Strokes
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Notas iniciais
Antes de tudo, os costumeiros agradecimentos às pessoas lindas e belas que comentaram. Ainda não tive tempo para responder à todos os reviews, mas vou tirar um dia só pra isso, okay? Li todos e tenho que dizer que vocês não limdas com 'm' de Muito lindas Mesmo!
Se quiserem recomendar eu não me importa tá? Não vou ficar magoada, estressada, não vou odiar... Pode recomendar à vontade, não vou achar ofensivo.
E cá está o capítulo.
Não me matem nos review, okay?
-É cada um por si, quando vai perceber?
-Okay. Tudo bem. Só se certifique de achar alguém de segurança para cuidar do seu filho quando eu morrer!
Sasuke engoliu um seco. Seu lado humano havia se remexido, de alguma forma. Depois disso e definitivamente não seguiria com a missão precisava de um tempo para pensar.
Estava há quase uma hora na cama baixa¹ pensando em uma série de coisas. Não costumava refletir assim com tanto desconsolo. Seu cenho franzido por tempo demais já incomodava; a boca seca pedia água, mas ele não estava com ânimo nem sequer para beber algo, só queria descobrir uma forma de não se importar com aquelas coisas. Pensou em recorrer para alguns remédios que Sakura lhe dera, porém não tinha certeza se havia os trazido consigo. Parecia que nada tirava de sua cabeça as pelavras de Suigetsu. De alguma forma aquela peste sabia com o quê o importunar. Felizmente aqueles boatos não chegaram à pessoas desocupadas que pudessem espalhar, dava para contar nos dedos os cientes do assunto: Tsunade; Kakashi; Shikamaru e seu pai, Shikaku. Era algo tão tolo que resolveram ignorar, mas ele, Sasuke, tinha lá suas dúvidas.
Suigetsu reapareceria, isso era um fato. E ele estando perto significa que ela também está perto, logo o assunto tão incômodo seria retomado e ele precisaria dar um fim naquilo antes que tomasse proporções preocupantes. Agora que ele estava retomando sua vida não queria um escândalo como esse e Sasuke sabia que Karin e companhia seriam capazes disto.
Sasuke não sentia ao dizer que qualquer coisa fruto do que ele não teve com Karin para ele significa o mesmo que nada.
Precisava se firmar diante disso.
Antes do pôr-do-sol saiu da hospedaria, sentido à Central de Kumo onde localizava-se o Raikage e seus anciões. Foi recebido da forma mais amistosa possível, com kunais miradas na sua testa e esplosivos, apenas com um movimento simples da sua katana desviou todos para o chão.
-Vim em missão. –Apontou para o pergaminho nas costas com o polegar.
-Mentira! É um impostor! Sasuke entrou há alguns minutos! –Gritou um dos jonnins guardas do local. Sasuke arqueou uma sobrancelha e cogitou rapidamente uma explicação cabível para aquilo. Alguém estava se passando por ele.
-Eu sou Sasuke Uchiha.
-Mesmo se for, não é confiável! –Gritou outro.
-Conhecendo meu sobrenome ainda diz isso? Acha que se eu tivesse vindo para malefício de alguém você ainda estaria vivo?
-Não importa o que diga, você não vai entrar. –Afirmou o ninja e os outros, movidos pela coragem do colega, se prostaram em frente à entrada do local, renegando sua entrada.
-Okay. –Disse num tom entediado enquanto tirava o grande pergaminho das costas. –Não vamos resolver de forma pacífica. –Ativou seu sharingan e esperou os jonnins atacarem, uns caindo por conta de um corte superficial do fio de corte da espada, outros tolos por desconhecerem o poder dos genjutsus e não resistirem a olhar as esferas de fogo das globes Uchihas, tingidas pelo mesmo vermelho sanguinário que sujava a lâmina da katana, agora repousada na banha. –Vocês três, -Falou para os restantes que hesitavam em frente à porta. –já decidiram se acreditam em mim? –Silêncio. –Não matei ninguém.
-Você mal se mecheu! –Vociferou um deles.
