Superando Expectativas
23 Uma tarde com papai!
Notas iniciais
Esse foi muito especial e até bem fácil de escrever, já que não tem nada mais gostoso do que falar sobre a relação entre Vegeta e Bra!
Só pra avisar: a fic terminará no capítulo 30. Não quero fazer mais do que isso, se não vai virar algo super cansativo, e como as aulas na faculdade voltarão semana que vem, não vou ter tempo nenhum pra me dedicar. Eu já tenho todos os outros prontos, então é isso. To começando outra fic, totalmente diferente dessa, e quero voltar a atenção toda pra ela. É VxB também, então aguardem! ^^
Lembrando que: agora são one-shots. E elas não estão em ordem cronológica.
Beijinhos, e boa leitura!
"Você está completamente louca, mulher?" Vegeta gritou à sua companheira, sua raiva pela situação mais do que evidente.
Bulma simplesmente deu de ombros. "Ainda não", ela respondeu calmamente, "mas se você continuar fazendo um escândalo...” Timidamente, ela piscou para ele quando acrescentou: “Vou precisar enlouquecer de vez?”
O Saiyajin bufou. Uma coisa era ela gritar, discutir e ameaçá-lo para fazer as coisas do jeito que queria. Mas ele não conseguia tolerar quando ela era calma, centrada e tinha autocontrole. Aquilo o provocava, e muito.
"Você já tentou isso antes", ele argumentou com raiva, “e se me lembro bem, não deu certo.”
“Aí é um problema seu, não meu” Bulma disse, pegando sua bolsa e pendurando-a sobre seu ombro. “A escolha é sua, Vegeta. Prefere ficar aqui com a Bra ou levar Trunks ao dentista?”
Vegeta teve que realmente parar e pensar sobre aquilo por um instante. Enquanto ficar em casa com Bra novamente era suficientemente difícil, ele lembrou-se do que acontecera na última vez que levaram o híbrido para limpar seus dentes. Aparentemente, Trunks não se saía muito bem quando pessoas tentavam abrir sua boca e enfiavam dedos na mesma.
O pobre higienista não teve tempo nem de piscar quando aqueles dentes apareceram...
Enquanto Vegeta pensava, Bulma começava a perder a paciência, batendo um de seus pés no chão. “To esperandoooooo...” Ela cantou, olhando para suas unhas.
Vegeta virou o olhar para a escada que levava aos quartos. "Há quanto tempo o moleque saiu?” Ele perguntou.
“Vinte e sete minutos”, a herdeira respondeu após uma breve olhada em seu relógio. “E se você não me der uma resposta nos próximos vinte e sete segundos, vou fazer você levar Trunks ao dentista, com a Bra, enquanto faço pedicure!”
Normalmente, o príncipe teria zombado da ideia de ser forçado a fazer algo assim. Mas dessa vez, ele não se atreveu a desafiá-la. Ela parecia ter essa aura em torno de seu corpo que sempre possuíra um pouco antes de conseguir convencê-lo a fazer algo que ele jamais estaria disposto a concordar.
“Se você não possuir todos os dez dedos quando voltar, tenho o direito de matar o garoto.” Ele grunhiu.
Bulma o beijou na bochecha. “Ok, é justo” ela disse, ajustando sua bolsa. “Nós devemos demorar mais ou menos uma hora, e se você tiver sorte, Bra vai passar o tempo todo dormindo.” Ela parou por um momento, e lançou a seu companheiro um olhar genuinamente mau. "Claro, se aquela última vez foi alguma indicação do quão sortudo você é...”
“Vá de uma vez.” Vegeta bufou. Ele definitivamente não precisava de Bulma lembrando-o do que aconteceu na última vez em que ele ficou sozinho com sua filha mais nova. Ele grunhiu baixinho quando Bulma o beijou novamente antes de sair, e não se preocupou em dar tchau. Se ela achava que ganharia mais do que isso naquele momento, estava muito enganada!
