Notas iniciais
Olá flores lindas! I'm back! Demorei muiiito a aparecer por aqui, mas voltei..E voltei para ficar! Não, não, eu não havia desistido da historia. Mas precisei fazer um pequeno hiato para decidir que rumo seguir para não plagiar a série, pois, como ja disse, tarta-se de uma releitura sob meu ponto de vista. E sem mais delongas, vamos ao que interessa..Grata pela paciência, por todas as rewiews passadas, escritas e pensadas...More rewiews pleaasee...Boa leitura...Bjinhos flores

“When the days are cold and the cards all fold;

And the saints we see are all made of gold;

When your dreams all fail and the ones hail;

Are the worst of all and the blood’s run stale;

I wanna hide the thruth I want shelter you;

But wirh the beast inside there’s nowhere we can hide...”

Demons

Imagine Dragons

Apartamento Tommy ( três semanas depois,18/3 – 10:00 a.m)

Narrador

—Ai, ai, ai! – Tommy exclama, pulando em uma perna só, enrugando o nariz em uma careta de dor – Ta cego Harper! – reclama, sentando no chão, descalçando o tênis .

—Harper, poderia fazer o grande favor de Parar de tentar matar meu namorado? – Caitlin esbraveja, ajoelhando-se, sentando sobre as pernas, pondo o pé do namorado sobre o colo – É a terceira vez que acerta Tommy em alguma parte do corpo dele. Desse jeito antes de terminarmos de arrumar tudo vou ter que levá-lo para o hospital!

—Desculpe, pensei que já podia soltar o sofá. Foi mal boss!... De novo! – pede o barman, sem graça – Machucou?

—Não Harper, imagina, estou só fazendo manha para chamar atenção da Cait! – bufa o moreno, fazendo uma nova careta quando ela move seu pé de um lado para outro – Heii, devagar ai ou vai realmente ter que me levar pro hospital doutora!

—UOU! Dá para esperar nós terminarmos a arrumação para “inaugurarem” o AP , por favor! – Thea diz, entrando juntamente com Felicity e Oliver, as duas trazendo uma caixa cada enquanto o loiro carregava uma mesinha de centro.

—Outra piada dessas Speedy, e vou inaugurar a janela... Te jogando através dela! — ameaça o empresário recebendo um estirão de língua em resposta.

—Tommy, se quer realmente ameaçar sua irmã use algo que realmente vai fazer, como tomar a chave do carro dela por exemplo! – Felicity sugere, a garota lhe dirigindo um olhar assassino – Eu deveria, supostamente, estar com medo agora?? – provoca a loira, desviando do chinelo que ela atira.

—O que houve aqui? – Oliver pergunta, pondo a mesa em um canto, rindo da “briga” entre a irmã e a namorada.

—Houve esse idiota tentando me matar! – acusa, indicando o barman dom um gesto de cabeça.

—Exageradoo! – Thea cantarola, abrindo a caixa que trouxera, retirando seu conteúdo e pondo sobre o balcão da cozinha.

—Exagerado? Pois saiba que esse....- cerra os punhos em direção ao jovem – Acertou minhas costas, minha cabeça e agora meu pé! – enumera, gemendo quando a namorada segura seu tornozelo, movendo-o lateralmente mais uma vez.

—Humm, acho que desta vez machucou pra valer Tommy. Seu pé todo está começando a inchar – avalia a médica.

—Desta vez!? Quer dizer que este corte – aponta a testa — E o outro em minhas costas não foram “pra valer”? – faz aspas no ar,resmungando, levantando com a ajuda de Oliver, acomodando-se no sofá.

—Desculpa meu amor, não quis minimizar os demais ferimento! – exclama, sorrindo complacente, beijando o local onde pusera um ban-aid em sua cabeça – Mas é que pode ter alguma fratura aqui.

—Sério? – Roy espanta-se – Puta que.... Desculpa boss, mandei muito mal mesmo.

—Nesse caso é melhor irem ao hospital e....- Felicity começa dizer mas é interrompida pelo toque do celular de Caitlin.

