Surprises of Fate

26 Capítulo 25 - Is that a yes?


Notas iniciais
Oi amores, desculpem pela demora! Já disse que minha vida tá uma correria enorme né? Pois é, tá horrível! Enfim, obrigado por todos os comentários, foram mais de 20 porém não chegaram a 30 então vai ter um spoiler para vocês do próximo capítulo nas notas finais. Queria agradecer também a HuntersBra que comentou em TODOS os capítulos, obrigado linda! E a gizinhacc pela recomendação, fico feliz demais por saber que considera SOF a melhor história que já leu!! Gente, essas notas eram enormes, cheia de avisos porém esse nyah maravilhoso me fez perder, então não tô conseguindo lembrar de tudo que tinha escrito antes, qualquer coisa aviso no próximo capítulo ou pelas respostas dos comentários. xx

Tudo o que podia se escutar naquele momento era a música que soava tranquilamente pelo som do carro, o barulho que o carro fazia ao se locomover e as nossas respirações, Damon estava me levando para jantar em sua casa sem nenhum motivo que eu saiba e isso fazia minha mente trabalhar arduamente em busca de algo que poderia esclarecer aquele convite repentino. O homem ao meu lado continuava em seu silêncio profundo, do mesmo modo que estava quando nos encontramos, ao encará-lo assim que abri a porta do meu apartamento pude enxergar em seus olhos azuis algum vislumbre de nervosismo, receio.

Depois de alguns longos minutos, chegamos a sua casa e o silêncio permaneceu durante o curto tempo em que caminhamos pelo jardim e assim continuou ao entrar a residência, e agora aquilo realmente estava me incomodando, se ele me convidou para jantar em sua casa algo ele tinha para falar, certo?

— Lena? Vem, vou cozinhar para nós dois e não quero que você fique aqui sozinha. — Damon puxou minha mão me levando até a sua cozinha que era estilo americana, e me sentei em um dos bancos que tinha ali.

Damon já estava totalmente à vontade, tinha tirado sua roupa social que usava para trabalhar e agora estava apenas de bermuda me dando uma visão privilegiada do seu peitoral definido, fazendo minhas mãos formigarem de vontade em tocar aquela parte que eu adorava e conhecia tão bem. Meu moreno — que já não era tão meu — se movia rapidamente pela cozinha, em alguns momentos demorando em alguma parte do recinto ao tentar adivinhar onde a senhora que trabalhava para ele guardava as coisas necessárias para cozinhar, o que me fazia sorrir pelo esforço que ele estava fazendo para cozinhar para nós.

— Você quer ajuda? — perguntei sorrindo fazendo o moreno virar em minha direção e me encarar.

— Não, vou preparar uma massa para nós, e isso é o que eu sei fazer de melhor. Só estou com um pouco de dificuldade em encontrar algumas coisas, bem... Não costumo cozinhar — sorriu tímido. Céus, Damon Salvatore tímido?

Damon continuou em sua busca pela cozinha e assim que estava com tudo o que precisava sobre o balcão, começou a preparar a massa.

*

— O que achou? — o moreno perguntou enquanto via-me dar as primeiras garfadas na comida feita por ele.

— Damon... Eu não sabia que você cozinhava isso aqui está uma delícia! — falei enquanto dava mais algumas garfadas — E eu acho que o bebê está gostando.

— Bem, eu não cozinho, isso é a única coisa que eu sei fazer que pode ser comestível. — riu da sua própria fala enquanto me encarava devorar toda a minha comida. — É, parece que alguém realmente gostou.

Após nossa refeição, Damon retirou tudo da mesa e encaminhou-se a cozinha para limpar e claro que ofereci minha ajuda, mas ele negou afirmando que convidados não fazem esse tipo de serviço, e que ele ainda era um bom anfitrião. O esperei terminar de lavar a louça sentada no mesmo local em que estava observando ele cozinhar a pouco tempo atrás, olhando atentamente como seus ombros largos se mexiam enquanto ele lavava a louça.

Como se percebesse que eu estava o observando, Damon virou em minha direção e me encarou com seus olhos azuis enquanto eu olhava fixamente para sua boca entreaberta que era como uma espécie de tentação para mim. Pude perceber que o moreno se aproximava rapidamente do balcão e do banco em que eu estava sentada, ficando de frente para mim e se encaixando entre minhas pernas enquanto suas mãos molhadas tocavam a minha face, me causando os arrepios que eu já estava tão acostumada.