Permanecendo firmemente de pé onde estava parado, ele esperou até que estivesse absolutamente certo de que sua companheira e seu filho estivessem do outro lado da cidade antes de subir as escadas. O príncipe caminhou em passos curtos pelos corredores, até chegar ao quarto de sua filha. Lentamente, sem fazer som algum, ele abriu a porta, entrando no cômodo.
Assim como ele suspeitara, Bra estava totalmente acordada, e de pé, dentro de seu berço. Era óbvio que ela estava esperando pela chegada de seu pai.
Vegeta se aproximou do berço, e olhou fixamente para sua princesinha. Trunks já havia se livrado da engenhoca naquela mesma idade, mas ele sempre dormira tranquilamente. Uma vez que o meio-saiyajin caía completamente no sono, não movia um único músculo. Por outro lado, Bra se mexia tanto, que parecia estar treinando enquanto dormia. Com isso, somado ao fato de que ela sempre acordava chorando, Bulma precisou desenvolver um berço resistente e super-protetor, até que uma solução melhor aparecesse.
“Aquela maldita mulher fez de novo,” Ele disse sem rodeios à criança. “Ela deixou uma criança indefesa nas mãos de alguém que já demonstrou não ter habilidade nenhuma em bancar a babázinha.” Ele inclinou-se, encostando seu nariz ao dela. “Sua mãe é uma verdadeira imbecil”.
Bra gargalhou e bateu palmas, antes de esticar suas mãos e encostá-las nas bochechas de seu pai. “Colo! Colo!” Ela pediu, sorrindo de orelha á orelha.
Mas Vegeta retirou as pequenas mãos de seu rosto, e deu um grande passo para trás, se afastando do berço. "Não", ele afirmou, cruzando os braços.
Os olhinhos de Bra se arregalaram levemente. O vocabulário da princesa saiyajin não era grande, mas ela conhecia aquela palavra muito bem. “Não?” Ela perguntou.
“Não.” O pai dela respondeu, mantendo-se firme.
“Não?” Ela perguntou de novo, lágrimas começando a aparecer no canto de seus olhos.
Mas a experiência ensinara Vegeta a não se deixar levar por aquelas lágrimas. Ele as conhecia muito bem. “Não.” Ele disse novamente, ainda mantendo a postura e as palavras num tom firme. Ele sorriu de canto à sua filha, recusando-se a mover um músculo sequer.
Bra conhecia aquele olhar. Significava que ela não ia ganhar nada chorando. Mudando rapidamente sua tática, a princesinha sentou e amuou, “Não”, ela declarou, assim como seu pai havia feito há segundos atrás. Apenas para enfatizar, ela cruzou também seus pequenos bracinhos da mesma maneira que o orgulhoso príncipe.
O sorriso de canto de Vegeta apenas cresceu. “Nós tínhamos um trato, Bra” ele disse. “Quando estamos só eu e você, há uma regra.”
A criança olhou para cima apenas por um segundo antes de um pequeno beicinho se formar em seus pequenos e rosados lábios. Ela não perderia essa batalha. Oh não, não desta vez!
“Qual era a regra, garota?” O príncipe exigiu.
Novamente, a jovem princesa se recusou a ceder
Assim como seu pai. Não iria perder essa batalha de egos. “Diga-me qual é a regra e eu lhe liberto de sua prisão.”
Os olhos azuis da menininha se iluminaram, e o mau humor foi embora no mesmo instante. Bra levantou-se, segurando nas barras do berço, tentando manter o equilíbrio entre todas as almofadas e lençóis. Assim que a menina encontrou uma posição confortável e segura, olhou ansiosamente para seu pai. Ela ergueu o dedo indicador aos lábios, e quietamente acenou "Shh!"
O guerreiro, ainda sorrindo de canto, abaixou-se, copiando o mesmo movimento de sua filha. "Shh," ele continuou, aproximando-se do berço novamente. “Isso mesmo, princesa. Permaneça quietinha e eu te deixo livre. Entendeu?”
