olhos normais. Ouvi algo atrás de mim. Girei de volta a tempo de segurar o punho de alguém; até ser jogada violentamente contra a parede que, com o impacto, se quebrou. Foi automático; não tive tempo para pensar em ver quem era, apenas retribui uma joelhada no estômago, e mais alguns golpes. Então ele tinha as mãos pressionando meu pescoço. Um rosnado saiu de sua garganta ao mesmo tempo em que seus dentes estavam a centímetros do meu rosto. Tudo isso aconteceu no tempo que os tijolos tiveram para cair no chão e se estilhaçarem. Seu rosto foi de raiva ameaçadora, a surpresa em um instante.- Droga Claire! — então ele estava encostado contra a parede do lado oposto ao que eu estava.- Chris. — eu suspirei de alívio — Graças a deus é você. Ele cruzou os braços sobre o peito e assumiu uma nova expressão, mais séria, mais fria, menos o Chris que eu conhecia.- Faz algum tempo — ele encarou o chão, então sorriu, mas não com os olhos — Dois anos!- Eu sei — eu disse, já de pé. — Não vim acertar as contas nem nada.- Certo... O que você quer? — ele ficou sério novamente. — O príncipe encantado não está com você, que milagre. Eu reprimi a vontade de mandá-lo calar a boca. Mas agora eu precisava dele.- Olha... — eu não sabia como explicar, como pedir. Tentei não gaguejar — Sei que é difícil para você, sei que atualmente me odeia. Pretendo esquecer o passado... Se você fizer algo para mim... Ele me cortou, e dessa vez falou mais alto, como uma ordem, não uma pergunta.- O que você quer?- Eu preciso de sua ajuda.*** \"Not a dollar or a crowd could ever keep me here\"Nem um dólar ou uma multidão podiam me manter sempre aqui[...]Haunted video/letrahttp://www.youtube.com/watch?v=FYwccVS5cI0
Notas finais
Dramático :B
Mas espero que tenham gostado, posto o próximo neste fim de semana, já que já está pronto
Bjs me liguem :* xD
Reviews?
Mas espero que tenham gostado, posto o próximo neste fim de semana, já que já está pronto
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