— Me desculpe pelo o que eu vou fazer, mas eu não aguento mais. — Damon não esperou pela minha resposta e colocou nossos lábios, agarrando minha cintura e me deixando ainda mais próxima de si, mesmo que eu ainda estivesse sentada e ele tivesse que se inclinar um pouco para está da minha altura. Apesar de como se início aquele beijo, agora nossas línguas se tocavam lentamente sentindo o sabor uma da outra, como se matassem a saudade que estavam uma da outra, me deixando totalmente relaxada nos braços daquele homem que eu senti tanta falta nesses dias. Damon me pegou pela cintura me fazendo enroscar minhas pernas em sua cintura em busca de uma posição confortável, e me encostou no pequeno espaço de azulejos brancos que tinha perto da geladeira, me apertando ainda mais contra seu corpo e apertando minhas coxas de uma forma que me fazia gemer entre o nosso beijo.

Damon desceu seus beijos até o meu pescoço, deixando vários chupões que sem dúvida nenhuma me daria um bom trabalho para escondê-los com maquiagem. Ao abrir meus olhos que estavam fechados por tamanho prazer, me deparei com uma cena engraçada que me fez dar uma gargalhada alta fazendo meu moreno deixar meu pescoço e me encarar perplexo.

— Lena... Isso é hora de lembrar-se de algo engraçado e rir desse jeito? — me perguntou incrédulo.

— Mas Damon... — tentei controlar minha respiração que estava irregular por conta da minha pequena crise de riso — A cozinha vai alagar se você não fechar aquela torneira — apontei em direção a pia e Damon seguiu meu olhar vendo o pequeno espaço quase transbordar.

— Puta merda! — meu moreno me soltou depressa, mas ao mesmo tempo com cuidado e correu para fechar a torneira e abrir o ralo da pia.

Damon caminhou novamente em minha direção com um olhar carregado de luxuria, o que me fazia ficar totalmente arrepiada e ansiando pelo seu toque.

— Você vê o que causa em mim Lena? — me puxou contra seu corpo, fazendo nossas respirações se misturarem e seus lábios encostarem-se ao meu toda vez em que ele falava — Me faz esquecer tudo.

Ele me pegou novamente como antes, agora caminhando em direção ao corredor que eu sabia muito bem onde iria dar, em seu quarto. Damon continuava me beijando avidamente enquanto minhas mãos se embrenhavam em seus cabelos finos o trazendo cada vez mais para mim, céus, eu estava com tantas saudades disso.

Senti a maciez dos lençóis contra o meu corpo ainda coberto enquanto Damon alternava com beijos entre minha boca e em todo o meu rosto, como se me adorasse, como se estivesse sentindo tanta falta quanto eu desse nosso contato. Como meu moreno estava sem camisa, minhas mãos corriam livremente por suas costas, o sentindo arrepiar com os meus toques e isso me deixava extremamente excitada por está causando isso nele com apenas toques aleatórios.

Damon tirou minha blusa rapidamente, juntamente com a minha calça me deixando apenas de roupas intimas.

— Morena me desculpe, mas hoje estou morrendo de vontade de está dentro de você e não quero perder muito tempo com preliminares. — falou enquanto arrancava meu sutiã.

— Eu não ligo — gemi enquanto senti sua língua quente em meu mamilo, o sugando rápido e forte.

Rapidamente ele deu atenção ao meu outro seio, me fazendo arquear minhas costas em sua direção enquanto eu falava coisas desconexas. Damon tirou minha calcinha e introduziu dois dedos dentro de mim me fazendo gemer alto pela surpresa, seus dedos entravam e saiam com rapidez e facilidade mostrando o quanto eu estava molhada por ele.

Damon tirou seus dedos de dentro da minha intimidade, e os sugou de olhos fechados como se estivesse provando da melhor especiaria. O puxei novamente para cima de mim, agora lutando contra o botão que me impedia de tirar a bermuda e atrapalhava minha tentativa de ter um maior acesso a algumas partes que eu estava sentindo uma enorme saudade. Meu moreno me ajudou a retirar sua bermuda e com ela levou sua boxe preta jogando em qualquer lugar do quarto.