Com uma felicidade sem igual em todo o universo, a criança assentiu para seu pai. E honrando o acordo, ela não pronunciou som algum quando se levantou mais uma vez, buscando sua liberdade.
Vegeta, fiel à sua palavra, alcançou-a e pegou a menina no colo. “Lembre-se do acordo,” ele começou. “Você fica quietinha, e eu permito que fique fora de sua prisão. No entanto, se você gritar, chorar, implorar, suplicar, reclamar, ou fizer qualquer outra coisa que provoque qualquer tipo de ruído, te coloco de volto no berço, garota. Entendeu bem?”
Bra apenas sorriu para seu progenitor, fazendo um movimento com seus dedinhos rechonchudos onde parecia que estava fechando a boca com um zíper.
“Boa menina,” Vegeta disse, ajeitando sua filha nos braços. Ele abaixou o olhar para encara-la. “Para a sala?” Ele perguntou.
A pequena princesinha pensou por um instante, e logo em seguida balançou a cabeça.
“A sala de jogos, talvez?” ele sorriu para ela enquanto abria a porta.
Novamente, a criança pensou por outro breve momento antes de balançar a cabeça.
Vegeta sorriu de canto. “Então só há um lugar para o qual você deseja ir, menina. Para a cozinha!”
Os olhos de Bra iluminaram-se, enquanto ela batia palminhas. Ela sorriu para ele antes de aconchegar-se carinhosamente contra o peito de seu pai. Bra sabia como esse jogo funcionava. Ela poderia ir para onde quisesse, contanto que permanecesse em absoluto silêncio. Aprendera rapidamente, sabendo que mesmo rir, faria com que voltasse à sua dita prisão.
O saiyajin desceu as escadas, passando pela sala, até chegar à cozinha. Normalmente, ele teria insistido que uma criança, especialmente sua criança, caminhasse por conta própria. No entanto, ele estava ainda mais faminto que ela, e mesmo não admitindo, estava gostando de segurar sua menininha em seus braços.
Ele jamais diria, mas amava o jeito que Bra segurava-se nele quando a carregava.
Quando chegaram ao seu destino, Vegeta colocou Bra em cima da mesa. Ele sabia que Bulma daria um ataque se descobrisse que a menina estava sentada ali, e principalmente porque ela tinha uma cadeirinha especial para suas refeições, mas o guerreiro nunca dera verdadeira importância para a coisa. Na sua opnião, a menina já havia passado tempo demais sendo forçada a sentar naquela porcaria. Além do mais, nem ele, nem Bra, contariam à Bulma.
Vegeta abriu a parte de cima do armário, pegando uma enorme caixa de cereais. Em seguida, abriu a geladeira, agarrando uma jarra com iogurte, e uma vasilha com uvas.
De uma forma extremamente ordenada, alinhou os três na frente da menina. "Escolha as duas que você quer", afirmou.
Bra olhou intrigada para seu pai, mostrando claramente que não tinha certeza do que ele estava falando.
O príncipe suspirou e beliscou a ponta de seu nariz. Realmente queria que Bra entendesse tudo que ele dizia. "Dois", repetiu ele, acenando com os dedos. "Você pode escolher dois.”
Agora sim, ela havia entendido. A garotinha se aproximou dos três alimentos em sua frente, não se importando em ficar de pé. Ela pegou cada um, cutucando, cheirando, examinando com extremo cuidado enquanto fazia sua escolha. Após alguns minutos, ela puxou os cereais e as uvas em sua direção, e empurrou a jarra de iogurte para longe. Delicadamente, ela bateu a mão contra a mesa, mostrando a seu pai que sua escolha havia sido feita.
