Superando Expectativas
10 Um começo difícil.
Notas iniciais
Esse capítulo teve um pouco mais de drama, e acho que os daqui pra frente, vão ser mais assim. Eu sempre imaginei que carregar um meio-saiyajin não fosse NADA fácil, e também sempre tive minha versão de como seria. Então, vou mostrar pra vocês, ok?
Enfim, espero que gostem, e não se decepcionem, a comédia de sempre vai voltar, mas agora quero focar numa base mais profunda do relacionamento deles, tudo bem?
Qualquer coisa, nos falamos nos comentários =)
Boa leitura!
Os dois ainda olhavam para a pia coberta de sangue. O cheiro era brutamente forte, fazendo com que Vegeta tivesse que respirar um pouco pela boca, se quisesse ficar alí. O faro dos saiyajins era diferente dos humanos. Bulma entrou em um completo estado de choque. Vegeta pegou-a pelos braços, sacudindo-a, tentando conseguir qualquer reação. Ela estava trêmula.
“Foi só vômito. Foi só sangue. Porque ela está agindo dessa maneira? Já vi coisas piores acontecendo à ela, e ela nunca agiu assim”. Ele continuava tentando obter alguma resposta da mulher, em vão. Quando o cheiro se tornou insuportável, pegou Bulma no colo, e a colocou de volta na cama.
- Não sei se consegue me ouvir... mas droga, mulher, não pense em sair daí.
Voltou ao banheiro para tentar examinar o sangue. Não era médico, mas já tinha visto todo o tipo de ferimento possível, portanto entendia quando havia alguma infecção ou algo do tipo. Abriu uma gaveta da pia onde sabia que Bulma guardava um kit de primeiro socorros, afim de achar uma luva. Vasculhou por alguns minutos, até que conseguiu. Colocou-a com pressa, passando um dedo devagar em uma das poças formadas dentro da pia.
Sentiu a tempetura e espessura do sangue. Estava quente, e ralo. Deu de ombros, como se aquilo não tivesse grande importância. Voltou para o quarto novamente, querendo sentir agora, a temperatura da mulher. Estava fria. Isso o preocupou. “Talvez por causa do choque....? Só pode ser”. Tirou a luva, e mais uma vez, tentou reanimar Bulma.
- Bulma, está me ouvindo? Vamos, responda! Não faça isso comigo, mulher, responda!
Nada. Ele começou a perder o controle, sacudindo-a cada vez mais forte.
- PARE, PAPAI! – Trunks o interrompeu.
- T-trunks? O que está fazendo acordado?
- Você vai acabar deslocando os braços da mamãe, ou até mesmo os quebrando se continuar a fazer isso. O que deu em você? O que aconteceu?
- Argh... não precisa se preocupar, garoto. Ela vomitou um pouco e agora está inconsciente. Mas não vai demorar até que acorde de novo, você vai ver.
- Como assim vomitou? Mas ela está grávida, tá sempre vomitando, porque dessa vez ela tá inconsciente?
- Droga, Trunks, sáia daqui. Eu resolvo isso. Volte para seu quarto.
- Não! Eu quero saber o que aconteceu de verdade!
- Já disse que eu resolvo. Faça o que eu mando. Não seja teimoso que nem ela.
- Não adianta papai, não vou sair daqui enquanto não puder ajudar à mamãe.
Ugh... o que está acontecendo? Que dor imensa é essa que eu estou sentindo? Não consigo me mexer! Ai meu Kami... o que aconteceu? Quem são... espera... Vegeta! Trunks! Me escutem, eu to em estado de choque, por causa da dor. Vocês precisam chamar meu pai, ele sabe o que fazer.
Porcaria, por que eles não me escutam e eu também não consigo escutá-los? AI! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAIIIIII! ARGHHHH! QUE DOR É ESSA... UGH... AIII! N-não... preciso... acordar... se eu continuar aqui o bebê... meu bebê... não! Vamos, Bulma, você é mais forte do que isso. Levante! ARGH... fica calmo filho, nós vamos ficar bem... tá? Agora, não força a barriga da mamãe, preciso que você fique quietinho, tudo bem? Eu vou tentar mandar algum sinal pro seu irmãozinho, já que seu pai é um cabeça-dura e nunca entenderia nadAAAAAAAAAAAAIIIIII ok, ok, vamos tentar seu pai então!
