Suza

8 Patty


Notas iniciais
Yooo meu lindos, chegou o capítulo da Patty pra vocês terem uma pequena noção das coisas que a Acno está fazendo com a little Patty.
Para suas felicidades, semana que vem acabam minhas provas e eu vou me dedicar só a passar os capítulos para o computador. Eles já estão escritinhos até o capítulo 12 no meu caderno, mas eu quero deixar vocês curiosos, portanto, só vai ter mais depois.
Enfim, caaara eu falo demais,
boa leitura.

– Onde eu estou?

– Na minha casa, pequena. – respondeu com um sorrisinho no canto da boca – Poderia me dizer seu nome?

– Hmm... – pensei – a onee-chan diz que não podemos dizer nossos nomes para os estranhos.

– Mas eu não sou estranha, querida. Não vou te machucar. Olha só, está com fome?

– Haaaaaaaai! – respondi lambendo os beiços – Estou faminta!

– Então espere um pouquinho, sim? – ela olhou para cima em sua gigantesca casa, fechou os olhos e em seguida os abriu, mas seus olhos haviam mudado de castanho para azul – Ratsuya! Prepare um banquete para nossa convidada!

– Hai, Acno-sama – respondeu uma voz grossa que eu não tinha certeza de onde vinha.

Em questão de segundos, a mesa que estava do nosso lado estava repleta de pratos enormes, milk-shakes e fontes de chocolate, parecia Natal!

– Uma fonte de chocolate! – gritei correndo em direção à mesa – é de verdade, onee-chan?

– É sim, criança. Pode comer o quanto quiser. – respondeu ainda com seu sorriso no canto da boca.

– Oba! – enfiei a cara na fonte – Estou morrendo de fome!

– Diga-me seu nome. – limpou minhas bochechas sujas de chocolate.

– Tudo bem, hihi – sorri – você parece ser uma boa pessoa. Me chamo Patty.

– Até que você tem peitos grandes, Patty.

– Sim, — respondi com um sorriso na cara – minha nee-san diz que são maiores que os dela!

– Os maiores são os meus preferidos. É muito mais divertido, não concorda? – sorriu marota.

– Hã? – perguntei confusa – Você gosta de mulheres onee-chan?

– Depende, — pausou – às vezes eu prefiro mulheres. Principalmente se fores assim, peitudas como você.

– O que você quis dizer com isso on... – fui interrompida pela mulher, que me pegou pelo pescoço e me fez grudar na parede. Como diabos ela fez isso?

– Me chame de Acno. – riu-se maléfica – começou a apertar meu seios – que macios, adoro isso.

Então ela me jogou numa cama e começou a me despir, mesmo contra a minha vontade. Eu tentei me mexer mas sem sucesso.

– O q-quê é isso? – entrei em desespero – PARE! – gritei.

– Ora pequena Patty, já está gritando? Mas, e se, eu dissesse, — engrossou a voz — não?

Eu comecei a tentar me transformar, mas também não teve sucesso. O que é ela? Uma bruxa? Só uma bruxa conseguiria suspender meu poderes.

– Onde está minha irmã? – gritei.

– Como é que eu vou saber, hm? – segurou meus braços para cima – Mas porque eihn? Você quer que ela venha aqui? – seus olhos brilharam e sua voz engrossou – Que pena, não vai ganhar!

Então ela começou a introduzir os dedos na minha parte íntima, eu senti medo, nada mais que isso. Alguém pare essa mulher. Ela começou a colocar a mão inteira, doía e eu berrava de dor.

– Nossa, mas como você berra. Está só no começo!

– Pare com isso Acno-san! Onegai!

– “-sama”! — Bateu-me no rosto. – você é minha escrava.

Eu apenas via manchas de sangue no lençol. A dor era insuportável. Ela retirou e passou a massagear meus peitos.

– Vamos brincar aqui agora! – gritou com ar medonho.

Ela pegou um instrumento que eu nunca havia visto antes. Colocou-o nos meus mamilos e começou a puxá-los e enrolá-los. Eu nunca pensei que sentiria algo assim, parecia que a pele ia sair inteira para fora. Foi quando ela pegou instrumentos pontudos e começou a colocá-los com força dentro da minha vagina. Parecia de ferro, com espinhos, ou sei lá. Achei que eu iria morrer.

– O que você fez com a nee-san? – perguntei já fraca.

– Sua irmãzinha está vindo salvá-la, queridinha. – riu-se – Mas não pense que ela irá vencer. A coitadinha vai só vir aqui para vê-la morrer e esperar, já que ela é a próxima. – soltou uma risada maléfica que me corroeu de raiva até a alma.