— Eu realmente queria prolongar isso, mas eu preciso está dentro de você Lena — Damon falou enquanto me penetrava lentamente, me fazendo gemer alto.

Damon se movia lentamente dentro de mim, era diferente de todas as outras vezes que transamos, ali existiam sentimentos de ambos os lados, a necessidade que tínhamos um do corpo do outro era palpável e isso me fazia querê-lo ainda mais. Ao mesmo tempo em que se movia, Damon fazia questão de falar como eu era linda e o quanto precisava disso tudo e isso me enlouquecia ainda mais.

Meu moreno sentou na cama me levando junto e agora me deixando sentada em seu colo, dando total liberdade para comandar do jeito que eu bem entender, eu não queria apressar nada, estava me deliciando com aquele nosso momento que deixava transparecer o que estávamos sentindo e o quanto ansiávamos por isso. Damon tinha seus braços em volta da minha cintura e seu rosto estava enterrado em meu pescoço e cada movimento que fazíamos, ele me trazia mais para si.

— Damon... — sussurrei em seu ouvido — Mais rápido moreno... — implorei.

Damon me deitou novamente, e seu ritmo aumentou, me fazendo enroscar minhas pernas em suas costas em busca de um contato mais profundo. Depois de mais algumas estocadas, o orgasmo nos atingiu, me deixando totalmente exausta abraçada com um moreno que hoje não estava tão selvagem.

Nossas respirações estavam irregulares e o suor em nosso corpo nos fazia ficar ainda mais grudados. Damon saiu de dentro de mim com cuidado e deitou-se ao meu lado me puxando para o seu peito, como nunca tinha feito antes, o que me fez abrir um enorme sorriso. Meus dedos faziam desenhos abstratos em seu peitoral, que agora estava subindo e descendo normalmente, meu moreno segurava firme em minha cintura com um braço e o outro estava sobre seus olhos.

— Eu estava com saudades meu anjo — ao escutar aquela voz rouca falar aquilo, meu coração batia aceleradamente e aquele frio na barriga tomou conta de mim, me deixando sem ação nenhuma.

— Damon... — sussurrei baixo, quase implorando para ele não brincar daquele jeito comigo.

— É verdade Lena — falou virando, agora me deixando por baixo enquanto ele estava lateralmente em cima de mim sem por seu peso. — Você me fez falta nesses dias e... — tirava uma mecha rebelde do meu cabelo que caia em meu rosto a colocando atrás da minha orelha.

— Damon, eu também senti sua falta — falei baixo e senti todo o meu rosto corar. Céus, agora eu estou completamente fodida. Damon sorriu abertamente e me beijou lentamente, terminando com vários selinhos.

— Eu pensei que talvez... — suspirou fortemente, e passou a mão pelo cabelo mostrando o quanto estava nervoso com essa conversa — Que pudéssemos dar certo, ficar algum tempo juntos, agora de verdade. Mas eu quero que saiba que minha opinião sobre a criança continua a mesma Lena, eu não nasci pra ser pai entende?

Eu não sabia o que falar, minha mente estava em uma total confusão, tentava assimilar tudo o que ele tinha dito naquele momento. Ele queria ficar comigo, mas ele ainda continuava com o pensamento que não poderia ser pai, como eu poderia lidar com tudo isso? Meu filho sempre vai ser a prioridade da minha vida, e eu não queria que ele fosse rejeitado dessa maneira pelo próprio pai que estaria tendo um relacionamento comigo, tenho a plena consciência que o trato não envolvia a responsabilidade dele, mas eu realmente estava com medo de onde tudo isso iria nos levar.

— Damon... Eu quero muito que isso der certo, mas eu não quero que meu filho seja rejeitado por uma pessoa que está comigo, e ainda mais quando essa pessoa é o pai dele — Damon abriu a boca para falar, mas antes mesmo dele pronunciar algo, voltei a falar — Eu sei que nada disso fazia parte do nosso trato, mas agora as coisas vão mudar se você realmente quer ficar comigo, não estou dizendo que você vai ter uma obrigação de pai em cuidar da criança, registrar ou algo do tipo, mas se tudo isso durar de verdade, eu não quero que quando o meu filho nasça você o ignore ou o trate como um ninguém. Meu filho sempre vai ser a minha prioridade e eu não quero isso para ele, entende?