Trunks estava sentado em cima da cama, ao lado de Bulma, segurando sua mão. Ele tentava ler algo em seus olhos, mas eles estavam sem vida. Vegeta estava cada vez mais perto de seu limite. Sentia seu ki aumentando por conta do ódio, visto que qualquer coisa que ele tentara, tinha se mostrado inútil. Era frustrante ver Bulma daquele jeito e não poder fazer nada.
- Papai... olha como a barriga dela tá quente!
- O que disse?
- A barriga! Coloca a mão na barriga da mamãe.
Sem pensar duas vezes, Vegeta o fez. Era a única parte quente do corpo dela. “Será que o bebê está fazendo algo? Será que... é esse maldito bebê que fez com que ela ficasse desse jeito?” Imediatamente, sentiu algo se mexer, como se o ser que alí vivia agora, tivesse respondido. Vegeta e Trunks conseguiam sentir perfeitamente a presença de um outro meio-saiyajin. Ainda não tinham como saber o sexo, mas já era um ser muito forte. Vegeta começou a massagear a barriga, esperando que o bebê desse mais respostas. A criaturinha começou a se mover rápido, e Vegeta entendeu que estava feliz.
- Pare de se mexer tanto, droga. Acorde sua mãe. Proteja-a.
- Eu acho que a mamãe tá protegida. Na verdade, eu acho que é meu irmão ou irmã que tá fazendo isso. O senhor não acha melhor a gente chamar o vovô? Ele disse que cuidou da minha mãe durante todo o tempo em que eu tava na barriga dela!
- Não é necessário. Não era nem pra você estar aqui, garoto. Amanhã você tem aquela maldita aula, e não vai conseguir prestar atenção em nada se estiver com sono.
- Aaahh papai, deixa isso pra lá! Eu to aqui pela minha mãe, para de ser tão chato!
- Olha como fala comigo, moleque.
- Er... desculpa. De verdade, desculpa.
- Hunf.
Novamente, o ser começou a se mexer. A cada toque de Vegeta, sentia-se mais alegre. Trunks começou a sentir as mãos de Bulma se aquecerem, assim como aconteceu com o restante do corpo gradativamente. Aos poucos, ela foi despertando. Piscou os olhos, sentindo-se um pouco tonta, e demorou até conseguir focar o pensamento ou a visão em algo fixo.
A primeira coisa que viu foi a mão de Vegeta sobre sua barriga. Ela abriu um largo sorriso, e ainda se movendo devagar por conta da tontura, foi se ajeitando na cama com a ajuda de seu companheiro e de seu filho.
- Mulher, o que diabos aconteceu?
- Ahm... Ve-veggie, me desculpe. Eu também não entendi muito bem. Quero dizer, uma hora eu estava aqui deitada na cama com você, e depois eu só senti uma pontada muito forte no ventre. A última coisa que eu lembro foi de ter entrado no banheiro, e ter cuspido o sangue.
- Então foi apenas cuspe, e não vômito?
- Sim. Você achou que fosse vômito? Saiu tanto sangue assim?
- Eu ouvi um barulho, vi você correndo, presumi que fosse vômito. Mas que inferno, me preocupei a toa.
- Ai Vegeta, não foi a toa nada!
- Mas se foi só cuspe, porque você entrou em estado de choque?
- Bom, aí é que tá. Não entrei em choque por causa do sangue, e sim da dor. Era horrível. O bebê não parava de se mexer um minuto. E sabe, não é qualquer bebê, é um meio saiyajin. Foi muito estranho... o mesmo ser que me causou dor, também me manteve sã e salva. Ele gosta muito de você, Veggie.
- O que?! De mim? O que está querendo dizer com essas tolices?
- Não são tolices, é a verdade! Cada vez que você tocava minha barriga, o bebê ficava muito feliz. Parece que tava se alimentando da sua energia, ou algo do tipo. Como se vocês dois tivessem uma ligação muito forte!
- Pare de dizer asneiras, mulher. Ainda está delirando por conta da dor?
