Sussurros da verdade.

1 Cicatrizes não carnais.


Notas iniciais
Começo de uma história ambientada no mundo de AQW onde personagens da história se misturam com autorais em busca de respostas sobre desoloth.

Tudo se inicia em Lore um mundo cheio de mistérios e de criaturas e perigos. Reza a lenda que um jovem guerreiro certa vez decidiu matar o grande senhor dragão Desoloth, tal garoto se chamava Galonoth um discípulo promissor da ordem dos dragonslayers.
“E ia o jovem John todos os dias para a academia de paladinos liderada por seu mestre Alteon general do reino de Swordhaven, mas o jovem John não esperava que ao voltar seus pais não estariam mais em sua casa.” Contava o ancião da aldeia para as crianças em volta da fogueira.
Ao longe se encontravam O cranio e J6 integrantes da armada espacial de Lore, que escutavam a historia com mais atenção que as crianças...
—Vamos para perto senhor! Falou o cranio.
—Vamos ficar aqui, afinal não queremos intervir em tão belo conto.
—Sim senhor!
“Ao voltar para casa John acha estranho todo aquele movimento na rua, além do mais haviam pessoas em volta do que era pra sua casa, ao chegar lá o jovem rapaz vê seus pais mortos por um dragão elemental, que havia usado sua cauda como uma estaca que rompia o peito do pai e da mãe de Jhon"
O velho vê a expressão de sono no rosto das crianças e então opta por continuar o conto em outra hora, J6 e seu aprendiz então decidem montar acampamento próximo a vila, mas antes vão até a nave para buscar seu companheiro Jeff e suprimentos para a noite.

Ao chegar em sua nave se deparam com seu colega Jeff fazendo pequenos ajustes nos motores secundários(não parecia estar dando certo, pois uma fumaça escura saía de dentro deles).

—Tá tudo bem aí jeff? Falou O Cranio

—Por enquanto sim(Jeff falava isso como se algo pudesse dar errado a qualquer momento), quando de repente... um som semelhante ao da ignição da nave foi percebido por J6.

—Corram, rápido garotos, afinal onde eu estava com a cabeça permitindo um garoto a testar tecnologia na minha nave?

Após isso a turbina desligou e J6 foi ver qual era o problema. Chegando lá ele viu um amontoado de fios entrelaçados, e ferramentas espalhadas por toda a sala, nada mais passava por sua cabeça além de: aqueles moleques vão limpar tudo isso, e irão fazer a guarda do acampamento duas semanas seguidas sem eu sequer entrar no revezamento, mas eles vão ver só...

Em outro cômodo da nave, Jeff e O cranio conversavam sobre o assunto:

—Cara, pra onde você quer ir com essas gambiarras?

-Não, mas a minha intenção era fazer a bobina funcionar(ele falava isso como se estivesse totalmente ciente dos riscos que aquilo traria), se o J6 não interfere eu teria encolhido a turbina para o tamanho de um caderno, assim podendo transportar facilmente um motor reserva, ou até evitar uma fuga com nossa nave....

—Difícil vai ser fazer o J6 acreditar nessa conversa, enfim o importante é que temos mais pistas sobre o tal desoloth e seus dragões.

J6 aparece repentinamente na porta, parecendo ter ouvido toda a conversa dos garotos, mas também se demonstrara curioso para saber se o jovem teria notado algo a mais que ele...

—E então O cranio quais informações você pode tirar do conto do ancião mais cedo?

—Nada de mais, só a parte de um dragão de vento ter aparecido na cidade e matado a família de um tal de Jhon.

—Quem é esse carinha aí? Parece até que as coisas só fluem na missão quando eu estou afastado. Retrucou Jeff

—Não é ninguém menos que Galonoth, o homem que diz ter desafiado Desoloth e saiu vivo.

—Agora todos montem suas barracas suas barracas e vão dormir amanhã temos um novo dia, e tudo indica que será um longo dia...

No decorrer da noite escura os três membros da armada montaram acampamento próximo a uma taberna na saída do vilarejo, porém logo após a montagem do acampamento notam a falta de mantimentos, e vão comprar alguns no local.