-É por isso que ainda está aí. –Afirmou com um sorriso de canto. Ele ainda tinha seu charme, ainda era cheio de si. Antes de fazer sua última tentativa com os homens para entrar no local sem ter que arrombar lada, foi surpreendido ao ouvir um desmoronamento à direita do prédio. Os jonnins em pé estimularam-se com o barulho, um deles ficou com Sasuke enquanto os outros dois saíram em direção de onde o barulho havia vindo. Sasuke olhou com condolência para o jovem jonnin que mal segurava a kunai na mão, ele nem perdeu tempo em consolá-lo, saiu atrás dos outros ninjas.
Uma parede havia sido derrubada propositalmente por um soco do Raikage em ninguém menos do que Suigetsu transformado em “Sasuke”.
-Avisei que você é péssimo em transformações. –Sasuke pronunciou-se e imediatamente o Raikage o fitou com fúria.
-Sabia que isso tinha alguma coisa a ver com você, muleque!!! –E foi em sua direção com fúria. Sasuke com todo o restante de calma que tinha ativou o mangekyou e disse pausadamente.
-Vai ficar sem o outro braço?
-Fico até sem as duas pernas pra tirar sua vida, desgraçado.
-Raikage-sama, ele trouxe o pergaminho!!! –Gritou Mabui tentando impedí-lo de atacar Sasuke. Funcionou, ele parou a alguns metros do garoto e o fitou com desconfiança.
-Tsunade o mandou de propósito. –Concluiu. –Entregue o pergaminho pra Mabui e vamos terminar logo com isso! –Cerrou os punhos.
-Não seria uma luta justa, não tenho permissão para atacá-lo, só iria me defender e não me responsabilizo pelos danos que o meu tipo de defesa possa causar. –Justificou-se categoricamente enterrando a espada na banha de couro.
-Esse pergaminho é de demasiada importância para nós, se puder por gentileza nos… -Sasuke tirou um outro pergaminho pequeno do bolso e atirou em direção da moça, interrompendo sua fala.
-Assine cofirmando a entrega que eu lhes dou.
-Ora seu fedelho folgado de… -O homem imponente esbravejou com a pior da caretas, mas Mabui, sua assitente, novamente intercedeu por Sasuke.
-Raikage-sama, assine e ele estará dispensado.
-Como sabe que dentro desse pergaminho não tem uma armadilha? –Sasuke revirou os olhos com a imaturidade da autoridade à sua frente e imaginou quão difícil seria para aquela moça lidar com declarações como aquela diariamente.
-Eu venho em missão, só quero terminar isso e preciso da assinatura para ir embora. –Disse impaciente.
-E se eu não assinar merda nenhuma?
-Você não entendeu que eu preciso dessa maldita assinatura? –Sasuke se aproximou dou outro. –Esse pergaminho está ileso nas suas mãos, qual a dificuldade de carimbar um papel informando que chegou com integridade à você?
-Eu sei sua condição, maldito, está sob condicional. Se eu não assiinar, você volta para a cela de onde você nunca deveria ter saído.
-Raikage-sama! –Mabui tentava inutilmente.
-Que dilema… Matá-lo ou deixar Konoha condenar você…
-Me ouça! –Mabui colocou-se entre os dois, olhando para o Raikage. –Uma quebra de pauta como esta pode desencadiar uma desunião com o País do Fogo. Queira ou não ele pertence à Konoha assim como o pergaminho pertence à nós, assine, por favor, para evitar conflitos internos.
-Não tenciono ser imparcial quanto a isso. Você tentou matar meu irmão!
-Mas o ajudei na guerra. –Sasuke observou. –Se eu fosse inimigo teria entregado esse pergaminho nas mãos do meu ex-colega de time quando ele me solicitou. –Disse com a mão estendida em direção à Suigetsu que estava desmaiado em cima dos escombros.