- Urrghh, você não me provoca hein, Vegeta!
- É óbvio que saiyajins, mesmo que híbridos, tem ligação. Mas como um ser que não tem nem dois meses de vida, pode se alimentar da minha energia? Acha que essa criança estava usando a minha energia e a dela para te ajudar?
- Exatamente. Sabe Veggie, você pode ter a força, mas eu tenho a inteligência, e sede de sabedoria. Isso me deixou muito intrigada! Como um feto consegue fazer isso? É incrível!
- Ahn, mamãe, papai, isso nunca aconteceu com vocês mesmo? Quer dizer... mamãe, você não lembra daquela vez?
- Que vez, filho?
- Err... quando o papai foi treinar no espaço. Nas primeiras semanas você ficou muito mal, e eu te protegi. Sempre que você chorava, eu emanava um pouco do meu ki pra você se sentir melhor.
Foi então que Bulma lembrou. Vegeta olhava para ela com uma expressão confusa. Ele não sabia desse fato curioso. Nem sonhava que Bulma havia ficado tão mal assim com sua partida. Ele voltou, e ela sabia que ele voltaria, não via razão para toda a tristeza.
A herdeira começou a lembrar aos poucos daqueles dias. Foi uma das épocas mais difíceis de sua vida. Apesar dos dois terem concordado em não assumir compromisso algum, e Bulma já ter aceitado criar Trunks sozinha, a ausência de Vegeta deixou-a muito triste. Se sentia solitária, mesmo com os pais e os amigos por perto. Foi nessa época que ela realmente percebeu o que sentia por ele. Sabia que não estava só apaixonada, mas que havia encontrado o homem que ela amaria pro resto de sua vida. Eram tão parecidos e ao mesmo tempo tão diferentes, era o que sua mãe sempre sempre dizia, e ela se recusava a aceitar. Com o tempo e a saudade, Bulma cedeu. Mesmo depois de ter voltado, Vegeta não mudou em nada. No que se dizia respeito à ela e o filho, ele parecia estar ainda mais frio e distante.
Foi Mirai Trunks que mudou isso. Vegeta viu o quão forte seu filho se tornaria, e aquilo encheu-o de orgulho. Bulma ainda estava perdida no meio das lembranças, quando ouviu Vegeta soltar um grunhido alto de impaciência.
- Vegeta, deixa de ser otário! Eu só tava lembrando de algumas coisas...
- Quero que me diga agora se o que Trunks disse é verdade. Que sofrimento todo é esse que você sentiu, mulher? Nós fizemos um acordo.
- Eu sei, idiota! Mas não é assim que as coisas funcionam, eu não tenho controle sobre meus sentimentos e... Trunks, filho, tá tudo bem. Já pode ir dormir, meu anjinho. Amanhã eu te levo pra escola, o que acha?!
- Tem certeza, mamãe? Você tá bem mesmo?
- To sim, pode ir. Agora vá, não quero ouvir desculpas de que está com sono depois!
- Yupiii, tá bom! Boa noite mamãe, boa noite papai. Tentem não brigar, por favor. – o menino fez um sinal implorando, e saiu do quarto, fechando a porta.
- Então, onde eu estava? Ah! Não é fácil assim controlar sentimentos. Você deveria saber disso mais do que ninguém. Afinal, você mesmo disse que não queria sentir nada por mim ou pelo Trunks, mas acabou se deixando levar!
- Grrrr. Não jogue isso na minha cara, insolente. Nunca quis sentir nada por vocês, porque sentimentos são para humanos fracos e incapazes. Sou um saiyajin, um saiyajin de classe alta, não posso me sujeit-
- NO ENTANTO – Bulma o interrompeu. – Tá aqui, morando conosco, e eu to grávida de novo. As coisas mudam, Vegeta. Sentimentos nascem e crescem, uma vez que eles crescem, não tem como impedir. Olha, eu sei que concordamos em não criar afeto ou laços naquela época. Mas veja: naquela época! Isso já tem quase 10 anos, tanta coisa aconteceu.... não está feliz com a vida que tem hoje?