Após pai e filha terem terminado seu lanche, a menininha pulou no colo do príncipe. Situando-se confortavelmente contra o corpo dele, enrolou um braço em volta de seu pescoço e apontou para o corredor com a outra. Também em silêncio, Vegeta cumpriu a ordem. Ele seguiu as instruções silenciosas para a sala de jogos, onde a menina pulou para fora de seus braços apenas por tempo suficiente para pegar um urso e um leão de pelúcia, rapidamente pulando de volta para o colo de seu pai.
Mais uma vez, Bra começou a direcionar seu pai pelos corredores da mansão. Houveram alguns momentos em que sua expressão tornou-se uma carranca, e Vegeta sabia que isso significava que ela tinha ido ao caminho errado. Mas nunca sua princesinha fizera um único barulho sobre isso. Ela só mordia o lábio inferior e os encaminhavam novamente, tentando de novo.
Finalmente, ambos chegaram ao escolhido destino.
A Sala de Gravidade.
Vegeta levantou uma sobrancelha. “Tem certeza de que entrar aqui?” Ele perguntou à menina em seus braços.
Teimosamente, ela concordou, apontando agressivamente em direção à porta. De fato era aonde ELE queria estar. Mas por que diabos ela queria entrar? Até onde o príncipe sabia, sua garotinha jamais havia entrado lá.
Mas um acordo era um acordo, e então, pai e filha entraram. No mesmo instante, Bra forçou o peso de seu corpo para baixo, saindo do colo de Vegeta. Ela pegou seus dois bichinhos de pelúcia, colocando-os um de frente para o outro de pé, em suas patas traseiras. E então, começou a fazer um mover-se contra o outro. Quando ela levantou os olhos para encarar seu pai, vendo uma expressão genuinamente confusa, novamente mordeu o lábio inferior. Ela apontou uma mão para seu pai e outra para o urso de pelúcia. Um segundo depois, ela apontou um dedo para si, e o outro para o leão. Ela pegou seus animaizinhos e novamente fez com que eles se movessem um contra o outro.
Entendimento rapidamente tomando conta da expressão de Vegeta. “Você quer treinar comigo?”
Alegremente, Bra largou seus brinquedos e começou a pular pra cima e pra baixo, batendo palmas. Sabia que seu pai entenderia!
Vegeta não pôde deixar de sorrir para sua filha. Ele deu à ela a oportunidade de fazer o que quisesse, e ela escolhera treinar com ele. Orgulho inundou seu coração, enquanto ele assentia à sua garotinha.
Por meia hora, Vegeta explicou à Bra os aspectos básicos sobre treino. Nada de ki, nada de gravidade, nada de séries de socos e chutes... não houve um movimento feito. Mas dado o tempo que eles tinham e a idade de sua estudante, ele ensinara o necessário à Bra para iniciar-se e fazer progresso.
No meio da lição, Vegeta virou sua cabeça. “Sua mãe já está chegando,” ele disse, dirigindo-se à porta. Bulma tinha dito especificamente para que não levasse a criança a aquela Sala. E o príncipe não estava disposto a deixar que a mulher descobrisse que ele havia quebrado aquela única regra.
Instintivamente, Bra sabia o que deveria fazer. Ela correu em direção aos seus animais de pelúcia, pegou-os, e pulou para o colo de seu pai. Vegeta cuidadosamente saiu da Sala com Bra em seus braços, trancando a porta. Usando sua incrível velocidade, em instantes estavam de volta ao quarto de Bra, e rapidamente colocou a menina dentro de seu berço. Mais rápido ainda, a princesa deitou sua cabecinha no travesseiro, ao mesmo tempo em que seu pai a cobria com o lençol. Ela apertou seus bichinhos contra seu pequenino corpo, e sorriu para Vegeta.
Enquanto Vegeta virava-se para sair do quarto, Bra o chamou, “Papai!”
O príncipe virou a cabeça para trás, e olhou para a menina no berço. Bra abriu um grande e sincero sorriso para ele. Uma vez que estava de volta, sabia que podia fazer barulho de novo. E havia algo que ela estava esperando o dia todo para dizer.
“Eu te amo, papai.”