—Pega pra mim por favor Lis, está sobre o balcão da cozinha – pede a médica, estendendo o braço, pegando o aparelho que ela lhe estendia – Obrigada – agradece, sorrindo ao olhar o visor – Oi Barry, quanto tempo?

—Quem é Barry? – Tommy quer saber, enciumado.

< A pessoa muda para a cidade vizinha e esquece que tem amigos! Fazer o que né não!? > responde o jovem, fazendo-a rir.

—Não seja bobo! Não esqueci de você, seu tonto – responde a médica, ignorando a pergunta do namorado – Lis ta te mandando um beijo.

—Quem é Barry?? – Tommy repete, dando pequenos beliscões no braço da namorada.

—Um técnico da policia de Central City – Oliver esclarece.

—Perito criminal – Felicity o corrige.

—Como estão as coisas por ai? – Cait quer saber, estapeando Tommy, que continuava a beliscá-la.

< Meio tensas > diz < Eddie não deu noticias e tanto Joel quanto o comissário estão impacientes principalmente depois que apareceram na internet umas fotos dele aos beijos com uma garota numa boate! Joel ta por ...> a médica o interrompe.

—Como assim Eddie não deu noticias? – indaga, erguendo os olhos para Tommy, que para.

< Não fez nenhuma nova notificação sobre a investigação que foi fazer em Starling, não ligou para o departamento, nem para Joel, nem mesmo para Iris, que está por conta por causa das benditas fotos! > revela < Melhor aconselhar seu amigo a dar sinal de vida antes que perca além da namorada, o emprego>

—Barry, Eddie não está em Staling. Ele voltou para Central três semanas atrás! – afirma, olhando de Oliver para Tommy e depois para Felicity.

< Como assim voltou? Ele não apareceu na delegacia até essa data! Nem em casa porque fui até lá com Iris a fim de evitar um massacre!>

—Estou te falando: Eddie partiu de Starling três semanas atrás! –reafirma — A ultima vez que nos vimos e conversamos foi durante a festa de aniversário de Tommy, quando me disse que pretendia sair bem cedo, pois queria conversar com Iris antes de ir para a delegacia– relembra – Depois que a festa terminou, deu carona para a irmã do Oliver, Thea e de lá deve ter ido para o hotel...

—Foi o que ele disse que faria – Thea interrompe, sentando no braço do sofá ao lado da médica – Me deixou em casa e foi para o hotel. Sequer conversamos.

—Ouviu? – Cait pergunta.

< Ouvi sim> responde o csi < Se ele realmente saiu daí no dia seguinte e não chegou aqui, só posso pensar que alguma coisa aconteceu no caminho, um acidente talvez > teoriza < Vou checar agora mesmo com a interestadual, hospitais... e necrotérios! > exclama, xingando < Merda! Em que roubada o loirinho se meteu dessa vez?>

—Espero que nenhuma – Cait diz, suspirando – Vou checar os hospitais por aqui também....

—Vou falar com o Lance e ver ser houve registro de acidente na saída da cidade – Oliver se prontifica, já discando para o detetive.

—Eu vou ver na internet se os bombeiros atenderam algum chamado nesse sentido – Felicity avisa, abrindo seu tablet, Thea indo prostra-se junto a ela.

—Vamos verificar tudo daqui Barry. Qualquer coisa aviso – diz.

< Ok. Faço o mesmo se tiver noticias antes de vocês...E Cait... Verifique os necrotérios ai também > recomenda.

—Farei isso sim. Até mais – despede-se, desligando , mordendo o lábio, insegura.

—Vamos encontrá-lo Cait – Tommy afirma, acariciando seu braço.

—Eu sei Tommy – afirma – Meu medo é em que estado o encontraremos! – desabafa – Três semanas é muito tempo. E se sofreu algum acidente na rodovia e o carro caiu em um lugar pouco ou nada visível? E se ficou preso as ferragens, ferido?

—A essa altura já está morto! – Roy solta, distraído – Desculpem, pensei alto — pede, coçando a cabeça, sem jeito – Mas se algo assim aconteceu...

