Suza

9 Maka


Notas iniciais
Hehe, oi.
Desculpem por não postar e tals mas erm... Desculpa de sempre: provas. Mas agora acabou de vez. Eu até ia postar ontem mas minha casa está em reforma então eu fiquei sem internet ontem o dia todo, o quê foi um saco.
Ah, Suza é lágrima em croata.
Bom, boa leitura (:

Estamos todos horrorizados com o sumiço da pequena Patty. Kid está tão apavorado que parece até ter deixado sua fobia de “não é simétrico” de lado e está só com Liz. Não dá pra garantir nada, pois não o vimos usá-la ainda. Liz está chorando o tempo todo e andando de um lado para o outro, como uma retardada. Todos nós queremos ir lá e salvar Patty, mas a bruxa está dificultando bastante as coisas. Corremos todos em direção ao leste, de acordo com o mapa para encontrar a tal caixa azul. O quê mais me deixa irritada nisso tudo é que essa vagabunda está pensando que isso tudo é um jogo, como se a vida de Patty não valesse nada.

- É aqui? – Mary-sensei ofegou.

- Pelo que parece, — Stein respondeu — sim.

- Eu não consigo acreditar que alguém consegue fazer tal ato com uma menininha tão fofa quanto Patty. – Mary-sensei suspirou.

- Você não é a única assustada. – Azusa se pronunciou – Estamos todos querendo salvá-la.

Parece que havíamos chego ao ponto do mapa. Era fim de tarde e todos nós queríamos dormir, mas Azusa disse que não era hora de descanso, porque a vida de uma amiga nossa estava em risco, mas a verdade era que até ela estava cansada e precisamos dela para mapear a área, seus poderes falhariam se ela estivesse cansada.

- Você não pode Azusa. – Sid-sensei impôs-se – Dá para ver que também está cansada, seus poderes podem até falhar e nos mandar para algum lugar desconhecido, já pensou nisso?

- Mas eu... — Azusa sentou-se no chão – Só preciso de comida.

- Mas você é teimosa, né!? – Stein riu-se – Mal se aguenta em pé.

- O quê acha de acamparmos aqui? – Tsubaki sugeriu – Também precisamos descansar.

- Ótima ideia Tsubaki-chan! – Mary sorriu – Trouxemos barracas, certo?

- Sim, — Sid-sensei apontou para as mesmas – lá estão elas.

- Ok, — Mary andou até as barracas desmontadas – vamos fazer o seguinte: cada arma e artesão monta sua barraca e tenta dormir o máximo que conseguir. Amanhã cedo acordaremos e procuraremos a tal caixa azul de Acno.

Todos concordaram e foram montar a barraca. Soul encheu o colchão e eu montei a barraca, já que eu já havia feito isso antes.

Mais tarde, quando todos já estavam prontos e Soul estava no décimo quinto sono, vi Liz e Kid ascendendo uma fogueira, com a barraca ainda não terminada. Eles se sentaram num tronco caído, do lado da fogueira que eles haviam montado. Até abri minha barraca para ir lá ver se precisavam de alguma coisa, mas vi Kid abraçando-a e acabei ouvindo um pouco da conversa, parece que Kid estava a confortando e tentando fazê-la dormir. Eles formam um casal bonitinho, até.

- Yo, — Soul espreguiçou-se – O quê está fazendo acordada?

- Kid e Liz estão acordados ainda, — justifiquei-me — fiquei preocupada.

- Na verdade você queria ouvir o quê eles estavam falando – riu-se.

- Claro que não! – retruquei.

Ele foi para trás de mim e tampou minha boca.

- Shhhh! – sussurrou – Pare de gritar, quer acordar todo mundo?

- Não... – diminuí o tom de voz.

- Então fique quieta! – sentou-se – Bem, parece que agora eu perdi meu sono.

- Também estou sem sono. – bufei – o quê quer fazer?

- Eu ia dizer espiar a conversa do Kid e da Liz, mas isso não é legal.

- O quê você sugere, então? – perguntei com tom de “não respondeu minha pergunta”

- Nós podemos... — pensou – Treinar?

- Nem pensar! – joguei-me no meu travesseiro – Estou com preguiça demais pra isso!

- O quê você quer fazer então? – tacou-se no travesseiro também – Já dei minha opinião!

- Já sei! – levantei-me e abri a parte de cima da nossa barraca, como um teto solar – O quê acha de vermos as estrelas?

- Por mim tanto faz. – deu de ombros – O quê, isso também está em algum dos seus livros?

- Na verdade, sim, tá? – retruquei – Peguei um livro na biblioteca sobre astronomia já faz um tempo, deixa eu ver se lembro das constelações.

- Vamos lá, essa estrela aqui – apontou – faz parte de alguma constelação?

- Sim, — desenhei Cruzeiro do Sul no ar – é a constelação de Cruzeiro do Sul.

- E essa? – apontou para outra.

- Essa daí faz parte de Sagitário. – desenhei no céu – Essa daqui é de Escorpião, tá vendo?

- Tinha tudo isso no seu livro? – riu-se.

- Sim, — respondi sorrindo – mas eu não sei todas de cabeça, são difíceis de lembrar.

- Mas você é uma gênia! – brincou – Deve saber todas elas.

- Eu entendo de espíritos, — discordei – não de estrelas.

- Deve ser difícil mesmo, se nem você sabe. – irritou-me.

- Tá, já chega. – corei – Pode parar de me encher.

Deitei-me em seu peito. Naquele momento cheguei a bocejar. Estava tão bom ali, à luz da lua, quentinho, nem parecia que estávamos no meio de uma perseguição.

- Nee, Maka, — mexeu em meu cabelo – porque resolveu deitar em mim?

- Porque não estava bom no meu travesseiro, tem algum problema nisso? – retruquei.

- Na verdade não, está bom aqui.

- erm... – corei – vamos dormir, vai.

- Tá bom... — riu-se – Tímida. Porque você fica tão corada, hm?

- Cala a boca, deixa eu dormir! – mudei de assunto.

Ele é tão, mas tão idiota! se não tem nada para falar fique quieto, está me deixando sem graça! Mas o quê raios está acontecendo comigo, eu não sou assim! Bom, não é hora pra pensar nisso, amanhã temos um longo dia pela frente.

Tch. Baka.

Notas finais
Bom, já deu pra perceber que eu sou uma SoMa shipper.
Suficiente por hoje, tem mais semana que vem, ou um pouco antes, talvez.