Dentre uma densa floresta encontravam-se uma pequena cidade isolada por muitos e habitada por poucos. A pequena cidade de Cavalêra aparentava obter casas com frágeis estruturas, rachaduras, ferrugens, entre outras.

A pequena cidade de Cavalêra daria boas vindas com um imenso portão, um portão acabado e destruído pelo tempo como entrada; um imenso muro rodeado por árvores guardava aqueles locais dês do século XII onde não havia muita mudança drástica referenciada a como se situa no momento; um imenso muro rodeado por árvores guardava aquele local, um muro feito com grandes rochas quebradas e enfileiradas, perfeitamente elaborada para a defesa da mesma nos conflitos antigos; uma pequena guarita adentrando na pequena cidade a mais o menos cerca de cem metros à frente e como guarda encontrava-se o velho e estranho de cabelos brancos, com uma aparência mal humorada e enormes unhas que se chama Colin. Como hospedaria havia a casa dos Teenders, Buncks e Fleens. Um pequeno hospital aos fundos da cidade, e em torno de cento e trinta nove casas separadas e enfileiradas pela cidade, juntamente com vendas e pequenos mercados.

Num dia chuvoso de segunda-feira:

— Hei... Hei... HEI! Por aqui, RÁPIDO!

— Estou atrás de você! Já estou indo... Com um tom ofegante.

— Venha rápido! Exaltava.

— Aaaaaa... Ouve-se apenas um grito estonteante que iria distanciando-se aos poucos.

— Henrique? Henrique?! Desesperadamente gritava.AAAAAAAAAA...

Atordoado, saindo de uma floresta um homem deparava-se com um imenso portão que acima estava descrito Cidade de Cavalêra.

O homem de cabelos ondulados negros, médio até o pescoço dividido ao meio, pele parda ou um pouco mais clara por conta da luminosidade, olhos arco-íris esverdeado e um bom porte físico. O homem espantou-se ao ver o portão enorme... Mais em grande desespero não optou em ficar parado em frente à entrada e com uma rápida resposta adentrou em Cavalêra.

Ao chegar aos prantos na guarita do guarda Colin o rapaz diz:

— Senhor Colin, precisa urgentemente fechar os portões, há uma enorme ameaça, precisamos nos assegurar de que essa infestação não...

— Garoto...

-... p-pois iremos...

— GAROTO! Gritou Colin. Primeiramente... Como sabe quem sou? Num tom majoritário.

— Seu crachá...!

— Ah, sim... Que história é essa?! Está passando bem? Não está não é?

— Não, não senhor...

— Não... Vá para a hospedaria dos Teenders que é a mais próxima, irei buscar um remédio para lhe acalmar e te encontro depois.

— Não senhor...

— Ta bom, ta bom... Vá logo! Diz Colin sem ao menos escutar o rapaz, e logo após sai pela porta indo embora como dito.

— Seu velho idiota... O que eu faço agora?

O rapaz vai para a hospedaria Teenders com suas vestes encharcadas de água. Chegando lá se dirigiu até a atendente.

— É... O Sr. Colin me mandou espera-lo aqui.

— Ah... Sim, sim, pode entrar, pode esperar no quarto vinte e três, é um ótimo quarto!

— Obrigado! O rapaz agradece ainda meio atordoado e começa a subir as escadas.

— Aliás... Qual é o seu nome?

— Eu sou Apolo!

O rapaz inicia novamente a caminhada até chegar ao seu quarto, um pouco mais despreocupado Apolo entra, toma um banho e após deita-se na cama.

— Acho melhor eu descansar, amanhã vejo o que esta realmente acontecendo nesse interminável pesadelo...! Apolo pensa alto e cai em profundo sono.

Dez minutos após Apolo, dormir o mesmo acorda assustado por um enorme estrondo no andar abaixo.

SFX: BUUUUUM!

— O que foi isso? Sussurrou para si mesmo.

Apolo resolve descer, levanta da cama, põe sua calça jeans, sua bota, sua jaqueta de couro, joga seus cabelos para trás e caminha até a porta. Chegando próximo à porta ouvem-se pessoas correndo no corredor, assustado Apolo abre a porta calmamente, e repentinamente uma mão toca no batente da porta. Assustado Apolo fecha a porta.