—Mas não aconteceu nada disso Roy! – Thea ralha, encarando-o – Vai ver mudou de idéia e ainda está na cidade, investigando. Comentou no caminho, quando me levou pra casa, que não estava satisfeito com as descobertas que tinha feito.

_Se fosse assim teria avisado, no mínimo ao Joel, que iria permanecer por mais tempo na cidade. Eddie é responsável, sabe que poderia ser suspenso ou até demitido caso julgassem que foi insubordinado de alguma forma – garante a médica, voltando-se para o namorado – Não faz o estilo dele simplesmente sumir sem dar satisfação a ninguém, nem mesmo a Iris.

—Quem é Iris? – Thea quer saber.

—Namorada – Cait informa.

—Ahhh .

—Eles começaram a pouco tempo. Ela é filha do Joel, que é capitão e chefe do Eddie ...E paixão de infância / adolescência do Barry! – completa.

—Humm...Complicação a vista! – exclama a Queen caçula, voltando sua atenção para Oliver, que retornava ao apartamento.

—Lance vai verificar, mas a principio não se lembra de nenhum chamado nas ultimas semanas – avisa.

—Os bombeiros também não registraram nenhum acidente em nenhuma das rodovias que saem de Starling – Felicity comunica, apertando as mãos, nervosamente – Agora nos resta, além de esperar o Lance, verificar hospitais... E necrotérios! – completa.

—No que está pensando Ollie? – Tommy questiona diante a expressão tensa do arqueiro.

—Que talvez ele sequer tenha deixado a cidade!

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“.....When you feel my heat look into my eyes;

It’s where my demons hide; it’s where my demons hide;

Don’t get too close it’s dark inside;

It’s where my demons hide, it’s where my demons hide…”

Cave (seis dias depois, 5:40 a.m)

Oliver

—Alguma novidade Felicity? – pergunto assim que entro na Cave, John e Roy logo atrás de mim.

—Sobre o detetive Thawne ou sobre nossa amiga mascarada que anda tocando o terror nos ladrões da área? – questiona.

—As duas coisas – digo, guardando meu arco, indo até sua mesa – Nossa incursão ao antigo deposito do Conde não deu em nada, mas a informação não era totalmente falsa– digo, entregando-lhe um pendrive – Veja o que consegue descobrir – peço, voltando-me ao escutar algo caindo.

—Harper, agradeço se não destruir nossos armamentos – John admoesta, tomando a besta das mãos dele.

—Desculpe grandão. Não precisa ficar todo sensível por conta de um disparo acidental – começa dizer o mais novo membro do time.

Roy tinha insistido em assumir o lugar de Tommy nas rondas..._ Já que foi por minha causa que o arqueiro negro ficou de fora — dissera, irritando Tommy duplamente: primeiro por tê-lo lembrado a seqüência de pequenos acidentes em seu apartamento no sábado que culminaram com a fratura em seu pé esquerdo, impedindo-o de sair comigo e Dig; Segundo por tê-lo feito lembrar do pai devido o codinome que lhe dera usando a desculpa de sua roupa ser um tom de verde mais escuro que a minha.

Embora não o fizesse tão bem quanto eu (sem falsa modéstia), Tommy sabia manusear arco e flecha e estava melhorando sensivelmente, muito embora a luta corporal continuasse a ser seu forte. Ambos havíamos treinado artes marciais na infância e adolescência (por insistência de meu pai, para que tivéssemos com que ocupar nosso tempo ocioso!), mas nunca chegamos a gostar daquilo. Na época, nossa maior motivação era paquerar as garotas da nossa e das demais turmas!

—Droga Harper, cai fora daqui antes que destrua tudo! – escuto Dig dizer após mais um baque surdo, seguido pelo “Ops, foi mal!” já familiar de Harper se desculpando – Nunca pensei que fosse dizer isso ,e se alguém aqui repetir na frente dele vou negar veementemente, mas estou com saudades do Merlyn! – desabafa meu amigo, um sorriso se formando em meu rosto antes que pudesse controlá-lo.

—Digo o mesmo! – ouço Felicity anuir, fechando os olhos ao escutar a risada de Tommy – Merda! – xinga, baixinho.

