Suza

18 Tsubaki.


Notas iniciais
Depois de, erm, 2 anos, estou de volta ao site! Não me odeiem, juro que tive motivos! Boa notícia é que os dois capítulos seguintes já estão escritos, falta só passar pro computador, então não vai demorar muito. Além disso, pretendo ser mais regular com a postagem dos capítulos para não deixá-los esperando como sempre fiz. Curiosidade: Quero adiantar desde já, que paralelamente estou trabalhando em uma história completamente original, bem diferente do que vocês estão acostumados, que vou dividir com todo mundo aqui bem em breve. Por ora, (graças a deus) continuaremos com nossa Suza. E vamo que vamo, temos uma Patty pra salvar! Valeu ai gente, beijão pra vocês

– Tsubaki, tem certeza que você leu esse mapa direito? – perguntou-me Black Star pela quinta vez.

– Ué, mas é claro! – respondi irritada – Você que nunca entende o que eu digo! Por que não pergunta pro Kid? Tenho certeza que ele será de melhor ajuda do que eu com este ataque de simetria!

– Dá para o casalzinho parar de brigar? – gritou Liz com tom de desgosto – Estão brigando a horas e não chegamos a lugar algum, vocês perceberam?!

A história até o momento: A Bruxa nos deixou 3 mapas, apenas um deles está certo. Devido à captura de Azuza-sensei, deixamos um dos mapas enterrado para que Sid-sensei pudesse encontrá-lo quando voltasse. Com dois mapas apenas, nos separamos em dois grandes grupos: Mary-sensei, Stein-sensei, Maka-chan e Soul-kun e Kid-kun, Liz-san, Black Star e eu. Kid está à beira de um ataque de nervos, Liz está ainda pior, Black Star está com a moral lá em cima e eu, bem, eu sou quem deve manter as pontas neste grupo de malucos!

O Mapa não faz o menor sentido e estamos tentando lê-lo há horas, mas não chegamos a nenhuma resposta! Não há nenhuma semelhança com a realidade e estamos andando em círculos. Até eu estou no limite.

– Eu sugiro que façamos uma parada para analisar o mapa. – falei, já quase sem um pingo de paciência.

– Eu co-concordo com a Tsubaki-chan. – disse Kid-kun gaguejando.

– Beleza, — parou Black Star, impaciente, como sempre – o que mais têm para analisar aqui?

– Exatamente Black Star, — respondi sem esperanças – acho que não temos mais nada para analisar, este mapa não está certo de maneira nenhuma! Teremos que seguir viagem por conta própria.

– Eu concordo com você Tsubaki. – pronunciou-se Liz-san – Não estamos chegando a lugar algum. Sugiro que joguemos fora este mapa e comecemos a busca por nós mesmos.

– Liz, — chamou Kid-kun, um tanto inesperadamente – será que eu poderia dar uma olhada neste mapa? Acho que vi algo estranho.

– Você? – perguntou surpresa – Claro que pode! Mas, não estava em crise de simetria, algo assim?

– Sei que neste momento não posso ser muito útil por conta deste problema que tenho, — abaixou o tom de voz como se estivesse se desculpando – mas sou muito detalhista, posso fazer um esforço e tentar encontrar algo no mapa que ninguém viu. Não ficarei de braços cruzados esperando minha companheira morrer, sua irmã, morrer. – Liz entregou-lhe o mapa com um sorriso discreto no rosto, o que está acontecendo com esses dois nesta floresta? – Como pensei!

– O quê? – perguntou Black Star exaltado – O que houve Kid?

– É claro que o mapa não faz sentido, — respondeu Kid-kun com tom obvio – este mapa não é deste plano de visão. Como não percebi isto antes?

– Como assim campo de visão, Kid? – confundiu-se Liz-san.

– Este mapa é subterrâneo, — explicou ele — ou seja, não é que ele não faz sentido, ele não faz sentido para nós que estamos aqui em cima. Isso é excelente! Podemos entrar pelos subterrâneos, só precisamos achar uma entrada, e este mapa mostra várias!

– Sugoi! – gritou Black Star – Podemos fazer um ataque surpresa pelos subterrâneos e pegá-la no bote! Valeu mesmo Kid!

– Mas perai, — interrompi – se ela nos deu esse mapa, com certeza estará esperando que pensemos assim, não? Temos que ser espertos e entrar com muito cuidado! Temos que estudar o mapa e pegar uma passagem bem escondida, como essa – apontei no mapa – que leva até esse salão no subterrâneo, parece ser os fundos da fortaleza. Podemos armar algo para ela lá, o que acham?

– Achei ótima, — sorriu Liz – só não gostei de ainda estarmos aqui! Vamos, temos trabalho a fazer!

Liz-san e eu nos tornamos armas, Black Star e Kid-kun corriam para uma passagem subterrânea da fortaleza de Acno para que armássemos uma emboscada para a bruxa.

Entramos pela passagem com bastante silêncio e cuidado para que não fossemos descobertos. Conforme fomos chegando perto da sala maior onde faríamos a armadilha, ouvíamos gritos femininos cada vez mais intensos, como se estivessem se aproximando de nós. Seriam de Patty? Quando chegamos em frente, à sala entramos em choque: era Maka-chan, sendo torturada bem diante de nossos olhos.

Em cima de uma mesa de metal bastante primitiva, com correntes fortes prendendo Maka. Estava aos prantos, com cortes, arranhões e queimaduras por todo o corpo, completamente nua e humilhada. Parecia estar inconsciente, mas seus gritos diziam o contrário. Um saco de sal grosso estava ao lado da bancada, na metade. Além de machuca-la, a bruxa joga sal grosso nos ferimentos para que cicatrizem mais rápido e a tortura continue. Aquilo machucava meus olhos, machucava meu coração.

Neste meio segundo, um certo mocinho de cabelos azuis espetador resolveu se precipitar e, bem, quando isso acontece, a chance de dar certo é mais ou menos... 0.

– Sua vagabunda maldita! – gritou Black Star – Como tem coragem de machuca-la desta forma?! Eu vou te matar!

– HÁ HÁ HÁ! Agora o show está completo! – riu-se a bruxa, estalando seus dedos – Vocês até que demoraram queridos.

Antes que pudéssemos pensar, mãos envolveram nossas bocas pressionando um forte cheiro de álcool sob nossos narizes. E sem nem chance de luta ou de revidar, perdi meus sentidos e caí, no o gelado chão de pedra da Acno. E agora?

Notas finais
Por hoje é só. E só mesmo, pq ficou mega curto. E agora?