— QUE MERDA FOI ESSA? Ah...

Apolo abre a porta de uma vez e vê que não há ninguém no local, calmamente avança até o batente e dá um salto para fora olhando para os lados.

— O que é isso...?! Apolo olha aquele cenário obscuro e indefinível ao redor dele.

Em torno de Apolo as paredes sangram, descascam e o chão aparenta estar prestes a cair.

— Tem alguém ai? Concluiu supostamente sua coragem e frieza com um grito e suas mãos na boca para prolongar o som. Alguém?!... Droga... Sonhando... Tenho que estar sonhando, tenho que estar sonhando, tenho que estar sonhando. Desesperado sucumbe ao medo num momento destrutivo e abalado com as circunstancias de sua visão, coloca as mãos sobre a cabeça e fica andando em círculos.

Para abalar mais ainda a situação de Apolo o chão rompe-se abaixo do mesmo derrubando-o no andar debaixo.

SFX: CRAASH, CRASH, TRHUUUUUURR...

— AAAAAAA!

SFX: POFT, TSSSSS...

— Que merda... Caído ao chão e poeiras escorrendo sobre seu corpo disse Apolo.

Com a cabeça abaixada Apolo ergue-a para frente e deparava-se com uma porta inclinada nos batentes, percebe também que neste corredor onde se encontrava estava tudo intacto.

— Mas... Aqui havia apenas dois andares! Era para ser o térreo esse! O que esta certamente ocorrendo?! Além de pensarem que eu estou ficando louco eu realmente estou ficando louco?! Estou tendo alucinações? Mais isso aparenta ser tão real, até sinto as dores.

Apolo levanta e passa pela porta até o apartamento em frente, ao olhar pela janela vê centenas de mortos vivos com inúmeras feridas e comendo humanos e destruindo tudo drasticamente.

— Eu sabia que não iria demorar...! Mais que bosta... Parece que subi os andares, eu devo estar no oitavo andar pelo que aparenta.

Apolo cala-se... Ouve passos vindo de trás, percebe que há alguém... Quando se vira vê um vulto em sua frente e...

— Aaaa... Ah... Ah...! Ah! Uuuf...

Apolo acorda de um estupendo pesadelo no quarto onde havia repousado na hospedaria.

— Cara...

Apolo levanta, faz as mesmas coisas até o momento em que joga seus cabelos para trás e fixa-se na porta, encarando-a.

Ouve-se uma batida repentina e forte vinda da porta.

SFX: TUM, TUM, TUM.

— Que susto... Que dia ruim! Assustou-se novamente. QUEM É?

- Senhor, senhor, por favor, abra, por favor! Ofegante e preocupada dizia uma mulher por trás da porta.

— Já vai!

Quando Apolo abre a porta não há ninguém do lado de fora.

Porra pessoal chato...!

Apolo fixa-se na porta pelo lado de fora e vê uma mulher extremamente pálida de cabelos negros e olhos azuis presa por lanças fincadas em seus ombros na porta.

— AAAAAA... Ah... Ah! Ah! UUUF... Acorda do mesmo modo e mesmo local. QUE MÉRDA, TO CANSADO DISSO!

SFX: TUUUUF...

Apolo olha para frente e vê a mesma mulher que estava morta em sua frente, estava menos pálida, esta viva.

— Espera ai... Você é real não é?! É?

— Senhor, senhor, precisamos sair daqui! Pessoas que morreram voltaram, e esta matando... Comendo...

— Já sei... Já sei...! Tentei informar ao Sr. Colin, mais ele não me ouviu!

— Ah... Então... Vamos logo!

— Que mérda... Sussurrou.

Apolo pega suas vestes rapidamente vestindo-as pelo caminho enquanto a garota lhe puxa pelo braço. Com uma feição de angustiado Apolo continuou no caminho que lhe era fornecido.

Aparentava-se tudo ter voltado ao normal.

