Surprises of love
12 Do Not Go, Please
Notas iniciais
Eu havia passado boa parte da noite planejando como ignorar Stefan durante o dia inteiro, sem que Lexi percebesse isso, sim a essa altura eu já tinha me apegado a ela e queria que seu grande dia fosse perfeito. Esse foi o único motivo pelo qual não fiz minhas malas e sai dessa casa no mesmo minuto que Stefan foi embora me deixando destroçada, me sentindo um lixo como nunca me senti antes, eu pensava que poderia odiá-lo para sempre, que fingir gostar dele durante toda a cerimonia seria uma atuação digna de um óscar, que eu sequer conseguiria olhar pra ele sem ter vontade de mata-lo, mas eu não podia estar mais enganada.
–Acorda dorminhoca, hora de levantar e tomar seu café. – Stefan me acordou carinhosamente, suas mãos acariciavam meu cabelo delicadamente, tentei abrir os olhos, mas minha cabeça parecia que iria explodir a qualquer minuto, demorou alguns minutos para que finalmente me acostumasse com a claridade.
–Eu não estou com fome. Respondi secamente virando o rosto para a direção oposta.
–Tem certeza? Eu fiz panquecas e bacon, do jeitinho que você gosta. –Fiz uma breve análise na bandeja que ele segurava e tive que me segurar para não deixar escapar um suspiro, ele tinha trazido frutas, panquecas, suco e no centro tinha uma rosa vermelha, pensamentos estúpidos começavam a chover na minha mente, se ele trazia café da manhã na cama com direito a rosa na bandeja para uma garota bêbada que tentou seduzi-lo, como ele agiria comigo se tivéssemos realmente dormido juntos? “Não amoleça agora Caroline, ele foi um babaca com você lembra?” Repetia a mim mesma enquanto tentava segurar minha pose de garota irritada.
–Já disse que não quero nada, Stefan.
–Mas você disse que adora minhas panquecas. – Ele estava sorrindo, aquele sorriso arrasador que só ele tinha.
–Não quero nada que venha de você. –Ele suspirou pesadamente, com minha resposta.
–Tudo bem então, se não quer comer ao menos aceite isso, vai ajudar com a ressaca que você certamente está sentindo. – Ele me estendeu um copo com agua e dois compridos.
–Não foi ideia minha, é cortesia da sua mais nova amiga Lexi. –Ele disse com a minha demora em aceitar.
Tomei o remédio relutantemente, ele continuava me observando.
–Se você esta esperando um obrigado, não vai rolar. –Ele sorriu novamente, droga, porque aquele sorriso mexia tanto comigo.
–Você vai me tratar assim o dia inteiro?
–Não, simplesmente porque eu vou ficar o mais longe possível de você, o dia inteiro.
–Você tá parecendo uma garotinha fazendo birra.
Ignorei seu comentário e me levantei decida a ir tomar um longo banho, mas logo me arrependi quando vi o olhar que Stefan me lançou, eu havia esquecido completamente que estava usando uma camisola preta de renda minúscula que Lexi me obrigou a comprar.
Ele me olhava como se fosse me atacar a qualquer momento, havia tanto desejo em seu olhar que me fez estremecer involuntariamente, entrei rapidamente no banheiro com medo não dele tentar algo, e sim de não conseguir resistir caso ele tentasse, meu corpo parecia não querer me obedecer quando ele estava por perto, e eu tinha que ter um pouco de amor próprio. Me senti estupida ao lembrar que tinha me vestido assim esperando que ele se arrependesse e voltasse me pedindo desculpas, mas ele não voltou. Entrei debaixo do chuveiro esperando que a agua levasse embora toda a raiva e frustração que sentia, estava começando a relaxar quando me dei conta de um pequeno, quase insignificante detalhe, na minha pressa de fugir da tentação de atacar novamente meu colega de quarto acabei esquecendo a toalha, fui até a porta implorando aos céus que ele não estivesse mais no quarto, mas meu desejo não foi atendido, ele ainda estava lá sentado na cama parecendo refletir sobre algo.