Ao entrar se deparam com um homem de meia-idade sentado isolado em uma mesa, J6 vai até seu lado e decide sentar. Seus jovens pupilos vão ate o vendeiro que logo se apresenta como Shaun e os recebe vigorosamente.

—O que irão levar hoje meus jovens? Pregunta o vendeiro a seus novos clientes.

—Três litros de azeite, cinco de vinho, quatro sacos de farinha e oito pernis defumados de tamanho mediano. Falavam os jovem enquanto conferiam uma pequena lista improvisada

—Oh! Vejo que irão passar um tempo viajando. Continua o vendeiro.

Ao receber sua encomenda os jovens vão ao encontro de seu tutor, que está olha vidrado para os olhos do homem ao seu lado. Os garotos percebem então que o homem tem um mistério relacionado ao seu passado e que seu tutor já havia notado aquilo.

—Então... qual seu nome. Falou J6

— Galonoth. Respondeu o homem seriamente

—Você é originário dessas terras mesmo Galonoth? Continuava J6

O homem fez que não com a cabeça.

—Garotos hoje, teremos mais um na mesa de jantar o nosso amigo irá conosco até a nave. Falou J6.

"Mas na nave? Logo lá? Qual a importância desse cara para toda essa formalidade? Essas e muitas outras perguntas rodeavam a cabeça dos dois jovens"

No decorrer de duas horas o jantar já estava preparado, não era algo digno de um rei, no entanto era uma mesa farta para um jantar qualquer. Ao se prepararem para botar a mesa os jovens decidem chamar o seu tutor para conversar.

—Esse é mesmo Galonoth? Perguntavam fazendo uma espécie de coro os dois.

—Creio que sim, se as lendas dizem o certo o homem que derrotasse os 7 pupilos de desoloth ganharia a vida eterna, vamos logo com o jantar se eu que me alimento normalmente estou com fome imaginem um homem que vive entre jornadas...

Os garotos logo aprontaram o jantar e tudo logo estava montado para o convidado. Galonoth senta e em silencio aguarda o jantar.

J6 então com sua pistola tao amada em mãos sentasse em frente à Galonoth.

—Então meu amigo. Fala J6 enquanto põe seu revolver na bainha

— Me fale sobre seu passado, Gosto de conhecer meus amigos.

—É uma longa Historia, fala Galonoth

O jantar logo é servido com belos cortes de carne ao ponto e, vinho de melhor qualidade formavam uma mesa quase digna de um rei.

Durante o jantar os jovens garotos olhavam para Galonoth como se ele fosse lhes surpreender a qualquer momento. Galonth era um homem simples com cabelos pretos lisos, olhos negros como a sombra que rodeava aquela noite. Ele utilizava uma armadura cinza repleta de arranhões era feita de um material que brilhava mesmo sem ser polido, os ombros de sua armadura eram decorados com dentes posicionados como troféus.

Após o jantar Galonoth agradece aos seus anfitriões e levanta-se da mesa, mas J6 fala em tom de voz acolhedor: Fique e nos conte sua história afinal, não temos nada mais para fazer hoje.

—Vejo que você é bem insistente amigo, fala Galonoth.

—Irei contar minha história... Eu vivi em Swordhaven Até meus dezessete anos treinei na academia de paladinos na época em que, o atual rei era mestre dos paladinos da classe avançada. Até os dezesseis anos vivi normalmente como qualquer criança do reino, mas no dia da conclusão de meu curso de paladino ao voltar para casa com meu melhor amigo Artix me deparo com meus pais mortos, os sábios da vila em que eu vivia me falaram que havia sido um Air dragon que havia matado eles... eu então fi me informar no reino de Arcangrove onde vivem os mais sábios e poderosos magos até hoje, lá me disseram que tal dragão não tem hábito de matar pessoas e, que só chegariam a tal ponto com a ordem de Desoloth o senhor Dragão...Desde então eu decidi matar todos os dragões que pudesse para despertar a fúria de Desoloth e que o próprio viesse me matar pra que eu tivesse a chance de me vingar, fala Galonoth enquanto uma lágrima acaricia seu rosto.

Após a conversa Galonoth se despede e, segue por um caminho sem trilhas traçando um novo rumo.

Notas finais
Ainda em desenvolvimento, agradeceria colaboração dos leitores para que a fic progredisse, qualquer erro avisar...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.