Chegando ao térreo Apolo avista oito pessoas além dele e da garota ao seu lado, todos se encontravam armados e alguns com mochilas, armas brancas e utensílios.

— Vamos rapaz! Dizia Colin dentre os desconhecidos.

— Quem são todos vocês?

— Maicon.

— Thiago.

— Rachel.

— Nicole.

— Junior.

— Como já sabe... Colin.

— Fred.

— Cristina.

— Alice. Dizia a menina ao lado de Apolo.

— Vamos, vamos, terminaram a enrolação?! Tome rapaz, sabe usar? Colin arremessa uma arma em direção de Apolo.

— Claro senhor! Aliás, meu nome é Apolo. Pegando a arma afirmava Apolo.

Alice puxa Apolo pelas mãos, levando-o para fora.

— Eai... Vão demorar?! Dizia Apolo.

— Vamos pessoal! Diz Nicole.

Todos confiantes saíram do local.

Apolo portava uma arma cujo se chama Magnum, obtém doze balas para recarregar, o mesmo que Rachel, que além da Magnum possui um facão como arma branca em sua cintura, Fred com um taco de basebol e um canivete, Junior com uma precisa metralhadora, Nicole com uma espada (uma katana), Thiago com duas (katanas), Maicon desarmado, despido ao destino mais sem temê-lo e Alice desarmada também por medo e insegurança, e por ultimo Cristina com duas pistolas em mãos.

— Aonde vamos garotão? Dizia Colin.

— Não sei... Minha cidade obviamente foi totalmente infectada, começou repentinamente... Mais o menos assim...

Dois dias antes.

— Hey, mano... Vamos à casa da Larissa?

— Agora!

Os dois irmãos chamavam-se Apolo e Henrique, estavam a caminho da casa da namorada de Henrique. Henrique é irmão adotivo de Apolo, os dois eram extremamente parecidos, a diferença existia nos olhos castanhos de Henrique, a pele mais clara e o cabelo de Henrique era maior.

— Mano presta atenção nisso! Dizia Henrique com um papel em mãos. As pessoas ficam loucas quando o cérebro em seu sentido figurado explode de informações e argumentos para que possa entender a razão das coisas e da maneira de viver, ou, as pessoas ficam... AAAAAA, o que é isso?

Uma pessoa vinda por trás de Henrique enquanto os irmãos focavam-se no papel e morde o ombro esquerdo de Henrique em publico, na rua.

— SOLTE MEU IRMÃO!

Apolo desfere bruscamente um soco no estômago da pessoa que havia mordido seu irmão com a mão direita, e com a esquerda desfere um gancho no queixo após a pessoa largar o ombro de Henrique com o ataque inicial, e com o ultimo ataque Apolo arremessa a pessoa ao chão.

— Você é louco?! Dizia Henrique enfurecido.

A pessoa que esta no chão levanta com os olhos fixados para frente, como se estivesse olhando para o nada, contorcendo-se, a pessoa anda em direção de Henrique.

— Você quer mais seu desgraçado?!

A pessoa apenas andava em direção a Henrique. Sem ao menos perceber, quando se da conta de que há cerca de grande parte das pessoas com a mesma feição e características ao redor dos dois irmãos.

— Droga... Apolo assusta-se olhando para os lados.

— MANO... POR AQUI! Henrique corre rapidamente para uma floresta na beira da estrada em frente.

— Ficamos perdidos por longas nove horas e meu irmão com aquela enorme ferida no ombro e suas características físicas estavam no momento modificando-se. Daí foi quando nos perdemos daí me deparei com essa cidade. Mais isso ainda parece um sonho...! Dizia Apolo após explicar o que ocorreu. (fora do flash back anterior)

Alice apertou mais fortemente a mão de Apolo e em seguida abraça-o, para reconfortá-lo.

... Sem reação, Apolo responde com o silêncio.

— Chega dessa baboseira... Vamos continuar andando! Dizia Maicon. >Eu sinto muito pelo seu irmão cara... Mais tem que continuar!

Alice se solta de Apolo, apenas segura a sua mão novamente e com o rosto corado vira-se para frente olhando para Apolo.