–Stefan? – Chamei timidamente, Ele me olhou curioso.
–Você poderia vir aqui... –Ele arregalou os olhos. –E me trazer uma toalha, só isso caso tenha imaginado bobagens.
–Eu não imaginei nada, eu só... Esquece, aqui está. –Ele me estendeu a toalha, mas não a soltou de imediato quando tentei pegá-la de suas mãos. E lá estava aquele olhar capaz de derreter uma geleira. Me senti tremula.
–Stefan pode soltar agora.
–Ah claro desculpe. Ele parecia envergonhado por sua atitude que foi no mínimo estranha.
–Preciso falar com você... Sobre... –Ele parecia buscar as palavras certas.
–Claro, eu só vou me vestir, você poderia me dar licença.
–Oh sim. –ele disse ficando de costas.
–Eu acho que me expressei mal, você poderia SAIR do quarto, por favor. “Tudo bem eu estava sendo exagerada, não é como se eu nunca tivesse me trocado com ele no quarto antes, ele sempre ficava de costas como o estupido cavalheiro que é, e eu sabia que ele não ia espiar, mas ainda não me sentia a vontade com ele, não como antes”.
–Tudo bem, eu tenho mesmo que pegar meu smoking, nos vemos na hora almoço. Apenas assenti com a cabeça enquanto o observava passar pela porta.
–Mas que droga Stefan, por que é tão difícil ficar com raiva de você?
Stefan
Quando pedi a Caroline que me acompanhasse a esse casamento e fingisse ser minha namorada, não imaginei nem por um segundo que minha vida mudaria dessa forma, que me sentiria tão atraído por ela, que com apenas um sorriso ela me deixaria em suas mãos, aquele sorriso sempre me encantou, mesmo antes de tudo isso acontecer, mas agora é diferente, é como se todo o meu corpo estivesse mergulhado em gasolina e ele fosse a faísca capaz de me deixar em chamas, era exatamente assim que me sentia cada vez que me aproximava dela, sempre que tocava sua pele aveluda, ou fitava de perto o azul reluzente de seus olhos, mas o que sentia ia muito além de desejo, tinha algo nela que me viciava, o jeito como ela me deixava a vontade para falar uma bobagem, ou como ela me fazia sentir livre para fazer qualquer coisa quando estamos juntos, e não podia mais mentir para mim mesmo, durante esse tempo em que passamos a fazer parte da vida um do outro algo havia mudado dentro de mim, e isso me assustava, eu não queria me envolver mais que o necessário, mas era tarde de mais pra mim, soube disso ontem a noite enquanto a beijava, eu não queria apenas sexo resultado de uma noite de bebedeira, eu queria que ela fosse minha, não só fisicamente falando, eu queria mais que isso, por isso não pude levar aquilo adiante, mesmo todo meu corpo implorando por isso.
Eu queria dizer isso a ela, explicar porque fui embora, mas ela não me deixou, passou o dia inteiro fugindo de mim, procurando desculpas para ir embora sempre que ficávamos sozinhos. Eu queria acertar tudo entre nó antes do casamento, mas todas as minhas tentativas fracassaram, agora só me restava esperar o fim da cerimonia para colocar tudo em pratos limpos.
Direcionei meu olhar para todos os lugares na igreja, mas como eu suspeitava ela não estava em nenhum lugar, na certa deve estar com Lexi, olhei para David ele parecia tão impaciente com a demora da noiva, andando de um lado para o outro.
–Ela já deveria ter chegado, por que está demorando tanto?
–Porque é quase uma tradição noivas se atrasarem, relaxa ela não vai demorar eu garanto. –Tentei acalmá-lo, mas não tive sucesso.
–Você diz isso porque não nunca passou por isso, mas do jeito que as coisas andam com a Care, logo vai ser você aqui no meu lugar. Ele sorriu nervosamente olhando em direção a porta da igreja, seus olhos brilhava de expectativa.