Vegeta aproximou-se do berço e sorriu para sua filha. Gentilmente, passou o dedo pela bochecha gordinha e rosada da menina. "Obrigado, princesa", ele respondeu suavemente. "Agora feche os olhos e espere por sua mãe."
Rindo, Bra afundou-se em baixo de seu lençol, aconchegando mais sua cabeça contra o travesseiro. Essa era sua parte favorita do jogo deles.
Lançando à sua filha uma última olhada, Vegeta deixou o quarto. Sentindo que sua companheira e filho estavam estacionando o aero-carro na garagem, ele não perdeu mais que um segundo voltando para a sala. Rapidamente, ligou a televisão e colocou seus pés sob a mesa de centro. O guerreiro só teve mais alguns segundos antes da porta abrir ferozmente.
"... Envergonhada na minha vida!" Bulma estava gritando.
“Aaaah, que mentira!” Trunks gritou de volta. “O Kuririn me contou o que você fez pro Mestre Kame uma vez, e AQUILO deve ter sido mil vezes pior!”
Mãe e filho entraram trotando na sala, gritando com toda força devido ao incidente que havia ocorrido no dentista.
“Essa foi a última vez, Trunks!” Bulma gritou. “Você está de castigo por duas semanas!” Quando Trunks apenas bufou, a mãe irritou-se mais ainda. “Isso mesmo mocinho, duas semanas sem TV, sem computador, sem vídeo game, e SEM GOTEN!”
“O QUE?” Trunks berrou de volta. “Você não pode fazer isso!”
Bulma virou-se, lançando um olhar maligno para seu filho. “Eu posso, e eu vou! Eu sou sua mãe, Trunks! Eu te trouxe pra esse mundo, e posso te tirar dele!”
“NÃO, VOCÊ NÃO PODE!” o híbrido respondeu irritado antes de sair voando para seu quarto.
Bulma bufou quando ouviu Trunks bater a porta. Ela estava claramente agitada, isso se não fora empurrada aos limites absolutos de sua sanidade mental por que quer que tenha acontecido enquanto o menino estava ficando limpando seus dentes.
Era uma oportunidade que Vegeta não poderia deixar escapar.
“Então,” ele disse casualmente, colocando os braços atrás da cabeça. “Como foi?”
A herdeira virou sua completa atenção a seu companheiro, encarando-o. “Como foi?” ela sussurrou antes de surtar novamente, “COMO FOI?! EU TE DIGO COMO FOI! Primeiro, nós estávamos quinze minutos atrasados porque seu filho decidiu tentar quebrar a porta para fugir. Eu acabei perdendo um pouco de controle do carro e quase bati quando ele usou a suamaldita força saiyajin pra tentar quebrar a porta! Então, quando nós chegamos lá, ele começou a reclamar e a justificar dizendo que dentistas trabalhavam para torturar crianças, o que acabou fazendo com que todas as crianças que estavam lá gritassem! E como se aquilo não bastasse, o seu moleque arrancou a cadeira do chão e tentou usá-la como arma contra o dentista!” Raivosamente, ela desabou no sofá. “Eu juro Vegeta, vou MATAR AQUELE GAROTO!”
Vegeta manteve sua observação daquela peculiar inversão de papéis para si mesmo. Ele gostava de provocá-la, mas dizer que ela tinha se tornado ele seria suicídio. Calmamente, ele deu-lhe alguns minutos para que Bulma se tranquilizasse.
Algum tempo depois, Bulma soltou um pesado suspiro. Quando se deu conta de que não havia sinais de Bra por perto, ela levantou-se, preparada para subir as escadas e ver onde e como a criança estava. Ela virou-se por um momento, e perguntou a seu príncipe, “Então, como foi sua tarde com a Bra?”
O príncipe encarou sua companheira, sorrindo orgulhosamente de canto. “Você estava certa, mulher. Ela dormiu o tempo todo.”
Notas finais
Sábado tem mais. Até lá =***
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