— Aqui! Virem à esquerda! Dizia Rachel. Olha só... Pelo que pude observar esses zumbis sentem o cheiro, parecem que tudo em seu corpo foi destruído, a cegueira conforme a morte da perca dos sentidos e a audição, mais aparentemente o nariz ainda conecta-se com o cérebro e com uma imensa fome atacam rapidamente tudo que pode ser humano com uma tremenda força, sem atacar animais ou outros mortos vivos; mais são extremamente lentos e primitivamente burros.

Encostados em uma das casas os mesmos olham um zumbi a vinte metros andando em direção a um corpo no chão.

Junior põe em mira com sua metralhadora a cabeça do zumbi, fecha o olho esquerdo.

— Psiiiu... Silêncio! Sussurra Junior. Você... Já... Era!

Junior desfere um tiro certeiro e preciso.

Após o sucesso Junior comemora de um modo calmo, abaixando a cabeça e fechando os olhos. Levanta a cabeça novamente e faz o nome do Pai (colocando dois dedos da mão direita juntos na testa, após no peito, no ombro esquerdo, no ombro direito e por fim ergue até os lábios e beija).

Apolo impressionado com a habilidade de Junior sente-se mais reconfortado.

O futuro com uma grande gratidão responde, sucumbindo Junior, um zumbi o pega distraído por trás, todos inexperientes não fizeram uma guarda ao redor e acabaram distraindo-se com a exposição de Junior que é pego por um golpe letal no pescoço.

— AAAAAA... Todos se desesperavam ao ver aquela cena.

O único que agiu depressa foi Apolo, atirando na cabeça do zumbi, um gesto frio, ou um gesto desesperador, onde infelizmente atinge Junior, ou pode ter sido felizmente.

— OLHEM, ATRÁS DA GENTE! Exaltou-se Apolo. AAAH, que bosta... Por aqui!

Atrás de todos tinham dentre trinta a quarenta zumbis. Dentre os becos e casas o grupo estava a correr sem ao menos olhar; até que se depara com o hospital.

— Bom... Aqui podemos achar comida e abrigo nesta madrugada, e precisamos de remédios e curativos! Dizia Colin já ofegante. Vamos...!

Todos correm adentrando no hospital rapidamente.

— Eu sabia que eram zumbis! Não havia outra hipótese... Não havia... Que droga...! Pensava em voz alta Apolo.

— Tenha calma, Apolo... Por favor... Eu preciso de você, você nos salvou! Dizia Alice com lagrimas fincadas em teus olhos que atordoadamente tentava fixar-se em Apolo.

— Tudo bem... Não foi nada, me desesperei um pouco apenas!

Todos estavam na recepção do hospital, no térreo.

— O hospital possui seis andares... Com cinco salas de cada lado. Aqui em baixo tem dez salas, contando com a sala de espera. Precisamos ér... hum... Dizia Colin olhando para o mapeamento do prédio na parede. Colin com uma caneta intensifica alguns números, deixando-os negrito.

(Esquema Feito)

6º Andar: , -, , -, -.

5º Andar: 20, 21, 22, 23, 24.

4º Andar: 1, 2, 3, 4, 5.

3º Andar: 10, 11, 12, 13, 14.

2º Andar: 1, 2, 3, 4, 5.

1º Andar: 1, 2, 3, 4, 5.

Térreo: 1, 2, 3, 4, 5, 6,7, 8, 9, 10.

Façamos duplas!

Alice aperta fortemente a mão de Apolo e encara-o com uma expressão angustiada.

— Hum... Maicon e Nicole com o sexto andar, nas salas onde não obtém identificação concreta. Colin indicava as posições. Thiago e Fred com o quinto andar, com as salas vinte e um e vinte e três; Rachel e Cristina com o primeiro andar, salas dois e três; Apolo e Alice com o térreo, sala cinco e terceiro andar sala quatorze. E por fim, eu, ficarei com a sala sete no térreo.

Alice responde com um alegre sorriso e um forte abraço.

Vamos!

As duplas separam-se com a ordem de Colin.

— Não esqueçam... Encontramos-nos dentre trinta minutos neste mesmo local! Relembra Colin.