Senti uma pontada de tristeza ao me dar conta que tudo acabaria hoje, amanhã tudo volta ao normal, cada um segue seu caminho, ao que tudo indica caminhos bem diferentes.
Meus pensamentos foram interrompidos quando a marcha nupcial começou anunciando que a noiva havia chegado, não demorou muito para Lexi surgir na porta da Igreja, ela estava radiante, tudo nela era luz e brilho, ela caminhava a passos graciosamente lentos, sorri ao ver a expressão no rosto do noivo, seu olhos brilhavam, enquanto sorria bobamente, cada vez mais a medida que Lexi se aproximava, desviei meu olhar por um minuto e pude vê-la entrando discretamente na igreja, ela usava um vestido verde, seu cabelo estava diferente, ela tinha se desfeito de seus cachos, isso lhe caiu muito bem, ela estava linda, nossos olhos se encontraram, mas ela não sustentou meu olhar por muito tempo, então voltei minha atenção para o casal a minha frente, eles estavam felizes, completamente felizes, qualquer um podia ver isso, e quando o padre fez a pergunta final, o jeito como eles se olharam já dizia tudo o sim foi apenas um complemento para demonstração de amor que estava presente em cada gesto, cada olhar.
Caroline
Até agora meu plano de evitar Stefan estava sendo bem sucedido, eu podia vê-lo do outro do salão, vez ou outra nossos olhares se encontravam, mas eu logo desviava, não podia fita-lo por muito tempo, ele estava atraente demais naquele smoking, seu cabelo tão bem penteado, olhar penetrante, eu queria gritar e chorar por ele estar tão bonito, por sorte eu só tinha que me manter firme por apenas mais algumas horas e tudo estaria acabado, eu voltaria para minha antiga vida. Estava sentada no bar do local observando casais dançando ao som de uma musica lenta quando um cara começou a me paquerar.
–Você não parece, muito animada para quem está em uma festa de casamento. – Eu o olhei de esguelha, ele tinha um sorriso confiante nos lábios.
–Sou Daniel, e você é...
–Alguém que não está afim de companhia.
–Parece que alguém não tá no clima de festa.
–Engano seu.
–É, talvez você só precise de uma bebida, para se soltar mais.
–Não obrigada, pretendo me manter bem sóbria hoje. – Respondi polidamente.
–Então dance comigo.
–Acho melhor não.
–Por que não? É só uma dança. –O cara insistiu.
–Desculpe, mas hoje eu prefiro observar.
– você está ai sozinha, qual o problema de dançar comigo? – Ele realmente era insistente, isso estava começando a me irritar.
–Na verdade ela não esta sozinha, ela tá comigo. Stefan apareceu na hora exata colocando seu braço em volta do meu ombro de forma possessiva.
–Desculpe, não tinha percebido que ela estava acompanhada. Daniel parecia totalmente desconcertado. CAcho que vou cumprimentar uns amigos. – Ele disse ja se afastando.
–Me concede a honra dessa dança? –Stefan me surpreendeu quando estendeu sua mão para mim.
–Não, to bem assim. –Respondi sem encará-lo.
–Qual é Caroline, sou eu que não gosta de dançar lembra?
–Já disse que não. Elevei um pouco meu tom de voz, mas isso não o intimidou.
–E eu não aceito não como resposta. – Ele me arrastou até o centro do salão e iniciamos uma dança lenta, suas mãos na minha cintura, me xinguei mentalmente por não conseguir resistir ao impulso de apoiar minha cabeça em seu ombro e me deixar ser guiada por ele.
–Você está linda. –Ele sussurrou no meu ouvido me causando um arrepio estupido. Não respondi.
–Você não acha que está exagerando um pouco? –Eu sabia que estava, mas nunca admitiria isso a ele.
Um minuto de silêncio.
–Me desculpe por ontem, não queria magoar você.
–Isso não importa, não agora, tudo vai acabar logo. –Respondi, Sua expressão ficou triste, por que ele estava triste?
–Eu sei que esse não é um bom momento para pedir isso, mas você poderia ser um pouco mais convincente?