Depois de um silêncio, Mabui percebeu quando Raikage suavizou as linhas de expressão do rosto que ele estava cedendo. Abriu o pergaminho menor e com uma gota de sangue do seu grande dedo polegar ele carimbou no local indicado. Mabui fechou o pergaminho e colocou o lacre nacional como confirmação de que toda a missão foi sucedida, em seguida entregou nas mãos do jovem moreno atrás de si ouvindo o Raikage baforar as palavras:
-Agora suma da minha frente antes que eu o esmague! –Sasuke nenhum pouco alterado retirou o grande pergaminho das costas se sentindo leve e deixou no chão, próximo aos dois outros que o encaravam. Virou as costas e partiu sem dizer nada, já havia se estressado demais para um dia só.
Por incrível que pareça, ele só queria voltar para casa, para a casa de Sakura que tornara-se sua casa; queria aquela cama enorme e firme, não o colchão mole daquela hospedaria; queria a enorme banheira, não o onsen público; queria o clima quente de Konoha, não aquela neblina que pairava em torno de tudo; queria a recepção de seu amigo.
.o0o.
Revesaram a manhã entre conversas triviais, cochilos e sexo. No quarto, no divã do quarto de livros ou na sala. Não passaramnem perto da porta, as janelas não haviam sido abertas e o cheiro do chá de limão feito na madrugada ainda pairava na atmosfera quente do apartamento.
Era quase meio-dia e a porta do quarto estava fechada, três dos quatro travesseiros abandonados do assoalho frio, o outro estava sobre o lençol molhado de suor sendo agarrado pela garota exausta e extasiada. Quantas vezes haviam feito? Três, quatro? Ela havia parado de contar a partir da quinta. Já sentia partes do corpo doloridas pelos movimentos repetitivos e vorazes, os cabelos já grudavam na cabeça, tanto os dela quanto os dele, mais bagunçados do que nunca, loiros, raspando em suas costas, fazendo-a sentir calafrios. Quando ele grunhiu ela soube que chegara ao fim, estava tão cansada que achava que se gozasse desmaiaria.
Ele era bom, era ótimo! Agora ela entendia um pouco porque Hinata o prendia em casa, ela também não queria mais sair dali, parece que havia uma necessidade sobrenatural de tê-lo entre suas pernas, assim como para ele era irresistível a oportunidade de preenchê-la repetidas vezes. Os dois simplesmente se completavam no ato.
Quando Naruto finalmente chegou ao seu ápice, deixou-se cair sem pudor sobre as costas brancas de Sakura, logo se dando conta do seu peso em cima dela, provavelmente desconfortável. Foi para o lado ficando cara a cara com o teto sentindo o ar quente bater em seu pescoço, Sakura ofegava com os olhos semicerrados. Ela riria, se conseguisse, mas optou por estabilizar sua respiração antes que se sufocasse.
Na luz acinzentada no quarto, um pontinho verde e iridecente brilhou por trás de frios róseos que cobriam parte da face da garota.
-Você é linda. –Não conteu-se em dizer enquanto tirava os cabelos que a escondiam. Nem sorrir ela conseguia direito, com o restante de suas forças puxou uma ponta do lençol para cobrir as nádegas nuas.
-Estou morta. –Disse sem mexer muito os lábios. Ele fazia carinho nas costas dela e pensava em como seria caso isso virasse rotina, não pode deixar de sorrir.
-E agora? –Perguntou referindo-se aos seus pensamentos.
-Vai tomar banho, depois vou eu. –Disse sonolenta.
-Quero dizer enquanto a nós. –De repente a respiração pesada que batia contra o pescoço dele cessou. –Porque… -Tentou justificar, mas foi interrompido.
-Relaxa. –Disse ainda com os olhos fechados, mas uma expressão diferente, mas cautelosa, o que fez Naruto recuar. –Temos tempo. –Com essa declaração ele não soube o que dizer, só sabia que não havia gostado do descaso de Sakura. Ele queria que o que estava acontecendo entre eles não fosse vão, ele esperava por isso, deixá-lo sem o que esperar era como deixá-lo sedento em frente à um vaso cheio d’água.