—Sabe, não sei como não notei a presença de vocês aqui embaixo antes. São Tãoo silenciosos! – Tommy ironiza, sentando-se na ponta da mesa muito próximo a Felicity – Então está com saudades de mim loira? – diz, alisando o braço dela – Era só ter chamado que vinha te fazer companhia enquanto esses daí estavam fora.

—Merlyn, agora que está ficando bom do pé quer perder a cabeça, é isso mesmo!? – Dig interroga, parando de braços cruzados ao lado de meu amigo.

—O risco vale a pena! – afirma, rindo para mim do jeito que faz quando quer me provocar....O que não me faz aliviar na resposta!

—Sério que vai flertar com minha garota na minha frente Tommy? – indago, encarando-o, sério.

—Sério que vão falar de mim como se eu não estivesse aqui!? – Felicity sibila, não nos dando chance de responder – Se estão precisando descarregar o excesso de testosterona, o material para exercícios está logo ali! – indica a área de treinamento com um gesto de cabeça, prosseguindo sem parar de digitar nem desviar os olhos da tela de seu computador – Tenho certeza que Dig ficara imensamente feliz em....- cala-se, fechando, assim como nós, os olhos ao escutar uma nova e mais forte pancada de algo sendo derrubado.

—Harper! – gritamos os quatro em uníssono, nos voltando em sua direção, vendo-o de braços erguidos.

—Foi ela! – defende-se, olhando-nos assustado.

Nos voltamos na direção indicada por ele encontrando o espaço vazio.

—Tinha uma garota parada ali, eu juro- repete.

—Sei – ouço John dizer – vai ver era a tal mascarada nos fazendo uma visitinha! – ironiza,nossa atenção sendo atraída pelo toque do celular de Felicity.

—Oi Cait – atende – Oi, calma, calma, respira Cait – pede, fazendo-me franzir o cenho – Espera, vou por no viva voz – avisa – Pronto, pode falar.

< Encontrei o Eddie! >

—Onde? — eu, Dig e Tommy dizemos ao mesmo tempo.

< Está aqui, no hospital onde trabalho. Foi deixado em uma das entradas noite passada, ou melhor, de madrugada. Está muito ferido, com sinais de tortura!>

—Quem o deixou Caitlin? – pergunto.

< Não sei, ninguém viu. Eu mesma só descobri porque o médico que o atendeu é meu mentor e pediu-me para verificar o paciente na enfermaria enquanto operava> revela.

—Já avisou Barry ou Joel? – Felicity indaga.

< Não. Resolvi ligar primeiro para vocês. Acho que Oliver estava certo, Eddie não chegou a sair da cidade>

—Cait, sabe se a entrada onde foi deixado tem câmeras de segurança? – questiono.

< Deve ter Oliver > declara

—Ok. Estamos indo até ai. Quero que me consiga as roupas que o detetive Thawne usava quando foi deixado. Precisamos ter acesso a elas antes da policia – peço, dirigindo-me ao banheiro a fim de me trocar – Felicity e John, vocês vem comigo. Harper, ajude Tommy a fechar a Verdant e por favor não quebre mais nada...

< Especialmente meu namorado!> escuto Cait protestar < Sério Roy, se tocar num fio de cabelo dele o que a mascarada tem feito vai ser fichinha perto do que eu vou fazer com você! > ameaça, fazendo-me arquear a sobrancelha, encarando meu amigo, que exibe um sorriso convencido de orelha a orelha.

—Agora é que ele fica insuportável mesmo! – Felicity exclama, pegando seu tablete – Até daqui a pouco prima.

< Até. Beijos amor! >

—Beijos. Até a tarde – Tommy despede-se, ficando sério de repente – Se Thawne foi torturado, deve ter descoberto alguma coisa importante.

—Ou esbarrado por acidente já que ele próprio julgava não ter descoberto nada relevante – declaro – Vou me trocar e encontro vocês lá fora, aviso,entrando no banheiro, saindo alguns minutos depois, me juntando aos dois no carro, seguindo direto para o hospital onde a prima de Felicity trabalha.