–Estou sendo o mais convincente que posso, o que você espera que eu...
Antes que eu terminasse minha pergunta, seus lábios vieram de encontro aos meus, eu me odiei por não ter força o suficiente para afastá-lo, meu corpo me traiu se deixando levar por ele, quando dei por mim já estava na ponta dos pés com as minhas mãos ao redor do seu pescoço correspondendo ao beijo. Alguém tirou uma foto tenho certeza, mas não me importei.
–Desculpe, mas Lexi está nos observando. –Ele disse entre meus lábios. Eu estava tonta de mais para protestar, ele encostou sua testa na minha.
–Eu não queria que isso terminasse assim. –Ele disse, suas palavras pareciam tão sinceras que senti meu coração se apertar, também queria que tudo fosse diferente, não queria que ele sumisse da minha vida, mas sabia que ele não poderia permanecer nela, não depois desses sentimentos nascerem dentro de mim.
–Eu também não. –Respondi pesadamente.
–Eu quero que saiba que...
–Vem Care, hora de jogar o buquê. –Antes que ele terminasse de falar Lexi apareceu me puxando pelo braço, me direcionado para um amontoado de garotas agitadas.
Fiquei em um canto escondida, eu não estava nenhum pouco animada em pegar o buquê, mas quando Lexi o jogou e ele veio na minha direção, senti um friozinho na barriga, infelizmente uma garota me empurrou para o lado e ficou com ele.
Algum tempo depois os noivos deram um jeito de saírem sem serem notados, então decidi ir embora também, não pude evitar sentir um aperto no peito, aquela tinha sido uma das melhores semanas da minha vida, era difícil dizer adeus a tudo, a ele, então sai da festa sem avisá-lo, nunca fui boa com despedidas.
Fui até a casa de Lexi pegar minhas malas, eu já tinha me decidido, ficaria o restante da noite em um hotel qualquer e pela manhã pegaria o primeiro voou de volta a Mistic Falls.
Quase morri de susto quando entrei no quarto e me deparei com Stefan sentado na cama me esperando.
–Eu sabia que você faria isso. –Ele disse quando nossos olhos se cruzaram.
–Isso o que? –Me fiz de desentendida enquanto terminava de guardar o restante de meus pertences.
–Ir embora sem se despedir.
–Não gosto de despedidas, eu nunca sei o que dizer.
–Mas eu tenho muitas coisas pra dizer.
Stefan se levantou e veio até mim me forçando a encará-lo.
–Stefan, você não precisa mais se desculpar por ontem, eu entendo, você só não estava afim.
–Isso não é verdade, eu queria sim, queria muito, sair desse quarto foi provavelmente a coisa mais difícil que já tive de fazer.
–Então porque foi embora? Se também me queria por que fugiu daquele jeito?
–Porque eu não queria que acontecesse daquele jeito, eu queria que fosse... Especial, que você estivesse lúcida e consciente do que estava fazendo, acredite em mim magoá-la era a última coisa que queria fazer. – Deixei um suspiro escapar com suas palavras, mas logo me recompus.
–Tudo bem Stefan, foi melhor assim. –Respondi, de repente muito interessada no carpete do quarto, e em qualquer outra coisa que não fosse ele.
–Por favor, olhe nos meus olhos e diga que me perdoou. Ele segurou meu rosto entre suas mãos me olhando profundamente, aguardando uma resposta, e é como se o ar fosse incapaz de entrar em meus pulmões.
–Sim, a noite passada não passa de um borrão na minha cabeça agora. –Tentei parecer convincente, mas minha voz falha me denunciou.
–Se é assim você não precisa ir embora agora, pode passar a noite aqui, e de manhã voltamos pra Mistic Falls juntos. – Ele propôs. “e passar mais noite sendo torturada por sua presença? Não, dispenso.” Pensava enquanto procurava uma boa desculpa para ir embora de uma vez.
–Eu vou ficar bem, não se preocupe. –Disse enquanto pegava minha mala e caminhava até a porta.