– Ah é? – respondi provocando – Nós derrotamos o Kishin Ashura sozinhos, sabia? Mexeu com as pessoas erradas, bruxinha.

Ela riu como se não acreditasse em uma palavra sequer.

– Ashura? O Kishin que nem o Deus da Morte conseguiu matar e por isso o envolveu em sua própria pele? HAHA! Até parece que criancinhas como vocês conseguiriam terminar o serviço!

– Na verdade, ugh... – ela não parava de me machucar – Quem o terminou foi a Maka.

– Tudo bem, agora faça uma pose se sofrimento. – ela pegou uma câmera e começou a me fotografar com aquele sorriso que dava ódio e muito medo.

– O quê diabos você está fazendo? – gritei – Vai tirar uma foto minha assim? O quê vai fazer com uma coisa dessas?

– Sim, algum problema? – olhou-me séria – E o que eu vou fazer com isso é problema meu, e eu já mandei você calar a boca. Faça uma carinha bem linda, sua nee-san vai adorar. – riu-se.

– Não! Não faça isso! – berrei chorosa – Se ela ver isso... Não! Eu não quero que ela chore! Pare com isso! Me mate de uma vez!

– Ca-la-da. – segurou minhas bochechas com os dedos sangrentos – Porque eu te mataria, hm? Quem sequer falou em matar? Eu gosto de ver as pessoas sofrerem, esse é o meu prazer! Quero que Shinigami sofra por ter feito o que fez comigo, e, bem, nada mais doloroso do que ver a pessoa que você mais ama sofrendo e não poder fazer nada para ajudar, não?

– Mas, — pensei – Como você pretende atingi-lo me usando? Ele não me ama tanto assim.

– Tola! – sorriu – Quem você acha que vai sofrer, além da sua irmãzinha, se eu te torturar como um animal, hm?

– Kid! – gritei – Não! Não ouse tocar um dedo em Kid-kun!

– Confesso que fui burra. – começou – Era a sua irmã que eu queria pegar, desse jeito ele sofreria muito mais.

– O quê quis dizer, sua bruxa imunda?

– Esqueça. – respirou fundo – Agora, Patty querida, vamos continuar com nossa brincadeirinha, não é?

Eu não faço ideia do que ela está tramando, mas ela não pode tocar na minha irmã! Nem em qualquer um deles! De forma alguma eu vou permitir que isso aconteça. Ela pode me torturar o quanto quiser, por mais fraca que eu esteja, não é aqui que eu vou morrer.

– Faça o quê quiser, bruxa feia! – mostrei a língua – Eu não vou morrer aqui, faça o quê quiser!

– Hm, — sorriu-se – minha intenção é exatamente essa, fofa. Sobreviva, assim, vou ter muito mais para mostrar para seus amiguinhos!

– Pare de nos subestimar sua idiota, arf... – comecei a ofegar de dor – Eles são muito mais fortes do que você pensa!

– É o quê vamos ver. – a bruxa começou a rir – Ratsuya!

– O quê deseja Acno-sama? – um mordomo muito bonito abriu a porta adentrando no quarto.

– Traga Kayame para mim. – Solicitou – E ah, traga um saco de sal grosso.

– Agora mesmo, Acno-sama. – respondeu deixando o quarto. Parecia que nem se importava com o fato de ter uma mulher estirada ali.

- Espera um pouco, o quê você pretende fazer com sal? – entrei em desespero.

- Como eu disse, — sorriu maliciosa – nossa brincadeira está só começando. Como você pretende que eu te torture se você morrer no primeiro dia? O sal serve para curar seus ferimentos, mas claro, de um modo bem primitivo e doloroso.

- Yo-hoo! – um homem ruivo de cabelo comprido amarrado em duas tranças com um vestido rosa entrou no quarto cantarolando com um saco de sal na mão – O quê será que minha Deusa quer de mim?

- Kayame. – levantou-se da cama – Conheça essa linda mocinha, Patty.

Só eu que não acharia nem um pouco normal entrar num quarto e me deparar com uma menina nua e mutilada em cima de uma cama? O quê há com essa gente?

- Despeje o sal na banheira, por favor, querido. – ordenou Acno – Eu me encarrego de carregá-la.

- Banheira de sal? – arregalei os olhos.

- Quanto mais tortura melhor, não? – o tal de Kayame respondeu.

Risadas maléficas ao longo da casa começaram. Eu conseguia sentir a maldade vinda dessas pessoas, desse lugar. A quem eu estava querendo enganar? Não estou nem um pouco bem. Quanto tempo mais isso vai durar?

Minna, venham logo. Onegai.



Notas finais
Coitadinha dela, quem não fica com pena imaginando essa menininha tão inocente sendo machucada assim?
O quê será que vai acontecer com ela?