Por fim ele se levantou e foi para o banheiro. Enquanto a banheiro enchia ele sentiu que da torneira despejava uma eternidade de minutos, seus pensamentos estavam pesados e vagos. O que ele faria? Só conseguia pensar em Sakura e no que fizeram. Quando afundou-se na água quente percebeu que também estava exausto, os chochilos nos intervalos das transas não compensavam o esforço físico que faziam, Sakura não atuava quando estava estirada ao lado dele, soube disso quando sentiu seus olhos pesados. Encostou a nuca no beiral da grande bacia de louça e dormiu em meio à um turbilhão de cogitações.
A metros ali outra mente trabalhava desenfreiada projetando frases para dizer caso fosse pega de surpresa como há pouco, mas na verdade nem ela sabia o que seria. A pequena conversa da madrugada não clareou sua mente. Logo Sasuke voltaria e Naruto e ela precisavam já estar resolvidos quanto a isso. Dormiu na certeza de que quando despertasse tomaria devidas providências quanto a relação de ambos.
.o0o.
-Hinata? –Tsunade abriu a porta de sua casa surpresa. Esperava Shizune, Kakashi ou até mesmo Sakura lhe trazendo mais um típico problema imprevisto em seu pleno dia de folga. “Onde eu estava com a cabeça quando aceitei a proposta de Jiraya para ser Hokage?”, praguejava. –Está tudo bem? –Arqueou as sobrancelhas para a morena que assentiu prontamente.
-Posso entrar? –Perguntou com a voz baixa. Tsunade olhou por cima dos ombros a situação de sua sala de estar. Já esteve pior, pensou, então abriu espaço para Hinata passar. Assim que viu a expressão da garota, percebeu que precisava de uma faxina, pois o que era bagunça normal para ela parecia um caos para a outra.
-Esperava mais da casa da hokage? –Ela brincou deixando Hinata vermelha de vergonhosa pela insutileza. Arranjou um espaço no sofá para Hinata se sentar enquanto ela sentou no chão em frente a mesinha baixa de centro. –À que devo o milagre da sua aparição na minha humilde residência? –Perguntou bem humorada.
-Ahm… Bem, venho cumprir uma ordem que recebi da senhora há algum tempo. –Novamente a face de Tsunade tomou um ar de dúvida. –Você me pediu para deixá-la a par dele. Então, ele me procurou. –Disse com a cabeça baixa. –Quer se reaproximar de mim, acho. –Voltou os olhos para Tsunade. –No Festival de Outono ele pediu minha presença, eu…
-Vá. –Tsunade disse. –Vá e… divirta-se. Entretanto não ceda, lembre-se de tudo o que te disse, de todo o alerta que eu te dei, Hinata. Não desperdice tudo por conta dos seus sentime…
-Não há mais sentimento, Tsunade-sama. –Hinata a interrompeu. –Estou disposta a dar corda caso a senhora ache viável, só espero que ele não vire o laço para me enforcar.
-Por isso que peço que tenha cautela. Se não se trata mais sobre você, é sobre ele, então seja imparcial. –Tsunade disse. –Honestamente, não achava que esse dia chegaria, pois você sempre foi… você. Vejo que valeu a pena aquela conversa. –Hinata concordou e a mulher à sua frente sorriu torto. –Vai me ajudar muito, Hinata. Serei grata por isso.
-É uma honra. –Reverenciou. –Se me der licença, preciso ir. –Tsunade ergueu um copo de gim vazio e hinata levantou-se indo embora.
Era a vez do loiro ser testado.
Notas finais
Tia! A Sakura! Qual o problema daquela ameba esquizofrênica? Ela tem catota de nariz no lugar da massa cefálica?
Oh tia, me fala do Naruto, ele vai se afogar na banheira de angústia pela Sakura tê-lo feito broxar?
E a Hinata? Puxa, que falsa, vadia, @#$#%, @#%@$#! Quê que ela vai fazer com o meu vulgo nosso Narutinho lindo?
por que sua Tsunade é mio obscura cheia de segredos?
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Mirelle vulgo Milk lhes deseja uma ótima espera pelo próximo capítulo e um beijo dentro do miocardio de vocês ♥
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