–Eu insisto que fique, é perigoso sair nas ruas nesse horário. –Ele se pôs a minha frente tomando a mala da minha mão.
–E eu insisto que não é necessário. – Tentei arranca-la de suas mãos, mas ele segurava a mala com força.
–Tudo bem então, amanhã passo aqui para pegar minha bagagem.
Me preparava para passar pela porta, mas ele segurou meu braço, me olhando intensamente.
–Não vá, por favor, fique. –Sua voz era quase uma súplica, e isso era demais pra mim.
–Não posso.
–Por que não?
–Porque eu não confio em mim quando estou com você, tenho medo de repetir o que aconteceu ontem, só que agora sem nenhuma gota de álcool para culpar.
Ele me olhou confuso parecendo absorver minhas palavras e então se aproximou mais me desfazendo em mil pedaços. Sua mão fez uma leve caricia em meu rosto.
–Eu também não confio em mim quando estou com você, nunca tive que lutar tanto comigo mesmo como estou lutando agora. –Eu o olhei incrédula.
–Stefan, você está falando serio?
–A única coisa seria nesse momento e a vontade que estou sentindo de te jogar naquela cama. –Ele se aproximou ainda mais, já podia sentir sua respiração em contato com minha pele, tentei controlar meus batimentos cardíacos, mas não tinha mais controle de nenhuma parte do meu corpo.
–Quero você Caroline, quero tanto que chega a doer. –Pronto todo e qualquer vestígio de sanidade que pudessem ter sobrado depois de sentir seu toque suave em minha pele se esvaiu com essas palavras.
–Então pare de lutar Stefan, você não precisa ser tão certinho o tempo todo, as vezes é bom sair dos trilhos, quebrar algumas regras e... –não consegui terminar a frase porque minha boca ficou muito ocupada enquanto eu recebia o melhor beijo da minha vida, havia tanta urgência nele, senti-me tonta, desorientada, extasiada, tudo era ainda tão melhor com todos os meus sentidos intactos. Ele me levantou facilmente fazendo com que minhas pernas ficassem em volta de sua cintura, sua mão tentavam impacientemente abrir o zíper do meu vestido, enquanto minhas mãos se livravam de sua blusa rapidamente, ele me prensou em uma parede me fazendo arfar entre seus lábios famintos. Ele interrompeu o beijo para me encarar.
–Estamos conscientes do que fazemos, não estamos? –Ele perguntou me fazendo revirar os olhos.
–Sim, estou sóbria, em pleno uso de minhas faculdades mentais. –Ironizei.
–Ele riu e tentou dizer algo, mas o silenciei com mais um beijo desesperado correspondido na mesma intensidade por ele, um segundo depois estávamos na cama, não me recordo ao certo em que momento ele conseguiu arrancar meu vestido que agora se encontrava jogado no meio do quarto junto com suas roupas, ou como meu sutiã foi parar em cima da TV, perdi toda a noção de tempo e espaço quando ele uniu nossos corpos em apenas um, deixo-o me conduzir e tenho certeza que nunca senti nada parecido, seus lábios se desprenderam dos meus lentamente para depositar beijos em minha clavícula seguidos de leves mordidas, depois em meu queixo, pescoço, ombro... Achei que fosse desmaiar quando ele mordeu o bico dos meus seios, deixo um gemido escapar enquanto jogo minha cabeça para trás, sinto que vou me desmanchar a qualquer momento.
–Stefan! Sussurro em seu ouvido e recebo um arrepio em resposta. –Preciso beija-lo agora ou vou enlouquecer. –Um segundo e meu desejo é atendido, sua boca se apossa da minha devastadoramente, suas mãos passeando pelo meu corpo me causando sensações que eu nem sabia que existiam, estava respirando com dificuldade agora, tão trêmula e embriagada de prazer que mal conseguia corresponder a suas caricias, estava delirando, não mais em sã consciência, meu corpo estava totalmente rendido, a sua disposição para o que ele quisesse, não seria capaz de negá-lo nada. Naquele momento eu era dele, totalmente dele.
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