Vegeta viu a expressão da mulher ir de determinação à tristeza. É claro que ele estava feliz. Esse era o problema. Ele carregava todo o orgulho de sua raça sozinho. Goku e os outros nunca se preocuparam. Viviam uma vida normal até demais na Terra. Vegeta não conseguia simplesmente esquecer de todo o seu passado, sua origem, de onde veio, seus pais e companheiros de batalha, em prol de Bulma e Trunks. Ele se sentia o último guerreiro, e o único motivo de ter ficado na Terra, foi seu filho. Seu filho carregaria seu legado. Sabendo disso, ficou mais tranquilo. Mas não bastava, e lá no fundo, não era só isso.
“Essa maldita mulher deve ser alguma bruxa que jogou um feitiço das trevas em mim, e me prendeu aqui.”
- Acho melhor não responder a sua pergunta, pode ser que você se decepcione. Você me conhece, Bulma. Mais do que qualquer terráqueo. Eu confio em você e no meu filho. Estou aqui por vocês. Não me peça mais do que isso.
- Não estou pedindo, querido. Só não quero que se preocupe tanto. Aquela época de tristeza já passou. Estamos juntos até hoje, não é? Então... vamos ficar felizes!
- Na verdade, vamos dormir. Já está muito tarde. MUITO. Você precisa descansar. E o bebê também.
- Certo, tudo bem. Eu só vou dar uma olhada no Trunks e volt-
- Não. Eu vou. Se concentre apenas em dormir. Já volto.
Ela concordou, voltando a se ajeitar na cama. Vegeta foi caminhando em passos curtos e lentos até o quarto do menino, ainda pensando no que ele havia dito mais cedo. Queria saber de cada detalhe dessa fase triste que Bulma passou. Era sua companheira, se ele a machucou em alguma época, mesmo que só emocionalmente, era seu direito saber. Abriu a porta do quarto devagar, e viu que o filho já havia adormecido. Deu um sorriso de canto, e voltou para seu quarto. A mulher também já havia adormecido, e mesmo cheio de perguntas, Vegeta resolveu esperar até o dia seguinte.
Adormeceu na mesma posição de 10 anos atrás: ao lado de Bulma.
Algumas horas depois, a herdeira acordou lentamente, ouvindo o despertador tocar bem baixinho. Bulma sempre deixava-o embaixo do travesseiro para abafar o som. Espreguiçou-se, e foi para o banheiro se ajeitar. A pia ainda ainda estava com sangue, e ela logo jogou água para tirar aquela imagem da cabeça. Tinha sido um verdadeiro pesadelo toda a dor que sentira.
Se arrumou bem rápido, não queria atrasar Trunks. Sabia que o menino também já estava acordado, pois Vegeta não estava mais na cama. “Com certeza dormiu só algumas horinhas por causa da preocupação. Hunf, depois vem falar que não se importa!” Uma das empregadas-robô estava passando pelo corredor, e Bulma pediu para que arrumasse os quartos. Trocasse as roupas de cama, cortinas, escovas de dente, tapetes, toalha, tudo. “É bom pra renovar os ares”. Pensava, enquanto descia as escadas.
Seus dois saiyajins estavam devorando um banquete que, sua mãe, claro, havia preparado para o café da manhã. A Sra. Briefs cantarolava, alegre como sempre enquanto colocava mais comida na mesa.
- Mamãe, já está bom! Não podemos demorar muito, Trunks vai acabar chegando atrasado se continuar comendo.
- Ooooh Bulminha, mas isso aqui é pra você e pro bebê! Seu médico me ligou mais cedinho, e pediu para que você tomasse um copo dessa vitamina de banana com maçã todos os dias! E também acabei de assar uns pãeszinhos, vou pegar seu patê favorito para que passe e coma, querida! Venha, sente-se!
Bulma não podia negar a fome monstruosa que estava sentindo. Agora que os enjôos estavam um pouco melhores, pelo menos até o momento, ela queria aproveitar e dar a si mesma e ao bebê, muitas vitaminas para que ficassem fortes. Sabia que não seria uma gravidez comum. O Sr. Briefs entrou na cozinha na mesma hora em que Bulma teve uma idéia.
- Bom dia a todos!
- Bom dia, vovô!
- Bom dia, querido, sente-se também, vou servir seu cafézinho!