Damon suspirou fundo e deitou novamente na cama de olhos fechados. Apoiei meus braços em seu peitoral e o fiquei encarando.

— Lena, eu não vou ignorar a criança mas... Eu não quero uma responsabilidade dessas, eu não sei ser pai, eu não nasci para isso. — falou ainda de olhos fechados.

— Em nenhum momento eu falei que quero que você tenha essa responsabilidade, mas eu peço que se isso durar até o meu bebê nascer, você não o ignore ou trate mal.

— Eu não sou um monstro pra tratar mal uma criança Elena. — disse ríspido. — Eu vou me esforçar para me adaptar a essa situação, sobre o bebê... Não prometo. — suspirou.

— E como vamos fazer com nossas famílias, amigos?

— Minha família mora longe e é raro eles vim aqui ou eu ir pra lá, então com eles não precisamos nos preocupar, claro que eles vão saber que eu estou com você e sobre o bebê... Bem, temos tempo para pensar nisso. — Damon acariciava meu rosto — E a sua família... Você diz que está namorando com a pessoa que te ajudou com a questão da gravidez, mas que foi tudo in vitro e que continua com todo o trato do começo.

Céus, isso é uma loucura, onde eu estou me metendo? No final isso vai virar uma grande bola de neve que vai acabar machucando várias pessoas e principalmente a mim, claro. Mas eu tinha esperança que com o passar do tempo, Damon acabasse se apaixonando pelo bebê, que visse que não existe nenhum mistério em ser pai.

— Damon isso é uma grande loucura — suspirei.

— Tudo que nos envolve é uma loucura Lena, só é questão de tempo para nos acostumarmos com tudo isso.

Damon me beijou, puxando meu corpo para ele agora me deixando totalmente sobre ele. Suas mãos apertavam minha cintura e seus dentes puxavam meu lábio inferior, me fazendo enterrar minhas mãos em seus cabelos e puxar com força, o fazendo gemer.

— Meu anjo, diz que sim... — beijou meu pescoço e mordeu meu lóbulo.

— Eu sei que vai ser eu que vou sair machucada nisso tudo, mas... Eu não consigo ficar longe de você.

— Isso é um sim? — me jogou novamente na cama, me fazendo sorrir com sua expectativa.

— É. — Damon abriu um sorriso enorme e avançou em meus lábios me beijando avidamente e explorando meu corpo com suas mãos ágeis, e me deixando sem fôlego como de costume.

Meu moreno finalizou nosso beijo com um selinho e me puxou para seu peito me aconchegando em seu corpo quente e fazendo um carinho gostoso em meus cabelos, o que rapidamente me levou a inconsciência.

Notas finais
E aí, o que acharam desse capítulo? Alguém querendo matar o Damon por essa coisa com o bebê? Só digo uma coisa: É apenas o começo, se preparem. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- SPOILER DO CAPÍTULO 26 "—Preciso ir Damon — levantei rapidamente e isso acabou me fazendo ter uma tontura forte me fazendo sentar novamente no sofá. — Lena, você tá muito fraca. — Meu moreno falava enquanto tirava alguns fios do meu cabelo que caiam em meu rosto e passava a sua mão quente sobre a minha testa. — Não acha melhor ligar para a sua médica e adiar essa consulta? — De forma alguma. Eu quero ver o meu filho hoje. — respondi irredutível — Só preciso achar a chave do carro e alguns... — O que? Você vai dirigindo? Ficou maluca Elena? Você está fraca, tendo enjoo direto e ainda quer ir dirigindo? Nem pensar, eu vou levar você pra essa bendita consulta." ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Então gente, os comentários continuam no mesmo sistema. 20 comentários = um spoiler; 30 comentários = dois spoilers, e assim por diante. Pessoas que recomendarem, ganham spoiler exclusivo nas MP's. E ah, só mais uma coisinha: Quem quiser deixar o user nos comentários para eu avisar a vocês lá pelo twitter que eu atualizei, pode deixar! Amo vocês! xx