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“...So they dug your grave and the masquerade;

Will come calling out at the mass you made;

Don’t want to let you down but I am hell bound;

Though this is all for you don’t wanna hide the truth..”

Verdant (8:35 a.m)

Tommy

—Quer mesmo fazer isso agora boss? – Harper questiona, me seguindo para fora do deposito em direção ao bar, carregando duas caixas de bebida – Sei lá, vai que acontece algum acidente! – exclama, pondo-as sobre o balcão. Faço o mesmo com as que trazia, encarando-o.

—Se tivesse tanto medo assim de minha namorada, não teria causados tantos acidentes quando ajudava na mudança! – relembro, abrindo a pequena escada de quatro degraus – Vamos ter que repor as bebidas que estão faltando alguma hora – digo – Prefiro fazer logo agora para não precisar chegar mais cedo, nem me estressar com nenhum funcionário que por ventura esqueça-se de fazer seu trabalho – alfineto – E ter minha tarde inteira de folga...Sob os cuidados de minha médica particular! – penso, um riso bobo grudado na cara.

—O que acha que aconteceu com o loirinho? – interroga, vindo para detrás do balcão.

—Não sei, mas com certeza deve ter descoberto algo inesperado – digo, subindo os degraus – Vai me passando as garrafas Harper.

—Não seria melhor eu fazer isso? – pondera.

—Outro dia talvez – começo dizer – Como hoje parece estar com tendências destruidoras prefiro não arriscar ter prejuízo! – argumento – Anda, me passa as garrafas – peço novamente, começando a organizá-las nas prateleiras.

—Hã...Senhor Merlyn ...Thomas..– ouço Harper chamar alguns minutos depois.

—Oi – respondo sem me virar, concentrado em minha tarefa.

—Tommy.. – chama mais uma vez, encostando-se ao móvel onde eu organizava as bebidas, fazendo-me olhar em sua direção.

—O que?? – interrogo, voltando meu tronco, seguindo seu olhar, descobrindo a origem da expressão assustada – Desculpe amigo, estamos fechados – digo a figura encapuzada parada no meio da pista de dança da boate.

—Acho que ele não entendeu – Roy diz, olhando em volta.

—Acho que não fui claro – digo, descendo da escada, ficando de frente para o estranho, que permanecia no mesmo lugar, estático – Estamos fechados – repito, segurando o bastão que Harper me entregava – Melhor ir embora. Se quiser uma bebida ou algo do gênero pode conseguir em algum bar nas redondezas. Se quiser dançar só a noite – sugiro, vendo a figura misteriosa dar mais dois passos em nossa direção – Olha só, não sei o que você quer, mas te aviso que não vai conseguir – aviso, saindo de trás do balcão, Harper a meu lado.

—Acha mesmo que o pouco treinamento que tem recebido o preparou para me enfrentar? – interroga a figura,sua voz soando estranhamente familiar.

—Como sabe disso? – devolvo, assumindo posição de defesa.

—Vejamos se esta sendo um bom aluno – declara, avançando em minha direção.

Roy se adianta, enfrentando o desconhecido, sendo vencido facilmente, caindo desacordado.

—Sua vez Merlyn – declara, avançando contra mim.

Apesar de ter oferecido mais resistência que Harper, o estranho não demora muito a me dominar.

—Bom, até que se saiu bem – declara enquanto me segura em um mata leão, a voz soando ainda mais familiar — Tem sido um bom aluno com certeza, mas pode melhorar...gordinho! – exclama, me soltando.

—Ninguém me chama assim a anos! – declaro, encarando-o, uma suspeita cruzando minha mente....Não pode ser! Ela está morta!....— Quem é você? – pergunto.

—Ainda não matou a charada gordinho – diz, retirando o capuz que cobria sua cabeça, a cabeleira loira revelando-se por completo.

—Sara!

Continua

“...They say it’s what you make I say it’s up to fate;

It’s woven in my soul I need to let you go;

Your eyes, they shine so bright ;

I want to save their light I can’t escape this now;

Unless you show me how;

When you the heat look into my eyes;

It’s where my demons hide;

It’s where my demons hide..”

Notas finais
Bjinhos flores...