- Bom dia, papai. – Bulma levantou-se para abraçá-lo. – Depois que eu levar Trunks na escola, queria conversar com você, ok?
- Claro, minha querida. É algo pessoal ou...?
- Não não, é sobre um novo projeto! Estou com algumas idéias, e, bem... ah, depois eu explico melhor!
- Como quiser!
A família Briefs comeu todo o banquete, e assim que terminaram, Bulma mandou Trunks escovar os dentes e descer logo para que pudesse levá-lo à escola. “Droga, olha a hora, vamos nos atrasar!” Ela olhava pro relógio impaciente, bufando e batendo o pé no chão. Vegeta foi o último a se levantar da mesa, visto que era ele quem comia mais. Percebeu a agitação anormal de Bulma, mas resolveu ficar calado. “Está esquisita de novo. Já se atrasou um bilhão de vezes, mas hoje está mais irritadinha do que o normal. Devem ser os malditos hormônios. Argh, que inferno aturar isso de novo”.
- VAMOS TRUNKS, ANDA LOGO!
- To indo, to indo, to indo – o menino descia as escadas voando. – Tava só terminando de arrumar minha mochila, mamãe!
- Ai, mas eu não já falei que você tem que fazer isso um dia antes?
- Desculpa, é que ontem aconteceu aquilo tud-
- TRUNKS! – Bulma e Vegeta gritaram juntos.
- Aiii, desculpa de novo!
- Dá logo tchau pros seus avós e pro seu pai, e vamos embora!
- Tchau vovô, tchau vovó! – disse, os abraçando com força.
- Tchau, meu queridinho, não esqueça de levar seu lanche!
- Já peguei mamãe! Anda filho, só temos 20 minutos até chegar lá.
- Aiaiaiaiai, to ficando maluco mamãe, não me apressa!
- Se não fosse lento, isso não aconteceria, moleque. Vá de uma vez.
- Ugh, tá bom papai, me perdoa, juro que isso nunca mais vai acontecer. Até mais tarde!
- Hunf. Preste atenção na aula.
Ele fez sinal de “ok” com o dedão, e Vegeta fez o mesmo. Bulma já estava no carro, pronta pra partir, quando Trunks resolveu brincar de “quem chega primeiro” com a mãe. Era um velho hábito deles, quando estavam atrasados. Bulma saiu em disparada na frente. O menino esperou 30 segundos, e saiu voando. Quando a herdeira se deu conta, ele já tinha a ultrapassado, e estava muito mais na frente. “Malandrinho. Voando nessa velocidade não vale! É um legítimo filho do Vegeta, orgulhoso e exibido”.
Quando Bulma finalmente chegou, Trunks já estava esperando-a há muito tempo, rindo, com uma expressão triunfante.
- Hááá, ganhei viu, mamãe! Da próxima vez, eu te carrego até aqui! O que acha?
- Nada disso mocinho, o único que consegue me aguentar é seu pai.
- Naaah, deixa disso, você é muito leve!
- Não nesse sentido Trunks. Eu tenho essa péssima mania de falar mais ainda quando estou com medo. Acho que você não ia aguentar, ahahaha!
- Ahahahahaha, entendiii! Bom, então deixa pra lá.
- Tome. – Bulma entregou o lanche que a Sra. Briefs havia feito – agora vá. Boa aula, meu anjo. Cuide-se! Mais tarde seu pai vem te buscar!
- Yeaaaaaaah, tá bom, valeu mãe!
Bulma viu o pequeno entrar na escola todo saltitante e com pressa. Ela também precisava se apressar, tinha muito o que fazer na Corporação. No meio do caminho, ligou para o antigo médico da família, marcando um encontro lá. “Não se preocupe, doutor. Está tudo bem! Só quero tirar umas dúvidas, e não vou ter tempo de passar em seu consultório. Ah... sim... ok então, combinado! Tchauzinho!” desligou o telefone, e acelerou o carro em direção à sua casa, onde Vegeta também esperava ansioso por sua volta.
- De hoje não passa, mulher. Vai me contar tudo.
Notas finais
Não deixem de comentar, o que motiva é saber a opinião de vocês, viu?
Até quarta que vem, beijinhos nhos =*
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